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JbTec

Digital signage emite aromas para atrair clientes.

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A japonesa NTT Communications desenvolveu um sistema de digital signage com emissores de aromas compatíveis com os anúncios publicitários. Um protótipo está sendo testado em um shopping subterrâneo, em Tóquio. A idéia é agregar um apelo com o  sentimento do cheiro.

Uma vez que você está viciado, você pode obter um cupom de desconto a partir de uma caixa localizada logo abaixo da tela LCD de 42 polegadas e poderá resgatá-lo em todas as lojas e participantes da promoção.

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Na telona e na telinha.

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O que parecia uma exceção, TVs em lugares inusitados, começa a virar a regra. Não falo da extensão da TV Aberta até agora mais comum nos bares e restaurantes quando de jogos de futebol ou de novelas e que tem um enorme potencial com o crescimento da TV digital. Mas sim desse lado “digital out-of-home” que cresce muito no país e que já tem até uma entidade associativa (ABDOH).

O argumento do setor é dos mais atraentes: atingir as pessoas que estão cada vez mais fora de casa com mensagens relevantes transmitidas em sincronia com o momento que elas vivem. Falo de TVs com conteúdo sob medida em Supermercados, Shoppings, Elevadores, Bares, Postos de gasolina, Aeroportos, Ônibus, Metrô e quase uma dezena a mais de opções. Nesses tempos de fragmentação e de “over” exposição, essas TVs podem ser o pontapé que faltava para atingir eficazmente as pessoas junto aos pontos de venda ou em locais de espera forçada. E olha que não é só uma tendência daqui.

Os americanos dizem (base Veronis Suhler Stevenson – 2008) que, apesar da crise por lá, o investimento publicitário total deles continuará crescendo na casa dos 5% e que só alguns meios, entre eles a mídia out-of-home, crescerão na casa dos dois dígitos.

Fonte: Sing.com.br

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Europa pode banir venda de TVs de plasma.

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A União Européia pode votar uma lei que pretende banir a venda de TVs de plasma. A preocupação é com o alto nível de consumo de energia dos modelos, em geral, o dobro de aparelhos de LCD ou turbo.

A lei de proteção ao ambiente fixa metas de desempenho para televisores de forma a impedir que os modelos que consumam energia excessiva ou emitam muito gás carbônico sejam comercializados.

A UE diz que uma Tv de plasma de 42 polegadas consome 822 kilowatts de energia por ano. Em contrapartida, um televisor com tamanho semelhante, mas de LCD, consome 350 kilowatts durante o mesmo espaço de tempo.

“Padrões mínimos de desempenho devem ser estabelecidos na Europa durante esta primavera e isso deve levar ao fim das TVs mais ineficientes”, informou o bloco econômico. Um novo sistema será usado para identificar os modelos mais eficientes.

Fonte: AdNews

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Zigon Multimídia divulga rede de Mídia Indoor.

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Zigon Comunicações, que atua há 15 anos no mercado de publicidade e comunicação, aposta agora num novo segmento da área: mídia out of home . Através de uma rede de Mídia Indoor (Digital Signage), a Empresa está se posicionando em pontos estratégicos da capital gaúcha.

A Zigon Mídia Indoor – www.zigonmidiaindoor.com.br – está instalada em locais privilegiados, que atingem consumidores seletos, das classes A e B, de Porto Alegre. Até o momento, a rede conta com 40 badalados estabelecimentos comerciais, sempre focando em academias, estéticas, bares e restaurantes. Nos próximos dois anos, a Empresa planeja expandir a Rede para os três Estado do Sul.

O produto apresenta um conceito diferenciado que investe forte em um conteúdo segmentado, desenvolvido com exclusividade pela ZIMM – Zigon Multimídia (www.zimm.com.br) – empresa que foi responsável por, mais de 2 anos, pela criação, produção e divulgação da revista digital CARAS SUL www.carassul.com.br – maio de 2006 a junho de 2008.

Através de monitores LCD 42” de alta resolução, conectados em computadores que recebem, via internet banda larga, a Zigon Mídia Indoor mescla anúncios publicitários com uma programação de 13 exclusivas editorias de cultura, moda, saúde e beleza, celebridades, esporte, economia, mercado imobiliário, política entre outras. As editorias disponibilizam espaços à patrocinadores e, apresentam também sessões exclusivas que levam o nome do anunciante.

