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Vale tudo para chamar a atenção do consumidor no PDV.

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Cada vez mais, não só as grandes companhias, mas médias e pequenas empresas, olham atentamente para o ponto de venda. As redes varejistas, farmacêuticas e de materiais de construção, por sua vez, estão abertas para o merchandising, que inclui desde displays diferenciados até a ambientação do PDV. O que falta é definir a melhor estratégia para atrair o consumidor no local na compra. Considerando a estimativa de que 85% das compras são decididas dentro da loja, é crescente o direcionamento das verbas para ações, campanhas e merchandising no PDV. Mas, vale tudo para chamar a atenção do consumidor? Antes de responder a questão, é preciso avaliar quem é o consumidor de hoje. Muito mais atuante, presente e consciente, o consumidor não é o mesmo de 10 ou 15 anos atrás. Ele não é um mero espectador, que recebe e aceita todas as informações sem questionar.

O consumidor quer inovação, tecnologia e sustentabilidade. E, quanto mais perto destas três características o merchandising conseguir chegar, maior a possibilidade de sucesso em vendas. A inovação de um projeto, seja com displays ou ambientação do PDV, começa na criação. Para cada segmento e empresa, uma característica diferente pode ser destacada. Materiais diferenciados, design arrojado, tudo deve ser cuidadosamente pensado para atrair o consumidor. Mas, não se pode esquecer de uma característica importantíssima: a inovação precisa vir acompanhada da funcionalidade.

Quando falamos de um display, por exemplo, não podemos pensar somente em um projeto revolucionário se ele não for funcional. O consumidor precisa ser atraído, conseguir se aproximar e ter acesso ao produto. Com os avanços tecnológicos, as possibilidades de inovação são cada vez maiores. A iluminação da gôndola e o uso do LED, por exemplo, são tendências mundiais e que exercem prontamente a função de atrair o consumidor. Além disso, vale destacar que as cores e a iluminação agregam sofisticação aos projetos. Também já é possível o uso de telas de LCD ou plasma para atrair o cliente, além de projetos de interatividade.

As telas de touch screen e sensores que possibilitam um contato maior com o consumidor são mais alguns exemplos de como é possível aumentar a visibilidade e a fidelização do cliente – tecnologia ainda pouco explorada em nosso mercado, devido ao alto investimento e custos de manutenção. Assim como acontece nos meios eletrônicos, como blogs e sites de relacionamento, o consumidor também precisa interagir com a marca e o produto no ponto de venda. Para as empresas que querem cada vez mais firmar a imagem de sustentabilidade, priorizar materiais reciclados e recicláveis é mais uma tendência.

Cada vez mais, o consumidor está preocupado com o meio ambiente e com a atenção que as empresas despendem para o assunto. Identificar no PDV que o material promocional está relacionado com empresas socialmente responsáveis agrega preciosos pontos favoráveis à imagem da companhia.

O merchandising é uma importante ferramenta de marketing e deve ser utilizada da melhor forma. A ambientação pode mudar a decisão de compra, tanto dos consumidores que já chegam ao PDV em busca de um determinado produto como dos consumidores indecisos e curiosos. Porém, o consumidor hoje é mais exigente e para conseguir conquistá-lo é preciso muito mais que projetos comuns. Para ser eficiente, o merchandising precisa estar alinhado e adequado ao público. E, hoje, o público quer, além de qualidade, inovação e interatividade!

Fonte: Christiany Zanotto Sena, diretora comercial da AZ4 Group

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TVs informam e entretém usuários de terminais urbanos em Santa Catarina.

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Oferecer informação em tempo real. Esse é o objetivo das mais de 35 telas de TVs espalhadas pelos terminais urbanos de Florianópolis, Criciúma e Joinville, em Santa Catarina. Com o objetivo simples de informar os usuários de transporte coletivo, a programação das telas é criada e modificada de acordo com as necessidades das empresas que operam os terminais, e também baseada nas necessidades do público final.

Segundo Michael de Oliveira, diretor de operações da InfoTV, empresa que opera o serviço nas cidades e que desenvolveu a tecnologia utilizada, o sistema foi baseado nas telas dos aeroportos, que informam partidas e chegadas das aeronaves. “Pegamos um serviço necessário, que era a falta de informação dos horários dos ônibus, e agregamos informações complementares e publicidade”, explica ele. O conteúdo é diferenciado para cada terminal e informa, a cada trinta segundos, os horários das próximas partidas dos ônibus de cada plataforma. Conta ainda com um serviço de notícias em tempo real e previsão do tempo, além de propagandas e passatempos, que divertem e entretém os usuários enquanto esperam os ônibus. “Nenhum outro terminal do país conta com uma programação assim”, afirma Michael.

