Feedback Form
Feedback Analytics
 
Informativo Mensal: Nome:       E-mail:   [ Informativos Anteriores ]
JbTec

Iniciativas de convergência devem colocar o usuário no centro.

Artigos Nenhum Comentario »

Se levar conteúdo a diversas plataformas já é uma atitude entendida como necessidade e praticada por todos os grupos de mídia, as iniciativas bem sucedidas serão aquelas que colocarem o usuário no centro. “O usuário está no centro porque ele é quem cria intimidade. Pensar no usuário garante retorno em audiência e publicidade“, observa Pedro Rolla, diretor de mídia do Terra para a América Latina. O executivo participou na manhã desta quinta-feira, 17/06/2010, de um painel sobre convergência de mídia no 11° Forum Brasil – Mercado Internacional de Televisão, evento que a Converge Comunicações promoveu em São Paulo.

A gente sabe que a TV aberta está mudando. Temos considerado como atingir o usuário em toda parte“, explica Luiz Gleiser, diretor de núcleo da TV Globo. Ele mostrou exemplos de como a emissora tem feito isso na Internet, com episódios produzidos especificamente para a web de “Malhação” e de conteúdo estendido da novela “Passione”, com monólogos gravados pelos atores para a plataforma online. A Globo também tem procurado ampliar a presença de seus conteúdos na mídia digital “out of home”. Em São Paulo são 400 ônibus que transmitem conteúdo editado da TV Globo, por meio de uma parceria com a empresa Bus Mídia. Em breve, a emissora levará seu conteúdo também ao transporte público do Rio de Janeiro e de outras capitais.

Nesta tentativa de chegar ao usuário, a distribuidora mexicana Comarex também prepara o lançamento de um portal com conteúdo da TV Azteca para mexicanos que não vivem no país. O modelo de negócios será a assinatura.

A convergência de mídias também gera oportunidades para a produção independente. A BeActive produziu “Castigo Final”, projeto transmídia para o canal Oi, que tinha como produto principal a televisão. O formato já despertou o interesse de dois países. Hoje, a produtora está aberta ao desenvolvimento de conteúdo para marcas e negocia dois projetos com a MTV, segundo o diretor Aleksander Farias.

Fonte: Ana Carolina Barbosa

  • Share/Bookmark

A nova mídia que chegou para ficar.

Artigos 2 Comentarios »

Estamos em trânsito o tempo inteiro, correndo, indo de um lugar para o outro. As pessoas saem cedo pela manhã para estudar, trabalhar, fazer compras, se divertir, exercitar, comer, tomar café e só voltam aos seus lares, muitas vezes, tarde da noite.

Além disso, nas grandes metrópoles, a alta concentração de pessoas criou uma série de ambientes da chamada “espera forçada”, ou seja, filas, espaços destinados a transportes públicos, lojas, supermercados, consultórios, restaurantes, elevadores etc. Cenário adequado para a criação, portanto, da “mídia digital out of home”. A tradução literal já diz tudo: uma mídia digital fora de casa.

Criada nos Estados Unidos com a sigla MDOOH, instala e posiciona estrategicamente telas de LCD de diversos formatos e tamanhos nos mais variados ambientes. Um jeito encontrado por muitas empresas para entreter e informar este público que, de certa forma, fica à toa e vê-se obrigado a permanecer nestes locais por um determinado período de tempo.

Com o advento da banda larga e o barateamento dos monitores, rapidamente grandes redes foram instaladas e cresceu a demanda por conteúdo de qualidade e em tempo real. Como qualquer veículo de comunicação, iniciou-se a procura por espaços publicitários e, em pouco tempo, o novo segmento de mídia se consolidou nos Estados Unidos.

Segundo dados da OVAB (Out of Home Advertising Bureau), este segmento com 13 anos de existência já fatura cerca de US$ 3,4 bilhões por ano. Cresceu mais de 20% ao ano nos últimos sete anos e espera ultrapassar US$ 6 bilhões anuais em 2012. Os maiores conglomerados de mídia perceberam o crescimento deste mercado e se associaram aos primeiros players.