Mais que a exibição de anúncios publicitários, a Zigon Mídia Indoor oferece oportunidade aos seus expectadores acompanhar as últimas notícias regionais, nacionais e do mundo. Além de entreter e informar, ela também possui em sua grade de programação, serviços de utilidade pública e de responsabilidade social.

Uma grande vantagem da Zigon Midia Indoor é ser uma mídia extremamente flexível. Ela pode ser aplicada tanto de forma massificada quanto micro-segmentada, atendendo necessidades específicas de anunciantes e varejistas, ambos interessados em atingir os consumidores de forma precisa e com índices desprezíveis de dispersão. Na ZMI todo tempo é horário nobre, e não somente a noite ou no início do dia como nas Emissoras de Televisão.

A rede ZMI desenvolveu em parceria com a empresa FDD Mídia um software de gestão, feito sob medida, para controle dos conteúdos exibidos na rede indoor. O  programa permite controle individual de cada ponto, criando playlists (listas ordenadas, de conteúdos, a serem executados) de acordo com o segmento ou para cada estabelecimento que compõe a rede.

A Zigon Mídia Indoor pode ser implantada também de forma customizada em redes de lojas, escritórios e consultórios, com conteúdo concebido específico para estes estabelecimentos, de acordo com a necessidade de cada empreendimento.

A ZMI tem sua sede na Av. Carlos Gomes, em Porto Alegre, e através deste local é possível a gestão e controle remotos de todos os locais que compõe a nossa rede. Os anúncios e editorias podem ser modificados  e atualizados a qualquer hora do dia, tudo via Internet em tempo real, o que possibilita um grande dinamismo nas informações veiculadas.

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TV consolida poder do PDV como mídia.

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Mercado Novo meio está sendo tratado como forte opção para a comunicação das marcas em ambientes de consumo.


A TV no varejo surge no Brasil como forte opção de mídia para o anunciante explorar, com mensagens relevantes, sua última chance de influenciar a compra do consumidor (pesquisas mostram que 75% das compras são decididas no ponto de venda), sendo capaz de disputar em audiência com os veículos de massa e gerar uma arrecadação milionária com publicidade.

A TV Carrefour, primeira iniciativa brasileira e que já está em funcionamento em cinco lojas, vai atingir cerca de 27 milhões de pessoas por mês até o final de dezembro – prazo previsto para que os monitores de LCD (com telas de 42 e 19 polegadas) sejam instalados nos 108 hipermercados no País. (…). “O Carrefour vende publicidade desde 2004. Mas agora com a TV Carrefour, vamos deixar de ser uma mídia alternativa e começar a competir com a mídia de massa”, afirmou Fabio Cecon, gerente de trade marketing do Carrefour e um dos palestrantes do I ABA Trade realizado em São Paulo, na última semana.

A estratégia de como vender, atrair e abordar o consumidor no PDV é tão relevante nos dias de hoje que a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) organizou este ano o primeiro evento voltado ao trade para discutir essas questões. E nesse contexto, a comunicação é a principal aliada das marcas para ganhar a preferência dos consumidores nas gôndolas dos supermercados. Não é à toa que as grandes redes de varejo há tempos vendem espaços não apenas para ações de promoção com degustação de produtos no PDV, colocação de displays, material de merchandising em geral, mas também com a venda de anúncio fazendo adesivagem de piso, publicidade em carrinhos, bonecos infláveis no estacionamento e outros.

Verba de publicidade
Nos Estados Unidos e Europa, a mídia digital no varejo virou coqueluche. A receptividade dos consumidores norte-americanos é tão grande que a rede Wal-Mart TV é a quinta maior emissora de televisão em audiência no País, com cerca de 125 mil telas instaladas em 3,2 mil lojas. Mas não é só isso. A TV Wal-Mart também registra faturamento milionário em publicidade. São cerca de US$ 100 milhões por ano.