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Para Marcelo Biasotto, diretor executivo da Cotisa, companhia que opera os terminais de Florianópolis, o sistema de TV instalado nos terminais é uma excelente ferramenta de comunicação com os passageiros. “Graças aos seus diferenciais, permite atualizações instantâneas e a inclusão, sempre que necessário, de conteúdo complementar de interesse dos usuários”, conta ele. “O formato é ainda mais interessante e inteligente porque se sustenta mediante o ingresso dos anunciantes e, assim, possibilita a manutenção e os investimentos em melhorias”, diz Marcelo.

Operando nas plataformas de Florianópolis desde 2004, a InfoTV chegou a Criciúma, no sul catarinense, em 2007 passou a fornecer a tecnologia utilizada também para os terminais da cidade de Joinville, no norte do estado. “Só na capital atingimos mais de 280 mil pessoas diariamente, sendo que nas três cidades são quase 680 mil pessoas por dia que são beneficiadas com esse serviço”, diz Michael.

Recentemente a InfoTV deu início a uma reestruturação dos equipamentos, substituindo as telas por aparelhos de plasma mais modernos, de 42 polegadas e alta definição. Essas melhorias vêm sendo sentidas não só pelas empresas que anunciam na programação, como também pelos usuários. “A implantação de um sistema de TV se encaixa com os esforços do setor de transportes local em se atualizar e ofertar aos seus clientes uma melhor infraestrutura, pois está inserido em um conjunto que inclui a passagem eletrônica, terminais com vigilância e sistema de câmeras, espaços comerciais ordenados, sanitários públicos, bebedouros e manutenção presente, conferindo ao setor uma imagem de modernidade e atualização que certamente influi no sentimento de valorização do passageiro”, afirma o diretor da Cotisa, Marcelo Biasotto.

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i-Show é lançado em São Paulo.

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i-showA BICCA, empresa de tecnologia e produção audiovisual, lançou na semana passada durante o evento “PDV no Marketing Mix” a primeira versão nacional de tecnologia digital signage network. Desenvolvido pelo CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, e distribuído com exclusividade pela BICCA, o i-Show é um software dedicado ao gerenciamento, distribuição e exibição de conteúdos multimídia utilizando redes IP. Por meio da Internet é possível gerenciar a exibição de conteúdo personalizado em qualquer tipo de terminal – TVs de plasma, LCD ou até mesmo grandes painéis de LED.

O digital signage vem sendo explorado por especialistas em comunicação de massa como um eficaz canal de comunicação para públicos segmentados. Comunicação interna de empresas, prefeituras, hospitais, escolas e estabelecimentos comerciais são alguns exemplos de aplicação da tecnologia, que também pode ser utilizada em treinamentos. Várias partes integram a cadeia produtiva dos diversos modelos de negócio: o varejo, a indústria, a agência de publicidade, a agência de promoção, a produtora de conteúdo, dentre outras. “O i-Show é hoje a única ferramenta que integra todas essas partes, não só na criação de uma campanha como no gerenciamento financeiro”, afirma Sérgio Luiz Bicca, presidente da BICCA.

O sistema se destaca frente às versões norte-americanas e européias disponíveis no mercado por ser mais flexível e permitir a gestão financeira do negócio. O software possui aplicações para criar parâmetros de grade de programação do que será exibido em cada terminal, administrar os pontos de exibição e distribuição de conteúdo, além de emitir relatórios estatísticos de exibição e controle. Com o sistema também é possível o gerenciamento individual ou em grupo dos monitores, garantindo apoio ao gestor da rede, e a exibição de grades alternativas para horários específicos.

Confiante no potencial de crescimento dessa mídia inovadora, Bicca destaca a competência do CPqD, que respondeu pelo desenvolvimento tecnológico do projeto. “Esse trabalho permitiu ao CPqD utilizar seu conhecimento em tecnologia IP para criar uma versão nacional deste que é um novo canal de comunicação de massa”, diz Norberto Alves Ferreira, da Diretoria de Tecnologia de Serviços do CPqD.

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Supermercado aposta em mídia digital para aumentar ticket médio Grupo GM7 lança Mídia Digital no PDV.

