A relação do homem com as telas vem de um tempo muito distante do atual, mas mantém sua essência de servir como uma forma de conexão entre o mundo real e o conteúdo inserido dentro de um retângulo. A utilização das telas como forma de contato externo tem uma função de entretenimento ou de fonte de informação, possibilitando a ampliação do conhecimento e aumentando as relações humanas.
Essa relação resulta em experiências e geram oportunidades de se ultrapassar o mundo físico e real para, finalmente, expandir-se, inserindo-se em algo distinto do usual. É uma relação inovadora, de liberdade, de contato com o que é externo e que traz consigo possibilidades variadas.
As telas foram evoluindo e, no começo do século XXI vieram acompanhadas da evolução da internet, que possibilitou uma comunicação, compreendida como a alta capacidade de transação de dados, muito mais acelerada, móvel e individualizada.
Este fato demonstra o que Kevin Kelly – co-fundador da revista norte-america Wired – intitulou de screening, que, para ele, trata da questão da proliferação das telas. Vivemos um momento em que não há mais “apenas” a tela do cinema, da televisão, do computador ou dos dispositivos móveis, mas, sim, a distribuição de telas por todos os lugares em que haja pessoas.
Para Kelsen, autor de “unleashing the power of digital signage”, os dias de hoje oferecem uma combinação de avanços tecnológicos envolvendo telas planas com uma grande variedade de tamanhos e a um baixo custo, além de redes wi-fi e softwares controlados através da internet que possibilitam a criação da 5ª Tela – o digital signage – encontrada em todos os lugares onde a presença das outras telas é diminuída.


