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Mídia out of home preza pela velocidade da informação.

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Em São Paulo a mídia out of home se expandiu para os mais diversos meios de transporte público. É possível assistir às programações no trem, no metrô e nos ônibus. As matérias veiculadas nessas televisões são diversas e se assemelham na rapidez do seu contéudo.

A Tv Trem atinge os usuários da linha C da CPTM (Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos), localizada na Marginal Pinheiros. Além de reportagens e entretenimento, traz notícias em tempo real do Portal Terra, previsões da Climatempo e dados da CET (Centro de Engenharia e Tráfego).

“É um meio muito útil de se obter informação. Em um metrô lotado não tem como você ler um jornal ou revista, logo, a televisão serve para nos distrair. O tempo passa mais rápido”, diz Nilzete Francisca dos Santos, costureira e telespectadora da Tv Minuto, contratada pelo metrô de São Paulo.

A Tv Out possui cerca de 200 monitores de TV’s espalhadas pelas linhas de ônibus da SPTrans (São Paulo Transportes). O seu conteúdo traz notícias da Band News, Band Sports, Climatempo, vídeos com “pegadinhas” e as charges do site Humortadela.

Outra empresa homologada pela Sptrans é a Bus Mídia, que possui uma quantidade maior de telas, cerca de mil. A programação traz a agenda cultural, horóscopo, direitos do consumidor, gastronomia, banco de empregos, entre outros. A publicidade está inserida entre as matérias e os telespectadores prestam muito mais atenção à divulgação de produtos e serviços.

Fonte:  Monique dos Santos

Digital Signage no Japão.

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デジタルサイネージ        でじたるさいねーじ
DEJITARUSAINE-JI
(do inglês: DIGITAL SIGNAGE)
INFORMATIVO DIGITAL

Esta é uma palavra novíssima e que está sendo usado na mídia principalmente entre publicitários e propagandistas para agrupar todos os meios de informativo visual via telas digitais. Desde o placar e painel eletrônico, a placa de sinalização eletrônica, no Japão encontramos agora, além dos telões gigantes, os pôsteres digitais, quadros digitais, informativos digitais, out-doors digitais, painéis digitais. Enfim, tudo isto no jargão publicitário, trata-se do informativo digital ou sinalização digital.

Fonte: Darcy Suzuki

Bancos: Com cara de loja de varejo.

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Os bancos vão e terão certamente mudar seu ponto de contato físico com seus clientes. E esse processo não diz respeito somente ao ambiente tecnológico e integração de canais, mas também vai causar transformações no desenho e disposição da agência. As áreas existentes – terminais de auto-atendimento, baias de gerentes, tesouraria – serão mais funcionais e agradáveis aos usuários de serviços financeiros.

Isso, porém, vai acontecer lentamente. Os bancos retiraram um volume considerável de pessoas de suas agências com a oferta de serviços pelo internet banking. Mas o fluxo ainda está bem longe do desejado porque muitos não-clientes ainda freqüentam o ambiente para a realização de tarefas simples como pagar contas. Nem mesmo a segmentação mais adequada possível a partir da criação do modelo private isso foi possível. Ao menos é nisso que acredita a IBM.

A tendência é que o padrão de agências se aproxime do praticado no varejo tradicional. Os 20 minutos de espera em uma fila de banco parecem 40 e o varejo sabe fazer relacionamento e entreter os clientes melhor que as instituições financeiras. No banco o consumidor fica contando o tempo, enquanto em uma loja ele mexe em produtos, verifica preços, consegue se distrair de alguma forma.

“Alguns estudos realizados apontam que cerca de 70% das pessoas que vão ou estão em uma agência para pagar contas e a maior parte nem correntista é”, informa o executivo de desenvolvimento de negócios da IBM, Alonso Santos. “A agência vai se transformar em um verdadeiro fórum de relacionamento”, completa.

Futurologia à parte, o conceito já vem sendo praticado pelo Deutsche Bank, na Alemanha (veja foto). A instituição criou uma “loja” experimental em uma das ruas mais movimentadas de Berlim e conseguiu criar impactos bastante positivos para os clientes. O banco selou parcerias com instituições não financeiras, alterou completamente a apresentação e consegue, inclusive, levar clientes para a agência e fechar negócios aos sábados.

