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JbTec

Multimarcas, multimeios, multiplataforma.

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Em meio ao turbilhão de dúvidas, de ansiedade por aprender mais sobre como a pulverização de mídia afeta o negócio,os anunciantes gastam fortunas em inteligência para decifrar o momento. A Unilever é uma das empresas  que mais investem em publicidade no país.

Concentra boa parte da verba em TV e revista e 10% nos canais digitais,c om forte tendência de crescimento nos novos canais. A empresa observa de perto o mix de mídia para medir o retorno. “O maior desafio da análise de combinação de meios é conseguir a contribuição de cada meio sem perder o todo.

Não dá pra avaliar isoladamente como cada um influi na decisão de compra. Nós cruzamos aprendizado dessa experiência com investimentos para balancear cada um dos canais. Mas não existe uma resposta única sobre a melhor combinação. Depende da marca, do momento dela, dos objetivos”.  Está é a tarefa hercúla em que está Maria Luisa Lopez, diretora de mídia da Unilever.

E bota árdua nisso: a variedade de marcas é enorme. Para que se tenha uma idéia, são 200 produtos vendidos por segundo no Brasil. Apesar dos vultosos investimentos para compreender como a fragmentação afeta a taxa de retorno, ainda não fechou. “Não temos clara percepção do que é retornado para cada dólar investido. São muitas variáveis. É preciso considerar preço, distribuição, visibilidade, etc. A complexidade do modelo limita a compreensão. E não é só o peso da mídia. Tem a marca, a receptividade em relação a ela. O grande desafio é como cruzar os dado. É preciso ter qualidade de dados, não de quantidade. De qualquer forma, estamos conseguindo dar qualidade  aos investimentos.” revela a executiva.

Clareza mesmo é o que é preciso diversificar, derrubar preconceitos e escolher os canais do ponto de vista do consumidor, não da empresa. “Temos muito a aprender com os canais digitais, que são tão massivos quanto os outros. São 70 milhões de celulares. E também existe uma cultura digital no país. O voto é eletrônico. O envio da declaração do imposto de renda é pela internet”, pondera Maria Luisa.

Ela conta, surpresa, o retorno obtido com uma promoção da maionese Helmann’s Deleite na TV Minuto, sistema de mídia digital out-of-home no metrô de São Paulo. O filme exibido convidava o público a mandar um SMS para receber receitas de sanduíches com o produto.

“Tivemos que cancelar pois não estávamos preparados para tanto retorno. Aí eu pergunto: foi resultado do móbile marketing ou da campanha eletrônica?”, questiona diretora de mídia da Unilever, para exemplificar a complexidade de medir a eficácia em ações de multimeios.

Meio & Mensagem

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Interatividade.

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Um mundo novo já esta instalado no dia a dia das pessoas, a era digital vem e muito contribuir para esta mudança de caráter definitivo e singular.

Tudo hoje se desenha para um horizonte interativo. Diversas são as formas de se atingir, com penetração absoluta, seu publico objetivado. Não só a internet os aparelhos de toque, o apertar dos botões de sua TV, a passagem por uma vitrine que faz a atenção aflorar, são mecanismos da convergência interativa que a cada dia estarão lhe impactando e trazendo criatividade aos pensadores e criando novas engenhocas que ajudarão as mensagens a atingir sem imposição o cidadão, as empresas e os governos.

Capturar símbolos, ou melhor, expor as pessoas à captura destes, significará novas disciplinas nas escolas, novos cursos de pós- graduação, e virão com eles novos desafios, novas oportunidades de trabalho e profissionais mais tecnológicos e quem sabe no futuro, cibernéticos.

Explorar o consciente do publico requer suavidade, perspicácia, subliminaridade, humanidade, bom gosto e vontade.
Em muitos anos o jornal atingiu milhares de leitores. O rádio em pouco menos que a TV (60 anos). Já a internet atingiu o mesmo número em 5 anos. O que é isso? É a rapidez da vida, a velocidade da competição.

Olhe para lado e verá quantas empresas como a sua entraram no mercado atrás de seu filão, quantos fabricantes de qualquer gênero estão disputando espaço na sua mente ou no seu carrinho de supermercado.