A Thomson Reuters está presente em mais de 7 mil pontos-de-venda nos EUA e Canadá; a CBS Outernet, com 1,5 mil lojas, impacta mais de 72 milhões de consumidores por mês; a NBC Everywhere mantém mais de 8 mil telas em táxis, academias, escolas e supermercados; e a PRN, com base instalada em 6,8 mil lojas, mantém 210 mil telas dentro de redes como Wal-Mart, Best Buy, SAMS CLUB e ACME, atingindo mais de 290 milhões de consumidores por mês.

Na Europa o movimento foi similar, apesar de mais recente. Londres, Barcelona, Madri, Bucareste, Istambul e Lisboa já instalaram telas em metrôs, shopping centers e lojas de departamentos. Como não poderia deixar de acontecer quando o assunto é tecnologia, a Ásia também tem seus grandes representantes. A chinesa Focus Media é a maior empresa de mídia digital out of home do mundo, com mais de 260 mil telas instaladas em 90 cidades espalhadas pelo país. O Metrô de Pequim já utiliza telas de LED e projeção nas portas e janelas durante os trajetos subterrâneos.

No Brasil, a MDOOH chegou há aproximadamente seis anos e amadureceu rapidamente. Segundo a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), a estimativa é que já são mais de 50 mil telas instaladas e operadas profissionalmente, sejam por empresas associadas ou não. Segundo a Ipsos Marplan, que incluiu a mídia digital out of home em sua base a partir de 2009, 67% da população da Grande São Paulo afirma ter sido impactada por alguma “televisão fora de casa” nos últimos 30 dias.

Ônibus, supermercados e o metrô lideram o ranking de afinidade, com cerca de 30% de penetração. Já o Projeto Inter-Meios mostra que o investimento em mídia na MDOOH é, disparado, o que mais cresce, mantendo índices superiores a 50% ao ano. Tanto que o segmento já passa a ser analisado separadamente, tendo ultrapassado, em volume absoluto de investimento em publicidade, alguns meios tradicionais como o cinema.

Essa nova mídia já ganhou a confiança e a audiência cativa dos usuários, está presente em todos os lugares, tem a tecnologia ao seu lado e, o mais importante: vem conquistando os anunciantes e o mercado publicitário. Por se tratar de um segmento novo, muitos ainda buscam formas de mensurar o retorno do investimento. Há vários cases de sucesso. Um deles é a campanha de crédito imobiliário e automotivo realizada por um dos maiores bancos privados do país no Metrô de São Paulo.

Em menos de um mês de veiculação, a instituição financeira recebeu mais de 30 mil mensagens de texto de pessoas interessadas no crédito para a compra da tão sonhada casa própria. Além de mostrar o poder da mídia e o nível de penetração, consolidou a qualificação do público, que busca bens duráveis de alto valor agregado.

As diversas possibilidades de utilização destes veículos, ora usados como mídia de massa, ora como mídia segmentada, vem ganhando força na sustentação de campanhas institucionais, na venda de produtos, na ativação dos pontos-de-venda, na convergência com outras mídias e plataformas como celular, redes sociais e internet, nas promoções com conteúdo colaborativo, entre outras. Por isso tudo, e pelas inúmeras possibilidades que ainda estão por vir dentro deste segmento tão novo, asseguro com tranquilidade que esta nova mídia chegou para ficar.

Por Cris Moreira , diretor geral da Band Outernet.

  • Share/Bookmark

Digital out-of-home é a mídia que mais cresce no Brasil, diz Inter-Meios.

Artigos 4 Comentarios »

Atingir o seu público-alvo em momentos de descontração, atividades diárias ou mesmo de espera inevitável, aliando informação e entretenimento. Esta é a principal característica da mídia digital out-of-home, que apresentou no primeiro trimestre de 2010 o crescimento surpreendente de 74,84% em comparação ao ano anterior. A mídia foi a que mais cresceu, nesse período, no país. É o que diz o Projeto Inter-Meios, uma iniciativa do jornal Meio & Mensagem, em parceria com os principais veículos de comunicação do Brasil, que tem como objetivo levantar o volume de investimento publicitário em mídia nacional.

