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Digital Signage no Japão.

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デジタルサイネージ        でじたるさいねーじ
DEJITARUSAINE-JI
(do inglês: DIGITAL SIGNAGE)
INFORMATIVO DIGITAL

Esta é uma palavra novíssima e que está sendo usado na mídia principalmente entre publicitários e propagandistas para agrupar todos os meios de informativo visual via telas digitais. Desde o placar e painel eletrônico, a placa de sinalização eletrônica, no Japão encontramos agora, além dos telões gigantes, os pôsteres digitais, quadros digitais, informativos digitais, out-doors digitais, painéis digitais. Enfim, tudo isto no jargão publicitário, trata-se do informativo digital ou sinalização digital.

Fonte: Darcy Suzuki

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Bancos: Com cara de loja de varejo.

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Os bancos vão e terão certamente mudar seu ponto de contato físico com seus clientes. E esse processo não diz respeito somente ao ambiente tecnológico e integração de canais, mas também vai causar transformações no desenho e disposição da agência. As áreas existentes – terminais de auto-atendimento, baias de gerentes, tesouraria – serão mais funcionais e agradáveis aos usuários de serviços financeiros.

Isso, porém, vai acontecer lentamente. Os bancos retiraram um volume considerável de pessoas de suas agências com a oferta de serviços pelo internet banking. Mas o fluxo ainda está bem longe do desejado porque muitos não-clientes ainda freqüentam o ambiente para a realização de tarefas simples como pagar contas. Nem mesmo a segmentação mais adequada possível a partir da criação do modelo private isso foi possível. Ao menos é nisso que acredita a IBM.

A tendência é que o padrão de agências se aproxime do praticado no varejo tradicional. Os 20 minutos de espera em uma fila de banco parecem 40 e o varejo sabe fazer relacionamento e entreter os clientes melhor que as instituições financeiras. No banco o consumidor fica contando o tempo, enquanto em uma loja ele mexe em produtos, verifica preços, consegue se distrair de alguma forma.

“Alguns estudos realizados apontam que cerca de 70% das pessoas que vão ou estão em uma agência para pagar contas e a maior parte nem correntista é”, informa o executivo de desenvolvimento de negócios da IBM, Alonso Santos. “A agência vai se transformar em um verdadeiro fórum de relacionamento”, completa.

Futurologia à parte, o conceito já vem sendo praticado pelo Deutsche Bank, na Alemanha (veja foto). A instituição criou uma “loja” experimental em uma das ruas mais movimentadas de Berlim e conseguiu criar impactos bastante positivos para os clientes. O banco selou parcerias com instituições não financeiras, alterou completamente a apresentação e consegue, inclusive, levar clientes para a agência e fechar negócios aos sábados.

E isso só foi possível porque havia usuários no final de semana tomando café, crianças brincando com jogos eletrônicos e, em meio a esse ambiente, um serviço oferecido por um gerente caia bem para a situação e momento. O Deutsche Bank também dividiu as salas por temas atrelados ao cotidiano das pessoas, deixando o local muito parecido com uma sala de estar e não com uma agência bancária.

“O mix entre banco e varejo é um cenário cada vez mais possível para o futuro. As instituições financeiras precisam transformar suas pessoas de relacionamento em transacionadores e para isso é preciso equilibrar métricas, cultura e tecnologia”, diz Rafael Dan Schur, gerente do Centro de Soluções para a Indústria Financeira da América Latina da IBM.

Bancos - Digital Signage

Entre alguns dos recursos apresentados pela Big Blue ao setor financeiro estão ações com digital signage - um monitor fino, um computador cliente que recebe e publica material promocional e conteúdo remoto – permissão para que o cliente escolha, no auto-atendimento, o canal de retorno para uma solicitação, interação com a vitrine de uma agência, e diversos outros modelos de contato, mais leves. “Os bancos têm de encontrar os clientes, mas não vão conseguir fazer isso quando se apresentam como uma instituição financeira pura”, diz.

O desafio a ser ultrapassado já não pode ser sustentado. Poucos acreditavam que a segmentação no atendimento físico seria possível no mercado financeiro. Mas havia uma demanda e o sucesso do setor private comprova isso. Aqui no Brasil também vêm crescendo a estrutura de lojas financeiras, em que os clientes saem do local com um produto nas mãos – cartão e financiamento na hora. “A agência bancária tradicional está deslocada nesse momento. Se consigo fazer tudo fora dela – nos Correios, nas casas lotéricas, etc – para que ela existe. O ponto físico vai permanecer porque mostra solidez no mercado, mas terá de ser reinventado”, finaliza.
 