Pois bem, todos terão que encontrar um caminho para chamar a atenção, e é ai que vem o novo horizonte que está se delineando, que hoje perturba a cabeça dos melhores executivos que questionam: para onde vamos como vamos atingi-los?

Há quanto tempo se fala no one to one, na mídia segmentada? Pronto senhores, ela esta aí. Vem com o digital ou não, será moderna, complexa, mas muitas vezes simples. Estará entre você, seu produto e a criatividade de quem expor serviço ou qualquer bem aonde o fundamental será a forma de colocar seu comprador diretamente em contato e com total absorção e compreensão nos ambientes mais diferentes e inusitados. Fazendo com isso que o imediatismo da comunicação gere consciente o desejo.

Quando se atinge alguém e o faz manusear um produto, ocorre a interatividade. Quanto tempo se leva para a percepção de 1 segundo à 3 segundos?

Imaginem que se para entender um comercial de 30 segundos conforme as leis de Kruguel precisaram vê-lo três vezes (Veja Wikipédia Interatividade).

Uma ação manuseada tem capacidade de penetração 300 vezes maior, já uma ação sem imposição tem resultados significativos. Muitos de vocês já experimentaram algo num ponto de venda, é este que há tempos vem ganhando espaço, pois além de colocar o produto na sua frente na hora de sua decisão de compra, muitas vezes lhe atingem com sua embalagem, suas cores. Isso também é interatividade.

Estar dentro de um ambiente que tem haver com sua comunicação, seu produto, seu habitat, de certa forma também induz a interatividade, já fazemos isso a tempos, porem não a chamamos assim.

Como já disse não se precisa de TI para se interagir e sim de idéias. Para isso precisamos de pessoas que entendem de seu negócio, dos negócios dos consumidores, e dos negócios de quem vende seus produtos ou serviços.

Vamos falar um pouco do automóvel. Em praticamente todo o mundo é o desejo de consumo de muitos ou quase todos. Pois bem, existe  produto mais interativo que um carro? Você que comanda seu funcionamento, a partir da partida você vai para a direita, esquerda, ré, liga os faróis, limpa num simples toque os vidros. Que maravilha interativa que estamos usando! Há quantos anos será que Henri Ford pensou nisso?

Tem também os controles remotos. Hoje tudo tem TV, DVD, ar condicionado, assessórios autos interativos, mais nós não os chamávamos assim. Interatividade tem a ver com a vida moderna pelo simples fato de ela ser moderna, temos que facilitar tudo, pois vivemos nos congestionamentos. Os tempos modernos reduziram os assistentes, os subgerentes, as secretárias e até quem serve o cafezinho hoje é a máquina.

Quer elemento mais interativo que o celular? Já experimentaram ficar com um problema a resolver e não ter um? É o caos! Mas há 16 anos vivíamos bem e sem ele. Com este aparelhinho fazemos compras, mandamos e-mails, recebemos alertas, jogos, twitter, bluetooth e mais tantas coisa que nem lembramos.

A era do one to one vem sendo disputada por muitos que querem achar os melhores caminhos para se chegar mais e mais impactante aos seus objetivos. Mas pensem muitos já chegaram, outros estão perto de chegar e sempre alguém chegará mais perto. Não adianta colocarmos o carro na frente dos bois, a idéia terá que ser original, terá que ser percebida rapidamente no toque ou na percepção de quem deverá ser atingido.

Teremos que descobrir formas e fórmulas para medir estes imputes ou impactos. Serão criados modelos e mais máquinas para se aperfeiçoar estas medições. E a coisa não termina ai, pois a cada projeto que vir a dar a impressão interativa, criaremos mais mecanismos de controle, medição e se buscará uma forma ainda mais evolutiva.

Lembro-me que antes da bolha, a percepção da internet era rápida. Aí, veio a bolha, mas mesmo assim ela continuou veloz. É desta forma que chegaremos aos novos descobrimentos, e sem sustos ou com poucos, a modernidade chega a todos e a todas as horas. O que era tão sofisticado ontem, hoje pode ser antiquado ou obsoleto. É só alguém inventar algo mais eficaz.