Nos três primeiros meses do ano, o digital out-of-home acumulou aproximadamente R$30 milhões, o que representa 17,09% de participação no mercado de mídias exteriores no país. Atualmente, o segmento é a segunda categoria de mídia exterior com mais investimentos, estando atrás apenas do outdoor, que obteve participação acumulada no primeiro trimestre de 56,14%. “Estamos muito felizes com os resultados desta mídia e acreditamos que a tendência é que esse crescimento continue de forma progressiva”, afirma Leonardo Chebly, Diretor Executivo da JCHEBLY.

Em 2003, a empresa lançou a TV Aeroporto nos principais terminais da região sudeste e atualmente conta com mais de 1000 liquid crystal displays (LCD) em suas diversas redes digitais no Brasil e exterior. As redes estão presentes em espaços que vão desde o segmento de lazer e compras, incluindo restaurantes, bares, espaços culturais e shoppings, a prestadores de serviço, como postos de abastecimento, drogarias e academias. “Nos últimos sete anos o setor só cresceu em importância dentro da empresa, representando hoje 30% do faturamento anual. A expectativa é que, em 2010, os negócios ligados ao segmento correspondam a 40% do total faturado pela empresa”, garante Leonardo.

  • Share/Bookmark

Boas Práticas de Mídia Digital OOH.

Artigos 2 Comentarios »

O grande lance de Mídia Digital OOH em hipermercados é gerar vendas e conectar seus clientes a sua marca.

Conteúdo é rei: não é um slogan, isto é fato. Você pode investir nas melhores tecnologias em hardware e software, mas se você não difundir um conteúdo profissional que contribua para Mídia digital OOH, não veicule, pois este não será assistido ou será assistido de forma ineficaz. Note que a rede de OOH não é simplesmente uma rede de TV onde anúncios são veiculados, mas uma experiência do usuário. Não importa de qual forma  o sinal é transmitido e em qual tela o spot é veiculado, o mais importante é se o consumidor vê e lembra do spot.

Mesclar propaganda e informação: use o sistema não somente para vender. Este mix agrega valor quando dentro do conteúdo, como notícias, informação do tempo e etc.

Engaje: aumente o tempo de atenção em que o cliente assiste a tela engajando-o com questões, quizz, humor e coisas do tipo.

Estética na arquitetura: preste atenção, a tela deve se integrar naturalmente ao ambiente. A tela deve ser percebida como parte de um conceito de marketing e design geral.

Mantenha os olhos em contato: tenha certeza que as telas estão posicionadas dentro do raio de visão. A maioria dos consumidores segue um padrão quando entra na loja, e este padrão deve ser seguindo na localização das telas.

Guie os consumidores: uma rede de OOH eficiente guia os consumidores para onde eles precisam ir.

Seja socialmente responsável: administre a rede de forma consciente, desligando as telas quando não utilizadas, reduzindo o brilho quando possível, isto irá trazer benefícios diretos tanto como o aumento de vida da tela como na redução do consumo de energia.

Ronni Guggenhein CEO da Minicom Digital Signage, empresa com 250.000 telas em todo o mundo, pioneira na indústria de digital signage.

  • Share/Bookmark

Mídia para os pequenos.

Artigos 4 Comentarios »

Ao entrar na panificadora, num supermercado, numa loja, o consumidor certamente já viu telas de LCD rodando vídeos ou informações em tempo real, contendo fotos de produtos ali comercializados, dicas de beleza, de saúde etc. Alguns estabelecimentos apenas  expõem os conteúdos, outros utilizam recursos sofisticados, com displays digitais interativos que ampliam  a experiência do cliente no ponto de venda.

São exemplos de sinalização digital (Digital Signage – DS) que tomaram conta do varejo no mundo e também no Brasil nos últimos anos, graças à popularização do hardware (telas planas e players), dos softwares e à eficácia desse tipo de mídia no mercado varejista, com mensagens publicitárias que visam a impulsionar a comercialização.