Fonte: Eduardo Vasques

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Calculando o ROI dos esforços de Digital Signage.

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Dados os óbvios benefícios e os retornos já aferidos dos esforços de marketing in-store e displays de ponto de venda uma grande parcela da indústria de digital signage está permanentemente aumentando suas apostas no oferecimento de digital signage aos varejistas.

Desde novas empresas start-ups até os tradicionais fornecedores de displays de ponto de venda, todos estão procurando a próxima invenção que vai aumentar as receitas e aumentar a satisfação dos clientes. Se o Digital Signage vai ser o último estágio desta procura, não está ainda definido pois ainda persistem alguns obstáculos para que esta mídia seja amplamente igualmente aceita por varejistas e pelos homens de marketing. Destes, o mais importante (e talvez o mais trabalhoso) é a determinação do retorno sobre o investimento (ROI) de uma rede de Digital Signage. Sem uma forma rápida e fácil de calcular o ROI, não importa a quantidade de pirotecnias que saiam de seus anúncios, seus amados plasmas e telas e não serão salvos do sucateamento.

Porque existem tantos modelos diferentes de negócios que uma rede de digital signage pode adotar, é impossível neste artigo, cobrir todas as diferentes maneiras de calcular o ROI. Assim sendo vamos nos concentrar em cobrir a forma mais comum de rede: aquelas sustentadas por anúncios. Vamos também deixar de lado os quiosques interativos e sinalização interativa. Este é o primeiro de uma série de artigos abordando os fundamentos das métricas dos retornos sobre os investimentos no qual estaremos introduzindo uma alguns conceitos para levá-lo ao modelo mental correto para determinar o ROI de sua rede de digital signage.

Conheça a métrica

Você conhece o que você está querendo obter e mensurar ? Ok, é claro que o que mais queremos saber é quanto incrementamos as vendas , mas dependendo do foco do seu projeto, quando deste incremento é intimamente ligado com outros aspectos do “retail branding”, você poderá estar querendo medir uma série de outras coisas.

Conhecimento é simplesmente o efeito de saber que a marca ou produto existe. Este estágio é o alvo de marketing mais amplo, composto do maior número de pessoas e simplesmente objetiva “deixar registrado o nome da marca no maior número de pessoas não importando quem são ou aonde estejam.

Reconhecimento é o estágio aonde o consumidor pode mentalmente ligar a marca a um produto ou a um “tag line”.

Lembrança testa o oposto do reconhecimento: dado uma categoria de produtos quantos consumidores imediatamente lembram da imagem da marca e dos benefícios de seus atributos.

Percepção é o estágio de como a marca é percebida “gestalticamente” ou seja no seu todo com seus benefícios e suas relações com a imagem geral e o seu preço. A noção de imagem positiva ou negativa ou forte “brand equity” vem dos esforços deste estágio.

Preferência é o estágio onde o marketing começa a ter uma uma sólida influência das crenças dos consumidores. Neste nível de marketing são promovidas características e benefícios específicos da marca e/ou do produto (frequentemente às custas das fraquezas destes itens dos concorrentes) objetivando-se ser a incluída no “consideration set” das candidatas à marca escolhida.

Identificação neste caso é literalmente o ponto no qual o consumidor visualiza-se a si próprio como usuário daquela marca ou produto. O marketing neste estágio vai frequentemente mostrar o produto sendo usado por um segmento particular de indivíduos que (esperamos) o nosso alvo se identifica e com ele se relaciona, criando um estreito relacionamento entre consumidor e produto. É um estágio intensamente emocional e altamente motivador das vendas.

E finalmente o estágio da venda em si mesma. Passados os outros estágios é neste ponto que as únicas barreiras à venda estão correlacionadas ao preço, crédito, meios de pagamento, entrega a domicilio etc. Teoricamente, somente marcas com problemas nestes itens deveriam usar promoções de preço e liquidações com freqüência.

O diagrama do funil é usado por uma série de razões. Inicialmente ele mostra como você pode injetar uma tonelada de recursos em campanhas de lembrança de marca mas só vê mínimos aumentos de vendas. Mostra também como você frequentemente tem que dirigir um comprador através dos estágios do funil antes que ele se converta em um comprador. Entretanto, se nós olharmos o diagrama como uma pirâmide ao invés de um funil ela sugere que aumento de vendas somente pode ser construído no topo de fundamentos que inclui, lembrança de marca, reconhecimento , e assim por diante.

