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TV Digital apressa promoções de plasma e LCD.

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TV LCD - Plasma - Inbox

Às vésperas da entrada em funcionamento da TV digital, as duas gigantes do varejo de eletroeletrônicos, Casas Bahia e Ponto Frio, iniciaram esta semana uma verdadeira liquidação de televisores com monitor de plasma e LCD. As ofertas são agressivas e os aparelhos custam entre R$ 1,6 mil e R$ 1,7 mil. Há ainda a possibilidade de parcelamento. As empresas negam que seja movimento de desova de estoques da indústria e do comércio diante da renovação tecnológica dos aparelhos. O argumento das lojas é que esses equipamentos mais sofisticados são objeto de desejo do consumidor e podem ampliar o movimento do comércio num período em que não há forte apelo para ir às compras.

Nas contas de Lourival Kiçula, presidente da Eletros, que reúne a indústria eletroeletrônica, as vendas de televisores de plasma e LCD neste ano deverão quase que triplicar. No ano passado, a indústria vendeu 350 mil aparelhos, entre televisores de plasma e LCD. Para este ano, a previsão é atingir um milhão de unidades.

Segundo Kiçula, as liquidações dos equipamentos não estão relacionadas com a chegada da TV digital, que começa a funcionar apenas na região da Grande São Paulo a partir do dia 2 de dezembro. Na sua opinião, o movimento reflete uma oferta de produto superior à demanda. “A TV digital ainda não é uma realidade para o varejo”, afirma o diretor Comercial do Ponto Frio, José Carlos Prioste. Ele explica que os fabricantes não têm previsões sobre os preços dos televisores com sintonizador embutido que serão os adequados para a nova tecnologia.
O diretor da rede, que começou ontem uma liquidação intitulada “Grande venda inteligente”, na qual na compra de um TV de plasma ou LCD leva-se um gravador de DVD de brinde, diz que decidiu cortar os preços e facilitar o pagamento porque a população de baixa renda deseja esse tipo de produto e hoje o momento é propício para a compra porque os prazos do crediário são longos. A expectativa da rede é ampliar em 40% as vendas de TVs até domingo,quando acaba a liquidação.

Ele pondera também que, com o recuo da cotação do dólar, o acesso ao produto ficou mais fácil por causa da queda nos preços. É que, embora montados na Zona Franca de Manaus (AM), boa parte dos componentes usados nesses aparelhos são importados.
Dados coletados no varejo em geral revelam uma queda abrupta nos preços dos equipamentos, empurrados para baixo pela evolução tecnológica, ganhos obtidos por meio de aumento do volume da produção e a queda do câmbio.

Em 2002, por exemplo, um TV plasma de 42 polegadas custava no varejo R$ 24.990. Hoje, esse mesmo produto é vendido por R$ 2.990. Em cinco anos, o recuo é de 88% em termos nominais, sem considerar a inflação. O movimento se repete no caso da TV de LCD de 32 polegadas. Em 2004, quando o aparelho começou a ser vendido no País, o preços era R$ 14.590. Atualmente, essa TV sai por R$ 2.690. A queda no período é de 81,5%.

As Casas Bahia, que iniciaram na semana passada uma promoção de TVs de plasma e LCD, informam que a grande aposta da companhia para este fim de ano são as televisões mais sofisticadas. A rede já detectou que esses produtos, assim como os refrigeradores de duas portas, são objetos de desejo do consumidor de baixa renda. Com o crediário de prazos alongados, o desejo pode virar realidade.

As Lojas Insinuante também estão promovendo as vendas de TVs mais sofisticadas. A intenção, diz o diretor, Rodolfo França Jr., é ganhar posição em relação aos concorrentes do varejo e atingir as metas de vendas traçadas para este ano. Ele destaca que os cortes nos preços não estão sendo bancados só pelas indústrias. “Estamos sacrificando as nossas margens.” Desde segunda-feira, a varejista que tem 248 lojas espalhadas principalmente pelo Nordeste, que não enfrenta a concorrência das Casas Bahia e atua numa região em que a TV digital só chegará no fim de 2008, reduziu o preço da TV de plasma de 42 polegadas de R$ 3.990 para R$ 2.990.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Lavanderia Quality inova na comunicação do ponto de venda de suas lojas

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Quality Lavanderia cria sistema de TV para melhorar comunicação com consumidor.  A Programação visa informar os clientes enquanto eles esperam as encomendas no balcão

A Quality Lavanderia está desenvolvendo uma ação de PDV que pretende informar e prestar serviços aos clientes. A rede, que possui  80 unidades distribuídas pelo Brasil, deve contar com uma programação especial veiculada diariamente, sem intervalos, por meio de um televisor de plasma e um DVD posicionados próximos ao balcão de cada loja.