Em São Paulo, com a lei da Cidade Limpa e o veto aos outdoors e à publicidade nas fachadas dos estabelecimentos e prédios, a sinalização digital (DS) indoor ganhou força. Hoje, vemos  videowalls, projetores, displays de vários tamanhos montados no interior das lojas, farmácias, padarias, supermercados, academias, aeroportos e restaurantes. Algumas telas de LCD são pequenas e montadas em gôndolas, prateleiras, check-outs e em displays promocionais. Segundo um estudo sobre o comportamento do consumidor feito pelo instituto especializado Point of Purchase Advertising Institute (Popai), atuando em mais de 40 países, o índice de decisão de compras no ponto-de-venda no Brasil é um dos mais altos do mundo: 85%. Seguido da Holanda (80%), França (76%), Grã-Bretanha (75%), Estados Unidos (72%) e Austrália (70%).

Segundo pesquisa da Inter-Meios, no primeiro semestre deste ano, a DS nos vários formatos – displays, totens, telas de LCD, monitores gigantes e seus conteúdos dirigidos –, teve crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado, só perdendo para a web (que cresceu 22%). Dados publicados pela Arbitron, empresa que pesquisa o varejo norte-americano, indica que 155 milhões de pessoas acima de 18 anos tiveram contato com algum tipo de vídeo digital fora de casa, nos últimos 30 dias. “No Brasil, é razoável assumir que já existam mais de 10 mil telas espalhadas em todos os tipos de varejo“, diz Ronald Peach, diretor operacional do comitê de sinalização digital do Popai Brasil. “A sinalização digital é útil no lançamento de coleções de tênis, sapatos e roupas, por exemplo, e sugere formas de consumo auxiliando o cliente no uso correto dos produtos“. São informações focadas e dirigidas para aquele tipo de público que frequenta o estabelecimento e que compra por impulso.

Peach, que também preside o grupo Ourform Droid, dedicado a soluções de digital signage, lembra uma experiência feita no Carrefour, no período de cinco meses. Foram instaladas 130 telas em 10 lojas da rede, e em cada monitor havia um tipo de produto sendo anunciado. As vendas do creme dental da marca cresceram, no período, 265%; o cosmético vendeu 235% a mais; e o refrigerante, 39%, só para citar três exemplos.

Podemos anunciar desodorantes em academias, dar dicas de beleza numa farmácia, vender determinada marca de café na panificadora, pois o impacto será muito maior“, diz  Ettore Casoria, diretor da Mídia Bay, uma das líderes na comercialização de espaços publicitários na mídia digital. Mais de 700 estabelecimentos em São Paulo mantêm displays indoors (não estão contabilizados os anúncios em telas externas). Casoria calcula que cerca de 20 milhões de pessoas sejam impactadas mensalmente em São Paulo.

E para quem pensa que esse tipo de investimento é caríssimo, pode se surpreender. Os preços dos monitores e outros tipos de hardware vêm caindo e cabe ao varejista contratar os serviços de gestão do conteúdo e das inserções dirigidas. Eduardo Gouveia, diretor-comercial da Mídia Bay, calcula que uma empresa gastará cerca de R$ 600 mensais para quase 10 mil inserções de 15 segundos, por 30 dias, na divulgação de seu produto em monitores colocados em mercados, panificadoras, academias. Já o comerciante que instalar essas telas de LCD em seu estabelecimento apenas para trade marketing (divulgar as marcas) recebe um percentual sobre as vendas no final do mês.

Fonte: Diário do Comércio

  • Share/Bookmark

Fim da crise: hora de retomar os investimentos em comunicação.

Artigos Nenhum Comentario »

Cenário favorável proporciona novos investimentos.

A atmosfera favorável para a retomada dos investimentos torna possível o crescimento das apostas em comunicação e marketing. Este investimento, que pode ser para colher frutos imediatos ou para ver resultados a longo prazo, deve ser a peça chave para a consolidação das empresas nos tempos do final da última crise econômica, que atingiu o mundo todo no ano passado.

De acordo com matéria publicada por Celso Tomé Rosa no portal Administradores.com.br, o surgimento da nova economia, junto com a crise, fez com que muitos departamentos de marketing repensassem suas estratégias de marketing. E essa combinação, segundo Rosa, é uma estratégia com tecnologia unida à comunicação.

