As mídias digitais, resultantes de tecnologia surgida ainda nas últimas décadas do século passado, são hoje uma realidade em nossa sociedade e demonstram a alta capacidade de diversificação e usabilidade que a tecnologia oferece. Todos os campos da sociedade, incluindo o da comunicação, artes e transmissão de dados, evidenciam essa realidade quase que diariamente. A quantidade de aparelhos, gadgets, softwares, aplicativos, dentre outros, que surgem no mercado, inundam a sociedade com novas formas de armazenamento, transmissão e criação de conteúdo, ofertando maiores possibilidades de enriquecimento social.
Os campos se abrem, os profissionais e artistas experimentam novos recursos e, quando menos se espera, pronto, ali está uma nova “ferramenta” que pode mudar o dia-a-dia das pessoas. Internet, e-mail, todos os recursos do Google, Smartphones, Facebook, Twitter, tablets, dentre tantos outros, que nem consigo me lembrar.
Lembro que, há poucos anos atrás, comecei a perceber o surgimento de telas de alta resolução em locais em que antes simplesmente não existiam. Seu conteúdo era curioso. Mesclava vários tipos de informações: notícias, quiz games, animação em computação gráfica, desenhos, publicidade, trailer de filmes, etc. Cada vez mais eu percebia essa proliferação. Mas que mídia mais curiosa. Fiquei muito “antenado” para aquilo que, para mim, aos poucos, foi deixando de ser uma tendência e já assumia um perfil de realidade. E vejam o que aconteceu essa semana. O grupo Abril, por exemplo, um dos maiores no ramo de comunicação do país, terminou de comprar o restante da participação que possuía da Elemídia – grande empresa de digital signage do país – o que evidencia o crescimento desse segmento midiático. Tudo possibilitado pela tecnologia digital.


