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Maior TV de plasma do mundo tem tela de 150 polegadas.

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Plasma 50 Panasonic

A Panasonic mostrará, na feira Consumer Electronic Show (CES), que começa no dia 6 de janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos, a maior televisão de plasma do mundo, com 150 polegadas, reportou o jornal japonês Yomiuri Shimbun. O painel só supera o modelo revelado pela própria empresa, há dois anos, de 103 polegadas. As rivais Samsung e LG apresentaram, até então, painéis de no máximo 102 polegadas. Na CES de 2007, a Sharp superou a Panasonic ao revelar um display LCD com 108 polegadas. Apesar do modelo da Panasonic ser a maior tela de plasma do mundo, não é o maior painel de tela plana.

A Panasonic preferiu não comentar planos específicos para a CES 2008, mas afirmou que está se “esforçando para desenvolver telas maiores”, já que o modelo de 103 polegadas foi bem recebido, segundo a empresa. Caso o painel de 150 polegadas seja apresentado na CES, é provável que seja um protótipo da nova fábrica da Panasonic, anunciada em janeiro deste ano, com investimento de 2,5 bilhões de dólares, cuja produção deve começar em abril de 2008.

A nova fábrica, no Japão, deve produzir telas mais largas a um custo mais baixo com grandes matrizes de vidro.

Fonte: Martyn Williams - IDG News Service

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Pesquisa revela resultados da mídia CerejaPRN.

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CarrefourA CerejaPRN, uma joint-venture entre a Cereja Digital, a maior empresa de mídia digital no ponto-de-venda do país, e a Premier Retail Networks (PRN), uma subsidiária da Thomson S.A., líder mundial de redes de mídia digital de varejo, anunciam hoje os resultados da primeira pesquisa para a Rede de Mídia de Varejo do Carrefour, que estará presente em mais de 100 lojas da cadeia de hipermercados no Brasil até o início de 2008.

A CerejaPRN encomendou uma pesquisa exclusiva a Ipsos Marplan com o objetivo de avaliar o desenvolvimento da nova plataforma de mídia e compreender o comportamento do público na loja em relação a esta nova mídia. A rede interna de mídia possui três canais - storewide, checkout e video wall - e é equipada com telas planas, estrategicamente dispostas pelas lojas Carrefour, que transmitem um conteúdo customizado, que mescla informações, entretenimento e publicidade.

Os resultados do estudo da Pesquisa de Mídia, realizada nos últimos meses, na cidade de São Paulo, em 5 Lojas Hipermercado Carrefour, indicam que a percepção da nova mídia digital, conforme projetada pela CerejaPRN, foi excelente. Para 85% dos entrevistados “a mídia condiz com a rede Carrefour”, e 86% concordam que “a loja parece mais inovadora e sofisticada comparada com outros hipermercados que conhecem”. Através da plataforma de mídia da CerejaPRN, os entrevistados puderam observar a preocupação da loja em aperfeiçoar-se e trazer informações sobre os produtos oferecidos. Dentre o Recall de conteúdo, 70% declaram gostar do conteúdo e 82% acham a nova mídia atraente.

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Cidade Limpa criou onda de novas mídias ‘indoor’ em SP.

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A Lei Cidade Limpa sacudiu o mercado publicitário na capital paulista. Desde então, as agências de publicidade mudaram o foco de suas ações para novas mídias, as empresas investiram em vitrines e a propaganda em ambientes fechados e a internet ganharam um novo impulso. Ontem, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, desembargador Celso Limongi, decidiu suspender a última liminar em vigor contra a lei.

A segmentação do público que as novas regras ocasionaram exigiu mais criatividade e planejamento dos profissionais de propaganda e marketing. Essa é a opinião de especialistas e profissionais do ramo, que apontam ainda a elevação dos preços das ações de publicidade como outra conseqüência.

A lei entrou em vigor no primeiro dia de janeiro e impôs regras para “eliminar a poluição visual” de São Paulo, como proibição de outdoors e limite de tamanho para placas dos estabelecimentos comerciais. Segundo a professora de Mídia e TV Digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Ana Lúcia Fugulin, o mercado publicitário teve de criar alternativas para atingir o consumidor de outro modo, já que a lei fragmentou o público, tornando-o mais específico.