A partir da iniciativa do Carrefour, o mercado começa a se preparar para debater o assunto TV no varejo. “Trata-se de um aprimoramento dos meios, uma oportunidade de explorar o contato com o consumidor diretamente no PDV. É também uma forma de as agências trabalharem mais alinhadas com o plano geral de comunicação da marca”, destacou Gleidys Salvanha, diretora geral de mídia da W/Brasil. Para a executiva, não se trata de uma competição com os meios tradicionais, já que a DS (Digital Signage ou publicidade eletrônica) vem para somar o mix de mídia. “A diferença é que agora vem para as mãos da agência, pois a negociação do merchandising dentro do PDV é feita pelo trade e anunciante”, reforçou Gleidys.

Consolidação do PDV
O vice-presidente de mídia da EuroRSCG Brasil, Luis Flavio Padilha, aposta que será a consolidação da mídia no PDV. “A mídia em loja nunca foi bem resolvida. Há exemplos de rádio em supermercados, mas que nunca mostrou eficiência e outras ações que também não eram convincentes. Do ponto de vista da comunicação, tem um poder muito diferente e vem trazer um impacto final na hora da compra”, pontuou Padilha. O executivo lembra que a DS não será uma mídia com custo baixo, principalmente se comparada às ações tradicionais de below the line realizadas no varejo. “Vai ter um custo mais alto, até porque se trata de uma tecnologia digital e que se propõe a impactar um público grande”, disse ele.

Outra avaliação é que, com a chegada da publicidade eletrônica, haja uma tendência pela diminuição do material promocional no varejo. “Claro que preferimos diminuir o material aéreo a incomodar o consumidor e poluir a loja”, frisou Fábio Cecon. Por outro lado, a TV também pode complementar até mesmo o trabalho da promotora e fechar o ciclo da chamada comunicação 360º. “Penso que o ponto mais importante é a possibilidade de fazer o último contato com o consumidor no PDV. É um projeto de mídia completo. Outro diferencial é a qualidade do som, que é perfeita e não incomoda o consumidor”, comentou Silvio Calissi, diretor de mídia da Loducca.

Para se ter uma idéia da movimentação no mercado, o Comitê de Promoção, Trade e Varejo da ABA agendou com o Carrefour visita às lojas onde a TV está em funcionamento. “Queremos entender melhor como essa mídia vai funcionar. O que sabemos é que obviamente não é mais uma ação de PDV e sim um veículo para anúncio de propaganda”, ressaltou Sandra Zanetti, diretora de assuntos técnicos e institucionais da ABA.

Entretenimento
A tecnologia utilizada pela CerejaPRN é de protocolo de internet, cujas vantagens são a segurança e possibilidade de ampliar canais ou implantar novas funções, como a interatividade. Segundo a empresa, o objetivo é entreter e não bombardear as pessoas com propaganda. O storewide (tela com 42 polegadas) é estrategicamente posicionado nos locais de maior circulação e principais corredores. A programação inclui informações sobre produtos de modo geral e lançamentos. O checkout (telas com 19 polegadas) tem o objetivo de entreter o consumidor que espera na fila dos caixas, enquanto o videowall (seção da loja que forma uma parede com os televisores à venda) exibirá basicamente programas de entretenimento. A entrada dessa plataforma também representa a convergência de mídia no PDV, com um gradativo aumento do formato digital em detrimento do formato padrão de mídia estática. “O grande diferencial é o poder de complementar a comunicação feita em outros meios e amarrar de forma adequada no local de decisão de compra”, destacou João Pedro Borges Badue, diretor de marketing da CerejaPRN.

Fonte: por Kelly Dores

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O futuro da mídia indoor.

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Os cartazes de propaganda exterior, também conhecidos como outdoors, começaram a fazer parte da paisagem urbana de São Paulo em 1929. Desde então, tornaram-se onipresentes, sendo vistos por muitas empresas como uma forma eficiente e econômica de propaganda. Mais recentemente, ganharam a companhia de painéis eletrônicos e todo tipo de variação — seja em materiais, seja em formatos. Esse reinado, no entanto, tem data para terminar.

