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JbTec

Nova tecnologia chega a Juiz de Fora.

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Um novo canal de comunicação digital, que reúne informação e publicidade, já está disponível para os Juizforanos. A tecnologia, chamada de Digital Signage, permite que o conteúdo, inclusive publicitário, seja alterado, instantaneamente, várias vezes ao dia.

A programação é exibida em telões de LCD, espalhados em espaços com grande circulação de pessoas e é preparada de acordo com o perfil de cada lugar. O primeiro canal em funcionamento na cidade é o do Independência Shopping, que inclui notícias, programas de curiosidades e peças publicitárias de empresas da cidade e região. Outro canal, desta vez em uma rede de supermercados, já está sendo negociado.

“A idéia é otimizar o tempo. No momento que o consumidor estaria ocioso, esperando em uma fila, por exemplo, ou em uma praça de alimentação, ele pode ter acesso a este tipo de informação” , diz Fabrício Bigogno, representante da OpenTV, responsável pela oferta da tecnologia na cidade. Segundo levantamento da empresa, a divulgação de produtos em mídias digitais, nos moldes da Digital Signage, impulsiona as vendas em até 30%, dependendo da localização das telas.

O canal funciona como um circuito interno de TV, e a programação é colocada no ar online, o que permite alterações instantâneas diversas durante o dia. “Se for o caso de anunciar uma oferta, por exemplo, a troca de informação pode ser feita em poucos minutos”, explica Fabrício. A estimativa é que mais de cem mil pessoas vejam a programação, a cada fim de semana.

Fonte: Tribuna de Minas

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Digital Signage: 10 principais tendências para 2009.

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Keith Kelsen é presidente executivo do conselho de administração da companhia The MediaTile e presidente do Comitê de Conteúdo da Digital Signage Association.

O conteúdo é o próximo assunto principal da indústria

Este será um ano crucial para o conteúdo de qualidade. Como uma indústria, nós agora temos uma ótima e comprovada tecnologia para entregar mensagens às redes de mídia OH, mas e agora? Atrevo-me a dizer? Eu preciso dizer! “O conteúdo é rei.” E Por quê?
Desde tempos pré-históricos, como evidenciado em pinturas rupestres, as pessoas têm utilizado imagens, colocadas em locais onde outros as encontrariam, para comunicar informações importantes. Por mais de 120 anos, rápidos avanços na tecnologia têm transformado a comunicação humana, fornecendo informação rápida e com maior grau de relevância. A tecnologia que nos levou a um novo meio, o Digital Signage, tornou-se banal. Agora, mais do que nunca, “a mensagem é o meio.” O conteúdo executado nas telas é o que proporciona à Sinalização Digital, seu momento de brilhar. Como um novo meio, o Digital Signage precisa para definir a sua própria abordagem criativa para o conteúdo.

Radiodifusores tradicionais estão entrando no mercado de Digital Signage
Com a indústria da televisão enfrentando uma queda sem precedentes, os fabricantes e produtores de conteúdo estão procurando expandir e capitalizar na indústria de Digital Signage / Out Of Home. É a evolução natural: quando uma nova mídia que desenvolve, muitas empresas colocam recursos para testar o mercado. Algumas empresas mergulham no negócio de cabeça, pois não têm alternativa.
Produtoras empregam equipes criativas especializadas, que podem trazer conteúdo de alta qualidade no mundo de Digital Signage. Algumas terão que correr atrás do tempo; algumas terão que balancear habilidades em web e flash para adaptar o conteúdo para este novo meio, em busca de máximo impacto, e atingir retornos sem precedentes. Nós provavelmente veremos aquisições provenientes da indústria de televisão – empresas basicamente comprando seu caminho no mercado de forma a compensar o tempo perdido na indústria Out Of Home, e a falta de conhecimento em tecnologia e produção.

Agências estão despertando para o poder de Digital Signage
Muitas agências estão percebendo que a Digital Out Of Home é uma valiosa área a explorar. É difícil a transição da mídia tradicional para OH. Algumas agências estão induzindo clientes a investir neste crescente mercado. Plataformas de software abertos vão despontar, já que permitem maior acessibilidade, ajudando agências a dirigir com mais conforto e ampliar o caminho no território de Digital Signage.

Agências também estão percebendo que OH estende-se além de painéis digitais; que se estende para além desta antiga encarnação de Sinalização Digital. DOOH está sendo usado para construir marcas na prateleira e no interior da loja, para capturar o consumidor, no melhor momento possível: no momento da decisão. A mídia indoor é a nova fronteira para as agências que procuram expandir a presença dos produtos e aumentar as vendas na prateleira. A boa notícia é que a mídia é mensurável, tendo aumentos reais de venda como prova. No interior da loja, a função da mídia vai além de “captar os olhos” e promover a marca: trata-se de merchandising e venda de produtos.

Marcas estão transferindo dinheiro da TV tradicional para este mercado
Grandes marcas estão se movendo para o mercado OH, agora mesmo. Com a diminuição da audiência da TV tradicional, elas começaram a procurar por formas de comunicação mais eficazes. Esta tendência começou no ano passado, quando algumas marcas ignoraram suas agências e começaram a experimentar diretamente a mídia OH. Construir a marca nas prateleiras é uma parte crucial desta estratégia. Para que as marcas sobrevivam e mantenham os clientes, elas precisam gastar dinheiro no ponto de venda, ou correm o risco de perder clientes para marcas genéricas. Uma vez perdido, é difícil ganhar um cliente de volta – e custa caro. Esta tendência irá crescer geometricamente enquanto uma vez que as vendas tornam-se cada vez mais competitivas.