E isso só foi possível porque havia usuários no final de semana tomando café, crianças brincando com jogos eletrônicos e, em meio a esse ambiente, um serviço oferecido por um gerente caia bem para a situação e momento. O Deutsche Bank também dividiu as salas por temas atrelados ao cotidiano das pessoas, deixando o local muito parecido com uma sala de estar e não com uma agência bancária.

“O mix entre banco e varejo é um cenário cada vez mais possível para o futuro. As instituições financeiras precisam transformar suas pessoas de relacionamento em transacionadores e para isso é preciso equilibrar métricas, cultura e tecnologia”, diz Rafael Dan Schur, gerente do Centro de Soluções para a Indústria Financeira da América Latina da IBM.

Bancos - Digital Signage

Entre alguns dos recursos apresentados pela Big Blue ao setor financeiro estão ações com digital signage - um monitor fino, um computador cliente que recebe e publica material promocional e conteúdo remoto – permissão para que o cliente escolha, no auto-atendimento, o canal de retorno para uma solicitação, interação com a vitrine de uma agência, e diversos outros modelos de contato, mais leves. “Os bancos têm de encontrar os clientes, mas não vão conseguir fazer isso quando se apresentam como uma instituição financeira pura”, diz.

O desafio a ser ultrapassado já não pode ser sustentado. Poucos acreditavam que a segmentação no atendimento físico seria possível no mercado financeiro. Mas havia uma demanda e o sucesso do setor private comprova isso. Aqui no Brasil também vêm crescendo a estrutura de lojas financeiras, em que os clientes saem do local com um produto nas mãos – cartão e financiamento na hora. “A agência bancária tradicional está deslocada nesse momento. Se consigo fazer tudo fora dela – nos Correios, nas casas lotéricas, etc – para que ela existe. O ponto físico vai permanecer porque mostra solidez no mercado, mas terá de ser reinventado”, finaliza.
 
Fonte: Eduardo Vasques

Mídia out-of-home: Aqui, ali, em todo lugar.

Artigos, Sinalização Digital / Out-of-Home 1 Comentario »

A evolução tecnológica alcançou o público onde quer que ele esteja.
Resultado: nas ruas, meios de transporte e estabelecimentos comerciais de São Paulo, TVs de LCD pipocam notícias e publicidade 24 horas por dia.
É a chamada mídia out of home.

“A convergência de mídias se tornou realidade com o desenvolvimento de novas tecnologias e o avanço da Internet”. A frase ao lado possui 112 caracteres. Esse é o limite de toques para as notícias que pipocam em telas de LCD instaladas em estabelecimentos comerciais, transportes públicos, táxis e elevadores.

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A mídia digital out of home, termo inglês que foi adotado para essa nova modalidade de comunicação que inclui conteúdo jornalístico, de entretenimento e publicidade, está em plena ascensão no país. No primeiro semestre de 2007, essas mídias registraram crescimento de 44% em relação ao mesmo período de 2006.

Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias, trazidas dos Estados Unidos e da Europa, onde a mídia digital out of home já fatura cerca de US$ 1 bilhão em publicidade ao ano.

A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.

Dessa forma, a eficiência da mídia out of home pode ser entendida pela segmentação do público e baixa dispersão, como explica o diretor da YMidia Digital Soluntion, Daniel Farhat. Além disso, a mensagem transmitida não sofre efeito zapping (mudança de canal). “O nível de ruído e dispersão é praticamente zero”, pontua.

O publicitário Walter Longo, vice-presidente de estratégia e inovação da Y&R, declarou no “Proxxima 2008 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”, realizado em São Paulo, nos dias 11 e 12 de março, que “as mídias digitais estão quebrando paradigmas. É uma evolução que está gerando revolução”. Estudo realizado em janeiro desse ano, pela consultoria OgilvyOne, nos Estados Unidos, confirma esse impacto e prevê que até 2020, 80% das mídias serão digitais.

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(embarque / desembarque: nos aeroportos e nas plataformas de trem, as televisões entretém quem está esperando.)

A HORA É AGORA
Essa migração, no entanto, já está em curso. No último semestre de 2007, a Inbox Mídia atingiu um índice de crescimento de 100% entre os anunciantes, num mercado distante do eixo Rio–São Paulo. Localizada na capital do Pará, a Inbox já possui 190 monitores instalados em postos como o Terminal Rodoviário de Belém, os aeroportos internacionais de Belém e Manaus e em shoppings.