A prefeitura da maior cidade do país vai proibiu de vez cartazes, placas, banners, painéis eletrônicos e outras formas de publicidade exterior a partir de 1o de janeiro de 2007. (Outras cidades, como Belo Horizonte, Campinas e Uberlândia, também já têm projetos semelhantes em tramitação.) A medida trouxe dois efeitos imediatos. O primeiro é uma brutal limpeza na paisagem urbana paulistana, hoje saturada por mais de 15 000 placas e painéis desse tipo. O segundo é a redefinição das estratégias de marketing por parte de empresas que utilizam esse recurso. “A lei que proíbe cartazes acabará provocando um impacto positivo em outros tipos de mídia, cuja demanda vai aumentar”, diz Nizan Guanaes, presidente da agência de publicidade Africa. “É uma ótima oportunidade para meios tradicionais, como jornais e revistas, e também para outras formas de publicidade que ainda não desenvolveram todo o seu potencial no país.”

Como eles resolveram
Em cidades com propaganda controlada, publicitários encontram saídas criativas para driblar o cerco aos outdoors. Algumas já são usadas de forma incipiente no Brasil, mas começam a ganhar força:

  • Cartazes e displays passam a ser fixados dentro de bares, restaurantes, shopping centers e lojas;
  • Veiculação de comerciais em monitores de LCD instalados em elevadores e supermercados;
  • Uso de peças de mobiliário urbano para anúncios, como prevê o projeto paulistano

O expurgo de outdoors, placas e painéis em São Paulo segue uma tendência internacional na qual o poder público das grandes metrópoles busca controlar com maior eficiência — e por conseqüência com maiores perspectivas de arrecadação — a publicidade no espaço urbano. Cidades como Paris, Madri, Londres e Vancouver já controlam e restringem a publicidade nas ruas. Em Dublin e Barcelona, por exemplo, a propaganda foi praticamente banida da paisagem urbana. No ano passado, a cidade de Nova York aprovou uma dura lei sobre o assunto, e boa parte dos outdoors da cidade (todos privados) será retirada e substituída por anúncios em mobiliário urbano, como abrigos para pontos de ônibus, bancos e lixeiras. A instalação dessas peças está a cargo da empresa espanhola Cemusa, que venceu uma concorrência pública realizada pela prefeitura da cidade e terá os direitos de venda de espaço publicitário por 20 anos. Apenas com esse contrato, a prefeitura de Nova York estima que arrecadará 1,3 bilhão de dólares. É exatamente esse o plano da cidade de São Paulo — que, no entanto, ainda não dispõe de dados sobre o que a mudança significará em termos de ganhos para os cofres públicos.

A internet e as novas tecnologias digitais devem desempenhar um papel decisivo nesse novo universo da propaganda. O ocaso de cartazes e painéis acontece em um momento em que diversas novidades começam a ser utilizadas no setor. Uma delas é a tecnologia Hypertag, que permite que o consumidor — de posse de um celular, computador de mão, smartphone ou mesmo laptop dotados de padrão de comunicação Bluetooth — receba mensagens eletrônicas com conteúdo publicitário ao passar por um dispositivo emissor de sinais. Por meio do sistema, é possível anunciar que determinada loja está em promoção a uma pessoa que circula nos arredores. Em São Paulo, a Central de Outdoor, maior empresa de publicidade exterior do país, testou em junho o dispositivo instalando-o em um de seus cartazes — que chamou de “outdoor interativo”. Por meio da tecnologia, enviou sinais que complementavam a propaganda com imagens, sons e vídeos. “A veiculação por padrão Bluetooth ainda está em estágio inicial, mas estamos prontos para trabalhar com ele, seja em outdoor, seja em outro ponto”, diz Raul Nogueira Filho, presidente da Central de Outdoor, que vê na tecnologia uma possibilidade de diminuir o impacto da nova lei. Em alguns dias, os refrigerantes Coca-Cola e Sprite iniciam no Brasil uma ação de marketing com a utilização dessa tecnologia em mídia exterior, depois de uma bem-sucedida ação similar na Austrália. A única restrição ao Hypertag é o número ainda limitado de aparelhos, principalmente celulares, dotados de Bluetooth. Apenas os modelos mais caros se utilizam desse padrão de comunicação.