O Mundo corporativo
Os problemas das empresas sempre foram segredos fechados. Hoje caminham por outros rumos. Colocar seus problemas na mídia e pagar prêmios milionários faz parte do mundo dos negócios.

Vejam, como interagir já faz parte deste mundo até para questões super secretas e muitas vezes situações que no passado poderiam expor os calcanhares de grandes empresas. Hoje figuram como oportunidades para técnicos, engenheiros, inventores ou simplesmente pensadores descobrirem e resolverem questões que não são enxergadas por companhias que investem em pesquisa, tendo profissionais altamente qualificados que precisam interagir com outros grupos para sanar ou melhorar sua produtividade, qualidade ou até funcionalidade.

Os desejos didáticos
Jovens cada vez mais buscam formação acadêmica. O mercado moderno vai trazer novidades que hoje não enxergamos melhor ainda, não os vemos ou ainda não apareceram. Mas a velocidade que caminha o mundo, trará respostas rápidas e eficazes.

Quem imaginaria, há poucos anos, escolas superiores de gastronomia, de tecnologia, entre tantas novas que a cada dia nos surpreendem e vem para suprir mercados que até então trabalhavam com profissionais autodidatas. O próprio marketing é um bacharelado novo, mas com certeza é ele que vem buscando novidades que a TI e a engenharia se esforçam a desenvolver.

Mercadologia
Me surpreende muito o mundo acadêmico não ter a capacidade para formar novos profissionais de vendas. Será que todos pensam que a tecnologia substituirá esta função? As grandes cidades estão cada dia mais congestionadas, as empresa a cada momento cortam custos e conseqüentemente gente. Vamos fazer todas as nossas compras pelo mundo virtual, vamos perder a vontade de sair e ver gente, conhecer novos points, experimentar novidades.

Será que alguns pensam que a experiência de um bom vendedor não quer dizer interagir,demonstrar ou interligar fornecedor com comprador, será que a maquina será mais eficiente ?

Se não, vamos formar vendedores e então formar negociadores mais rápidos, mais tecnológicos que entendam a velocidade do mundo pois o que é bom hoje, daqui a horas pode perder todo seu glamour ou eficiência. Ser rápido requer muito conhecimento, mas também pode vir a ser o estopim de um erro que pode comprometer o resultado de toda uma organização.

Surpreender a concorrência
Me admira muito os pesquisadores da internet, que precisam falar diversos idiomas, estar antenado em diversos assuntos e ser eclético em muitas áreas e saber mixar elementos as vezes dispares que juntos podem compor novos descobrimentos e funcionalidades.

Como a gastronomia, as misturas hoje tão usadas, jamais foram pensadas pelos primeiros chefes de cozinha, sendo hoje saboreadas como geléias apimentadas, pratos com flores dentre tantos outros.

São tantos os mundos que vivemos que investigar a concorrência nem sempre vai trazer benefícios concretos para sua empresa. Surpreender hoje é ter um time veloz afinado com o comando, ter a coragem de tomar decisões e pesquisar muitas vezes aonde ninguém ainda imaginou olhar,interagindo com diversas opções que o mercado disponibiliza.

Hélcio Vieira (helciovieira@wimidia.com.br) – Publicitário sócio diretor da HV2 Comercialização de Mídia e da Wimidia empresa especilizada em soluções de TI e interatividade.

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ABRAMID confirma tendência de crescimento em mídia indoor.

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Associação de Mídia Indoor faz balanço e confirma que opções de mídia indoor estão ganhando espaço no mercado publicitário.

A tendência é cada vez mais as opções de Mídia Indoor ganharem espaço junto a agências e anunciantes. Essa é a opinião da ABRAMID – Associação Brasileira de Mídia Indoor, após realizar um balanço entre seus associados, ao longo de 2009.

Michel Eberhardt, Presidente da ABRAMID informa que “no início do ano, as previsões não eram nada boas, em função da crise que se avizinhava. Mas, com o passar dos meses, o mercado reagiu sensivelmente, apresentando bons resultados para praticamente todas as nossas empresas associadas”.