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O Grupo GM7 fechou acordo com o supermercado Gimenes e é responsável pela TV Gimenes das unidades de Barretos e também de Ribeirão Preto. Foram desenvolvidos 10 canais de comunicação (de 19 a 21 displays de plasma ou LCD’s de 42″), posicionados em locais estratégicos com conteúdo segmentado por setor de produtos dentro de cada supermercado. O diretor do Grupo GM7, Giovanni Maddaloni, acredita que a ferramenta será poderosa para o varejo, aumentando consideravelmente as vendas, já que mais de 85% das decisões de compra (Popai) são tomadas no PDV.

“O anunciante pode optar por anunciar apenas nas sessões de interesse do supermercado, o que favorece a comunicação entre marca e consumidor. Não precisa anunciar em todos os canais da loja, assim potencializa e direciona a ação, selecionando o público-alvo que deseja atingir”, explica Maddaloni. Os dez canais disponíveis são: entrada do supermercado, frios e laticínios, perfumaria, limpeza, bebida, matinais e farinha, corredor central, molhos e massas, congelados e padaria. E, segundo dados da Pepsi América Latina, quando se coloca merchandising no PDV, o aumento médio de vendas é de 15%.

A responsável pelo marketing do Gimenes, Elke Hermann, garante que mais lojas da rede estarão com a mesma proposta. Na TV Gimenes são veiculados anúncios dos produtos e ofertas segmentadas por sessão, promoções por sessão, dicas do supermercado e também anúncios publicitários – são mais de 3 mil inserções mensais. “Sabemos que a partir do momento que colocamos um produto para ser anunciado na mídia digital, não só agregamos valor, como também aquecemos o PDV e aumentamos as vendas”, garante Elke.

De acordo com ela, “a mídia digital dentro da loja faz o cliente muitas vezes lembrar de produtos que pode ter esquecido de colocar na lista de compras ou mesmo ter a oportunidade de conhecer lançamentos e novidades no ato da compra”. Já o supermercado aumenta o ticket médio.

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Novas mídias são tendência para 2009.

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O termo “novas mídias” geralmente é usado como referência à soma de novas tecnologias e métodos de comunicação para se diferenciar dos canais tradicionais, como televisão, radiodifusão, imprensa, etc. E é a terminologia da moda, ainda mais quando miramos a crise atual, que pode se intensificar em 2009. Com o advento de novas mídias – grupo do qual faz parte o conceito de “no-media” -, a tendência é que as verbas publicitárias migrem dos canais ortodoxos para novas formas de comunicação, por vezes menos custosas e mais segmentadas, com o objetivo de atingir diretamente o público-alvo.

Isso já é realidade se observarmos os cortes de funcionários nas tradicionais agências publicitárias. Nos últimos 3 meses, mais de 90 pessoas foram demitidas em somente 3 grandes agências. Por outro lado, o segmento de web e “no-media” contrata cada vez mais. Os investimentos que a DM9DDB realizou nesse ano em mídia eletrônica cresceram 250% em relação ao ano passado, setor que elevou sua participação no faturamento da empresa para 6%.

O “no-media” pode ser entendido como mais um canal de distribuição de conteúdo ou como um novo canal de comunicação. As novas mídias desse conceito mais recorrentes são a internet, os comunicadores instantâneos, celular, mídia indoor e eventos. Para a área de comunicação, convém ressaltar que os avanços podem ser benéficos e lucrativos, visto que, a partir dessas novas mídias, as companhias podem interagir com seus consumidores de modo mais direto: podem ver o que eles querem, seja por meio de sítios de relacionamento, de blogs e podcasts, ou ainda por meio de seus próprios sites, com o conceito de participação do usuário.

Segundo o professor e pesquisador José Luiz Braga, superamos já uma percepção de que os usuários dos meios ditos “de massa” seriam homogêneos, passivos e, portanto, manipuláveis. Acrescenta: “reconhece-se hoje uma possibilidade de resistência, baseada em mediações culturais extramidiáticas”. O que Braga fala fica mais evidente na internet. Nos últimos cinco anos, os principais endereços que a rede consolidou como fonte de informação têm seu conteúdo inteiro produzido pelo leitor. Seja a enciclopédia colaborativa Wikipedia ou o YouTube, responsável por um acervo da televisão brasileira que as emissoras nunca tornaram disponíveis.