Convergência de plataformas e interação com celulares é crítica
No ano passado, Bluetooth e mensagens de texto superaram as fases experimentais. A ligação e a relação simbiótica entre monitores e celulares vão continuar a crescer, com novos projetos em 2009. Os consumidores estão preparados para utilizar essa tecnologia atualmente.

Personalizar o conteúdo, oferecendo cupons ou outras ofertas através de celulares, irá impulsionar as vendas na prateleira. Acompanhar estas interações para medir o sucesso de uma ação, irá desempenhar um papel importante no sucesso global da campanha. Digital Signage terá um papel principal nesta área, agregando valor a toda a rede de comunicação digital.

Interatividade e medição
Juntamente com a interação com os celulares, outras tecnologias irão impulsionar a indústria e reforçar novas experiências de consumo, como telas ‘touchscreen’ ou instalações interativas com sensores de movimento. O engajamento do consumidor acrescenta o tátil ao visual, e contribui para criar uma ligação emocional com a marca e o produto. Como foi o caso com os celulares, 2009 verá mais do que simples e pequenos projetos-piloto. Lançamentos de grande escala serão exibidos, competindo pela atenção do consumidor e se estruturando em níveis sem precedentes.

Medição demonstra a maturidade da indústria e é fundamental em 2009. Dados recolhidos a partir de soluções interativas, darão à OH uma poderosa qualificação, sob a forma de inteligência de mercado e feedback dos consumidores, para os marqueteiros e agências medirem o sucesso das suas campanhas.

Conteúdo e anúncios automatizados por bancos de dados
Como um número crescente de grandes redes surge on-line, bem como o número de monitores cresce geometricamente, a criação de playlists individuais que são relevantes apenas a um monitor específico e sua platéia associada, vai se tornar uma coisa do passado. Assim como nos motores de pesquisa da Internet, metadados de conteúdo e telas acabarão por ser combinados para determinar o momento certo, o local, alvo e atitudes comportamentais. Isto irá permitir o acesso a bases de dados de anúncios e eliminar as complexidades do processo de tomar decisões baseadas em ‘quando’, ‘onde’ e ‘por que’. Isto irá estabelecer a indústria OH como de vanguarda.

Custo do LCD e computadores continua caindo
O preço das telas LCD vem baixando ao longo dos últimos seis anos, uma tendência que irá continuar. Inovações na produção de ´media players´ também farão os preços baixarem. A qualidade continua a ser um fator importante, e será fundamental para manter as redes ligadas e funcionando 24h por dia. O declínio no custo não é um substituto para a tecnologia confiável e escalável. Investimentos e ROI ainda exigem uma plataforma de qualidade.

Consolidações e fracassos continuarão
Nestas condições econômicas sem precedentes haverá falhas e consolidações, em 2009. Isso é tão bom quanto ruim para a indústria. Embora existam falhas que comprometem a integridade da indústria, os modelos de negócios serão adaptados em 2009, para melhorar a indústria como um todo; a atual situação econômica irá simplesmente acelerar este processo evolutivo. Haverá sucesso para as empresas que estão estabelecidas, têm bons modelos de negócios e liquidez para agüentar. 2010 será o ano dos vencedores no jogo final, onde um pequeno número de empresas domina o mercado.

Crescimento da indústria é moderado, mas positivo
Não obstante os meus comentários anteriores, o crescimento da indústria será moderado. Redes de Digital Signage têm condições de reduzir custos, economizar recursos e comunicar mensagens poderosas. Estes são atributos que irão impulsionar o crescimento contínuo enquanto empresas globais reavaliam cada aspecto de seu planejamento de comunicação. Olhar de perto para os modelos e as empresas que se beneficiam da tecnologia Digital Signage será o segredo. Criar um cenário para utilização da Sinalização Digital é o nosso dever como uma indústria, e este será mais um ano de crescimento.

Fonte: www.digitalsignagetoday.com
Tradução: Caio Magenta – Magenta Comunicações
http://magentacomunicacoes.com.br/noticias/index.php/2009/02/

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Entrevista: Bruno Gianzanti – Scala / JBTec

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Olá Bruno, fico extremamente feliz por você ter aceitado o convite do Digital Signage Brasil, e para iniciar, gostaria de uma breve apresentação sua e da JBTec.
bruno_scala-jbtecBruno Gianzanti: A JBTec (www.jbtec.com.br) é uma empresa especializada em Digital Signage com 9 anos de experiência. Representamos o software Scala no país e fomos o primeiro provedor de soluções para este mercado no modelo “SaaS”, software como serviço, possibilitando ao cliente manter o foco em seus objetivos de comunicação enquanto oferecemos nossos serviços e produtos para todas as etapas do processo. O grande diferencial da JBtec é o seu trabalho de integração, com experiência comprovada no desenvolvimento de sistemas de apoio, integração com dispositivos e sistemas de terceiros e soluções interativas. Sou sócio fundador da empresa e hoje atuo como CEO da JBtec, sou bacharel em Ciências da Computação e tenho 20 anos de experiência na área de tecnologia..