É desnecessário dizer que cada tática de propaganda necessita focar em cada estágio do funil. E de fato, o oposto é verdadeiro, desde que uma campanha que queira fazer tudo provavelmente não vai fazer nada particularmente bem feito. Vamos pensar sobre uma rede de digital signage nesse contexto: ela vai ser mais eficiente entre os estágios de conhecimento e percepção, embora existam certos casos aonde poderia influenciar percepção e preferência também.

Na medida que um consumidor se move num corredor dentro dos eixos de uma mercearia, ele já é pressionado a fazer compras. Um corredor de mercearia padrão pode conter até 1,000 diferentes produtos, e ao menos que o seu produto seja o único que o consumidor tenha vindo comprar ele não estará recebendo muita atenção dele.
Entretanto se o consumidor passa em frente a um display com uma vinheta de seu produto enquanto caminha pela loja, ele é pressionado mentalmente com a imagem de seu produto e ele tem muito mais probabilidade de notá-lo durante sua caminhada de volta pelo corredor.

De fato, de acordo com um estudo rcente feito pela Arbitron (e patrocinado por um provedor de sistemas de digital signage (CoolSign), ter uma rede de Digital Signage num shopping parece ter aumentado o recall médio de um, anunciante de 18 pontos.

Quando você está decidindo em qual estágio do funil quer incrementar com seus esforços de digital signage, imagine o objetivo imediato do sistema. Por exemplo, você quer:

  • Drenar mais tráfego para a sua loja do exterior para seu interior;
  • Drenar mais trafego para locais específicos dentro de sua loja;
  • Induzir “upgrades”encorajando as vendas de produtos com maior margem de lucro. Encorajar as vendas cruzadas entre produtos complementares;
  • Aumentar o conhecimento de uma marca específica, oferta de serviço ou linha de produtos.

Por Bill Gerba - adaptado por Nelson Acar

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Anúncios digitais aromáticos estão mais próximos que nunca.

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Anúncio Digital AromáticoImagina você passando do lado daquele outdoor com uma propaganda de churrascaria… aquela picanha suculenta na foto… você chega a sentir o cheiro!!! Tudo sua imaginação, é claro! Nãaao por muito tempo!

A NTT Communications começou neste dia 21 de outubro os testes do seu “Cartaz digital emissor de aromas”, chamado “Kaoru Digital Signage” em um Shopping Center de Tóquio. O sistema consiste de uma tela de plasma e um dispositivo capaz de emitir diversas fragâncias por até 500m².

A idéia, como sempre, é atrair a atenção dos que passam. Alguns estudos feitos já mostraram a eficácia do dispositivo. Uma bancada com chocolates trazia uma placa “Leve 1 grátis”. E a quantidade de chocolates que foi levada quando o dispositivo emitia um odor de baunilha foi praticamente o dobro de quando nenhum odor foi emitido.

Agora é esperar que os fabricantes de queijos Camembert não resolvam adotar o sistema! ;)

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Sinalização Digital e as Mídias Tradicionais.

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Pesquisas já apontaram que muitos telespectadores e ouvintes encaram os anúncios de TV e rádio como interrupções irritantes. Em contraste, os clientes são mais receptivos à Sinalização Digital (Digital Signage), pois os anúncios trazem informações oportunas, úteis e relevantes que os ajudam a fazer a escolha correta. Com a SD os telespectadores não podem mudar o canal e nem a estação.

O anúncio de jornal geralmente é visto uma única vez ao dia, enquanto o conteúdo da Mídia Digital Out-of-home é exibido com mais freqüência. Ele tem mais força por ser animado. O anúncio é mais flexível, e pode ser customizado visando pequenos alvos segmentados de dentro de uma grande audiência. A Digital Signage possui o melhor custo-benefício (CPM) em relação a jornais e revistas, porque tem habilidade de maior segmentação e impacto.

O conteúdo do vídeo cassete/DVD fica desatualizado rapidamente, ocupa os funcionários locais e leva um longo tempo para ser alterado. Já as redes de Out-of-home permitem que seus operadores vendam os espaços mensuráveis de publicidade para anunciantes e varejistas, enquanto TVs Corporativas/DVD/Vídeo-cassete têm limitações para a criação desta oportunidade de receita. A Sinalização Digital é completamente automatizada e operada remotamente, enquanto TVs Corporativas/DVD/Vídeo-cassete requerem administração manual, consumindo tempo dos funcionários.

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Mídia out-of-home: Aqui, ali, em todo lugar.

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A evolução tecnológica alcançou o público onde quer que ele esteja.
Resultado: nas ruas, meios de transporte e estabelecimentos comerciais de São Paulo, TVs de LCD pipocam notícias e publicidade 24 horas por dia.
É a chamada mídia out of home.