A queda nas receitas, nos lucros e na tiragem de exemplares das companhias de mídia tradicional, por exemplo, tem a ver com a ascensão das novas mídias.

Segundo o publicitário Leonardo Lawrence, “o mercado da mídia vivenciará, cada vez mais, a disputa entre os chamados ”meios de comunicação de massa” e a mídia participativa”. Lawrence ressalta que “as novas mídias, como indoor, digital signage, marketing pelo celular, websites colaborativos, entre outras, não são mais o futuro. São o presente”.

Essa multiplicidade de conteúdo, advinda de diversas fontes que não a mídia tradicional, propõe novas realidades. O Google, por exemplo, é a organização de mídia mais valiosa do planeta – e certamente a mais conhecida e acessada. Sua capitalização nos mercados de ações equivale a 50% da Time Warner, maior conglomerado mundial de mídia tradicional. E o Google é livre. Não vende informação, nem conteúdo.

Vive-se, então, a fase das novas tribos, como aponta o antropólogo Michel Maffesoli em seu livro “O Tempo das Tribos” (2000), que trata dos novos grupos sociais – o ser humano atual é mais do que apenas público ou leitor. “As novas tribos determinam a guinada da mídia tradicional para as novas mídias. O mundo hoje não é mais apenas o mundo dos jornais, das revistas. Mas também dos wiki”, afirma Lawrence.

kicker:  Canais interativos de informação proporcionam um diálogo mais próximo entre as marcas e seus consumidores

Fonte: (Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 8)(Luiz Paulo Bellini Jr. e Thiago Pereira – Luiz Paulo Bellini Jr. e Thiago Pereira, consultores de projetos da Companhia Brasileira de Multimídia (CBM).)

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Entrevista: Ronald Peach – Outform Droid

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Ronald Peach - Outform DroidOlá Ronald, é um prazer entrevistar você aqui no Digital Signage Brasil, inicie com uma breve apresentação do seu ramo de atuação e de suas empresas para os nossos leitores.
Ronald Peach: O grupo Outform Droid tem 20 anos de mercado e é fabricante de displays para ponto-de-venda. Possui departamento de criação, modelação e prototipagem, bem como uma indústria com foco em madeira, plástico e fibra de vidro. Desenvolve e integra soluções para Digital Signage como players por cartão, com ou sem alimentação pela internet, CPUs, telas, pedestais, videowall e projetores. Presta também serviços de criação, gerenciamento e distribuição em conjunto com sua coligada Droidigital Midia, que opera uma rede de monitores indoor nas padarias de São Paulo.

Nos projetos desenvolvidos por você, percebemos que a mídia digital indoor está totalmente atrelada a elementos merchandising no ponto-de-venda, como displays interativos, adesivagem, games e etc. Qual o retorno que você tem obtido com esse trabalho?
Ronald Peach: São trabalhos em estágios diferentes de evolução. O digital signage aplicado a displays é uma atividade de trade marketing em pleno vigor, pois as telas funcionam como elementos de comunicação altamente eficientes e dirigidos, com alto poder de comunicação. A utilização de conteúdo aplicado cirurgicamente no ponto-de-venda, próximo ao produto, aumenta as vendas, encanta anunciantes e orienta consumidores. Seu foco é fortemente promocional e ligado a um produto ou marca, o objetivo é vender mais.

Já a mídia indoor, que possui uma grade de programação, mesmo sendo com certeza a mais eficiente das mídias por estar próxima do tripé consumidor, produto e dinheiro ainda é uma ferramenta em construção que carece de maior envolvimento do mercado. Ainda existe falta de hábito e conhecimento dos mídias de agências para planejar inserções nestes veículos. Há também uma rede pequena de telas se considerarmos as dimensões brasileiras. A mídia indoor será com certeza a melhor e mais eficiente ferramenta de comunicação por entregar comunicação dirigida, segmentada e a custo baixo. Os anunciantes estão apenas aguardando métricas melhores e pesquisas de mercado para investir nestes  novos veículos que vem surgindo nos mais diversos tipos de varejo.

Na sua análise, quais são as principais vantagens para o anunciante ao veicular mídia digital dentro do PDV?
Ronald Peach: A capacidade de vender mais, provocando impulso; A possibilidade de orientar adequadamente o consumidor quanto ao correto uso de produtos; O treinamento da força de vendas; Estar no target, falando do produto certo na hora certa, sem dispersão de comunicação.