Outro segmento que deve ganhar impulso com a restrição à propaganda de rua, a exemplo do que acontece no exterior, é a publicidade indoor — ou seja, a que é feita no interior de lojas, shopping centers e espaços como restaurantes, bares e até elevadores de edifícios comerciais. “Com a proibição, vai haver migração da verba publicitária para ações dentro do espaço privado”, diz Paulo Gregoraci, vice-presidente de operações e mídia da agência de publicidade W/Brasil. “Ela deve acontecer tanto nas formas mais simples e baratas, como cartazes e displays em pontos-de-venda, quanto nas mais sofisticadas, como vídeos e comerciais exibidos em monitores de plasma ou cristal líquido.” Nos Estados Unidos, essa é uma tendência forte que levou à criação de serviços especializados, como canais de televisão exclusivos para grandes redes varejistas. A empresa PRN, a maior do ramo, é responsável pelas transmissões em mais de 5.000 lojas de cadeias como Wal-Mart, Sears, Costco, Sam’s Club e Circuit City.

Apenas a TV Wal-Mart tem um público cativo semanal de 100 milhões de consumidores — número que a torna a quinta maior rede em audiência. A veiculação de um comercial pelo período de um mês custa entre 137 000 e 292 000 dólares, dependendo da duração do anúncio e do número de lojas em que é exibido. No Brasil, a TV Wal-Mart opera em caráter experimental em algumas lojas do Sam’s Club, divisão de vendas por atacado da empresa, e a perspectiva é que entre em operação em toda rede.

Por Álvaro Oppermann – Portal Exame

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Plasma e LCD dão a vez ao LED.

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Muito além de plasma e LCD (Liquid Crystal Display, ou monitor de cristal líquido) o consumidor brasileiro terá em breve diversas opções tecnológicas na escolha de seu novo televisor. A primeira delas deverá será a tecnologia LED (Light Emitting Diode).

Em seguida, virão a TV de LED orgânico ou OLED, a TV a laser e a TV tridimensional (TV3D). E todas trarão muito mais qualidade de imagem, perceptível a nossos olhos como maior contraste e cores mais vivas. É difícil dizer qual dessas tecnologias será a vencedora a longo prazo.

Mas ninguém deve preocupar-se, pois ainda por 10 anos ou mais todas elas vão conviver. Mais do que uma vitrine mundial para os novos televisores, o Consumer Electronics Show (CES) deste ano, se transformou numa praça de guerra entre os maiores fabricantes coreanos e japoneses: LG, Samsung, Panasonic, Mitsubishi, Toshiba, Sharp e Sony.

Comecemos pela tecnologia LED (Light Emitting Diode), que é neste ano a tecnologia mais proclamada e elogiada nos lançamentos de novos televisores digitais de alta definição. Além de consumir apenas 40% da energia requerida por tecnologias como a do LCD, as TVs a LED têm imagens que não se comparam com nenhuma tecnologia anterior quanto ao brilho e à nitidez.
A estratégia da indústria, no entanto, é começar a introdução das novas tecnologias pelos produtos mais sofisticados, mais caros e de maiores dimensões.

O sucesso da Samsung é um televisor de tela plana com apenas 6,5 milímetros de espessura. A Sharp, por sua vez, não apenas está lançando televisores acima de 50 polegadas como apresenta modelos combinados com os toca-discos Blu-ray, para DVDs de alta definição. Essa parece, aliás, ser uma tendência para os televisores de mais alto padrão.

O tamanho dos monitores ficou limitado ao máximo de 150 polegadas do lançamento do protótipo da Panasonic em 2008 – que talvez ainda demore muito para tornar-se produto de massa porque seu preço supera o de um carro de luxo (por volta de US$ 200 mil ou R$ 500 mil).

O tamanho máximo considerado ideal para as residências de luxo oscila entre 1,53 metro (60 polegadas) e 2,54 metro (100 polegadas) de diagonal.

LASER NÃO EMPOLGA

Embora tenha tudo para ser a TV do futuro, a tecnologia de laser não parece empolgar os fabricantes. Antes dela – e talvez por muitos anos – deverá prevalecer a tecnologia de LED, que é, aliás, muito parecida na utilização dos componentes geradores de luz e de laser.