“Estamos em pé de igualdade com grandes empresas do cenário nacional de mídia digital”, comemora Otávio Lima, sócio-diretor da Inbox e criador do primeiro blog sobre digital signage – um outro nome da out of home, bem como outernet
– do Brasil.

Estabelecimentos como farmácias, academias, restaurantes, hospitais e hotéis também aderiram a esta forma de comunicação indoor. “Adaptamos o conteúdo dependendo do lugar onde estivermos. Nos shoppings, a programação vai ser mais fotográfica, com menos notícia sobre política e economia e mais sobre entretenimento e moda”, revela Felipe Forjaz, presidente da Elemidia, empresa que tem como braço a Elemidia Mall, que atua especificamente em shoppings.

Por essa razão, não só de notícias jornalísticas e publicidade é formada a grade de programação dessas televisões. “Customizamos a programação para o cliente, incluímos conteúdo institucional e de responsabilidade social, por exemplo. Além disso, mantemos uma equipe própria com jornalistas para filtrarem as matérias de acordo com o interesse do cliente”, diz Daniel Farhat, da YMidia, que administra mais de 400 telas.

Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.

A Elemidia começou a atuar em 2004, num ambiente inusitado até então, o elevador. Atualmente já são 2056 monitores de LCD instalados em 497 edifícios. Da região de Alphaville onde começou, chegou até Buenos Aires, passando pelas principais capitais brasileiras. Para chegar ao público, o conteúdo jornalístico do portal Terra sai de um transmissor, via banda larga, para o servidor central instalado em cada edifício, que redistribui as informações para os elevadores por cabos óticos.

Para o mercado publicitário, os números de eficiência dessa mídia são animadores. Dados registrados pelo Datafolha apontam um recall estimulado de 94%, ou seja, quando os usuários perguntados se lembram de alguma marca específica respondem positivamente. Numa análise de recorte espontâneo – sem que a marca seja citada na pesquisa – 67% registraram o anúncio.

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(mobilidade digital: tvs no ônibus, no táxi, no elevador e no metrô. Diferentes tecnologias permitem que a informação chegue aos veículos em movimento.)

DENTRO DO TÚNEL
Outro setor que agregou as vantagens da mídia digital out of home foi o de transportes públicos. Metrô, ônibus e trens adaptaram a tecnologia para transformá-la em móvel e, portanto, acessível até durante o percurso dos veículos.

Pelos 10,5km de extensão da Linha Verde do Metrô de São Paulo correm, paralelos aos trilhos, cabos de fibra ótica. São eles os responsáveis por abastecer de conteúdo os 528 televisores localizados nos 11 trens que compõem essa linha. Ao chegarem nas estações, esses cabos se conectam a um computador central que transmite via wireless o conteúdo para um receptor que está instalado nas cabines de cada composição.

A Tv Minuto, que começou a operar em maio de 2007, é a empresa responsável tanto por essa tecnologia quanto pela programação. “O conteúdo é atualizado todo dia, em tempo real, e fica no ar das 04h às 00h, o mesmo período de funcionamento do metrô”, explica Dario Gohda, diretor comercial da Tv Minuto. A partir deste mês, nas telas de LCD de 17 polegadas, além da programação normal, que inclui dicas culturais e matérias sobre cidadania, serão transmitidas notícias online, fornecidas por um provedor de Internet.

“Quando completarmos a implantação, as três linhas somarão 5280 televisores que atingirão 3 milhões de usuários por dia e um investimento inicial de R$ 18 milhões”, conta Gohda. Com toda essa oferta, os anunciantes não demoraram a chegar. Desde de maio, cerca de 40 marcas já foram veiculadas pela Tv Minuto.

NO TRÂNSITO
Segundos dados da TVO, que começou a operar em outubro de 2007 em 400 ônibus de São Paulo, um passageiro fica em média 2 horas por dia dentro desse veículo. Aproveitando o tempo disponível, a TVO, assim como as outras mídias digitais out of home, leva ao usuário conteúdo informativo, entretenimento e publicidade.

Responsável pela produção da programação da TVO, a Mixer renova o conteúdo diariamente. A grade é dividida em pequenos blocos de até 1m30s, formando uma hora de programação que se repete entre 5h e 23h. O conteúdo da TVO não possui áudio, já que, segundo Fábio Ribeiro, diretor executivo da TVO, “é impossível ter um som de qualidade num ônibus urbano”.