Hoje você representa uma das maiores desenvolvedoras de software para Digital Signage no mundo, o Scala, como você avalia a utilização desse software no mercado brasileiro comparado com os outros países?
Bruno Gianzanti: Sem dúvida alguma o software Scala é líder mundial. Atualmente possui mais de 80.000 players instalados em mais de 100 países. O Brasil fechou o ano de 2008 em 3º lugar nas vendas da América Latina e em 14º lugar na vendas em todo mundo. Tivemos um crescimento de 132% em relação a 2007. Este sucesso se deu devido à criação do modelo SaaS, “Software as a Service”, fomos pioneiros neste modelo. Com ele o cliente tem muitos benefícios alem do uso da melhor ferramenta do mercado: não precisa investir na compra de hardware, software, links, etc para o servidor, não precisa contratar especialistas para gerenciarem sua rede de DS e o inicio da operação é imediato, permitindo nossos clientes focarem 100% suas atividades no seu negócio principal. Nós cuidamos de todo trabalho de retaguarda, configuração, monitoramento, up-dates, backups, manutenção do servidor e recuperação de falhas. Devido ao sucesso desta solução, outros países também estão adotando esta iniciativa.

Como você avalia o atual estágio de profissionalismo da indústria brasileira de mídia digital out-of-home?
Bruno Gianzanti: Nosso mercado está em franco crescimento e profissionalização, a cada dia vemos um novo fornecedor se especializando em determinado ramo: telas de LCD profissionais e com recursos específicos para DS, várias empresas representando soluções para distribuição de áudio e vídeo, fornecedores de set top Box, mini PCs e car PCs preparados para DS e etc. Antigamente tínhamos que buscar estas soluções fora do país. Iniciativas como a academia de áudio visual e os treinamentos da InfoComm International certificam a cada dia mais profissionais no mercado DS. A JBTec já certificou mais de 200 profissionais na criação de um conteúdo eficiente para DS porém acredito que este ainda seja o “Calcanhar de Aquiles” deste mercado, pois ainda temos muito a evoluir neste setor.

Observamos o surgimento de várias empresas nacionais de digital signage, e com elas, muitos softwares “made in brazil” estão sendo produzidos e comercializados. Qual a sua análise?
Bruno Gianzanti: Todos os anos, dezenas de pequenas empresas tentam criar softwares para digital signage. O grande problema aqui não é o fato de o software ser nacional, e sim porque infelizmente são empresas que estão trabalhando para replicar algo que o Scala levou mais de 20 anos para aperfeiçoar, com apenas um ou dois anos de experiência. Estas empresas são geralmente instáveis financeiramente e muitas vezes não sobrevivem porque dependem de um único cliente.
Atualmente cerca de 20% dos novos clientes da JBTec são redes que iniciaram com o uso de um software muito jovem e que por falta de recursos ou algumas vezes por não funcionarem, e principalmente, por não permitirem a expansão foram obrigados a migrar para outra solução.

A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido à implantação da Lei Cidade Limpa?
Bruno Gianzanti: Acredito que o principal agente deste crescimento é a necessidade de uma nova forma de comunicação, devido à falência dos modelos atuais, tanto no setor corporativo quanto no publicitário. Este crescimento acontece em todo Brasil, porém São Paulo foi de certa forma beneficiado por esta lei, pois muitas das empresas que exploravam mídia outdoor migraram para o modelo indoor, principalmente no formato digital.

De fato, o mercado de software para mídia digital indoor vem crescendo bastante mundialmente, qual a sua opinião sobre a questão de software como serviço (SaaS)? Essa será uma tendência para os próximos anos? Em se tratando de software, quais serão as próximas funcionalidades interessantes para os usuários e administradores de redes de digital signage?
Bruno Gianzanti: O modelo SaaS é sem dúvida nenhuma, uma tendência mundial, toda a indústria desenvolvedora de software (Microsoft, IBM, etc) já esta se adaptando para esta nova realidade.
A próxima grande mudança é a implementação do modelo SaaS em arquiteturas no formato “cloud”, ou seja, o fracionamento de um conjunto de recursos disponível em dezenas de servidores e storages, permitindo escalabilidade, garantia de performance e disponibilidade do ambiente. A principal diferença é que os recursos do cliente não ficam presos a uma única máquina física. Esta tecnologia permite que seus recursos trafeguem entre diferentes máquinas físicas de forma transparente, de forma que uma máquina física com defeito não acarrete na indisponibilidade dos recursos do cliente. Os clientes JBTec já contam com estes recursos.
Ainda este ano teremos muitas inovações no Scala com o objetivo de aumentar o seu alcance global reduzindo o custo de propriedade para novos clientes que desejam implantar digital signage em redes sem funcionalidades sofisticadas. Disponibilizaremos o software para uso em PCs de baixíssimo custo (ULCPC) e dispositivos photo frame e tocadores de MPEG. Em paralelo a Scala tem trabalhado com empresas como LG e Samsung na entrega do software Scala pré-instalado em suas Telas com PC incorporado. Esta nova geração “All-In-One Device”, Tela + PC + Scala” pode significar uma grande redução de custo em relação à compra de um PC e uma tela comum.