E os bons resultados não são apenas fruto da destinação de verbas oriundas de outras mídias ou da restrição da Mídia Exterior na cidade de São Paulo. Segundo Eberhardt, boa parte dos bons resultados se deve ao trabalho constante desenvolvido pelas empresas afiliadas à entidade, no sentido de conscientizar anunciantes, agências e mídias sobre as vantagens, impacto e especificidades oferecidos pelos diversos tipos de mídia indoor.

Os investimentos publicitários registrados nesses 10 meses de 2009 revelam um crescimento constante e sustentado que deve permanecer em elevação no próximo ano. A estimativa da entidade é que cerca de 4,5% dos investimentos publicitários no Brasil são direcionados aos mais diversos segmentos de mídia indoor. O grande desafio, agora, segundo Eberhardt, é aumentar esse percentual nos próximos anos, para chegar ao patamar de 10% nos próximos 3 anos.

As informações divulgadas pela ABRAMID parecem ir ao encontro de uma mesma tendência, no mercado americano. Dados publicados pela Arbitron, recentemente, indica que cerca de 155 milhões de pessoas (67% da população) acima de 18 anos nos EUA foram expostas a alguma forma de mídia digital out-of-home nos últimos 30 dias. Ainda segundo o relatório divulgado pelo Instituto, 76% dos entrevistados disseram ter visto vídeos digitais em vários lugares diferentes. No setor de varejo, mercados, grandes lojas, farmácias, shopping centers e lojas de conveniência são os espaços mais citados. Os vídeos em postos de gasolina e em salas de espera de cinemas atingem 1 em cada 5 americanos. Aqui no Brasil, uma prova cabal da importância e reconhecimento que o segmento está obtendo junto ao mercado publicitário são as indicações da Elemídia para o Prêmio Caboré 2009 como um dos candidatos como Veículo de Comunicação – Mídia Eletrônica e também da indicação da Meta29 no Prêmio Colunistas. As duas empresas, tradicionais e respeitadas em termos de mídia indoor traduzem a capacidade técnica e profissional do nosso segmento, gerando essa confiança no mercado anunciante.

“O que sentimos atualmente, por parte de agências e anunciantes é um respeito maior pelas empresas que atuam seriamente com mídia indoor. E esse respeito vem sendo conquistado com um trabalho transparente de empresas sérias e comprometidas em atender efetivamente as necessidades dos clientes. Além dos aspectos normais levados em consideração no planejamento de uma campanha (com relação a aspectos técnicos, pesquisas, cobertura etc), hoje, ao se decidir por uma ação nesse tipo de mídia, o cliente se preocupa efetivamente se a empresa que vai atender suas necessidades tem um compromisso ético com os pontos de exibição que afirma ter, se entrega aquilo que é realmente contratado, se a qualidade das peças estão de acordo com o padrão de qualidade e muitas outras exigências. Somos frequentemente questionados se determinadas empresas que oferecem facilidades para a execução de campanhas são associadas à nossa entidade que já nasceu com um Código de Ética rígido para coibir práticas indesejáveis e desleais”.

“Acredito que esse será o futuro de nosso segmento, pois o mercado não aceita mais práticas desleais e não profissionais. Com a nossa atuação nesse sentido, com certeza poderemos aumentar muito o planejamento de campanhas para nosso segmento, garantindo a qualidade e profissionalismo desejado pelos nossos clientes”, finaliza Eberhardt.

Por Michel Eberhardt

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MOOH – Mídia mais segmentada e próxima do consumidor.

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Quando o assunto é comunicação e marketing em meios digitais pensamos em internet, mas já existem outras concorrentes tão tecnológicas e atrativas quanto ela. A Mídia out-of-home (Mooh) poderá ser o destino das mídias de massa nos próximos anos segundo especialistas da área.

Para que se entenda de forma mais clara como isso funciona, é preciso saber que a Mooh disponibiliza três formas de divulgação a quem utiliza esta mídia. O setor denominado internacionalmente de alto impacto conta com grandes monitores de LCD disponíveis em diferentes locais ao ar livre que atinge pedestres e pessoas em trânsito é um meio de utilização da mídia out-of-home.