“Há anos se falava nessa fragmentação, mas ela não acontecia porque tinha muita mídia de massa. A (Lei) Cidade Limpa, aliada a novas tecnologias, acabou ajudando nesse processo”, afirma. Ela destaca que as agências e profissionais do ramo estão prestando mais atenção na mídia tipo indoor - dentro de estabelecimentos comerciais.

É o que o Metrô da capital paulista vem verificando neste ano. “Registramos um aumento de 15% na procura por publicidade nas estações”, diz a gerente de Novos Negócios do Metrô, Renata Lucena. Segundo a executiva, a taxa de ocupação das mídias tradicionais - que incluem painéis nas estações, adesivos gigantes nos trens, entre outros - chega a 85%. “Atribuímos esses números à Lei Cidade Limpa e à consolidação do Metrô como mídia.” Hoje, nas estações há até propagandas de chocolate nas roletas das catracas.

A professora Ana Lúcia cita outros casos de mídia indoor, como a campanha de uma emissora de TV a cabo especializada em transmissões esportivas, que colou adesivos da marca dentro de piscinas de academias em São Paulo. “Quantas pessoas ações como essa as empresas não poderiam atingir?”

Tendência

Os desafios de fazer publicidade em ambientes fechados desafiou a criatividade de alguns profissionais da publicidade. Uma das últimas investidas da Enox Indoor Experience, uma das grandes empresas brasileiras com esse direcionamento interno de mídia, é fazer propaganda em roupas. Trinta mil peças da TNG, vendidas nas lojas da marca do Rio e de São Paulo, receberam etiquetas especiais de divulgação do Bradesco. “Nossa estratégia é diversificar canais. Vendemos soluções criativas para os 2,6 mil ambientes fechados que administramos”, explica o diretor da empresa, Ernesto Villela.

Segundo Villela, é tendência mundial - e não apenas paulistana - o crescimento mais intenso da publicidade indoor em detrimento da externa. “Nossa empresa tem quatro anos e, nesse período, nosso faturamento vem triplicando a cada ano”, afirma, sendo que a Enox chegou a São Paulo há apenas um ano e meio. Ele diz que o impacto da lei será sentido de fato pelas empresas do setor a partir de 2008 e 2009, já que grandes anunciantes costumam fazer seus planejamentos de mídia com pelo menos um ano de antecedência. “O tempo de manobra é longo.”

Para a professora da ESPM, o impacto de campanhas do tipo é positivo para o consumidor. “É preciso ousar. Consumidor adora novidade”, afirma. Ela alerta, porém, para a possibilidade de a publicidade ser intrusiva e ganhar a antipatia do cliente. “Não sei se eu ia gostar de entrar na piscina para relaxar e dar de cara com a propaganda.” Segundo a professora, “o tempo vai mostrar o que é e o que não é eficiente”.

Interferência

A mesma opinião tem a executiva de contas da agência Biruta Mídias Mirabolantes, Solange da Costa. Responsável pelo relacionamento com os clientes da empresa, ela disse que o desafio é fazer propaganda “na rua, mostrando a marca, sem interferir na paisagem urbana”.

Como exemplo, Solange cita uma ação para a Petrobras feita este ano. De dentro de um automóvel, uma imagem de um carro da equipe Williams, da Fórmula 1, era projetada nos prédios das calçadas, como se fizesse parte do trânsito da cidade. Quando o carro da Biruta parava em um sinal ou em um cruzamento, a imagem simulava o carro de corrida entrando nos boxes, para abastecer com combustível da Petrobras.

“De acordo com a lei, eu não posso instalar equipamentos na rua para fazer propaganda. Nesse tipo de ação, não estamos instalando nada. Não há nenhuma intenção de mudar o espaço público”, afirma. Mas Regina Monteiro, vice-presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana da Prefeitura, responsável por resolver os casos omissos na Lei Cidade Limpa, questiona a ação.

“Fazer publicidade de qualquer forma, inclusive com projeções, é proibido. Publicidade só pode ser feita a partir de concessão da prefeitura para o espaço público”, diz. Ela ressalta que os criadores de novas tecnologias para propaganda precisam sempre procurar o poder público para verificar a possibilidade de colocá-las em funcionamento.

Fonte: Agencia Estado - Mariana Segala e Wladimir D’Andrade

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TVs de LCD e plasma já são novidades do passado.