Para chegar até as telas de 17 polegadas, a grade é enviada online para um servidor localizado nas garagens dos veículos. Quando os ônibus chegam para serem lavados e abastecidos, o servidor reconhece aqueles que possuem o equipamento e envia, via wireless, o conteúdo do dia seguinte.

“A TVO atinge cerca de 300 mil usuários por dia e o anunciante entendeu que é uma mídia nova, muita específica”, declara Ribeiro. A carteira de clientes já conta com Pernambucanas, Nestlé, Unilever, entre outras. O investimento inicial da empresa foi de R$ 3 milhões.

A BusTV é outra empresa que opera nos ônibus da capital paulista, desde de fevereiro de 2007. Atingindo uma frota de 250 ônibus, a tecnologia utilizada para a transmissão de conteúdo é portuguesa. “Todo o dia, quando os ônibus estacionam em suas garagens, uma equipe é deslocada para lá com um cartão de memória no qual está salva a programação do dia seguinte”, esclarece Ednilton Rogério Munin, gerente de produção da BusTV. Desde março desse ano, a BusTV entrou em operação no Rio de Janeiro. Nos próximos meses, Brasília, Curitiba, Salvador e Recife receberão o serviço.

Com 20 horas diárias de programação, a TvTrem se tornou um foco de entretenimento nas esperas pelos trens, que podem chegar até 20 minutos nas Linha C das plataformas da CPTM, em São Paulo. As telas de LCD de 32 polegadas são divididas em três partes. No centro, as matérias, elaboradas pela Estação 8, produtora responsável pelo conteúdo e tecnologia da TvTrem, tratam de cidadania, curiosidades da cidade, histórias dos bairros pelos quais o trem passa. No rodapé, uma barra reproduz em tempo real notícias produzidas pelo Portal Terra. Uma guia do lado esquerdo da tela traz informações da própria CPTM e sobre o clima e o trânsito da cidade, resultado da parceria com o Climatempo e com a CET.

O modelo da mídia adotado nas plataformas dos trens tem origem coreana. A central de transmissão envia, através de banda larga, o conteúdo para um servidor localizado em cada estação de trem. De lá, um operador reenvia as informações para cada uma das quatro televisões instaladas nas plataformas. “Escolhemos estar fora do trem para atingir mais gente e produzir conteúdo com áudio”, diz Rosa Jonas, idealizadora da TvTrem.

Pensando nos executivos e empresários que se locomovem de táxi, a InTAXI lançou uma mídia digital out of home com alta tecnologia. Dotados de uma tela de nove polegadas, cem táxis recebem sinal wireless para atualização do seu conteúdo, fornecido pelo Portal UOL. A grande novidade desse sistema é a interatividade. O passageiro pode mandar uma mensagem SMS para o número que aparece no canto direito da tela optando pela editoria da qual ele quer receber as notícias. Em três segundos serão enviadas somente informações relacionadas ao tema escolhido. “Esse software é único no mundo, é patenteado por nós”, revela o sócio da InTAXI, Hélcio Vieira. Enquanto as televisões estão ligadas – isso só acontece quando tem passageiro no táxi – a central da InTAXI consegue visualizar todo o conteúdo transmitido por cada táxi. “Para os anunciantes isso é muito bom. Eles podem atingir exatamente quem eles querem”, afirma Vieira.

CHOPP E INFORMAÇÃO
Entre um chopp, uma beliscada e um batepapo, os freqüentadores de 85 bares paulistanos, localizados principalmente, na Vila Madalena, Vila Olímpia e Vila Mariana, podem conferir a programação criada pelo CineBoteco e transmitida por televisões geralmente de 42 polegadas.

O conteúdo inclui frases de boteco, notícias sobre cinema, matérias de moda fornecidas pela Érika Palomino e o material eletrônico da revista Rolling Stone. A programação fica no ar das 18h às 00h, durante os dias em que os bares ficam abertos, normalmente de 3ª a domingo. O consumidor dessa mídia, segundo Eduardo Rosemback, sócio do CineBoteco, tem entre 18 e 39 anos, com tíquete médio acima de R$ 40, ou seja, o valor gasto por cada pessoa numa noite. “É esse o perfil do bar que os anunciantes buscam. Eles querem criar uma rede com alto poder aquisitivo”. A partir desse ano, o CineBoteco começa a transmitir no Rio de Janeiro. Com essa expansão, cerca de 800 mil pessoas por mês acompanharão a programação transmitida via banda larga.