Verificamos uma carência muito grande na área de criação de conteúdos e informações voltadas/adaptadas para sinalização digital? Qual sua análise sobre essa situação?
Bruno Gianzanti: Por mais similar que possa parecer, uma rede de Digital Signage não é uma rede de televisão, mas sim um canal de comunicação com uma programação específica e variável. O conteúdo é fundamental para o sucesso. Ele deve ser interessante para o espectador e adequado ao meio. Premissas básicas como vivacidade, relevância e atratividade devem ser os primeiros pontos a serem considerados. As aplicações de TV Corporativa fazem um uso mais eficiente desta ferramenta, pois já possuem muito conteúdo, bastando apenas sua adaptação para este novo meio de comunicação, já as aplicações no varejo ainda pecam muito, pois a maioria das redes que iniciam seus trabalhos estão ainda focadas nos processos de instalação e na expansão de seus pontos, deixando o conteúdo para um segundo momento. Porém hoje já vemos excelentes aplicações, a tendência é que o conteúdo também se profissionalize, novas empresas focadas neste segmento estão surgindo todos os dias.

Quais são as principais vantagens e benefícios do software Scala quando comparado com as soluções existentes no mercado mundial?
Bruno Gianzanti: As pesquisas mais recentes indicam que hoje temos mais de 50 competidores no mercado mundial, porém continuamos com cerca de 40% deste mercado utilizando Scala o que já é um grande diferencial de nossa solução.
A maioria de nossos competidores são apenas exibidores de vídeos (MPEG) e alguns poucos também exibem Flash, porém não possuem conteúdo dinâmico, templates, ferramenta de autoria, etc. Muitos utilizam hardwares proprietários para os players (set top box) enquanto utilizamos plataforma PC obtendo maior flexibilidade para as mudanças de necessidades das redes.
Ainda podemos destacar nosso player que exibe 2 canais simultâneos e distintos ao mesmo tempo, temos total integração com banco de dados e sistemas de ponto de venda, nosso canais podem ser criados com a quantidade de frames desejada cada qual com seu playlist independente, aceitamos praticamente todas os formatos de mídia do mercado, possuímos integração com captura de TV aberta e Fechada, temos distribuição do conteúdo também por satélite quando necessário, e muito mais.

Para quem hoje está iniciando uma rede de digital signage ou está com planos de crescimento de rede, quais são as dicas fundamentais que você daria no aspecto tecnológico?
Bruno Gianzanti: Tenho uma dica simples, mas essencial, escolha sempre uma solução que permita crescimento e que comprovadamente funcione, verifique os cases em funcionamento, faça “test drives” e planeje muito bem o crescimento de sua rede. O menor preço, na maioria das vezes, é de fato muito mais caro…..

O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?
Bruno Gianzanti: Acredito que entidades como estas ajudam muito na organização, normatização e disseminação do mercado. Porém ainda somos carentes de entidades com foco em tecnologia para Digital Signage.

Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira out-of-home.
Bruno Gianzanti: Uma ótima ferramenta para aprendizado e troca de informações entre os profissionais de Digital Signage do Brasil, com informações sérias, confiáveis e atualizadas de todos os setores.

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Dubai vai ter o maior LED do mundo.

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A empresa Tameer Holding, dos Emirados Árabes Unidos, irá construir no Dubai o maior painel LED curvado do mundo, o LED terá 100 metros de altura e ocupará a fachada de uma torre comercial, e poderá ser visto a 1,5 quilômetros de distância.

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O projeto, batizado de Podium, ficará na zona turística de Dubailand, situada nos arredores do Dubai, e servirá como um meio de comunicação através do qual empresas, ONGs e autoridades governamentais poderão transmitir as suas mensagens ao público. O gigantesco painel, desenhado pela empresa Dactronics, especialista em tecnologia LED, não impedirá a entrada de luz natural no edifício portanto, os escritórios atrás do painel não serão prejudicados.

Além da fachada LED, o Podium irá disponibilizar 33 andares de espaço comercial para escritórios. A Tameer apresentou este projeto no fórum comercial Cityscape Dubai 2008, sem data para a conclusão da obra.

Fonte: Ciberia

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Campanha ‘Minha Casa Minha Vida’ estreia na TVTrem.

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A campanha Minha Casa Minha Vida, da Secretaria de Comunicação do Governo Federal (SECOM), está em veiculação pela TvTrem até o próximo dia 27 de abril.

Idealizada pela agência 141 Soho Square, de Brasília, a peça de 30 segundos  divulga o programa do Governo Federal que viabiliza a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos.

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Inbox lança o canal Fitness direcionado para Academias de Ginástica.

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A Inbox lança um novo canal de comunicação com o público do mercado de fitness e wellness, inovando e modernizando a maior rede de academias da América do Sul a Cia Athletica, unidade Belém/PA.

 

Foram instalados 10 monitores de sinalização digital em vários ambientes da academia como salas de ginástica, esteiras, bicicletas, hall de circulação, lanchonete, elevadores e na recepção principal. Utiliza tecnologias avançadas de comunicação digital indoor para entreter e informar o público das academias, criando uma ótima experiência, impactante aos usuários em um momento de descontração e ambientes de espera forçada.