“A convergência de mídias se tornou realidade com o desenvolvimento de novas tecnologias e o avanço da Internet”. A frase ao lado possui 112 caracteres. Esse é o limite de toques para as notícias que pipocam em telas de LCD instaladas em estabelecimentos comerciais, transportes públicos, táxis e elevadores.

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A mídia digital out of home, termo inglês que foi adotado para essa nova modalidade de comunicação que inclui conteúdo jornalístico, de entretenimento e publicidade, está em plena ascensão no país. No primeiro semestre de 2007, essas mídias registraram crescimento de 44% em relação ao mesmo período de 2006.

Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias, trazidas dos Estados Unidos e da Europa, onde a mídia digital out of home já fatura cerca de US$ 1 bilhão em publicidade ao ano.

A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.

Dessa forma, a eficiência da mídia out of home pode ser entendida pela segmentação do público e baixa dispersão, como explica o diretor da YMidia Digital Soluntion, Daniel Farhat. Além disso, a mensagem transmitida não sofre efeito zapping (mudança de canal). “O nível de ruído e dispersão é praticamente zero”, pontua.

O publicitário Walter Longo, vice-presidente de estratégia e inovação da Y&R, declarou no “Proxxima 2008 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”, realizado em São Paulo, nos dias 11 e 12 de março, que “as mídias digitais estão quebrando paradigmas. É uma evolução que está gerando revolução”. Estudo realizado em janeiro desse ano, pela consultoria OgilvyOne, nos Estados Unidos, confirma esse impacto e prevê que até 2020, 80% das mídias serão digitais.

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(embarque / desembarque: nos aeroportos e nas plataformas de trem, as televisões entretém quem está esperando.)

A HORA É AGORA
Essa migração, no entanto, já está em curso. No último semestre de 2007, a Inbox Mídia atingiu um índice de crescimento de 100% entre os anunciantes, num mercado distante do eixo Rio–São Paulo. Localizada na capital do Pará, a Inbox já possui 190 monitores instalados em postos como o Terminal Rodoviário de Belém, os aeroportos internacionais de Belém e Manaus e em shoppings.

“Estamos em pé de igualdade com grandes empresas do cenário nacional de mídia digital”, comemora Otávio Lima, sócio-diretor da Inbox e criador do primeiro blog sobre digital signage – um outro nome da out of home, bem como outernet
– do Brasil.

Estabelecimentos como farmácias, academias, restaurantes, hospitais e hotéis também aderiram a esta forma de comunicação indoor. “Adaptamos o conteúdo dependendo do lugar onde estivermos. Nos shoppings, a programação vai ser mais fotográfica, com menos notícia sobre política e economia e mais sobre entretenimento e moda”, revela Felipe Forjaz, presidente da Elemidia, empresa que tem como braço a Elemidia Mall, que atua especificamente em shoppings.

Por essa razão, não só de notícias jornalísticas e publicidade é formada a grade de programação dessas televisões. “Customizamos a programação para o cliente, incluímos conteúdo institucional e de responsabilidade social, por exemplo. Além disso, mantemos uma equipe própria com jornalistas para filtrarem as matérias de acordo com o interesse do cliente”, diz Daniel Farhat, da YMidia, que administra mais de 400 telas.

Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.

A Elemidia começou a atuar em 2004, num ambiente inusitado até então, o elevador. Atualmente já são 2056 monitores de LCD instalados em 497 edifícios. Da região de Alphaville onde começou, chegou até Buenos Aires, passando pelas principais capitais brasileiras. Para chegar ao público, o conteúdo jornalístico do portal Terra sai de um transmissor, via banda larga, para o servidor central instalado em cada edifício, que redistribui as informações para os elevadores por cabos óticos.

Para o mercado publicitário, os números de eficiência dessa mídia são animadores. Dados registrados pelo Datafolha apontam um recall estimulado de 94%, ou seja, quando os usuários perguntados se lembram de alguma marca específica respondem positivamente. Numa análise de recorte espontâneo – sem que a marca seja citada na pesquisa – 67% registraram o anúncio.

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(mobilidade digital: tvs no ônibus, no táxi, no elevador e no metrô. Diferentes tecnologias permitem que a informação chegue aos veículos em movimento.)

DENTRO DO TÚNEL
Outro setor que agregou as vantagens da mídia digital out of home foi o de transportes públicos. Metrô, ônibus e trens adaptaram a tecnologia para transformá-la em móvel e, portanto, acessível até durante o percurso dos veículos.