NAS ESQUINAS DE SÃO PAULO
Quando o governo municipal de São Paulo pôs em prática a Lei Cidade Limpa, em janeiro de 2007, a publicidade exterior sofreu um doloroso golpe e as companhias que atuavam no setor tiveram de procurar outros rumos. A Eletromidia, responsável pelos telões espalhados em 25 cruzamentos da cidade, teve que focar os negócios nos 15 telões instalados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Ribeirão Preto, Osasco e na região do ABC paulista.

“Com a Lei Cidade Limpa tivemos um grande prejuízo. Como alternativa estamos investindo em novos projetos de comunicação indoor”, revela o diretor de TI, Rodrigo Pio Pedroso. Para Felipe Forjaz, da Elemídia, a Lei ajudou a acelerar os negócios de mídia indoor em São Paulo. “Anunciantes migraram para a Elemidia como complemento, já que as mídias externas deixaram de existir”.

Há divergências, contudo. Para o diretor executivo da Central do Outdoor, Cláudio Pereira, esse prejuízo não motivou o crescimento das mídias out of home. “O que ocorreu foi uma proliferação de outras mídias, mas não um crescimento”. Fábio Ribeiro, da TVO, concorda: “Não estamos disputando comercialmente com a verba do outdoor ou do busdoor que existia antes”.

Com ou sem favorecimento do projeto de reurbanização da cidade de São Paulo, o que a mídia digital out of home aponta é uma consolidação da convergência de mídias e uma mudança no perfil do consumidor e da publicidade. Por um lado, os anunciantes buscando potencializar suas vendas e, por outro, um público com escolhas cada vez mais segmentadas e que passa tempo demais em filas e no trânsito.

Por Karina Padial - Revista Imprensa - Abril/2008

POPAI BRASIL mensura taxa de conversão com o uso da Sinalização Digital no Ponto-De-Venda.

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POPAI Pesquisa

O POPAI Brasil lançará em 2008 a pesquisa “DS: Incremento de vendas com a Sinalização Digital”,que apresentará números reais sobre a eficiência dessa tecnologia aplicada no ponto-de-venda. O estudo inédito no Brasil é liderado pelo Diretor do Sub-Comitê de Digital Signage do POPAI Brasil, Ronald Peach Jr., pelo diretor de Expansão do Sub-Comitê, Tom Shen, e por Avelino Querido (Bill), colaborador da mesma área da entidade.O objetivo da pesquisa é mensurar as taxas de conversão de vendas ao aplicar a tecnologia nos PDV’s. Segundo o diretor do sub-comitê, os varejistas estão muito preocupados com o retorno desse investimento. Diante dessa necessidade, o POPAI Brasil buscou o apoio da APAS – Associação Paulista de Supermercados –  que indicou a parceria com o Supermercado Sonda, para realizar a medição do estudo em três lojas de sua rede (Cidade Dutra, Jaçanã e Parque da Água Branca).

Os estabelecimentos foram selecionados por serem de grande porte, com alto fluxo de pessoas e corredores largos, critérios que possibilitam a apuração de dados quantitativos e relevantes para fazer a medição proposta. Esse estudo inovador oferecerá métricas precisas para os varejistas e fornecedores e mostrará o grau de impulsão de produtos e marcas sem o viés das datas comemorativas, ações concorrentes e falta de produtos nas gôndolas.

Para realizar esse estudo, foram instaladas, em cada loja, câmeras de vídeo que analisaram o fluxo de visitantes que trafegaram pelos corredores em um período de 30 dias. Feita essa avaliação, os coordenadores instalaram, por outros 30 dias, telas de LCD acopladas às gôndolas, na altura dos olhos dos clientes. As mensagens publicitárias que impactaram os consumidores tiveram duração de 15 segundos e continham dicas, receitas e serviços em categorias específicas como bomboniere, perfumaria, temperos, sucos e limpeza.

O estudo teve duas fases: a primeira, denominada “taxa de atratividade”, que determinou o número de consumidores que param naturalmente em um produto versus o total de consumidores que passaram por um corredor. Na segunda fase, será mensurada a “taxa de conversão”, ou seja, irá verificar qual o percentual de consumidores que compraram determinado produto e quantos comprarão, depois da colocação das telas nas categorias. Para essa medição, o supermercado fornecerá ao POPAI Brasil os tickets de venda das categorias nas duas fases do estudo.