Outra forma de divulgação é feita em pontos de venda, nos quais monitores são instalados em, por exemplo, supermercados, lojas, restaurantes e shopping centers. Há também o setor denominado comunicação cativa, que se trata da exibição em locais específicos como ônibus, metrô, trem, elevador, aeroporto, entre outros lugares onde o consumidor se encontra disponível.

De acordo com a Associação Brasileira de Mídia Digital Out-of-Home (ABDOH), a Mooh foi a solução encontrada nos países do primeiro mundo para atingir o consumidor. A facilidade de inserção da mídia faz com que o anunciante se comunique com o seu público no momento da sua decisão de compra ou de uma forma mais espontânea, quando ele está carente de algum atrativo para amenizar a sua espera.

Segundo Brian Dusho, executivo da área na Europa e nos Estados Unidos, em entrevista publicada na revista Meio Digital (Edição n.11, Julho-Agosto 2009), o mercado de Mooh brasileiro é um dos que mais cresce no mundo. Dusho estima uma expansão média de 19% no País até 2012. “As pessoas que conheço que estão hoje envolvidas no desenvolvimento do mercado local tem muito boa experiência e certamente elevarão o nosso negócio a um novo patamar de sucesso”, relatou Brian.

Um exemplo de sucesso de Mooh é a TV Mulher e Mãe, primeiro canal de TV por satélite transmitido exclusivamente para os quartos das principais maternidades brasileiras. Com monitores instalados em 155 maternidades e 70 cidades do país, a audiência anual da TV Mulher e Mãe é de 300 mil mulheres. O conteúdo transmitido é especialmente produzido para o momento que as mães estão vivendo e aborda desde cuidados com o bebê, até questões estéticas, vida sexual e retorno ao mercado de trabalho.

Além deste canal de TV, outras empresas estão investindo em comunicação cada vez mais segmentada, direcionada aos interesses e hábitos de públicos específicos. Será essa uma tendência de sucesso? Parece que sim.

Fonte: Technowledge

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A evolução do DS no mercado brasileiro.

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Por Ronald Peach Jr.

Há pouco mais de três anos, a sinalização digital ou Digital Signage (DS) era um sonho distante em virtude do alto custo das telas planas e players digitais. Este quadro mudou radicalmente, pois o hardware se popularizou. O que vemos hoje é uma profusão de telas espalhadas nos ambientes de varejo em virtude do preço baixo e da alta eficiência desta mídia.

Até então, o banner impresso ocupava o centro das atenções por ser uma mídia barata e que permitia a troca de informações. Hoje, surpreendentemente, sabemos que um banner eletrônico, embora tenha um custo inicial maior, acaba custando menos no longo prazo do que seu irmão impresso.

Além disso, evita o corte de árvores, sendo ecológico; permite edições rápidas e, o melhor, agrega movimento, o que chama a atenção dos consumidores. Estatísticas do POPAI-USA indicam que displays com movimento incrementam vendas em 150%. Os banners ganharam movimento.

A enorme quantidade de modelos e aplicações também contribui para a rápida difusão desta ferramenta como a melhor que já existiu em termos de promoção e merchandising de ponto-de-venda. Comecemos pelos crachás digitais (IDs) que ajudam a força de vendas com mini-telas de LCD presas por ímãs nas camisas dos vendedores.

Estas telas veiculam informações técnicas e lançamentos de produtos, chamando a atenção do consumidor e ampliando as vendas. Telas de 7 e 10 polegadas são montadas em gôndolas, prateleiras, check-outs e displays promocionais, alavancando a venda de itens de impulso no momento de decisão de compra.

Videowalls e projetores são montados em fachadas de lojas, mostrando o lançamento de coleções de tênis, calçados e roupas, exibindo desfiles, embelezando o ambiente e criando um clima de consumo agradável e moderno.

Redes de sinalização digital são implementadas em farmácias, pontos de dose e supermercados, sugerindo formas de consumo e receitas, auxiliando o consumidor no uso correto de produtos e aumentando as vendas destas redes e dos anunciantes.

Em outras palavras, o trade marketing vem usando a ferramenta com força total, pois já percebeu que o custo x benefício é espetacular, quando comparado, por exemplo, ao custo de promotoras, muito mais caras e que exigem forte treinamento.