Pelos 10,5km de extensão da Linha Verde do Metrô de São Paulo correm, paralelos aos trilhos, cabos de fibra ótica. São eles os responsáveis por abastecer de conteúdo os 528 televisores localizados nos 11 trens que compõem essa linha. Ao chegarem nas estações, esses cabos se conectam a um computador central que transmite via wireless o conteúdo para um receptor que está instalado nas cabines de cada composição.

A Tv Minuto, que começou a operar em maio de 2007, é a empresa responsável tanto por essa tecnologia quanto pela programação. “O conteúdo é atualizado todo dia, em tempo real, e fica no ar das 04h às 00h, o mesmo período de funcionamento do metrô”, explica Dario Gohda, diretor comercial da Tv Minuto. A partir deste mês, nas telas de LCD de 17 polegadas, além da programação normal, que inclui dicas culturais e matérias sobre cidadania, serão transmitidas notícias online, fornecidas por um provedor de Internet.

“Quando completarmos a implantação, as três linhas somarão 5280 televisores que atingirão 3 milhões de usuários por dia e um investimento inicial de R$ 18 milhões”, conta Gohda. Com toda essa oferta, os anunciantes não demoraram a chegar. Desde de maio, cerca de 40 marcas já foram veiculadas pela Tv Minuto.

NO TRÂNSITO
Segundos dados da TVO, que começou a operar em outubro de 2007 em 400 ônibus de São Paulo, um passageiro fica em média 2 horas por dia dentro desse veículo. Aproveitando o tempo disponível, a TVO, assim como as outras mídias digitais out of home, leva ao usuário conteúdo informativo, entretenimento e publicidade.

Responsável pela produção da programação da TVO, a Mixer renova o conteúdo diariamente. A grade é dividida em pequenos blocos de até 1m30s, formando uma hora de programação que se repete entre 5h e 23h. O conteúdo da TVO não possui áudio, já que, segundo Fábio Ribeiro, diretor executivo da TVO, “é impossível ter um som de qualidade num ônibus urbano”.

Para chegar até as telas de 17 polegadas, a grade é enviada online para um servidor localizado nas garagens dos veículos. Quando os ônibus chegam para serem lavados e abastecidos, o servidor reconhece aqueles que possuem o equipamento e envia, via wireless, o conteúdo do dia seguinte.

“A TVO atinge cerca de 300 mil usuários por dia e o anunciante entendeu que é uma mídia nova, muita específica”, declara Ribeiro. A carteira de clientes já conta com Pernambucanas, Nestlé, Unilever, entre outras. O investimento inicial da empresa foi de R$ 3 milhões.

A BusTV é outra empresa que opera nos ônibus da capital paulista, desde de fevereiro de 2007. Atingindo uma frota de 250 ônibus, a tecnologia utilizada para a transmissão de conteúdo é portuguesa. “Todo o dia, quando os ônibus estacionam em suas garagens, uma equipe é deslocada para lá com um cartão de memória no qual está salva a programação do dia seguinte”, esclarece Ednilton Rogério Munin, gerente de produção da BusTV. Desde março desse ano, a BusTV entrou em operação no Rio de Janeiro. Nos próximos meses, Brasília, Curitiba, Salvador e Recife receberão o serviço.

Com 20 horas diárias de programação, a TvTrem se tornou um foco de entretenimento nas esperas pelos trens, que podem chegar até 20 minutos nas Linha C das plataformas da CPTM, em São Paulo. As telas de LCD de 32 polegadas são divididas em três partes. No centro, as matérias, elaboradas pela Estação 8, produtora responsável pelo conteúdo e tecnologia da TvTrem, tratam de cidadania, curiosidades da cidade, histórias dos bairros pelos quais o trem passa. No rodapé, uma barra reproduz em tempo real notícias produzidas pelo Portal Terra. Uma guia do lado esquerdo da tela traz informações da própria CPTM e sobre o clima e o trânsito da cidade, resultado da parceria com o Climatempo e com a CET.

O modelo da mídia adotado nas plataformas dos trens tem origem coreana. A central de transmissão envia, através de banda larga, o conteúdo para um servidor localizado em cada estação de trem. De lá, um operador reenvia as informações para cada uma das quatro televisões instaladas nas plataformas. “Escolhemos estar fora do trem para atingir mais gente e produzir conteúdo com áudio”, diz Rosa Jonas, idealizadora da TvTrem.