Os equipamentos utilizados na pesquisa: hardware, software, bem como a tecnologia aplicada durante a medição e a tabulação dos resultados foram fornecidos pelas empresas associadas à entidade, entre elas Aramax, Bicca, Droid/OM, Tigris e 3M.

CONHEÇAM OS ANUNCIANTES, MARCAS E PRODUTOS QUE PARTICIPAM DA PESQUISA

 

Categoria

Marcas/Produtos

Anunciantes

1.

Bomboniere

Lacta / Bombom Sonho de Valsa

Kraft

2.

Perfumaria

Seda/ Shampoo S. O S. Ceramidas

Unilever

3.

Temperos

Maggi / Tempero e Sabor

Nestlé

4.

Sucos

Maguary/Suco pronto Caju

Kraft

5.

Limpeza

Veja/ VLP-Veja Limpeza Pesada

Reckitt Benckiser

Fonte: POPAI Brasil

Associação de Mídia Digital Out of Home surge com treze empresas fundadoras.

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Waltely Longo é o primeiro presidente da entidade.

ABDOH - Associação de Mídia Digital Out of Home

Em coletiva online realizada agora pela manhã, o publicitário Waltely Longo oficializou a criação da ABDOH (Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home), que nasce com 13 empresas fundadoras. 

Segundo a associação, a mídia digital out of home já é um mercado estimado em U$ 1,3 bilhão nos EUA. “A trajetória desse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso também no Brasil”, diz comunicado. O segmento envolve basicamente empresas que atuam em mídia exterior por meio de displays eletrônicos instalados em trens, ônibus, hospitais e consultórios médicos, bares e restaurantes, elevadores e shopping centers, por exemplo.

“O surgimento desses novos meios de comunicação que integram a categoria de mídia digital out of home é a resposta que o mercado esperava para reconquistar a atenção do consumidor, por meio da relevância que uma mensagem adquire ao ser transmitida em sincronia com o ambiente que ela se realiza”, diz Waltely Longo, primeiro presidente da ABDOH.

A entidade deverá incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, produzir e divulgar informações técnicas sobre o segmento, estabelecer normas e procedimentos éticos do setor, padronizar sistemas de controle e avaliação e ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio.

As empresas fundadoras:

• CerejaPRN (varejo)
• CineBoteco (bares e restaurantes)
• Elemídia (edifícios comerciais, hotéis, universidades, academias e lojas de conveniência)
• Elemidia Empresas (comunicação corporativa)
• Elemidia Mall (shopping centers)
• Indoormidia (aeroportos e Shopping Iguatemi, em SP)
• Speed Cast (varejo)
• Strat Digital Signage (varejo)
• Subway Link (supermercados e varejistas)
• TV Minuto (Metrô SP)
• TV Mulher & Mãe (consultórios e maternidades)
• TvTrem (trens metropolitanos – CPTM)
• TVO (ônibus)

O organograma:

• Presidente: Waltely Longo (TV Mulher & Mãe)
• VP Administrativo, Financeiro e Assuntos Jurídicos: Luiz Roberto Valente (TvTrem)
• VP Normas Éticas e Relações com Associados: Alfredo dos Santos (Subway Link)
• VP Marketing e Relações com o Mercado: Eduardo Aidar (TVO)
• VP Desenvolvimento e Inovações Tecnológicas: Eduardo Alvarenga (Elemidia Mall)
• VP Pesquisa e Sistemas de Controle: Flávio Polay (Elemidia)

Conselho de Administração
Ângelo de Sá Jr (Indoormedia)
Eduardo Rosemback (CineBoteco)
Felipe Forjaz (Elemidia Empresas)
Flávia Sampaio (CerejaPRN)

Conselho Fiscal
Daniel Simões (TV Minuto)
Pedro Gonzalez (Speed Cast)
Nelson Acar (Strat Digital Signage)

Núcleo Estratégico e Operacional
Ubiratan Macedo (Bira Business & Marketing)
Geraldo Leite (Singular Arquitetura de Mídia)

A sede fica na rua Professor Carlos de Carvalho, 164, cj 21, no Itaim Bibi, em São Paulo. Telefone (11) 5511-3078-8311. Ali também funciona a Singular Arquitetura de Mídia, de Geraldo Leite. O site da Associação é http://www.abdoh.com.br/index-4.html

Fonte: Cidade Biz

Waltely Longo cria Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home.

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Surge oficialmente nesta terça-feira (10/06), em coletiva online, a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), formada por empresas que atuam em um segmento específico de mídia exterior, como os monitores que se proliferam em elevadores, metrô, trens metropolitanos, ônibus, maternidades e outros locais.