Com uma programação totalmente personalizada e direcionada, veicula conteúdo atualizado em tempo real, previsão do tempo, últimas notícias, anúncios publicitários e informativos da academia como grade de aulas, informações sobre a academia, dicas de saúde, promoções exclusivas, eventos e avisos.

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O Público circulante na academia Cia Athletica é de 40.000 pessoas mês, composto por pessoas que gostam de saúde, turismo, esportes, moda, beleza e buscam sempre o bem-estar de maneira saudável e divertida, sendo ainda um perfil sócio-econômico extremamente qualificado. O perfil dos alunos pode ser dividido nos seguintes segmentos: Baby (06 meses a 3 anos), Kids (03 a 10 anos), Teens (11 a 14 anos), College (15 a 21 anos), Adulto (22 a 59 anos), Platinum (Acima de 60 anos), além de vários programas especiais como Gestante, CiaSki, Cia Surf, Flying Cords, Gustavo Borges, Pilates, entre outros.

Otávio Lima, diretor da Inbox, aposta muito na parceria com a Cia Athletica e já inicia sua grade com uma ótima aceitação do mercado publicitário. “A rede de mídia digital indoor possibilita uma comunicação direcionada e segmentada para o público-alvo, atingindo de uma maneira inovadora em um momento que o usuário está apto para receber essas informações e ainda trazendo mais modernidade e um grande diferencial tecnológico para a academia”, explica.

Confira mais informações no site da Inbox – Soluções Digitais.

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Propaganda troca outdoors por jeans e guardanapos.

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Mídia indoor cresceu 40% desde a adoção da Lei Cidade Limpa; 80% do segmento tem sede em SP.

São Paulo venceu as placas publicitárias. Mesmo assim, o publicitário Cristiano Tassinari Alves tem motivos de sobra para comemorar. Ele preside o conselho da Associação Brasileira de Mídia Indoor (Abramid) e enche a boca para divulgar que, após a Lei Cidade Limpa, o setor cresceu 40% em um ano. Só em 2007, o segmento indoor abocanhou 4% dos R$ 26 bilhões do mercado publicitário nacional. Na capital paulista estão instaladas mais de 100 empresas do ramo – 80% do total brasileiro. E, se depender das previsões, todas podem preparar o champanhe. “Até 2010, esperamos ficar com 10% do bolo publicitário do País”, diz Alves.

De acordo com a Abramid, a rígida legislação provocou uma mudança no mercado. Metade das empresas de mídia exterior da cidade passou a desenvolver ações indoor. E o paulistano já percebeu – shoppings, aeroportos, bares, baladas, padarias e até farmácias foram tomadas por propagandas. “A principal diferença é que, enquanto o outdoor é muito massivo, o indoor é segmentado, seletivo”, diz a pesquisadora Ana Lucia Fugulin, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Para ela, isso permite uma menor dispersão de verbas publicitárias – uma vez que essas são canalizadas para um público dirigido. “O anunciante precisa conhecer melhor seus produtos e o público-alvo”, afirma.

Quem não se adaptou fechou. “As empresas de outdoor que operavam somente na capital paulista deixaram de funcionar”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior (Sepex), o publicitário Luiz Fernando Rodovalho. “Trinta pararam, incluindo a minha.”

Mesmo que a Lei Cidade Limpa continue sendo seguida à risca após 1 ano e 8 meses de instalação, o dia-a-dia do paulistano continua sendo movido por marcas, mensagens e anúncios. Penduradas nas calças da TNG em vitrines de shoppings, há propagandas do cartão de crédito do Bradesco. Enquanto isso, dentro da academia, próximo da raia da piscina, o canal a cabo Telecine anuncia a reexibição do famigerado Duro de Matar. Já no descolado bar Salve Jorge, na Vila Madalena, o guardanapo divulga a água de coco em caixinha e faz até alerta sobre a lei seca.

De ônibus a pizzas, sobram anúncios
TVs indoor viram novo filão publicitário e podem ser vistas até na famosa esquina da Ipiranga com a São João
DIEGO ZANCHETTA, EDISON VEIGA e RODRIGO BRANCATELLI

Quando alguém fala em “sorte”, o publicitário português Antônio Trigo de Moraes rebate com o argumento de que se trata de “uma conjuntura favorável”. E seu balancete revela números favoráveis que lhe rendem um grande sorriso. Em 2004, ele desembarcou em São Paulo como sócio da One Mídia, empresa que faz propaganda em caixas de pizza. A idéia – simples, banal – virou um achado quando a Prefeitura instituiu a Lei Cidade Limpa. “Aí foi bom, né?”, diz Moraes, todo animado, esperando um faturamento dobrado neste ano em relação a 2007.

A idéia das caixas publicitárias é de uma empresa alemã, para qual a One Mídia paga royalties. De acordo com pesquisas de mercado, a visibilidade é até maior do que as dos finados outdoors, uma vez que uma caixa de pizza fica cerca de 20 minutos sobre a mesa de jantar.