Lançando um segundo olhar sobre o DS, este também tende a ser um “boom” como veículo publicitário, por estar posicionado no target próximo ao consumidor no ponto-de-venda. Isto porque é uma ferramenta de mensuração eficiente, o que é altamente apreciado pelos anunciantes.

Ele também vai contribuir para o branding ao fazer parte da rotina das pessoas, criando um recall natura, e terá segmentação, o que deve ser o maior fator de seu sucesso, pois os “canais” são representados pelos diferentes tipos de varejo e dos consumidores neles presentes.

Panificadoras, salões de cabeleireiro e lojas de material de construção enviarão mensagens a targets específicos que se quer atingir. Com o tempo, o crescimento de redes indoor atingirá uma massa maior de consumidores. Assim, teremos uma mídia de massa segmentada e eficiente.

Enfim, o que se vê hoje é uma conscientização do grande poder de fogo desta ferramenta, que a custo muito baixo, consegue comunicar muito, em um curto espaço de tempo, adequando-se exatamente ao ritmo de compra e localidade. O DS evoluiu, e muito mais vem por aí.

Ronald Peach Jr. – presidente do grupo Outform Droid. Formado em engenharia eletrônica pela Fundação Armando Álvares Penteado é membro do conselho e diretor do Comitê de Sinalização Digital do POPAI Brasil.

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Conquistar o cliente na hora da compra é missão da inovação que a H mídia traz para o mercado.

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De acordo com dados mais recentes divulgados pelo Projeto Intermeios, o incremento no faturamento da mídia indoor no Brasil até fevereiro deste ano foi de mais de 70%. A receita ultrapassou, só nos dois primeiros meses de 2009, os R$ 11 milhões. “Esse valor ainda é tímido em comparação com o faturamento da mídia exterior, mas a expansão que esse mercado vem tendo justifica os nossos investimentos”, sinaliza o diretor da H Mídia, João Pedro Nunes. No mesmo período, a mídia exterior no País faturou R$ 97 milhões, mas só cresceu 8,75%.

O H Mídia Digital é um software desenvolvido com exclusividade pela H Mídia que veicula qualquer informação que o estabelecimento deseje através de sinal digital veiculado em tela de plasma ou LCD. “Com o objetivo de melhorar a comunicação entre empresa e clientes, montamos um pacote com uma série de vantagens para ser utilizado por estabelecimentos comerciais. Farmácias e supermercados são exemplos de estabelecimento que passaram a nos procurar, cada vez mais, com a necessidade de divulgar produtos, novidades e promoções dentro dos próprios estabelecimentos e no momento da compra do cliente”, conta o diretor da H Mídia, João Pedro Nunes.

A novidade do lançamento não se restringe só ao software desenvolvido pela H Mídia, nem ao propósito dele. “A H Mídia faz toda a gestão do aplicativo em tempo real, não precisando que o cliente tenha uma pessoa responsável para fazer este tipo de operação”. Se a necessidade for uma oferta de um produto, um novo cardápio, uma promoção de última hora, entre outros, a H Mídia faz na hora que o cliente necessitar. Além disso, são disponibilizadas gratuitamente vinhetas informativas de 15 segundos sobre assuntos diversos como economia, esporte, opções de lazer, moda e a previsão do tempo e hora em diversos países.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Participe do Grupo de Discussão sobre Mídia Digital Out of home.

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yahoo-gruposO Digital Signage Brasil inova e lança o 1º Grupo de Discussão sobre Mídia Digital Out of Home / Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital. O objetivo do projeto é reunir os usuários em um diretório virtual para debates, análises, avaliações, dúvidas e pesquisas sobre a indústria nacional de DOOH (Digital Out of Home).

Para participar do grupo é bem simples, acesse a página http://br.groups.yahoo.com/group/digitalsignagebrasil/ digite seu e-mail e aguarde uma mensagem de confirmação, ou se preferir preencha o seu e-mail no formulário abaixo. Pronto!

Digite seu e-mail:

A partir do cadastro você já pode trocar mensagens com a comunidade brasileira de usuários de Mídia Digital Out Of Home. Aguardamos sua participação.