A idéia é fazer um mapeamento sistemático das empresas que atuam na área, os resultados, faturamento, receitas etc.

A coletiva online, marcada para as 10h, será conduzida por Waltely Longo, presidente da associação. Ao menos inicialmente, a nova entidade ficará sediada na Singular.

Fonte: Zeca Castellar

Cuidados ao implantar uma rede Digital Signage.

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1) Conteúdo, a chave do sucesso!
Se o conteúdo não for relevante ou apropriado para o público, sua rede falhará, não importando quão boa seja a tecnologia empregada. Faça-o vibrante e será praticamente impossível o seu espectador não olhar para ele.

2) Funcionário.
Embora não seja o seu público-alvo, os funcionários das lojas são a sua audiência permanente, então, se eles não gostarem de seu canal de comunicação, seus dias podem estar contados. O áudio repetitivo é geralmente o maior culpado.

3) Localização.
Se as telas estiverem em um local onde as pessoas não as notem, fato - seu projeto falhou.

4) Sua rede permitirá facilmente realizar pequenas atualizações?
Outro fator determinante é a habilidade de facilmente enviar a informação certa para o público certo na hora certa. Se você só consegue atualizações mensais (DVDs), você está realmente deixando o barco passar… Se você não pode facilmente trocar o preço de um produto através da sua rede em 15 minutos ou menos, reflita… Por que isso demora tanto? - quanto isso custaria para você?

5) Tarifação
Se você não puder provar que os seus anúncios estão sendo exibidos, você não estará pronto para ganhar dinheiro com publicidade em sua rede.

6) Não confie em distribuição manual de material.
Humanos são humanos, comentem erros fora do planejado. Use sua rede para remotamente atualizar suas lojas, e não faça simplesmente uma distribuição do conteúdo dos DVDs ou terá sérios problemas com o seu departamento de TI.

7) Conteúdo orientado para os funcionários é uma poderosa ferramenta de vendas.
Enquanto muitas pessoas focam primeiramente no que as telas exibirão para os clientes, usar sua rede para comunicação e treinamento de seus funcionários criará um forte entendimento de sua marca e de como as vendas devem ser realizadas.

8) Publicidade segmentada, uma grande oportunidade.
Mais e mais os comerciais de TV são “zapeados” todos os dias. As agências e os anunciantes estão desesperados por encontrar um novo local para promover produtos e serviços. Você tem as marcas nas lojas da sua rede. “Alavanque isso”, traga-os para patrocinarem ou veicularem promoções especiais direcionadas para um público certo em sua rede.

9) Não reme contra a Indústria de PCs.
Use equipamentos padrões de mercado. Tocadores proprietários de MPEG não possuem a mesma relação custo/performance que a média dos PCs de baixo custo.

10)  Sua rede permite expansão?
Qualquer um pode implantar um piloto. Força bruta e ignorância podem facilmente fazer isso. Você sentirá vontade de dizer “sim”, mas diga “não” para estas soluções! Escolha uma arquitetura que seja suficientemente flexível para crescer conforme suas necessidades, sem que para isso você tenha que substituir todo o hardware implantando.

Fonte: Grupo Strat Jbtec

Benefícios ao implantar a rede de Digital Signage.

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BroadSign

São inúmeros os benefícios proporcionados pelos esforços de Digital Signage. Da sua natureza flexível, que alcança mídias de massa e segmentada, ao moderno sistema operacional - de custo ínfimo - a sinalização digital é comprovadamente geradora de receita e eliminadora de custos. Estes atributos são válidos tanto para organizações comerciais quanto para estabelecimentos voltados a serviços, a entretenimento e às organizações sem fins lucrativos. Seja você empresário nosso parceiro na rede, seja anunciante, os benefícios advindos do seu uso são relevantes e mensuráveis

Flexibilidade

Não há situações excludentes para a utilização de Digital Signage, que pode ser aplicada com êxito tanto em mídias altamente segmentadas, como lojas, cinemas, shopping centers, teatros, laboratórios etc…quanto em mídias massificadas, de baixa segmentação, tais como metrôs e rodoviárias. De acordo com o perfil desejado, os planos de mídia podem ser micro-segmentados estudando-se as regiões da cidade que mais necessitam atenção nas veiculações (temos acesso a informações geo-referenciadas de perfil, hábitos de consumo e estilos de vida, subdivididas por setores censitários, das populações das 100 maiores cidades brasileiras). Podemos assim, casar os interesses dos estabelecimentos com aqueles dos anunciantes, organizando planos de veiculação detalhados por dias da semana, horários, imagem e “branding” das lojas, localizações dos displays e adequação geográfica dos estabelecimentos.