O único exemplo de televisor a laser apresentado entre as inovações laureadas foi o da Mitsubishi, que preferiu apresentá-lo como uma solução ambiciosa: além de tecnologia laser a imagem é tridimensional e voltada exclusivamente para videogames.

A experiência visual, com óculos especiais, impressiona pela sensação de profundidade e realismo que transmite ao usuário. A preferência inicial por videogames se deve, acima de tudo, à falta de conteúdos cinematográficos de boa qualidade. Hollywood já tem planos de produção de filmes em 3D.

3D PARA VALER

Depois de mais de 20 anos de tentativas, a indústria tem agora a oportunidade de dominar a tecnologia de imagens tridimensionais (3D), não apenas para uso doméstico, mas também para espetáculos em salas cinematográficas.

Um exemplo ocorreu anteontem, quando a Fox patrocinou aqui no CES 2009 a transmissão de televisão tridimensional de uma partida de futebol americano entre Flórida e Oklahoma, exibida ao vivo em diversas salas.

O grande debate agora está na área da padronização da tecnologia e de suas especificações. A Fox e outras grandes empresas de conteúdo estão interessadas em ampliar o debate não apenas sobre as perspectivas do negócio mas, principalmente, sobre a questão da padronização tecnológica.

O grande risco é a falta de consenso entre os fabricantes, já que o mercado não aceitará a convivência de duas ou mais tecnologias não compatíveis.

Ethevaldo Siqueira – O Estado de S.Paulo

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Entrevista: Flávia Sampaio – CerejaPRN

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DigitalSignageBrasil.com: Olá Flávia, primeiramente gostaria que você se apresentasse para todos os usuários do Blog, além de explicar brevemente sobre a CerejaPRN.

entrevista_flavia-sampaio Flávia Sampaio: A CerejaPRN é uma joint venture entre a PRN, que atua no OOH nos Estados Unidos e a Cereja, um grupo de investidores brasileiros. Focada em mídia OOH em ponto-de-venda, é responsável pelas TV Extra e TV Carrefour, com telas instaladas em quase 200 hipermercados em todo Brasil. Eu sou a diretora executiva da empresa e atuo no segmento de OOH desde julho de 2005, quando lancei a TV Livraria Cultura. Sou jornalista e atuo em mídia há mais de 20 anos principalmente na área de novas mídias.

DigitalSignageBrasil.com: A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido a implantação da Lei Cidade Limpa?
Flávia Sampaio: Creio que o primeiro fator decorre da própria digitalização do cartaz viabilizada pela queda dos preços de telas e painéis. Afinal, a comunicação nos painéis e telas digitais oferecem uma comunicação mais dinâmica de fácil atualização e mesmo de trazer aspectos positivos de ambientação. Em segundo lugar, o aspecto mais técnico, da mídia OOH significar algo que atende estar em contato com o consumidor em trânsito, cada vez mais freqüente. A mídia que pode acompanhar o consumidor em diversos momentos e que não exige a exclusividade de atenção como as mídias tradicionais… TV, Revista e Jornais, por exemplo. A Lei Cidade Limpa pode contribuir mas não define a tendência. Apenas a título de contribuição, a mídia OOH cresceu nos EUA nos últimos 5 anos de algo em torno de U$ 600 milhões para quase U$2 bilhões.

DigitalSignageBrasil.com: Quais são as vantagens da mídia digital out-of-home aplicada dentro do ponto de venda?
Flávia Sampaio: Comunicar-se com o consumidor no momento de decisão de compra. Além da pesquisa feita pelo POPAI já bastante divulgada que 85% das decisões são tomadas no ponto-de-venda, há outras que apontam que o consumidor procura informações sobre o produto também no ponto-de-venda. Há também o conceito de “recency”, última milha, o ultimo momento para comunicar-se com o consumidor.

DigitalSignageBrasil.com: Como você avalia as ações de interatividade atreladas à digital signage dentro do ambiente de compra do consumidor?
Flávia Sampaio: Creio que será uma tendência, como em todas as outras mídias. O importante é não atropelarmos o processo. O consumidor precisa primeiro entender este novo canal para introduzirmos novas funcionalidades. A evolução tecnológica é importante, mas às vezes atropela e retarda o processo de assimilação de uma nova mídia. Mas que ela virá e em breve, virá.