Pensando nos executivos e empresários que se locomovem de táxi, a InTAXI lançou uma mídia digital out of home com alta tecnologia. Dotados de uma tela de nove polegadas, cem táxis recebem sinal wireless para atualização do seu conteúdo, fornecido pelo Portal UOL. A grande novidade desse sistema é a interatividade. O passageiro pode mandar uma mensagem SMS para o número que aparece no canto direito da tela optando pela editoria da qual ele quer receber as notícias. Em três segundos serão enviadas somente informações relacionadas ao tema escolhido. “Esse software é único no mundo, é patenteado por nós”, revela o sócio da InTAXI, Hélcio Vieira. Enquanto as televisões estão ligadas – isso só acontece quando tem passageiro no táxi – a central da InTAXI consegue visualizar todo o conteúdo transmitido por cada táxi. “Para os anunciantes isso é muito bom. Eles podem atingir exatamente quem eles querem”, afirma Vieira.

CHOPP E INFORMAÇÃO
Entre um chopp, uma beliscada e um batepapo, os freqüentadores de 85 bares paulistanos, localizados principalmente, na Vila Madalena, Vila Olímpia e Vila Mariana, podem conferir a programação criada pelo CineBoteco e transmitida por televisões geralmente de 42 polegadas.

O conteúdo inclui frases de boteco, notícias sobre cinema, matérias de moda fornecidas pela Érika Palomino e o material eletrônico da revista Rolling Stone. A programação fica no ar das 18h às 00h, durante os dias em que os bares ficam abertos, normalmente de 3ª a domingo. O consumidor dessa mídia, segundo Eduardo Rosemback, sócio do CineBoteco, tem entre 18 e 39 anos, com tíquete médio acima de R$ 40, ou seja, o valor gasto por cada pessoa numa noite. “É esse o perfil do bar que os anunciantes buscam. Eles querem criar uma rede com alto poder aquisitivo”. A partir desse ano, o CineBoteco começa a transmitir no Rio de Janeiro. Com essa expansão, cerca de 800 mil pessoas por mês acompanharão a programação transmitida via banda larga.

NAS ESQUINAS DE SÃO PAULO
Quando o governo municipal de São Paulo pôs em prática a Lei Cidade Limpa, em janeiro de 2007, a publicidade exterior sofreu um doloroso golpe e as companhias que atuavam no setor tiveram de procurar outros rumos. A Eletromidia, responsável pelos telões espalhados em 25 cruzamentos da cidade, teve que focar os negócios nos 15 telões instalados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Ribeirão Preto, Osasco e na região do ABC paulista.

“Com a Lei Cidade Limpa tivemos um grande prejuízo. Como alternativa estamos investindo em novos projetos de comunicação indoor”, revela o diretor de TI, Rodrigo Pio Pedroso. Para Felipe Forjaz, da Elemídia, a Lei ajudou a acelerar os negócios de mídia indoor em São Paulo. “Anunciantes migraram para a Elemidia como complemento, já que as mídias externas deixaram de existir”.

Há divergências, contudo. Para o diretor executivo da Central do Outdoor, Cláudio Pereira, esse prejuízo não motivou o crescimento das mídias out of home. “O que ocorreu foi uma proliferação de outras mídias, mas não um crescimento”. Fábio Ribeiro, da TVO, concorda: “Não estamos disputando comercialmente com a verba do outdoor ou do busdoor que existia antes”.

Com ou sem favorecimento do projeto de reurbanização da cidade de São Paulo, o que a mídia digital out of home aponta é uma consolidação da convergência de mídias e uma mudança no perfil do consumidor e da publicidade. Por um lado, os anunciantes buscando potencializar suas vendas e, por outro, um público com escolhas cada vez mais segmentadas e que passa tempo demais em filas e no trânsito.

Por Karina Padial - Revista Imprensa - Abril/2008

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POPAI BRASIL mensura taxa de conversão com o uso da Sinalização Digital no Ponto-De-Venda.

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POPAI Pesquisa

O POPAI Brasil lançará em 2008 a pesquisa “DS: Incremento de vendas com a Sinalização Digital”,que apresentará números reais sobre a eficiência dessa tecnologia aplicada no ponto-de-venda. O estudo inédito no Brasil é liderado pelo Diretor do Sub-Comitê de Digital Signage do POPAI Brasil, Ronald Peach Jr., pelo diretor de Expansão do Sub-Comitê, Tom Shen, e por Avelino Querido (Bill), colaborador da mesma área da entidade.O objetivo da pesquisa é mensurar as taxas de conversão de vendas ao aplicar a tecnologia nos PDV’s. Segundo o diretor do sub-comitê, os varejistas estão muito preocupados com o retorno desse investimento. Diante dessa necessidade, o POPAI Brasil buscou o apoio da APAS – Associação Paulista de Supermercados –  que indicou a parceria com o Supermercado Sonda, para realizar a medição do estudo em três lojas de sua rede (Cidade Dutra, Jaçanã e Parque da Água Branca).