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Tudo acontece na loja.

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É relevante observar que as empresas de varejo de sucesso, independentemente de seu porte, normalmente possuem forte envolvimento com as lojas e proximidade entre o centro decisório, clientes e colaboradores operacionais.

O ponto de venda é o principal instrumento de comunicação, relacionamento e tangibilização da marca. A loja é um laboratório permanente e termômetro de comportamento, inspiração e tendências. O contato com colaboradores de linha de frente e clientes é insubstituível para tornar a empresa ágil, inovadora e sintonizada com mudanças de comportamento e demanda.

A indústria de consumo tem desenvolvido canais de venda próprios ou exclusivos para se aproximar do consumidor, testar conceitos, explorar o portfólio, posicionar a marca e criar alternativas de distribuição. A estruturação e o aumento de status de processos de trade marketing; a aplicação de pesquisas com metodologias etnográficas; e o aprofundamento do estudo do shopper (quem está na loja e compra) são alternativas para aproximar-se do ponto de venda e dos consumidores.

Modelos de gestão descentralizados e cultura empresarial que gravitam em torno da loja e do cliente produzem modelos de negócios vencedores.

O Magazine Luiza sempre foi uma empresa de cultura forte, proximidade e comunicação intensa com as lojas. A expansão multirregional, as aquisições e o aumento de escala do negócio tornaram mais difícil o contato com todas as lojas.

A empresa possui uma TV corporativa que permite manter um fluxo contínuo de comunicação, interação e motivação entre matriz e lojas. A rede O Boticário, que opera a distribuição por meio de franqueados, também opera um sistema de TV corporativa via satélite, empregado para treinar, informar e envolver as equipes de mais de 2.500 lojas espalhadas em todo o País.

A Zara, principal referência no negócio de moda no mundo, mantém uma estrutura pouco hierarquizada, com forte presença de executivos nas lojas, canais abertos de comunicação entre lojas e retaguarda e um processo sincronizado globalmente, no qual as lojas “pedem” mercadoria duas vezes por semana e alimentam todo o processo de planejamento comercial, de produto, abastecimento e produção.

Portanto, nunca é demais lembrar e reforçar a importância de dedicar tempo e atenção da empresa para vivenciar a loja, interagir com equipes e clientes e construir canais de comunicação que permitam manter o centro decisório próximo do centro nervoso.

Fonte: Alberto Serrentino – Gouvêa de Souza

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Na contramão da comunicação de massa.

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Digital Signage, ou Sinalização Digital, é uma nova mídia que ganhou uma incrível visibilidade nos últimos anos, movimentando US$ 1,5 bilhões em todo o mundo no ano passado. Para este ano, a expectativa é que atinja US$ 3,5 bilhões. No Brasil, ainda não existem dados precisos sobre quanto movimenta este mercado, mas basta um passeio nos shoppings, supermercados e padarias para percebermos que aqui a Digital Signage já ganhou espaço e ainda tem muito a crescer.

É fácil entender o motivo deste sucesso. A tecnologia permite que sejam criadas redes de publicidade em que as empresas podem publicar propaganda, mensagens digitais, vídeos, notícias e qualquer tipo de conteúdo interativo através de uma rede de monitores LCD, PCs ou totens multimídia. Lojas de departamentos e supermercados obtiveram grande êxito com a mídia indoor, atingindo um número enorme de anunciantes. Estes, por sua vez, se beneficiam com a exposição de suas marcas e produtos diretamente ao seu público-alvo.

Existem duas vertentes principais nas quais a Digital Signage vem sendo aplicado: publicidade e TV Corporativa, sendo que cada uma delas tem suas peculiaridades e objetivos distintos.

Publicidade ainda mais segmentada – Diversas agências de publicidade e produtoras de conteúdo têm se mobilizado para instalarem suas próprias redes de Digital Signage em locais de espera e de grande circulação de consumidores. Com elas, podem comercializar espaços publicitários de forma autônoma, com valores infinitamente abaixo dos aplicados em anúncios de TV por exemplo.