Na carteira da empresa, são 150 clientes, dos mais diferentes setores. Para anunciar, é preciso fechar um contrato de no mínimo 10 mil embalagens. “Temos clientes que pedem 100 mil caixas”, afirma o publicitário. Sua empresa mantém um cadastro com 1.500 pizzarias paulistanas. Colocam a propaganda nas mais indicadas para o perfil do anunciante. “Se vamos fazer caixa das Casas Bahia, procuramos pizzarias mais populares”, exemplifica.

No dia 27, a One Mídia obteve no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) os direitos exclusivos sobre o uso do modelo da publicidade em embalagens de pizza. A pizzaria não ganha dinheiro diretamente, mas recebe as caixas de graça – o que também é um negócio da China, uma vez que elas representam cerca de 15% do valor de custo da pizza. “Quando falamos que queremos dobrar o faturamento do ano passado, não é ambição, mas realidade”, gaba-se Moraes. “O primeiro semestre normalmente é pior do que o segundo. Mesmo assim, superamos as previsões.” Eis a “conjuntura”.

TREM E METRÔ

Longe de serem criativos, os programetes têm lampejos até irritantes. Mas os passageiros das principais linhas de ônibus, trens e do metrô da capital paulista já se acostumaram a conferir curiosidades paulistanas, vídeos semi-amadores e publicidade (claro!) nos itinerários. Atualmente, cerca de 1.100 ônibus do Município contam com os monitores – a frota total beira os 15 mil veículos. O mercado é dominado por três empresas de publicidade.

A BusTV, mais antiga em operação, iniciou suas atividades em março do ano passado. Na época, apenas 140 ônibus, de 12 linhas, estavam equipados com a novidade – atualmente a empresa disponibiliza as telinhas em 350 veículos. Na esteira do sucesso, surgiram a TVO, em outubro, e a BusMídia, em janeiro. A TVO foi a que mais cresceu – com 500 ônibus, de 80 linhas, detém metade do mercado paulistano. Com monitores em 250 ônibus de 13 linhas, a BusMídia sonha alto. “Queremos chegar a mil veículos até o fim deste ano”, afirma o publicitário Rodolfo Brunelli, um dos sócios.

Nos últimos 12 meses, a TV Trem, que pode ser vista nas plataformas da linha Osasco-Grajaú, exibiu anúncios de empresas como Pão de Açúcar e Casas Bahia. Até dezembro, a programação será estendida às linhas das zonas oeste e leste, com prestações de serviços. “Em um momento em que se fala muito sobre convergência das mídias, a TV Trem leva comunicação em um ambiente de informação e cultura para o dia-a-dia dos consumidores”, comenta Paulo Voltolino, diretor de convergência digital da agência DPZ. O Metrô também tem a sua rede – mantida pela empresa TV Minuto. São 5.280 monitores – 48 em cada composição – instalados em três linhas.

IDÉIA QUE NASCEU NA VILA

Desde 2003, freqüentadores de bares descolados se deparam com monitores de TV com programação própria. O CineBoteco, idéia de dois proprietários de casas da Vila Madalena, se expandiu e hoje já é encontrado em cem bares paulistanos. “A Lei Cidade Limpa deu um empurrãozinho ao nosso crescimento”, admite o jornalista Eduardo Rosemback, diretor comercial da empresa. “Hoje posso dizer que dobramos de tamanho a cada ano que passa.” Em média, o estabelecimento parceiro instala dois monitores. Mas há casos extremos, como a Esquina da MPB, recém-inaugurado espaço integrado ao clássico Bar Brahma, no centro. Num dos endereços mais famosos da cidade, 16 telinhas exibem o CineBoteco.

Especialistas acreditam que essa tendência é definitiva e acompanha o desenvolvimento tecnológico. “Na verdade, mesmo sem a Cidade Limpa a mídia indoor cresceria”, afirma o publicitário Ernesto Villela, diretor da Enox Indoor, empresa que cresce 200% por ano desde 2004 e promove campanhas para marcas como Bradesco, Drogasil e Unilever.

Carros ”envelopados” se espalham pela cidade
Para publicidade em veículo, não há restrição de tamanho
Edison Veiga

Vem da ponta do lápis a alegria do empresário Fabricio Perez. Quando a Lei Cidade Limpa entrou em vigor na capital paulista, em setembro de 2006, sua empresa de adesivação de automóveis, no bairro da Saúde, fazia cerca de 45 trabalhos por mês. Hoje, são 60. De lá para cá, o número de funcionários aumentou 30% e o faturamento, 18%. “A nova legislação proibiu a adesivação publicitária, mas muitas empresas começaram a estampar o logotipo em toda a frota”, diz Perez. Sim, essa artimanha vem sendo largamente utilizada. “Para anúncios indicativos em veículos, não há restrição de tamanho”, afirma a arquiteta e urbanista Regina Monteiro, diretora da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) e coordenadora da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU).

Ou seja: qualquer estabelecimento pode estampar o nome em seus carros, em letras garrafais e cores berrantes, que isso não configura propaganda. E é nisso que se apóiam, para sobreviver, as empresas de adesivação. “O que mais tenho feito são frotas”, confirma Arthur Pellicciari Neto, dono de uma empresa do gênero. Personalizar – ou “envelopar”, como se diz – um carro não sai por menos de R$ 1,2 mil e consome de um a dois dias de trabalho.