Os estabelecimentos foram selecionados por serem de grande porte, com alto fluxo de pessoas e corredores largos, critérios que possibilitam a apuração de dados quantitativos e relevantes para fazer a medição proposta. Esse estudo inovador oferecerá métricas precisas para os varejistas e fornecedores e mostrará o grau de impulsão de produtos e marcas sem o viés das datas comemorativas, ações concorrentes e falta de produtos nas gôndolas.

Para realizar esse estudo, foram instaladas, em cada loja, câmeras de vídeo que analisaram o fluxo de visitantes que trafegaram pelos corredores em um período de 30 dias. Feita essa avaliação, os coordenadores instalaram, por outros 30 dias, telas de LCD acopladas às gôndolas, na altura dos olhos dos clientes. As mensagens publicitárias que impactaram os consumidores tiveram duração de 15 segundos e continham dicas, receitas e serviços em categorias específicas como bomboniere, perfumaria, temperos, sucos e limpeza.

O estudo teve duas fases: a primeira, denominada “taxa de atratividade”, que determinou o número de consumidores que param naturalmente em um produto versus o total de consumidores que passaram por um corredor. Na segunda fase, será mensurada a “taxa de conversão”, ou seja, irá verificar qual o percentual de consumidores que compraram determinado produto e quantos comprarão, depois da colocação das telas nas categorias. Para essa medição, o supermercado fornecerá ao POPAI Brasil os tickets de venda das categorias nas duas fases do estudo.

Os equipamentos utilizados na pesquisa: hardware, software, bem como a tecnologia aplicada durante a medição e a tabulação dos resultados foram fornecidos pelas empresas associadas à entidade, entre elas Aramax, Bicca, Droid/OM, Tigris e 3M.

CONHEÇAM OS ANUNCIANTES, MARCAS E PRODUTOS QUE PARTICIPAM DA PESQUISA

 

Categoria

Marcas/Produtos

Anunciantes

1.

Bomboniere

Lacta / Bombom Sonho de Valsa

Kraft

2.

Perfumaria

Seda/ Shampoo S. O S. Ceramidas

Unilever

3.

Temperos

Maggi / Tempero e Sabor

Nestlé

4.

Sucos

Maguary/Suco pronto Caju

Kraft

5.

Limpeza

Veja/ VLP-Veja Limpeza Pesada

Reckitt Benckiser

Fonte: POPAI Brasil

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Associação de Mídia Digital Out of Home surge com treze empresas fundadoras.

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Waltely Longo é o primeiro presidente da entidade.

ABDOH - Associação de Mídia Digital Out of Home

Em coletiva online realizada agora pela manhã, o publicitário Waltely Longo oficializou a criação da ABDOH (Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home), que nasce com 13 empresas fundadoras. 

Segundo a associação, a mídia digital out of home já é um mercado estimado em U$ 1,3 bilhão nos EUA. “A trajetória desse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso também no Brasil”, diz comunicado. O segmento envolve basicamente empresas que atuam em mídia exterior por meio de displays eletrônicos instalados em trens, ônibus, hospitais e consultórios médicos, bares e restaurantes, elevadores e shopping centers, por exemplo.

“O surgimento desses novos meios de comunicação que integram a categoria de mídia digital out of home é a resposta que o mercado esperava para reconquistar a atenção do consumidor, por meio da relevância que uma mensagem adquire ao ser transmitida em sincronia com o ambiente que ela se realiza”, diz Waltely Longo, primeiro presidente da ABDOH.

A entidade deverá incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, produzir e divulgar informações técnicas sobre o segmento, estabelecer normas e procedimentos éticos do setor, padronizar sistemas de controle e avaliação e ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio.