O diretor do Grupo GM7, Giovanni Maddaloni reconhece o esforço das empresas para retomar os investimentos em comunicação pelo desempenho do grupo de mídia digital out-of-home de Campinas. “Vemos que, a saída da crise para um país como o Brasil, próspero e com grandes condições de crescimento, criou o cenário perfeito para os empresários voltarem a acreditar no marketing. E sentimos isso na confiança dos nossos clientes ao investir em mídia digital out-of-home e soluções internas de comunicação digital signage corporativo” afirma.

O Grupo GM7 está em fase de ampliação de pontos de mídia e de clientes corporativos. Hoje a empresa conta com a audiência segmentada de 1 milhão de pessoas em diferentes pontos de mídia dispostos nas cidades mais importantes do país, os quais são dos mais diversos gêneros de atuação comercial (Academias, Institutos de Beleza, Cafés e Confeitarias, Bares e Restaurantes, Clínicas, Padarias e Edifícios Comerciais) e  de marcas de alto impacto no mundo corporativo (Cia Athletica, Ofner, Cristallo, Seo Rosa, entre outros).

  • Share/Bookmark

TV, Rádio e internet puxam expansão de 3,96% no mercado publicitário.

Artigos Nenhum Comentario »

As mídias eletrônicas – TV, Rádio, internet – foram as principais responsáveis pelo crescimento dos faturamento do mercado publicitário no ano passado, de acordo com o levantamento do Projeto Inter-Meios, realizado pelo Grupo M&M em conjunto com a consultoria PricewaterhouseCoopers. No total, a mídia brasileira faturou em 2009 3,96% a mais com publicidade em 2009, totalizando R$ 22,272 bilhões. Considerada a variação do IGP-M, o aumento foi de 2,2%.

O levantamento não considera eventuais descontos concedidos aos anunciantes. Internet, TVs aberta e paga e Rádio tiveram bom crescimento. O faturamento da TV aberta – que ampliou sua participação no total dos investimentos publicitários chegando a 60,9% de participação – cresceu 7,65% chegando a R$ 13,5 bilhões. A TV aberta é o veículo que responde pela maior fatia do bolo publicitário. A internet, que tem 4,27%, registrou crescimento de 25,2%. O Rádio, com participação de 4,43%, cresceu 9,35%.

O canal mídia exterior também apresentou bom desempenho, com alta de 12,30%. O meio responde por 2,96% do total do mercado. Seu maior destaque foi o setor chamado de “mídia digital out of home”, que são aqueles monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes ou até em elevadores ou ônibus, transmitindo programação segmentada. O faturamento desse tipo de negócio cresceu de R$ 60,9 milhões em 2008 para R$ 94,1 milhões no ano passado, registrando evolução de 54%.

Jornais e revistas, entretanto, tiveram queda no faturamento, de 8,11 e 6,18% respectivamente.

Com a crise, as empresas cortaram campanhas mais caras ou institucionais, que são o perfil da publicidade em meios impressos. Prefeririam dar foco às campanhas mais baratas e de efeito imediato. Por isso, as mídias eletrônicas levaram vantagem no ano que passou. O projeto ainda não divulgou números referentes a 2010.

Fonte: Valor Econômico

  • Share/Bookmark

As aplicações e formas de Mídia Digital.

Artigos 1 Comentario »

A cada dia que passa a comunicação fica mais digital… Esta é a constatação que temos quando olhamos ao nosso redor e encontramos informações nos mais diversos locais e das mais diversas formas.

A forma que mais cresce atualmente é a Midia Digital, nome desta nova modalidade de comunicação que veio para ficar e se proliferar rapidamente como alternativa aos outdoors que poluíam as grandes cidades. Esta tecnologia está sendo utilizada para atingir os consumidores quando estes estão fora de seus domicílios. Ela também pode ser chamada de Midia Digital, Midia OOH (Out Of Home), Sinalização Digital, Merchandising Eletrônico, Midia Eletrônica, Digital Signage, etc.

