O que parecia uma exceção, TVs em lugares inusitados, começa a virar a regra. Não falo da extensão da TV Aberta até agora mais comum nos bares e restaurantes quando de jogos de futebol ou de novelas e que tem um enorme potencial com o crescimento da TV digital. Mas sim desse lado “digital out-of-home” que cresce muito no país e que já tem até uma entidade associativa (ABDOH).
O argumento do setor é dos mais atraentes: atingir as pessoas que estão cada vez mais fora de casa com mensagens relevantes transmitidas em sincronia com o momento que elas vivem. Falo de TVs com conteúdo sob medida em Supermercados, Shoppings, Elevadores, Bares, Postos de gasolina, Aeroportos, Ônibus, Metrô e quase uma dezena a mais de opções. Nesses tempos de fragmentação e de “over” exposição, essas TVs podem ser o pontapé que faltava para atingir eficazmente as pessoas junto aos pontos de venda ou em locais de espera forçada. E olha que não é só uma tendência daqui.
Os americanos dizem (base Veronis Suhler Stevenson – 2008) que, apesar da crise por lá, o investimento publicitário total deles continuará crescendo na casa dos 5% e que só alguns meios, entre eles a mídia out-of-home, crescerão na casa dos dois dígitos.







Comentarios Recentes