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OledEm dezembro, chegou às prateleiras japonesas o estado da arte da tecnologia em televisores. Trata-se de um aparelho de apenas 11 polegadas, mas que vai levar a indústria de eletroeletrônicos a uma nova era. Enquanto consumidores ao redor do mundo decidem entre modelos de plasma e LCD, a tecnologia já deu um salto adiante: as telas de Oled. O nome é uma sigla que, em inglês, significa diodos orgânicos emissores de luz. As telas feitas desse material são mais finas, mais leves, produzem imagens melhores, custam menos para fabricar e consomem menos energia. A primeira TV de Oled comercializada ainda é pequena e cara — custa cerca de 1 700 dólares. “Mas a ruptura já aconteceu”, de acordo com Newton Frateschi, diretor do Centro de Componentes Semicondutores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Essa nova tecnologia deve causar uma reviravolta nas estimativas mundiais de vendas de telas planas”, afirma Frateschi.

A diferença mais notável do XEL-1, modelo apresentado pela Sony no começo de outubro, é sua espessura. A tela tem apenas 3 milímetros de profundidade. Isso é possível porque, diferentemente das telas de cristal líquido, o Oled dispensa a iluminação traseira, visto que os diodos são capazes de gerar luz. A tecnologia Oled já é estudada há mais de duas décadas, e uma das empresas que lideraram os primeiros avanços foi a Kodak. Mas foi apenas nesta década que as primeiras aplicações práticas foram alcançadas. No início, os visores de Oled apareceram em dispositivos pequenos, como tocadores de MP3 e celulares. “O pulo-do-gato da Sony foi ter conseguido uma tela maior com um preço competitivo”, diz Roberto Mendonça Faria, professor titular do Instituto de Física de São Carlos, no interior de São Paulo.

É claro que as tecnologias de plasma e LCD devem dominar por um bom tempo o mercado de telas planas, um negócio mundial de 82 bilhões de dólares. Segundo a empresa de pesquisas DisplaySearch, o mercado global de TVs de Oled vai crescer 24% ao ano e saltar de uma receita de 37 milhões de dólares previstos para 2008 para 884 milhões de dólares em quatro anos. Mas, mesmo que as cifras não sejam grandes, a chegada do Oled vai mudar as regras do jogo. Além do preço, consumidores bem informados costumam comparar algumas características básicas em uma TV de tela plana. A primeira é a qualidade da imagem. No plasma, o preto é realmente preto, enquanto no LCD as áreas escuras podem parecer um pouco “lavadas”. O cristal líquido também perde quando se mostram imagens com movimentos rápidos — muitas vezes a imagem deixa um rastro luminoso. A seu favor, as TVs de LCD ocupam menos espaço e consomem menos energia. Em outras palavras, a opção por plasma ou LCD sempre vai implicar algum tipo de perda. E é por isso que o Oled é tão revolucionário: as novas telas não têm nenhum desses problemas.

Por Françoise Terzian - Portal Exame

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Super Casas Bahia anuncia na TvTrem.

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Com média de 3 filmes de ofertas por dia, Casas Bahia investe em mídia out of home para comunicar sua super loja.

TvTrem - Foto 01A TvTrem, mídia out of home produzida pela Estação 8 exclusivamente para os usuários de trens metropolitanos, leva ao ar peças de seu mais novo anunciante: a Super Casas Bahia. Com troca diária de filmes (média de 3 filmes por dia), a campanha, criada pela Young & Rubicam, privilegia uma série de ofertas da super loja da rede. “Acreditamos na força da nossa mídia, especialmente para clientes como as Casas Bahia, que tem um target muito parecido com o nosso: público B, C”, diz Rosa Jonas, produtora executiva da TvTrem. A campanha da Super Casas Bahia ficará na programação da TvTrem até 4 de janeiro de 2008.

SOBRE A TVTREM
Tv TremA TvTrem www.tvtrem.com.br é um novo meio de comunicação, com a mais avançada tecnologia em mídia digital e que tem como objetivo levar informação, entretenimento,  cultura e cidadania aos usuários de trens da CPTM.

Hoje, a TvTrem está presente em pontos estratégicos das plataformas da linha C (Marginal Pinheiros), onde 4,5 milhões de pessoas/mês aguardam de 6 a 20 minutos para o embarque no trem. Por meio de um sistema com tecnologia IP, a TvTrem permite a atualização em tempo real das matérias e dos anúncios, inclusive de informações de utilidade pública.