Basicamente todos os sistemas de Midia Digital precisam de uma tela (monitor de LCD/Plasma ou de telas de projeção, que podem ser de vários tamanhos) de um Player ou CPU e dos conteúdos informativos e publicitários.

As aplicações mais comuns consistem em telas informativas, onde os conteúdos são exibidos em looping e podem trazer também informações de utilidade pública como previsão do tempo, cotações, notícias, dicas de lazer, esporte e cultura, entre outros temas.

Os consumidores já conseguem perceber as aplicações de Midia Digital em inúmeros locais como, por exemplo, nas Academias de Ginástica, Padarias, Farmácias, Consultórios, Lojas de Conveniência, Lojas de Materiais de Construção, Cafeterias, Lanchonetes, Restaurantes, Consultórios, Pet Shops, Shopping Centers, Ônibus, Taxis, Elevadores e TVs Corporativas.

A eficiência desta ferramenta de marketing ainda é alvo de estudos que estão sendo realizados em todo o mundo. Já foram divulgadas várias pesquisas que apontam para crescimento de vendas de até 230% em algumas categorias.

O fator marcante é a “construção de marcas” que também pode ser agilizada com a utilização do Digital Signage, quando os shoppers são expostos aos impactos proporcionados pelas telas, dentro ou fora dos pontos-de-venda. Como normalmente os conteúdos obedecem a uma grade de programação que fica em looping – que varia de acordo com cada tipo de rede de Midia Digital -, as chances de um shopper ser impactado várias vezes pela mesma marca ou produto é muito grande, contribuindo de forma irrefutável para marcar presença no share of mind dos shoppers.

Essas novas tecnologias também agregam o aspecto ecológico e de sustentabilidade, pois substituem os antigos Cartazes, Outdoors e Banners de PDV, que eram feitos com papel e plástico, e que, após a utilização, eram literalmente descartados.

Nesta nova era de Comunicação Digital, além da rapidez de substituição das mensagens, economiza-se tempo e dinheiro, pois tudo é feito de forma virtual, com direito a movimento das imagens, efeitos digitais e som, quando necessário.

E em função das imagens serem dinâmicas (com movimento) e com brilho, são facilmente percebidas pelo sentido da visão dos consumidores que acabam passando mais tempo em frente à tela, prestando atenção no conteúdo. Mas para que a atenção dos consumidores seja arrebata, esse conteúdo deve ser de alta qualidade, observando também o tamanho das letras, tempo de leitura, contraste de cores e relevância para o público-alvo. Outro fator importante para o sucesso da Midia Digital é o posicionamento. As telas devem ser instaladas sempre em locais de grande visibilidade e de preferência na altura dos olhos dos consumidores.

A Midia Digital vai ser cada vez mais importante para todos, pois ela sempre trará muitas informações úteis, conhecimento, entretenimento e cultura e, certamente, fará parte do cotidiano desta e das próximas gerações.

Por Avelino Querido, Diretor Comercial da Droidigital Mídia

  • Share/Bookmark

Crescimento das redes DOOH aliado a redução do Custo Total de Propriedade (TCO).

Artigos 4 Comentarios »

Temos experimentado um momento bastante positivo na história de nosso país. Existe um clima de otimismo instalado, gerado por descobertas de reservas de petróleo dentro de nossas divisas marítimas, a realização de eventos esportivos como Copa do Mundo de futebol em 2014 e Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. Todo esse movimento aliado à crescente demanda sem fronteiras por influenciar a decisão de compra do público cria um ambiente propício aos investimentos em expansão e criação de novas redes DOOH.

Mas como manter em níveis aceitáveis o custo total de propriedade considerando um aumento razoável do número de players instalados em uma rede DOOH?

Intel® Active Management Technology (IAMT)

Imagine que um dos players de sua rede pare de funcionar por um problema no sistema operacional da máquina. Normalmente o operador do sistema abre um chamado de manutenção, encaminhando um técnico ao local para realizar o diagnóstico e possível manutenção local. Fica claro que este processo gera ônus para a operação e manutenção da rede, não mencionando do tempo que a tela fica sem veicular as inserções de media contratadas durante o “downtime”.