A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido à implantação da Lei Cidade Limpa?
Ronald Peach: Com certeza. O mercado está crescendo em passos largos. Diversos grupos investidores vem fazendo acordos com varejos dos mais diversos formatos, de conveniência a construção, para instalar redes de mídia digital indoor. O motivo é que a segmentação de comunicação no varejo é algo muito bom para o anunciante, que pode atingir o consumidor certo, na hora certa, a custo baixo. É uma mídia cirúrgica e eficiente. A Lei Cidade Limpa colaborou indiretamente por restringir o uso outdoor, porém não acredito que tenha sido a molda principal em São Paulo, até porque atingem o consumidor em momentos e situações totalmente diferentes.

Como você avalia as ações de interatividade, monitores 3D, video-walls, gôndolas interativas que estão em desenvolvimento no mercado?
Ronald Peach: Avalio como excepcionais. A interatividade é uma ferramenta importante pois permite que o consumidor interaja com marcas, produtos, consulte catálogos, navegue em portais e se comunique com a empresa. É o futuro. Monitores 3D por sua vez, provocam uma experiência diferente e instigante, chamando a atenção do consumidor com objetos que saltam da tela. Para as lojas temáticas, o videowall tem sido muito requisitado por permitir a facilidade de promover produtos a um custo muito interessante. Todas as tecnologias tem tido redução de custo e se tornam cada dia mais viáveis.

Você acredita que os anunciantes e acima de tudo os usuários assimilaram bem o conceito da mídia digital indoor?
Ronald Peach: É um processo evolutivo. Os consumidores se ajustam rapidamente a essas mídias e passam a incorporá-las em seu dia-a-dia. Os anunciantes já entendem bem o conceito, apreciam a idéia, mas ainda estão longe de serem pró-ativos nisso. Há uma certa inércia em aderir a uma mídia tão espetacular e eficiente, com certeza muito mais do que outras que se encontram muito longe do ato de consumo. Sendo uma mídia muito recente, acredito que uma mudança radical surgirá rapidamente. Importante frisar que quanto maior o parque instalado, maior será a tendência dos anunciantes a aderirem à mídia digital indoor.

Qual a sua opinião sobre o conteúdo de entretenimento que hoje é veiculado nos mais diversos meios digitais (ônibus, metros, taxis, PDV, elevadores, aeroportos, farmácias e etc), ele realmente está sendo bem aplicado e é relevante para o usuário?
Ronald Peach: O conteúdo é a base para os meios digitais. O segredo não está nas telas, e sim no que elas veiculam. Cada veículo deve pesquisar atentamente o hábito do consumidor naquele varejo ou local, para que sua grade tenha sentido, seja no entretenimento, seja no impulsionamento de vendas. Há diversos casos de mídias muito bem elaboradas e apropriadas ao meio em que se encontram. Logicamente, também há casos aonde o conteúdo poderia ser mais apropriado.

Em outros países a mídia out-of-home já atingiu um ótimo grau de aceitação e profissionalismo. Como você avalia o surgimento/amadurecimento das empresas nacionais de sinalização digital e qual sua análise para um futuro próximo?
Ronald Peach: O Brasil é sempre um celeiro de idéias e profissionais criativos. Estamos indo muito bem, com diversos varejos de grande e médio porte aderindo ao digital signage. Os formatos ainda estão em ajuste, alguns usando para si, outros como ferramenta de mídia. Temos menos capital do que nossos pares europeus e americanos, porém tiramos vantagem disso. O brasileiro já nasceu globalizado, seja na comida, na religião ou nos costumes. Acredito que teremos muitos veículos em muitos tipos de varejo e atacado, substituindo suas comunicações estáticas, banners e luminosos pela sinalização digital.

Quais são os principais obstáculos enfrentados para se acelerar o processo de desenvolvimento nesse segmento de mídia?
Ronald Peach: O capital investidor e a compreensão de que mais do que um veículo de comunicação, hoje a sinalização digital é um produto promocional. O entendimento de que mídia segmentada tem mais valor do que mídia de massa.

O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?
Ronald Peach: Fundamentais, para que o mercado nasça de maneira organizada e dentro de padrões éticos praticados por todos. Não há prosperidade sem organização. Nascer certo é o melhor caminho, e as entidades tem forte papel nisso.

Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira out-of-home.
Ronald Peach: O blog se destaca pela sua qualidade, trazendo os melhores cases e profissionais do mercado. É conduzido por gente antenada e séria. Fico contente por poder participar deste seleto grupo, é uma honra para mim e para a Outform Droid.