A TvTrem tem conteúdo exclusivo, feito especialmente para a população que utiliza o transporte público (trem). Pensando nisto, a TvTrem leva ao ar matérias jornalísticas, de cultura, lazer, esportes e cidadania, explorando todo o potencial de informações que a cidade de São Paulo oferece.

A programação traz também as notícias em tempo real do portal Terra, as previsões do Climatempo, clipes musicais e trailers dos lançamentos em cinema da cidade. Novas parcerias devem ser incorporadas ao conteúdo (ex: CET), reforçando o papel da TvTrem de prestador de serviços à comunidade.

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Mídia Móvel em Ônibus de São Paulo.

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TVOA TVO, nova mídia digital móvel de veiculação de conteúdo e publicidade nos ônibus de São Paulo, criada pela holding Mixer Participações, já está em fase de testes. A TVO, nova mídia digital móvel de veiculação de conteúdo e publicidade nos ônibus de São Paulo, criada pela holding Mixer Participações, já está em fase de testes. O investimento inicial declarado é de R$ 3 milhões. Em outubro estarão instalado cerca de 1500 monitores em 500 ônibus da cidade de São Paulo. No início de 2008, serão cerca de 1200 ônibus, promete a Mixer.

O acordo fechado entre a TVO e as empresas de ônibus, ainda segundo a Mixer, cobre mais de 80% do total de ônibus circulantes na cidade de São Paulo.  O que permitirá a instalação da TVO em 6,5 mil veículos do total de 8 mil. Nessa primeira fase, os comerciais entrarão em rede, em todo o circuito. A partir do ano que vem, será possível contratar mídia segmentada. “Não existe zapping nesta mídia, ou seja, temos toda a atenção do espectador”, diz João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer.

TVOO conteúdo oferecido será um mix de humor, informação, cultura, esporte e lazer, viabilizado por anunciantes. Não haverá áudio nos programas exibidos. A interferência de barulhos externos e a liberdade dos usuários que querem conversar entre si foram levados em conta nessa decisão. As informações da TV terão duração curta, para não criar frustração no público que está subindo e descendo dos ônibus. Os breakes comerciais também serão curtos, com até 90 segundos.

A base do sistema é a transmissão de conteúdo em vídeo digitalizado a partir de uma central de operações que armazena estes arquivos em um data center. Diariamente, os arquivos programados para exibição no dia seguinte são organizados em uma play list e enviados para servidores locais, nas garagens das empresas de transporte urbano, via conexões de dados IP ou dedicadas. Ao final do expediente, na medida em que os ônibus equipados com o sistema se aproximam da área de abastecimento e lavagem, são detectados por um sistema wireless, que automaticamente atualiza os arquivos na memória. Na manhã seguinte, ao se iniciar o serviço, o sistema faz o looping do conteúdo e publicidade ininterruptamente em monitores de LCD instalados no veiculo, até que o serviço seja encerrado.  

“Está surgindo uma nova categoria de mídia eletrônica no mercado brasileiro que já é sucesso na Europa e nos EUA”, explica Eduardo Aidar, diretor associado da TVO, já trabalhou no Estado de São Paulo, Editora Globo e foi sócio do grupo Meio & Mensagem e da Mediavision. “Este novo mercado surge e cresce graças às novas tecnologias que permitem a exibição de conteúdos com qualidade técnica e editorial. Será uma mídia de massa, com altos números de audiência e baixo valor absoluto. Acredito que Varejo, Telefonia, Sistema Financeiro, Beleza e Higiene, Serviços e Mercado Imobiliário serão algumas das principais categorias anunciantes”.

Para acessar o novi site da TVO, acesse www.tvosp.com.br .

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digital signage brasil | Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home - Novidades, Artigos e Eventos da indústria de Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital / Out-of-Home
Sinônimos: advertising signage network, captive audience networks, digital display system, digital in-store merchandising, digital media advertising, digital media networks, digital signage narrowcasting, digital signage network, digital signs, dynamic digital signage, dynamic display, electronic display networks, electronic signage, indoor digital sign, mídia digital indoor, narrowcasting signage, networked digital signage, outernet, Out-of-home Advertising, out-of-home media networks, point-of-purchase displays, retail digital media networks.
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