Agora imagine que o seu player tenha o mesmo problema no sistema operacional, porém utilizando a tecnologia Intel® IAMT (Intel® Active Management Technology). Ao detectar o problema via software de gestão de rede, o operador do sistema poderá remotamente:

  • Desligar e ligar o player (on/off)
  • Restaurar as informações a partir de uma imagem (recovery)
  • Alterar as configurações da BIOS do player
  • Realizar o inventário de HW e SW do player, dentre outras funções que permitem reduzir o custo operacional da rede

E tudo isso sem a necessidade de deslocamento de uma equipe técnica até o local, muitas vezes em outras cidades, estados ou até mesmo países.

Características de Hardware para utilização dos recursos IAMT

Para lançar mão destes recursos de gerenciamento, os players precisam utilizar processadores e chipsets compatíveis para ter suporte a essa tecnologia.

Exemplos de SKU´s que podem ter o recurso habilitado dependendo da versão da Bios.

  • Processador Core™ 2 Duo P8400 + Chipset Intel® GM45 express.
  • Processador Core™ i5 650 + Chipset Intel® QM57 express.

Uma única central de gerenciamento integrada a diversas redes

Através de uma operação centralizada é possível controlar players em diferentes redes.

Para o correto funcionamento dos sistemas com IAMT é necessária a presença de conexão de rede ativa bem como energia elétrica alimentando os players.

Conclusão
Através da utilização de players que disponibilizam a tecnologia IAMT é possível reduzir o custo de operação e manutenção de sua rede DOOH por meio de configurações e comandos remotos por hardware que independem do funcionamento do sistema operacional, tornando as operações de sua rede mais otimizadas e melhorando o retorno do investimento realizado (ROI).

Para mais informações sobre esta tecnologia e as vantagens que ela oferece clique aqui ou entre em contato através do email andrelbr@marcoconsultora.com.

Autor: André Bullara – Consultor de Tecnologia – Digital Signage – Marco Consultora Ltda.
A Marco Consultora faz a gestão e desenvolvimento de mercados como Digital Signage e Digital Security Surveillance.

  • Share/Bookmark

Mídia digital, a nova era da comunicação.

Artigos Nenhum Comentario »

“A internet é uma nova forma de viver. Estamos vivendo uma revolução cultural sem precedentes no mundo”. Assim, o publicitário Walter Longo definiu a nova era da mídia digital, durante palestra realizada em Goiânia, voltada para profissionais de propaganda e marketing, empresários, anunciantes e autoridades da capital.

A partir do tema “O mundo digital e os novos desafios do marketing”, Longo explicou que o mundo não vive uma revolução apenas tecnológica, mas uma revolução humana. “O Brasil, por ser um país onde seu povo se adapta mais facilmente às mudanças impostas pela globalização, está à frente de países da Europa e da Ásia na inclusão digital”, defende o publicitário.

Ele ainda ressaltou que o modo de se fazer propaganda no Brasil deve ser esquecido, pois considera que o profissional desta área, para sobreviver, deve começar do zero. “Se não fizer isso, não vai conseguir sobreviver nesta nova era. Estamos vivendo uma nova aventura humana, que é esse mundo digital”, diz. Longo esteve na capital atendendo à solicitação da Rede Elemidia, maior operadora de mídia digital “out of home” do País, por meio de sua franquia local. O evento reuniu mais de 500 pessoas ligadas à área de propaganda e marketing da capital.

  • Share/Bookmark
Digital Signage Brasil | Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home - Novidades, Artigos e Eventos da indústria de Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital / Out-of-Home
advertising signage network, captive audience networks, digital display system, digital in-store merchandising, digital media advertising, digital media networks, digital signage narrowcasting, digital signage network, digital signs, dynamic digital signage, dynamic display, electronic display networks, electronic signage, indoor digital sign, midia digital indoor, narrowcasting signage, networked digital signage, outernet, out-of-home advertising, out-of-home media networks, point-of-purchase displays, retail digital media networks, media retail-TV, broadcast signage, electronic billboards, out-of-home television, dynamic store ads, digital point of sale signage, digital media network digital dynamic signage, sign software broadcasting digital media.
Entradas RSS Comentários RSS Login