Enquanto o cliente espera pela entrega de seus pedidos, a Quality TV mostra os serviços realizados pela empresa e fornece dicas de conservação de roupas. A Quality Lavanderias conta também com as bandeiras Prima Clean Lavanderia e Linha & Bainha.

Fonte: Quality Lavanderias

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Vem aí a sinalização digital em 3D.

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sinaldigital3d.jpg Cada pessoa tem uma reação diferente diante de uma projeção em vídeo 3D. Claro que é uma novidade, e tenho que admitir que nunca me senti particularmente atraído por ela. Talvez pela simples razão de que aqueles ridículos óculos coloridos me dão dor de cabeça! Mas os novos óculos 3D polarizados parece que não causam a mesma reação psicológica, e por isso comecei a gostar mais dessas projeções, principalmente quando são bem feitas. Na verdade, ter de usar óculos especiais sempre parece um pouco idiota, e talvez por isso é que a novidade ainda não tenha pego.

Bem, mas novidades em geral são boas para o mercado, e como profissional de marketing tenho que valorizar isso. Este novo lançamento da Philips - um display LCD com capacidade de exibir imagens em 3D, visando o segmento de sinalização digital - representa um avanço importante no setor. A tecnologia lenticular Multiview, lançada pela empresa, permitirá que as pessoas vejam efeitos 3D de vários ângulos, sem necessidade de usar aqueles óculos ridículos.

Apresentado pela primeira vez na feira da Society of Information Displays, em maio último, o display 3D LCD da Philips continua sendo apenas uma promessa. Até agora ainda não existe um modelo definido pela empresa, apenas uma denominação genérica “3D LCD de 42″; também não foi confirmada a data de lançamento. Mas sabemos que a empresa espera reunir seus principais parceiros - inclusive empresas de OEM - para uma apresentação formal nos próximos meses.

Esse cuidado faria sentido com qualquer nova tecnologia, é claro, mas talvez seja ainda mais apropriado em se tratando de 3D. Como todas as idas e vindas do segmento nos últimos 50 anos, é fácil ser pessimista em relação a uma novidade como essa. Todos nós já vimos imagens de jovens sentados num cinema, comendo pipoca, com aqueles óculos vermelho/azul (cada lente de uma cor). Foi a “era de ouro” do entretenimento visual passivo, e se o 3D não deu certo naquela época pode-se argumentar que não daria certo em nenhuma outra.

Por outro lado, a tecnologia de terceira dimensão evoluiu muito desde então. Basta observar um das centenas de filmes que Hollywood têm feito para notar os avanços. Titanic, Star Wars: Episódio III, a série Harry Potter e praticamente todos os filmes de ação recentes demonstram como a animação computadorizada - que incluiu efeitos em 3D - se sofisticou. Mais do que isso, programas comuns de tratamento de imagens em computador (Autodesk 3ds Max, Alias Maya e NewTek LightWave 3D) tornaram bem mais fácil o trabalho de criar esse tipo de conteúdo. Assim, formou-se a base para seu uso fora das elites de Hollywood.

Evidentemente, filmes geralmente são assistidos nos cinemas em na televisão em 2D. Por isso, a nova tecnologia 3D da Philips ganha um território diferente e totalmente aberto. Tem tudo para conquistar olhos curiosos. Mas há alguns desafios de marketing a ser superados - qual seria exatamente a demanda atual para esse tipo de produto?

Por Jeff Sauer - publicado na Business Tech

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Casas Bahia veicula campanha na Elemídia.

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Elemidia A nova campanha das Casas Bahia para venda promocional de produtos selecionados ganha veiculação na Elemídia, maior empresa de mídia digital out-of-home da América Latina. No ar até o final de outubro, a promoção estará presente, durante um mês, em todos os elevadores de edifícios corporativos operados pela Elemídia nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Florianópolis, praças eleitas para esta ação.