As empresas fundadoras:

• CerejaPRN (varejo)
• CineBoteco (bares e restaurantes)
• Elemídia (edifícios comerciais, hotéis, universidades, academias e lojas de conveniência)
• Elemidia Empresas (comunicação corporativa)
• Elemidia Mall (shopping centers)
• Indoormidia (aeroportos e Shopping Iguatemi, em SP)
• Speed Cast (varejo)
• Strat Digital Signage (varejo)
• Subway Link (supermercados e varejistas)
• TV Minuto (Metrô SP)
• TV Mulher & Mãe (consultórios e maternidades)
• TvTrem (trens metropolitanos – CPTM)
• TVO (ônibus)

O organograma:

• Presidente: Waltely Longo (TV Mulher & Mãe)
• VP Administrativo, Financeiro e Assuntos Jurídicos: Luiz Roberto Valente (TvTrem)
• VP Normas Éticas e Relações com Associados: Alfredo dos Santos (Subway Link)
• VP Marketing e Relações com o Mercado: Eduardo Aidar (TVO)
• VP Desenvolvimento e Inovações Tecnológicas: Eduardo Alvarenga (Elemidia Mall)
• VP Pesquisa e Sistemas de Controle: Flávio Polay (Elemidia)

Conselho de Administração
Ângelo de Sá Jr (Indoormedia)
Eduardo Rosemback (CineBoteco)
Felipe Forjaz (Elemidia Empresas)
Flávia Sampaio (CerejaPRN)

Conselho Fiscal
Daniel Simões (TV Minuto)
Pedro Gonzalez (Speed Cast)
Nelson Acar (Strat Digital Signage)

Núcleo Estratégico e Operacional
Ubiratan Macedo (Bira Business & Marketing)
Geraldo Leite (Singular Arquitetura de Mídia)

A sede fica na rua Professor Carlos de Carvalho, 164, cj 21, no Itaim Bibi, em São Paulo. Telefone (11) 5511-3078-8311. Ali também funciona a Singular Arquitetura de Mídia, de Geraldo Leite. O site da Associação é http://www.abdoh.com.br/index-4.html

Fonte: Cidade Biz

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Waltely Longo cria Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home.

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Surge oficialmente nesta terça-feira (10/06), em coletiva online, a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), formada por empresas que atuam em um segmento específico de mídia exterior, como os monitores que se proliferam em elevadores, metrô, trens metropolitanos, ônibus, maternidades e outros locais.

A idéia é fazer um mapeamento sistemático das empresas que atuam na área, os resultados, faturamento, receitas etc.

A coletiva online, marcada para as 10h, será conduzida por Waltely Longo, presidente da associação. Ao menos inicialmente, a nova entidade ficará sediada na Singular.

Fonte: Zeca Castellar

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Tecnologia digital nos pontos-de-venda.

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Telas de plasma ou LCD e até mesmo algumas projeções holográficas para convencer o cliente. O que mais falta inventar para chamar a atenção do consumidor para um determinado produto? As empresas, além de campanhas e ações de marketing, apostam na promoção e dentro desse segmento está o ponto-de-venda. É lá que toda essa equação se resolve, no momento em que o consumidor escolhe este em detrimento daquele produto. “O que se percebe hoje no setor de marketing promocional é que as companhias estão cada vez mais investindo em ações no ponto-de-venda, além da busca pela interatividade com o consumidor”, afirma o presidente da Forma Editora, empresa que organiza e promove a Brazil Promotion, evento que reúne o setor do marketing promocional, Auli de Vitto.

O executivo faz a afirmação tendo como base uma pesquisa realizada pela Associação de Marketing Promocional (Ampro), em que 86% dos entrevistados, entre profissionais da área, apontam as ações no ponto-de-venda como as mais importantes e o marketing de incentivo, ou seja, estímulo direto à venda, como as principais tendências para os próximos anos.
“A interatividade com o consumidor pode ser conseguida com o uso de equipamentos eletrônicos, tendência já observada no exterior”, comenta De Vitto. O executivo conta sobre o uso de telas de plasma ou LCD em determinados locais do ponto-de-venda. “Com a leitura do código de barras de uma garrafa de um vinho, por exemplo, pode-se assistir a um vídeo que mostre opções de acompanhamento para aquele tipo de vinho, ou mesmo sua história, informações que enriquecem o conhecimento do consumidor sobre aquele produto”, diz De Vitto.

Esse tipo de ação pode ser utilizado para diferentes produtos, sendo uma ferramenta importante para convencer o consumidor. Por aqui, o que se viu de mais próximo disso foi a utilização de telas de plasma em algumas redes de supermercados. Nelas, o cliente assistia vídeos - desde filmes institucionais até os comerciais veiculados na TV - sobre determinado produto, exposto próximo dos aparelhos.

Uma outra inovação nas ações realizadas em pontos-de-venda é o uso de projeções holográficas. “Essa técnica em sido utilizada no exterior e permite ao consumidor visualizar o produto por inteiro, 360°”, comenta o executivo. Com o uso da holografia, é possível por exemplo, que o produto deixe a prateleira e ganhe espaço nos corredores dos locais de venda.

Fonte: Gazeta Mercantil

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