DigitalSignageBrasil.com: Você acredita que os anunciantes e acima de tudo os usuários assimilaram bem o conceito da mídia digital indoor?
Flávia Sampaio: Estão assimilando. O processo de assimilação não pode ser confundido com o primeiro processo de percepção. O consumidor percebe a existência do digital signange, mas está descobrindo o que pode encontrar para que este canal se torne relevante.

DigitalSignageBrasil.com: Em 2008 houve uma explosão de novas empresas do segmento no Brasil, mas principalmente em São Paulo. Qual o status (estágio) atual do mercado de mídia digital indoor no estado de São Paulo?
Flávia Sampaio: Diria que estamos entre a explosão e uma breve consolidação. Há empresas mais maduras, como a In door que atua nos aeroportos desde 2001, e outras iniciativas mais recentes.

DigitalSignageBrasil.com: Como você avalia as questões técnicas das empresas e profissionais brasileiros no que diz respeito a implantação, gerenciamento e suporte de redes?
Flávia Sampaio: Creio que o brasileiro tem demonstrado muito interesse às novas tecnologias, tanto no aspecto profissional como empresarial, tem desempenhado bem estes aspectos.

DigitalSignageBrasil.com: Qual a sua opinião sobre o conteúdo de entretenimento que hoje é veiculado nos mais diversos meios digitais (ônibus, metros, taxis, PDV, elevadores, aeroportos, farmácias e etc), ele realmente está sendo bem aplicado e é relevante para o usuário?
Flávia Sampaio: Posso parecer repetitiva, mas creio que minha avaliação está alinhada com o estágio do digital signage no Brasil. É uma mídia nova e precisa do feed back de sua audiência. Em alguns casos está bem aplicado, outros nem tanto, mas é um processo de aprendizado e maturação. E constante, pois o público evolui e as demandas se atualizam.

DigitalSignageBrasil.com: Em outros países a mídia out-of-home já atingiu um ótimo grau de aceitação e profissionalismo, você acredita que brevemente o mercado brasileiro chegará nesse estágio?
Flávia Sampaio: Em primeiro lugar acho que em algumas empresas já temos este cenário de aceitação e profissionalismo. E exceto nos EUA, que me parece mais maduro no processo, as iniciativas são jovens e nem por isso menos profissionais.

DigitalSignageBrasil.com: O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado de digital signage?
Flávia Sampaio: Parecem interessantes, pois auxiliam no processo de disseminação da nova mídia além do alinhamento das empresa para se continua um segmento forte, com normas e objetivos comuns.

DigitalSignageBrasil.com: Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a industria brasileira out-of-home.
Flávia Sampaio: Uma ferramenta essencial, dinâmica e atual no sentido de construir uma comunidade profissional, perfeita para o compartilhamento de experiências, fantástico para a consolidação do segmento.

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InfoTV amplia sociedade e entra em 2009 com foco na expansão e na área comercial.

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info-tvA InfoTV, empresa catarinense de digital signage (publicidade digital indoor), começou 2009 com novos sócios e planos de expansão. Já consolidada no mercado de mídia com a maior cobertura do Sul do Brasil e presente em seis Estados do País, a empresa aposta agora no crescimento da área comercial e vem atuando com mais força na veiculação em terminais urbanos. Para isso, passaram a fazer parte do quadro de sócios os empresários Márcio Gazaniga Moraes e Adriano Nunes.

“Os novos sócios agregam valor à empresa e trazem a experiência de muitos anos na área comercial e no relacionamento com o mercado”, afirma Michael de Oliveira, diretor de Operações e sócio-fundador da InfoTV. Márcio e Adriano também são proprietários da Look Outdoor, empresa de mídia exterior com sede em Itajaí e filial em São José, na Grande Florianópolis, e já considerada uma das maiores do ramo no Estado.

