Drugstores / Farmácias: Como se sabe, os laboratórios encontram entraves legais para atingir diretamente seu público final. A sinalização digital dentro de farmácias e drogarias é uma ferramenta eficiente de comunicação, que possibilita ao laboratório tanto informar sobre produtos de maneira geral, como anunciar lançamentos - remédios, novidades em medicina preventiva, divulgação de genéricos. É um canal que esclarece ao consumidor dúvidas comuns, muitas vezes sobre produtos de difícil explicação por mídias convencionais de massa.
Supermercados: Útil para questões concernentes à organização dos produtos, como também para a implantação de programas de Gerenciamento de Categorias, uma vez que permite, como foi salientado anteriormente, o cruzamento de mensagens de produtos e categorias complementares. Além disso, o Digital Signage é um poderoso amplificador das áreas de vendas dos varejos em geral, na medida que permite mostrar muito mais produtos do que aqueles dispostos em seus espaços nobres de prateleiras e gôndolas. Resolve também problemas da árvore de decisão tão comuns em varejistas com muitas categorias de produtos.
Lojas de departamento e hipermercados: Varejos que oferecem não apenas quantidade como também excesso de variedade de produtos, muitas vezes não dão conta de treinar vendedores para dar explicação aos consumidores. O resultado disso é cliente insatisfeito, não pela qualidade do produto, mas pela dificuldade na hora da compra. A sinalização digital permite homogeneizar a informação e diminuir as lacunas de especialização dos vendedores.
Lojas de material esportivo: Produtos que por essência têm as vendas vinculadas às estações do ano precisam ter vazão mesmo fora de época. Respeitando o lay out da loja, a sinalização digital tem como aproveitar com eficiência as oportunidades de sazonalidade promocional desses artigos.
Lojas de Moda: Lançamento de coleções, prévia de tendências, imagens de desfiles, dicas de profissionais da área. No mundo da moda, são irrestritos os usos e vantagens da sinalização digital, uma vez que a imagem informativa tem valor complementar aos produtos vendidos. Afinal, moda é imagem e glamour.
Livrarias e lojas de DVDs: Em estabelecimentos de consumo cultural, a mídia digital indoor pode ser utilizada para divulgação de eventos e dos inúmeros lançamentos semanais, além de facilitar a escolha do consumidor. Essas mudanças geram aumento do ticket médio, uma vez que não há teto para consumo cultural. É muito comum entrarmos em uma livraria para comprar um único livro e sairmos com uma pequena biblioteca sobre o tema ou obras adicionais do autor do livro originalmente desejado.
Saguões de hotéis, teatros e salas de espetáculos: Nesses ambientes, a sinalização digital é de grande utilidade para a divulgação de eventos turísticos, convenções, atrações culturais locais, lançamentos de DVDs, novos livros e atividades universitárias.
Lojas de ótica, cine e som: Varejos que oferecem grande quantidade e variedade de produtos com alto grau de inovação tecnológica nem sempre possuem vendedores aptos a dirimir dúvidas do consumidor, especialmente em tempos de convergência funcional entre os diversos tipos de produtos digitais (telefones celulares que também são câmeras digitais, reprodutores de MP3, notebooks , palmtops , memory sticks e até filmadoras). A falta de esclarecimentos sobre os produtos técnicos dificulta a compra e intimida o cliente. A sinalização digital permite homogeneizar a informação e diminuir as lacunas de especialização dos vendedores, proporcionando facilidade nas vendas, diminuição de devolução de itens e conseqüente diminuição de conflitos com os fabricantes.
Lojas de eletrodomésticos: Além de facilitar a divulgação de promoções, a sinalização digital permite a diminuição do tempo do primeiro atendimento, uma vez que abrange todo o leque de produtos, que vai do mais simples (e também mais acessível) ao produto elaborado, cheio de recursos e sofisticação.
Lojas e quiosques de cosméticos: Além de divulgar tendências e novidades na área de cosméticos, a sinalização digital nesse tipo de varejo serve para atrelar a idéia de glamour e sonho aos produtos oferecidos. Imagens envolventes e oníricas idealizam os perfis psicográficos pretendidos pelos fabricantes criando ilhas de beleza e sofisticação em lojas normais. Além disso, ajuda a criar o branding da loja.
Materiais de construção: Esses tipos de estabelecimentos, que oferecem uma grande variedade de produtos com funcionalidades e especificações tão diversas - muitas vezes dispostos de forma confusa - necessitam de vendedores capacitados e treinados para facilitar o entendimento ao cliente. A sinalização digital facilita o processo de venda, já que uniformiza a informação e possibilita a especialização dos vendedores.
Lojas de decoração: A sinalização digital em lojas de decoração ajuda a materializar o pensamento do cliente. Os displays podem apresentar projetos de decoração, mostrar ambientações virtuais e passar a idéia de sonho e charme, inerentes a esses tipos de varejo.
Laboratórios de exames, sala de espera de consultórios: A mídia digital indoor em ambientes de espera diminui a sensação de demora e é um poderoso instrumento para a divulgação de campanhas de medicina preventiva e esclarecimentos, com textos redigidos e aprovados por médicos e pessoal especializado. É também um meio eficaz para transmissão de conteúdos de entretenimento.
Lojas de fast food e restaurantes: Nesses estabelecimentos, a sinalização digital proporciona melhor apresentação dos produtos ainda em seus locais de atendimento, acelerar as escolhas nas filas de pedidos, aumentar a venda dos itens mais lucrativos (especialmente as sobremesas), e outros itens do cardápio que necessitam de maior “apetite appeal “. A substituição dos tradicionais posters em papel ou material fotográfico por materiais eletrônicos permite ainda a comunicação seletiva de promoções conforme a saída dos pratos e/ou o horário da refeição ou o dia da semana (feijoada às quartas ou file de peixe às sextas, por exemplo).

Com a Sinalização Digital, a taxa de recall (retorno) é maior do que em anúncios tradicionais. O consumidor está mais propenso a comprar vendo um anúncio num ponto de digital signage localizado próximo a um ponto de venda (PDV), do que vendo na televisão da sua casa ou trabalho. Os anúncios podem ser modificados a qualquer hora do dia, tudo via Internet em tempo real, tendo seu conteúdo atualizado em toda a rede de monitores automaticamente, trazendo um grande dinamismo às informações veiculadas.
O POPAI North America realizou, no último dia 24, em Nova York, a At-Retail Media e Digital Signage Advertising Conference. Esse ano, o foco foi ‘Sharpen Consumer Focus In-Store’ (literalmente, ‘afinar o foco do consumidor nas lojas’).
Segundo o presidente da empresa para a América Latina, Yoshito Exure, a Sony pretende conquistar 30% do mercado de televisores LCD do país. Foi anunciado que cerca de R$20 milhões serão gastos com a campanha publicitaria da nova linha Bravia.
A Elemidia, maior empresa de mídia digital out-of-home da América Latina, acaba de comercializar uma cota master de sua grade anual para Casas Bahia. Os anúncios serão veiculados em 2008, em 1.500 monitores da rede Elemidia, instalados em elevadores de edifícios corporativos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Cuiabá e Goiânia. A Elemidia registra grau de atenção único, não encontrado em nenhum outro veículo. Segundo recente pesquisa realizada pelo Data Folha, o nível de atenção nos elevadores atinge a marca de 97%.
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