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Inbox e as vantagens da Sinalização Digital / Mídia Digital Indoor.

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O Programa Feito no Pará enfatiza a importancia da Sinalização Digital / Mídia Digital Indoor com um super programa gravado com a Inbox Mídia, captaneada pelo empresário Otávio Lima. Uma grande matéria contemplando todos os aspectos importantes de uma empresa de Digital Signage e o mercado de Mídia Digital Indoor.


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2009: olho no varejo!

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2009-varejoFeito o balanço de Natal e da virada de ano, o comércio comemorou um aumento de 3,5% a 5% nas vendas em relação ao mesmo período de 2007. Embora a imprensa, sob impacto de balanços desastrosos de outros setores (redução de quase 50% do valor das empresas em Bolsa, por exemplo), tenha sido comedida na “comemoração” do fato, o resultado é ainda mais expressivo se levarmos em conta o ambiente geral de negócios.

Isso nos leva a acreditar que o PDV será alvo de muita agitação em 2009. Não bastasse o já repisado argumento de que mais de 2/3 das decisões de compras (marcas e produtos) acontecem no PDV (Popai), nestes momentos de cautela, a tendência é preservar os pontos fundamentais do negócio, principalmente a boa distribuição e a presença impactante de produtos no ponto-de-venda. Daí prevermos um privilégio ao trade marketing neste ano. E como obter maior eficácia nesse campo?  Aí vai minha modesta contribuição expressa em três pontos:

1 – Parceria no sell-out
Houve um tempo em que varejo era encarado mais como um ponto de compra do que um ponto-de-venda. Ou seja: todo o esforço da indústria era concentrado na tarefa de “empurrar” mais produtos ao varejista (sell-in) deixando-o com o “abacaxi” de provocar vendas junto ao consumidor (sell-out). Relações assim resultavam (e ainda resultam) em conflitos constantes. Não há dúvida de que uma relação mais saudável e proveitosa está na capacidade de representantes da indústria e do comércio extrapolarem as funções de vendedor/comprador e levarem para a mesa de negociação uma estratégia conjunta de atuação junto ao público final, do qual ambos dependem.

2 – Gente
Temos observado algumas novas tecnologias introduzidas no PDV. Por exemplo, a digital signage ou as redes de “in-store TV”, que nada mais são do que redes de TV baseadas em PDVs. Por outro lado, é também cada vez mais amigável o uso do celular como instrumento promocional ou de complemento de informação. Hoje, já é possível realizar, por exemplo, ações de cuponagem virtual via celulares. Nada contra essa onda tecnológica. Precisamos, sem dúvida, ficar antenados às novas possibilidades e utilizá-las em nosso benefício. Mas precisamos também ter em mente que nada disso substitui a força humana. Máquinas não substituirão promotoras simpáticas, bem treinadas e bem aparelhadas para uma abordagem junto ao consumidor no momento da compra. Está provado: a simples atuação de um promotor enfatizando os diferenciais de um produto junto à gôndola pode duplicar a sua performance de vendas. Isso sem falar nos repositores e guardiões da disponibilidade e visibilidade de produtos nos PDVs, figuras fundamentais no sucesso de vendas no varejo. Por isso, mais do que nunca: olho nas pessoas em 2009.

3 – A “experiência”
Pesquisas recentes demonstram mudanças de hábito no comportamento do consumidor no PDV. As principais delas são o tempo de permanência menor e o aumento da frequência de idas ao ponto-de-venda. Um dos mais importantes desafios do varejista, é tornar o processo de compras uma experiência agradável e marcante para o consumidor. Sabidamente, quanto mais o consumidor fica no PDV, mais ele compra. E quanto mais agradável o momento da compra, mais ele volta.

Logicamente, o esforço de trade marketing vai muito além desses três pontos, mas tenho certeza de que eles devem constar de qualquer planejamento para 2009.

Fonte: Aléxis Thuller Pagliarini – Propmark

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BroadNeeds inova no mercado de Digital Signage.

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Nova solução permite maior interatividade entre empresa e cliente.

A BroadNeeds, empresa especializada em comunicação virtual corporativa, apresenta o Nucleo Media Digital Signage, sua solução de áudio e video digital interativa, com inteligência agregada, utilizada em campanhas de marketing, vídeos, mensagens virtuais e atendimento ao público.