Criada em 2002 na capital catarinense, a InfoTV atua com mídia digital indoor focada em públicos específicos, o que garante o sucesso das exibições. Um dos diferenciais da empresa é a atuação em terminais urbanos, locais que concentram um grande número de pessoas todos os dias. Atualmente, a InfoTV está presente nos terminais de Florianópolis, Criciúma e Joinville, e já tem planos de atuar em outras praças. “Também estamos em academias, shoppings centers, redes de supermercados, casas lotéricas, universidades, clínicas de estética e salões de beleza, atingindo diariamente mais de 1,3 milhão de pessoas em todo o Brasil”, conta Michael.

O diretor explica que a InfoTV tem dois tipos de clientes: os corporativos, que são as empresas que utilizam a tecnologia da InfoTV para capacitação dos colaboradores e divulgação de mídia institucional; e os anunciantes, que divulgam suas marcas nos vídeos apresentados nos equipamentos. Entre os clientes, estão Senai-SC, Gidion, Cotisa, Prefeitura de Florianópolis, Beiramar e Atlântico Shopping e Unesc.

Michael destaca que as metas para 2009 visam ampliar o mercado de atuação e efetuar readequações no conteúdo da programação, focando ainda mais no público e no segmento de cada cliente. “Também estamos estudando modelos de implantação de franquias”, completa ele. Segundo o diretor, serão investidos mais de R$ 1 milhão para que os objetivos sejam atingidos até o final deste ano, sendo que em 2008 as mudanças já tiveram início com a substituição de todas as telas por equipamentos mais modernos, com alta definição, de 42 polegadas.

Atualmente a empresa conta com uma equipe de 25 pessoas, desenvolve e operacionaliza toda a tecnologia utilizada em seus pontos. Também possui um departamento interno para a produção de vídeos dos anunciantes e tem parcerias com sites e agências de notícias para exibir novidades e serviços em tempo real, como indicadores econômicos e a previsão do tempo. Além de Michael, Márcio e Adriano, a InfoTV conta com mais três sócios: Éder de Oliveira, responsável pela área tecnológica, André de Oliveira, comercial, e João Francisco Aragão, da área corporativa e que é diretor-presidente da Aragão Bus Mídia Exterior (empresa com mais de duas décadas de atuação no mercado) e presidente da Associação Nacional das Empresas de Publicidade em Ônibus (Anepo).

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Center Lapa é pioneiro na Bahia na implantação de TV interna dentro de um shopping center.

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O Shopping Center Lapa é pioneiro na Bahia na implantação de um sistema de TV interno, onde 10 telões de plasma estão distribuídos no mall do Shopping. Nasce uma nova ferramenta de comunicação que além de oferecer informação para os clientes, vai promover eventos e veicular comerciais dos lojistas com menores custos de investimento.  Tarefas que, sem dúvida, são primordiais em um shopping center.

Diaramente, durante o horário de funcionamento do Shopping, das 9h às 21h, os clientes vão ter dicas de moda e estilo, informações sobre oportunidades de emprego e estágio, notícias sobre novelas, seriados, celebridades, além de curiosidades da Bahia. A programação irá intercalar grades de um minuto com conteúdo e anúncios sobre promoções, produtos e serviços dos lojistas do shopping.

“A mídia digital indoor vai ser um canal de comunicação direto com o cliente e para o lojista será importante pois ele poderá fazer promoções em tempo real”, destaca a gerente de marketing do Shopping Center Lapa, Dalila Caldas Oliveira. Segundo a gerente comercial da empresa que vai implantar o sistema, Karla Layra, trata-se de um negócio inédito e pioneiro em Salvador na área de shopping centers, que proporciona uma visibilidade para os lojistas sem necessidades altas de investimentos, além de entretenimento para o fluxo de consumidores no Center Lapa que totaliza uma média de 70.000 pessoas por dia.  “Os lojistas também poderão segmentar a campanha, ou seja, aproveitar ao máximo o público que freqüenta o centro de compras”, ressalta Karla da mediaTV.

Os anunciantes que contratarem um caderno de ofertas por uma semana num formato de 5 segundos terão um impacto de 4.500 inserções durante uma semana e a possibilidade de atingir todos os públicos em todos os horários. Os aparelhos serão instalados em locais com grande circulação e visibilidade como entradas do Shopping, corredores principais, praça de alimentação e saídas das escadas rolantes.

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