Todos sabemos da abrangência da TV, mas ela não tem a mesma capacidade de segmentação da Digital Signage e não está presente no ponto de venda, onde o consumidor está mais suscetível aos anúncios, os quais podem ser convertidos em compra.

A possibilidade de melhor segmentação é um trunfo da Digital Signage. É possível regionalizar o conteúdo terminal por terminal ou usando políticas de grupos. Por exemplo: uma campanha de um anunciante X pode ser publicada somente nas lojas do grupo Rio de Janeiro, enquanto uma campanha de um anunciante Y é publicada somente nas lojas do grupo São Paulo.

Além disso, tem a questão do horário. Um anunciante pode criar regras de publicação baseadas em data/hora: a empresa X pode ter interesse em ter seus anúncios veiculados somente no horário de almoço ou nos finais de semana, por exemplo.

Outro benefício da tecnologia é a possibilidade de customização para captura automática de dados. Vamos retomar o exemplo de uma loja de departamentos: imagine que o sistema de gestão existente na loja aponte que determinado produto está sobrando no estoque. Pode ser realizada uma integração entre o sistema de gestão da loja (ERP) e o software de Digital Signage, para que este “entenda” que deve priorizar a publicação de anúncios deste determinado produto, sem necessidade de intervenção humana.

TV Corporativa – A tecnologia Digital Signage permite que projetos de TV’s corporativas sejam utilizadas não somente em empresas de grande porte, mas também por empresas menores, devido ao custo infinitamente menor do que de uma TV Corporativa tradicional, via satélite. Além disso, a tecnologia possibilita melhorias significativas na forma de comunicação entre as empresas e seus colaboradores.

Ao implementar a  tecnologia as companhias podem gerenciar todo o processo de transmissões de conteúdo de forma autônoma e escolher conteúdos distintos entre players instalados em áreas comuns (refeitórios, recepção etc.) e locais de trabalho (escritório, linha de produção etc.). O mesmo vale para a veiculação de conteúdo de texto em tempo real: qualquer comunicado que deva ser feito com urgência pode ser digitado manualmente pelo administrador do sistema e em alguns minutos estará disponível para toda a corporação.

Por fim, existe a possibilidade de integração de sistemas da empresa e o de Digital Signage para captura e publicação automática de dados. Alguns exemplos de conteúdos simples que podem ser publicados são: aniversariantes do dia, vendedores com melhor desempenho e resultados obtidos pela empresa.

Celso Carvalho é gerente de canais da BroadNeeds.

Fonte: Broadneeds

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Uma alternativa ao mercado.

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Moradores do Leblon, Bruno Titus Bertrand e Ricardo Espírito Santo, ambos de 23 anos e recém-formados em Publicidade,  não quiseram seguir carreira em empregos tradicionais. Ambos decidiram ser patrões. E abriram uma empresa de sinalização digital. Com a proximidade do fim do curso de Publicidade na PUC, e de olho no mercado saturado, os dois já conversavam sobre começar o próprio negócio antes de se formarem, em 2007.

Ambos cursaram matérias eletivas de empreendedorismo e leram livros sobre o assunto. Ao voltar de uma feira sobre sinalização digital nos Estados Unidos, em fevereiro, Ricardo Espírito Santo reencontrou Bertrand, que acabara de começar a trabalhar numa companhia do mesmo ramo. Depois de quatro meses, eles emplacaram o primeiro projeto, no Ela Shopping, em Duque de Caxias.

— Percebemos que a presença desse tipo de mídia na Baixada é fraca. Contamos com mais duas pessoas, uma para tecnologia, e, outra, para produção de conteúdo, além de uma empresa parceira de design gráfico — afirma Bertrand.

O produto final do trabalho, segundo ele, são telas de LCD instaladas com transmissão de conteúdo produzidos pela empresa:

— Não é uma TV normal.  Geralmente não tem som, e a atualização é em tempo real, de qualquer lugar que tenha acesso à internet. Ajudamos o cliente a escolher o conteúdo exatamente por ser uma mídia que muitos  não conhecem. Trabalhamos de casa e de um escritório em Botafogo.

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Digital Signage Brasil | Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home - Novidades, Artigos e Eventos da indústria de Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital / Out-of-Home
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