Precisão na hora do aparecimento das mensagens dentro dos estabelecimentos.

Para os varejistas, os investimentos são melhor direcionados porque Digital Signage resolve alguns dos problemas de implantação dos programas de Gerenciamento de Categorias. Isto ocorre porque a tecnologia permite, no ponto de venda, o cruzamento de veiculações de produtos de categorias complementares (como por exemplo, vinho/e queijos, massas e molhos, vinhos e massas, ternos,gravatas e camisas sociais, louças finas e talheres com design etc..), facilitando a escolha do consumidor e o aumento das vendas e do ticket médio do estabelecimento. Consulte os especialistas da STRAT para utilizar Digital Signage também na organização de suas gôndolas e prateleiras de acordo com as árvores de decisão dos consumidores em cada categoria de produto.

Atualização rápida

Com comandos via web, o sistema de sinalização digital é simples e eficiente, possibilitando a atualização remota e instantânea das mensagens e programações e até a integração com o controle de estoques do varejistas. A eliminação dos papéis e cartazes reduz muito a poluição visual dos estabelecimentos e os danos de imagem provenientes da exibição de materiais defasados, sem contar as dramáticas reduções de custos decorrentes da tecnologia.

Mensuração

Totalmente informatizada, a sinalização digital permite a emissão automática de relatórios on-line, pesquisas de mercado, modelagem e mensuração de seus efeitos com grande rapidez e precisão. Computadorizada, essa verificação instantânea tem custo ínfimo quando comparada com outros tipos tradicionais de medição de eficácia de esforços no ponto de venda.

Controle de veiculação

No momento em que as mensagens são veiculadas já há o registro em nossos computadores da informação desta veiculação possibilitando o controle e o checking automático das inserções permitindo seu acompanhamento quase instantâneo por anunciantes e respectivas agências de publicidade.

Mais receita

A sinalização digital é instrumento gerador de receitas significativas para varejistas e anunciantes. Os primeiros têm duplo benefício, já que desfrutam do aumento do ticket médio de suas vendas, além da repartição da receita de publicidade no ponto de venda.

Integração com outras mídias

O Digital Signage não é mídia isolada. Seu sistema funcional permite a integração com outras mídias geo-segmentadas como o cinema digital, shopping centers e principalmente com seus esforços de Internet.

Por Nelson Acar

Pesquisa revela resultados da mídia CerejaPRN.

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CarrefourA CerejaPRN, uma joint-venture entre a Cereja Digital, a maior empresa de mídia digital no ponto-de-venda do país, e a Premier Retail Networks (PRN), uma subsidiária da Thomson S.A., líder mundial de redes de mídia digital de varejo, anunciam hoje os resultados da primeira pesquisa para a Rede de Mídia de Varejo do Carrefour, que estará presente em mais de 100 lojas da cadeia de hipermercados no Brasil até o início de 2008.

A CerejaPRN encomendou uma pesquisa exclusiva a Ipsos Marplan com o objetivo de avaliar o desenvolvimento da nova plataforma de mídia e compreender o comportamento do público na loja em relação a esta nova mídia. A rede interna de mídia possui três canais - storewide, checkout e video wall - e é equipada com telas planas, estrategicamente dispostas pelas lojas Carrefour, que transmitem um conteúdo customizado, que mescla informações, entretenimento e publicidade.

Os resultados do estudo da Pesquisa de Mídia, realizada nos últimos meses, na cidade de São Paulo, em 5 Lojas Hipermercado Carrefour, indicam que a percepção da nova mídia digital, conforme projetada pela CerejaPRN, foi excelente. Para 85% dos entrevistados “a mídia condiz com a rede Carrefour”, e 86% concordam que “a loja parece mais inovadora e sofisticada comparada com outros hipermercados que conhecem”. Através da plataforma de mídia da CerejaPRN, os entrevistados puderam observar a preocupação da loja em aperfeiçoar-se e trazer informações sobre os produtos oferecidos. Dentre o Recall de conteúdo, 70% declaram gostar do conteúdo e 82% acham a nova mídia atraente.

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