
Digital Signage não é televisão.
Embora o conteúdo da sinalização digital possa ser veiculado também em monitores de TV tradicionais, existem características básicas que diferenciam esses dois tipos de mídia.
Além da ausência de som, o lettering é fundamental e o domínio das técnicas de tipografia e o uso frases curtas e diretas também fazem parte do expertise criativo desse novo veículo.
Digital Signage não é cinema.
Embora tecnicamente os comerciais feitos para a sala escura do cinema possam ser exibidos em monitores de plasma ou LCD, 90% deles dependem de som para sua compreensão e são construídos para ser absorvidos em tempos de 30 segundos. Nos ambientes propícios aos esforços de Digital Signage, não se transmitem mensagens muito longas ou vídeos de grande duração e sim um formato muito parecido com o que poderíamos chamar de “posters eletrônicos”, que têm linguagem direta, altamente visual, com durações limitadas a 10 segundos.
Digital Signage não é Internet.
Mas é altamente complementar a ela. Como nasceu para comunicações ágeis e focadas, o Digital Signage funciona como manchetes de jornal. Sua linguagem visual tem um tempo muito curto para captar a atenção do cliente dentro dos locais e sua eficácia aumenta enormemente quando combinada com esforços na Internet, onde o espaço para mensagens mais longas é mais adequado. Suas mensagens, sejam infortainment ou publicidade, visam atrair a atenção do consumidor de forma rápida e pontual, atingindo seu objetivo através da força da imagem. Se há necessidade de maior quantidade de informações, mais longas ou reflexivas, devem ser colocadas nos sites dos anunciantes, que farão o papel de corpo do texto.
Digital Signage não é mídia interativa.
Raros projetos de Digital Signage funcionam bem com a utilização de interatividade. Para ter um bom custo benefício, a sinalização digital deve prescindir de ação do consumidor (com exceção do ato de compra), pois suas mensagens devem levar à ação imediata e não devem requerer nenhum tipo de manuseio de botões ou telas touch screens .
Existem situações de exceção, que envolvem serviços complexos, como compra de seguros ou planos de saúde em saguões de agências bancárias, por exemplo. Nesses casos, a interatividade é bem vinda.
Fonte: STRAT Digital

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