Antes visíveis em dezenas de outdoors da cidade, desde o ano passado beldades em trajes mínimos podem ser apreciadas em um ônibus que circula levando funcionários de uma marca de lingeries. “Gastamos mais de R$ 8 mil para personalizar o veículo”, revela a diretora de Marketing da Hope, Sandra Chayo. Ela, aliás, concorda que a Lei Cidade Limpa deixou São Paulo mais bonita. “Só sinto porque nossos painéis eram um marco na cidade”, acredita.

Isso pode, segundo a CPPU. O problema é quando não se trata de um meio de transporte da empresa, mas sim está atrelado simplesmente a uma promoção ou serve só como divulgação. É o caso de uma lanchonete da cidade que desde quinta mantém um simpático fusquinha 68 – todo adesivado, claro! – circulando pelas ruas da capital. Se for flagrado, isso pode render multa de R$ 10 mil aos donos do estabelecimento.

Mas a arquiteta e urbanista Regina admite que é bem mais complicado fiscalizar veículos. “Acredito que ainda não tenha acontecido nenhuma multa. Apenas advertências”, afirma. A Secretaria Municipal das Subprefeituras não detalha se alguma das 2.705 penalidades aplicadas desde que a lei entrou em vigor puniu proprietários de carros envelopados.

Especializada em anúncios em táxis, a empresa onde o diretor de Marketing Daniel Duarte Savério trabalha perdeu 80% de seu faturamento de 2006 para cá. “Restaram as outras cidades nas quais já atuávamos”, diz. Anteriormente, um taxista embolsava de R$ 80 a R$ 150 por mês com a propaganda no carro. O preço variava conforme a área de circulação. “Os que são de pontos nos aeroportos ou próximos do Shopping Iguatemi, por exemplo, eram mais valorizados”, explica Savério. Agora, sua empresa tem desenvolvido material para ser divulgado internamente nos carros. Alguns já trazem displays com folhetos de propaganda.

NOS TRILHOS

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que chegou a envelopar vagões, aboliu de vez a propaganda exterior, para não desrespeitar a legislação. O Metrô, por sua vez, arrecadou R$ 2,3 bilhões no ano passado com anúncios em seus trens. Atualmente, 78 vagões estão envelopados. Mesmo percorrendo trechos na superfície – nos quais a propaganda pode ser vista da rua – não se trata de um desafio à legislação. “Antes de colocar qualquer publicidade, a companhia submete à aprovação da CPPU”, conta Regina.

Três empresas ainda resistem à Cidade Limpa.

Desde o fim de julho, quando o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), composto por 25 desembargadores, julgou constitucional, por unanimidade, a Lei Cidade Limpa, o governo municipal passou a retirar das ruas os misteriosos outdoors com dizeres bíblicos, cujos responsáveis nunca foram identificados.

Hoje, apenas três empresas, Multipropag Publicidade Ltda., Narada Espaço de Bem Estar Ltda. ME e Solos Comércio e Representações Ltda., ainda têm liminar contra a legislação. A peça que resistia no Viaduto Antártica, na zona oeste, com os dizeres enigmáticos “Esquerda Direita Fica Tonto Avancem!” foi removida após a empresa que a mantinha ser multada três vezes, totalizando R$ 330 mil.

Segundo a Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras, a empresa só permitiu que a fiscalização fizesse a remoção da peça após a terceira multa, de R$ 132 mil. Na Radial Leste, zona leste, três outdoors que estavam instalados na Rua Melo Freire com Serra do Japi também foram retirados. As frases nos painéis abordavam temas como catástrofes.

Na semana passada, também foi removido um outdoor que era um mistério para os motoristas que passavam pela Avenida Vicente Rao, na zona sul da cidade. Também com frases religiosas, a placa só foi removida após a empresa responsável ser multada em R$ 210 mil. Os nomes dos responsáveis pela empresa não foram identificados pela reportagem.

Fonte:  O Estado de S. Paulo – Edison Veiga e Diego Zanchetta

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Lojas desligam rádios e TVs para evitar cobrança do Ecad.

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ecad_logoSegundo reporta Miguel Arcanjo Prado, na Folha Online, virou coisa rara escutar música dentro de loja, bar ou restaurante, ou mesmo assistir a uma partida de futebol nos botecos de Jaboticabal, 344 km noroeste de São Paulo.

O motivo para o sumiço dos aparelhos de rádio e de TV dos estabelecimentos é a chegada na cidade de Maria do Carmo Chioda, a representante do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) que faz campanha ferrenha na cobrança dos direitos autorais. Segundo a Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Jaboticabal, uma loja de 44 metros quadrados, por exemplo, pagaria R$ 58,96 por mês de direitos autorais. O dono de uma loja com 70 metros quadrados teria que desembolsar um pouco mais: R$ 93,80 por mês. Já o proprietário de um estabelecimento com 90 metros quadrados teria que pagar R$ 120,60 para o Ecad.

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Empresa cria “cardápios falantes” para restaurantes.

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menu-falanteReporta Barbara Miracle, no Florida Trend, que a empresa Menus That Talk de Miami resolveu apostar em uma tecnologia voltada para idosos e pessoas com problemas visuais. O “talking menu” é um aparelho com uma tela de 10 polegadas, com botões para cada categoria: aperitivos, sanduíches, saladas, pratos principais, etc. Os botões tem letras grandes e também textos em Braille. O aparelho vem com fones de ouvido compatíveis com aparelhos auditivos.