“Desenhamos algo inovador para os mercados corporativo e publicitário, que demandam diversos níveis de interatividade”, explica Christian Pinheiro, sócio-diretor da BroadNeeds.

A versão de digital signage da empresa é uma solução completa de gerenciamento e distribuição de conteúdo digital para uma rede de totens multimídia e displays digitais, de várias tecnologias. O conteúdo é segmentado e sua administração é feita em tempo real. Além disso, as ações podem ser visualizadas em relatórios de acesso gerados pelo sistema.

O Nucleo Media Digital Signage tem agregado diversos recursos inéditos como interface web e administração centralizada; segmentação de conteúdo e regionalização; agendamento de download (auxílio direto no controle do consumo de banda em horários críticos); autonomia para criar e publicar conteúdo próprio; exibição de vídeo e áudio em alta qualidade; criação de formulários, enquetes e pesquisas de opinião; e leitura de feeds RSS internos e externos.

Todas as funcionalidades da solução são utilizadas pelo cliente com total liberdade para a criação de vinhetas publicitárias, informativos e conteúdo interativo, inclusive o recurso de videoconferência bidirecional, que permite o contato imediato entre a empresa e o cliente, evitando a burocracia imposta em auto-atendimentos.

Para maior comodidade, a companhia oferece o Set Top Box BroadNeeds, equipamento pra recepção e transmissão de dados, que pode ser adquirido pelo cliente como opcional. O produto é desenvolvido especialmente para o Nucleo Media Digital Signage e seu formato reduzido permite flexibilidade para uso em diversos ambientes e aplicações.

A BroadNeeds fornece suporte técnico 24 horas e treinamento especializado para o produto. Mais informações sobre o Nucleo Media Digital Signage podem ser encontradas no site da empresa.

Fonte: Ricardo Nóbrega

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A nova cara da mídia digital no ponto-de-venda.

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midia_digital-dentroHoje, nos Estados Unidos existem 200 empresas lucrativas de Digital Signage, ou simplesmente DS – termo usado para comunicação digital no ponto-de-vnda. A explicação? É um momento em que os varejistas do mundo todo revêem seus atuais formatos de veiculação dentro do ponto-de-venda, e a mídia digital vai ganhando espaço, um pouco devido ao custo mais acessível da tecnologia, e muito graças à capacidade criativa desta ferramenta como auxiliar nas vendas.

De acordo com Bill Querido, diretor comercial e sócio da Droid, empresa especializada em sinalização digital no ponto-de-venda, cada vez mais o DS passa a ser não mais apenas publicidade, mas também comunicação entre consumidor e varejo. “Por meio de telas de plasma são passadas informações relevantes, conteúdo sobre qualidade de vida e até mesmo dicas para o funcionário da loja em horários de baixo movimento”, explica. Mas, o foco é mesmo a publicidade. Segundo pesquisa realizada na Europa pela POPAI, 90% dos varejistas usam o DS para anunciar.

Não é segredo para ninguém que interagir com o consumidor na hora em que ele está dentro da loja pode ser crucial para a conversão. Mas não é só de telas de plasma expostas nos corredores de loja que estamos falando. Bill esteve presente à Digital Signage Trade Show e Conferece, que aconteceu recentemente na Alemanha, e diz que a tecnologia não tem limites de aplicação. Lá, foram apresentados por exemplo, totens para videlocadoras, que passam o trailer do filme ou show ao receber o código de barras da fita; mesas especiais para restaurantes com tela touch screen – adaptadas em sua própria estrutura – onde o consumidor se debruça e acessa o cardápio e detalhes de cada prato. Ou ainda, a vitrine com tela touch screeen na qual o consumidor pode saber mais sobre o produto exposto sem precisar entrar na loja, ou uma tela que reconhece movimentos da mão e vai mostrando todos os detalhes do produto conforme os comandos. Bill lembra ainda de uma empresa que se especializou em vender, para postos de gasolina (foto), terminais de auto-abastecimento equipados, além do tanque, é claro, com uma tela acima da mangueira que veicula promoções e comerciais enquanto o consumidor abastece seu carro. “A interatividade é impressionante”, comenta.

As fabricantes de telas também estão animadas e anunciaram na feira novos formatos, exclusivos para o varejo, como as ultra widescreen – perfeitas para explorar melhor a vitrine – com 1,20 por 4 metros.

Por Ticiana Werneck

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