“A sinergia entre os tipos de produtos ofertados e o perfil de público extremamente qualificado da Elemídia irão garantir, sem dúvidas, grande retorno ao anunciante nesta campanha”, afirma o diretor de marketing da Elemídia, Flávio Polay, lembrando, ainda, o nível de atenção único registrado pelo veículo, com a vantagem de gerar mensagens inclusive durante o horário comercial, quando as outras mídias registram baixa efetividade.

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Outdoors digitais, uma promissora fonte de lucro.

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Outdoor Digital

Só nos Estados Unidos, por volta de 2010, algo como 75 mil outdoors, ou 15% do total de outdoors existentes no país, serão displays. Um verdadeiro pulo, em relação aos 500 outdoors digitais (0,1% do total) existentes em 2006. Os números são da iSuppli, empresa de pesquisa e consultoria especializada na área de publicidade, que vê no potencial de crescimento do uso de displays uma promissora oportunidade de negócios, para toda a cadeia envolvida.

Assim, tomando por base os 75 mil outdoors digitais projetados, eles vão usar uma média de 325 mil LEDs (light-emitting diodes, semicondutores emissores de luz); esses, por sua vez, vão demandar 40.625 drivers LED para cada um dos 75 mil displays. iSuppli calcula que, ao custo de US$ 16.250 por outdoor digital, tem-se US$ 1,22 bilhão, “o que representa uma oportunidade e tanto para os fornecedores de semicondutores, e para os fabricantes de displays”.

Sinalização eletrônica
Essa é mais uma tecnologia que pode representar enorme valor para os anunciantes, segundo a iSuppli. Ela tem vários nomes, entre eles o de outdoor eletrônico, mas, também, sinalização dinâmica, narrowcasting, data casting, redes de displays eletrônicos, displays digitais dentro das lojas etc. etc.. Independentemente de como seja chamada, contudo, essa tecnologia oferece sofisticados dispositivos que agregam enorme valor aos anunciantes, analisa a iSuppli.

Considerando apenas a área de anúncios, a tecnologia tem um mercado total da ordem de US$ 500 bilhões, metade dos quais são gastos nos EUA, de acordo com a consultoria. A empresa sugere que os publicitários apresentem a sinalização digital aos seus clientes como mais um veículo a ser usado.

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Aplicabilidades da Sinalização Digital.

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Digital Signage - Supermercado

A Sinalização Digital é utilizada em variados segmentos de marketing, mas é possível destacar quatro principais:

Varejo - mídia voltada para divulgação interna, por exemplo, uma loja de departamento que deseja anunciar suas ofertas na entrada da seção masculina. Ou até mesmo para ações de endomarketing para seus parceiros e colaboradores. O alvo são magazines, lojas e supermercados.

Hospitaleiros - divulgação de receitas e prato do dia para os clientes. O alvo são restaurantes, cinemas, hotéis, casa noturnas, bares e afins.

Serviços Pessoais - um banco pode instalar em seus caixas monitores que informam sobre os seus serviços, dar dicas sobre cuidados com senhas de acesso, além de informar seu cliente e tornar o tempo de espera na fila mais agradável. O alvo são bancos, lavanderias, lojas de conveniência, caixas lotéricas e postos de gasolina.

Locais públicos - aeroportos, metrôs, estações rodoviárias, áreas públicas de shoppings, ruas e auto-estrada, e locais mais discretos como elevadores, ônibus e táxis.

Varejistas como a Best Buy usam a Sinalização Digital para coordenar seu jornal de ofertas semanais. A rede Wal-Mart utiliza para divulgar produto novos. O cinemas utilizam para veicular comercial e exibição de trailers antes de iniciar a sessão de filme. As redes de fast-food como McDonalds e Burger King utilizam como menu digitais para incentivar as vendas. Os magazines ShopRite e Tesco instalaram seus monitores em locais estratégicos para influenciar clientes a comprarem mais.

Corporações e órgãos governamentais utilizam a Sinalização Digital para motivar e treinar seus colaboradores no próprio local de trabalho. Até mesmo em locais de espera de bancos e clínicas médias a mídia pode ser explorada, informando, educando, entretendo e promovendo produtos ou serviços.

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digital signage brasil | Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home - Novidades, Artigos e Eventos da indústria de Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital / Out-of-Home
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