Segundo Susan Perry, CEO da Menus That Talk, o sistema precisava ser simples o bastante para ser usado de olhos fechados. Susan teve a idéia de criar o produto após um jantar com sua sobrinha, que tem problemas visuais.

Os restaurantes interessados podem alugar 5 aparelhos por US$ 120 mensais, ou comprar o conjunto por US$ 3.500. O sistema ainda permite uma grande variedade de idiomas além do inglês: português, espanhol, francês, italiano, mandarim, japonês, alemão e russo. Outros idiomas podem ser incluídos sob encomenda. As alterações no cardápio podem ser feitas online, através de uma conexão USB. Susan diz que a empresa está desenvolvendo um sistema sem fio para atualizar o menu.

Restaurantes em Boca Raton na Flórida e San Antonio no Texas já usam o sistema, e a Disney está avaliando a adoção do menu falante. A Menus That Talk também negocia com algumas cadeias de restaurantes e com o serviço de parques nacionais dos EUA.

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O DigitalSignageBrasil.com firma parceria com o I Seminário de Mídia Indoor Digital em Salvador e sorteia inscrições.

Eventos 18 Comentarios »

O blog destaca o I Seminário de Mídia Indoor Digital que acontecerá em Salvador/BA nos dias 06 e 07 de Maio de 2009 e lança uma super novidade para os seus leitores.

Para concorrer a inscrições no evento, cadastre-se no informativo mensal (no topo do site) e em seguida envie um e-mail para contato@digitalsignagebrasil.com ou deixe um comentário no post (no final da página) respondendo a seguinte pergunta: “Por que eu mereço ganhar uma inscrição grátis no seminário de mídia indoor digital em Salvador/BA?”

As 03 (três) respostas mais criativas ganham imediatamente a inscrição no evento. A divulgação do resultado ocorrerá no dia 30/04/2009 (quinta-feira) e os ganhadores serão notificados por e-mail. Não fique fora dessa.

Sobre o Seminário:
Apesar de tantas novas mídia no mercado de out of home, algumas se destacam mais que outras. Aquelas que se utilizam da tecnologia Digital Signage, sem dúvida tem atraído muitas atenções. Mas por quê? Porque o Digital Signage possibilita distribuição, controle online e interação com o consumidor.

Falar com o seu cliente sem nenhum “atravessador”. Rastrear seus movimentos, saber quanto tempo emprega em cada atividade, enfim, conhecer suas características e necessidades mais de perto e usá-las em favor de seu produto.

Para demonstrar tudo o que há de novo nesse segmento de mercado e antecipar alguns movimentos e inovações futuras, a WiMidia – empresa dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de  tecnologias aplicadas à comunicação – criou este ciclo de palestras, tendo como principal objetivo a demonstração  dessas possibilidades.

Dados Técnicos:
I Seminário de Mídia Indoor Digital em Salvador/BA
Site: http://www.wimidia.com/seminario
Data: 06 e 07 de Maio de 2009

Local:
Centro de Convenções Ondina Apart – Salão Ibiza
Av. Oceânica, 2.400 – Ondina – Salvador – Bahia

Inscrições:
Até dia 31 de Março – R$ 700,00
01 até 30 de Abril – R$ 800,00
01 até 06 de Maio – R$ 900,00
Inscreva-se já!

Programação:

06/maio

08:30 – Café de boas vindas
09:00 – A Transição para o mercado de Mídia Indoor. (Jorge Mussolin – Jornalista / Analista de Mercado)
10:00 – Perguntas do plenário
10:30 – Coffee Break
11:00 – Panorama do mercado de Mídia Indoor. (Michel Eberhardt – Abramid)
12:00 – Perguntas do plenário
12:30 – Almoço

14:30 – As novas tecnologias aplicadas à Mídia. Cadê o limite? (Dimas Alves – Wimidia)
15:30 – Perguntas do Plenário
16:00 – Coffee Break
16:30 – Novas receitas para seu negócio. (Hélcio Vieira – HV2 Comercialização de Mídia)
17:30 – Perguntas do plenário
18:00 – Encerramento da 1ª Etapa

07/maio
08:30 – Café de boas vindas
09:00 – Mídia Aeroportuára + Mídia Digital. Um casamento perfeito. (Pedro Barbastefano – Meta 29)
10:00 – Perguntas do plenário
10:30 – Coffee Break
11:00 – Digital Signage: Intaxi e outras aplicações. Modelos de negócio. (Rafael Araújo – Wimidia)
12:00 – Perguntas do plenário
12:30 – Almoço

14:30 – Métricas: novos modelos, projeções e aplicações. (Paulo Oncken – Lowe Worldwide – Borghierhlowe – Brasil)
15:30 – Perguntas do Plenário
16:00 – Coffee Break

Maiores Informações:
Rua Cel. Arthur de Paula Ferreira, 59, Cj. 62
São Paulo – SP – Vila Nova Conceição CEP: 04511-060
Fone: (11) 3846-5588 – evento@wimidia.com.br

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