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Mídia out-of-home: Aqui, ali, em todo lugar.

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A evolução tecnológica alcançou o público onde quer que ele esteja.
Resultado: nas ruas, meios de transporte e estabelecimentos comerciais de São Paulo, TVs de LCD pipocam notícias e publicidade 24 horas por dia.
É a chamada mídia out of home.

“A convergência de mídias se tornou realidade com o desenvolvimento de novas tecnologias e o avanço da Internet”. A frase ao lado possui 112 caracteres. Esse é o limite de toques para as notícias que pipocam em telas de LCD instaladas em estabelecimentos comerciais, transportes públicos, táxis e elevadores.

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A mídia digital out of home, termo inglês que foi adotado para essa nova modalidade de comunicação que inclui conteúdo jornalístico, de entretenimento e publicidade, está em plena ascensão no país. No primeiro semestre de 2007, essas mídias registraram crescimento de 44% em relação ao mesmo período de 2006.

Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias, trazidas dos Estados Unidos e da Europa, onde a mídia digital out of home já fatura cerca de US$ 1 bilhão em publicidade ao ano.

A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.

Dessa forma, a eficiência da mídia out of home pode ser entendida pela segmentação do público e baixa dispersão, como explica o diretor da YMidia Digital Soluntion, Daniel Farhat. Além disso, a mensagem transmitida não sofre efeito zapping (mudança de canal). “O nível de ruído e dispersão é praticamente zero”, pontua.

O publicitário Walter Longo, vice-presidente de estratégia e inovação da Y&R, declarou no “Proxxima 2008 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”, realizado em São Paulo, nos dias 11 e 12 de março, que “as mídias digitais estão quebrando paradigmas. É uma evolução que está gerando revolução”. Estudo realizado em janeiro desse ano, pela consultoria OgilvyOne, nos Estados Unidos, confirma esse impacto e prevê que até 2020, 80% das mídias serão digitais.

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(embarque / desembarque: nos aeroportos e nas plataformas de trem, as televisões entretém quem está esperando.)

A HORA É AGORA
Essa migração, no entanto, já está em curso. No último semestre de 2007, a Inbox Mídia atingiu um índice de crescimento de 100% entre os anunciantes, num mercado distante do eixo Rio–São Paulo. Localizada na capital do Pará, a Inbox já possui 190 monitores instalados em postos como o Terminal Rodoviário de Belém, os aeroportos internacionais de Belém e Manaus e em shoppings.

“Estamos em pé de igualdade com grandes empresas do cenário nacional de mídia digital”, comemora Otávio Lima, sócio-diretor da Inbox e criador do primeiro blog sobre digital signage – um outro nome da out of home, bem como outernet
– do Brasil.

Estabelecimentos como farmácias, academias, restaurantes, hospitais e hotéis também aderiram a esta forma de comunicação indoor. “Adaptamos o conteúdo dependendo do lugar onde estivermos. Nos shoppings, a programação vai ser mais fotográfica, com menos notícia sobre política e economia e mais sobre entretenimento e moda”, revela Felipe Forjaz, presidente da Elemidia, empresa que tem como braço a Elemidia Mall, que atua especificamente em shoppings.

Por essa razão, não só de notícias jornalísticas e publicidade é formada a grade de programação dessas televisões. “Customizamos a programação para o cliente, incluímos conteúdo institucional e de responsabilidade social, por exemplo. Além disso, mantemos uma equipe própria com jornalistas para filtrarem as matérias de acordo com o interesse do cliente”, diz Daniel Farhat, da YMidia, que administra mais de 400 telas.

Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.

A Elemidia começou a atuar em 2004, num ambiente inusitado até então, o elevador. Atualmente já são 2056 monitores de LCD instalados em 497 edifícios. Da região de Alphaville onde começou, chegou até Buenos Aires, passando pelas principais capitais brasileiras. Para chegar ao público, o conteúdo jornalístico do portal Terra sai de um transmissor, via banda larga, para o servidor central instalado em cada edifício, que redistribui as informações para os elevadores por cabos óticos.

Para o mercado publicitário, os números de eficiência dessa mídia são animadores. Dados registrados pelo Datafolha apontam um recall estimulado de 94%, ou seja, quando os usuários perguntados se lembram de alguma marca específica respondem positivamente. Numa análise de recorte espontâneo – sem que a marca seja citada na pesquisa – 67% registraram o anúncio.

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(mobilidade digital: tvs no ônibus, no táxi, no elevador e no metrô. Diferentes tecnologias permitem que a informação chegue aos veículos em movimento.)

DENTRO DO TÚNEL
Outro setor que agregou as vantagens da mídia digital out of home foi o de transportes públicos. Metrô, ônibus e trens adaptaram a tecnologia para transformá-la em móvel e, portanto, acessível até durante o percurso dos veículos.

Pelos 10,5km de extensão da Linha Verde do Metrô de São Paulo correm, paralelos aos trilhos, cabos de fibra ótica. São eles os responsáveis por abastecer de conteúdo os 528 televisores localizados nos 11 trens que compõem essa linha. Ao chegarem nas estações, esses cabos se conectam a um computador central que transmite via wireless o conteúdo para um receptor que está instalado nas cabines de cada composição.

A Tv Minuto, que começou a operar em maio de 2007, é a empresa responsável tanto por essa tecnologia quanto pela programação. “O conteúdo é atualizado todo dia, em tempo real, e fica no ar das 04h às 00h, o mesmo período de funcionamento do metrô”, explica Dario Gohda, diretor comercial da Tv Minuto. A partir deste mês, nas telas de LCD de 17 polegadas, além da programação normal, que inclui dicas culturais e matérias sobre cidadania, serão transmitidas notícias online, fornecidas por um provedor de Internet.

“Quando completarmos a implantação, as três linhas somarão 5280 televisores que atingirão 3 milhões de usuários por dia e um investimento inicial de R$ 18 milhões”, conta Gohda. Com toda essa oferta, os anunciantes não demoraram a chegar. Desde de maio, cerca de 40 marcas já foram veiculadas pela Tv Minuto.

NO TRÂNSITO
Segundos dados da TVO, que começou a operar em outubro de 2007 em 400 ônibus de São Paulo, um passageiro fica em média 2 horas por dia dentro desse veículo. Aproveitando o tempo disponível, a TVO, assim como as outras mídias digitais out of home, leva ao usuário conteúdo informativo, entretenimento e publicidade.

Responsável pela produção da programação da TVO, a Mixer renova o conteúdo diariamente. A grade é dividida em pequenos blocos de até 1m30s, formando uma hora de programação que se repete entre 5h e 23h. O conteúdo da TVO não possui áudio, já que, segundo Fábio Ribeiro, diretor executivo da TVO, “é impossível ter um som de qualidade num ônibus urbano”.

Para chegar até as telas de 17 polegadas, a grade é enviada online para um servidor localizado nas garagens dos veículos. Quando os ônibus chegam para serem lavados e abastecidos, o servidor reconhece aqueles que possuem o equipamento e envia, via wireless, o conteúdo do dia seguinte.

“A TVO atinge cerca de 300 mil usuários por dia e o anunciante entendeu que é uma mídia nova, muita específica”, declara Ribeiro. A carteira de clientes já conta com Pernambucanas, Nestlé, Unilever, entre outras. O investimento inicial da empresa foi de R$ 3 milhões.

A BusTV é outra empresa que opera nos ônibus da capital paulista, desde de fevereiro de 2007. Atingindo uma frota de 250 ônibus, a tecnologia utilizada para a transmissão de conteúdo é portuguesa. “Todo o dia, quando os ônibus estacionam em suas garagens, uma equipe é deslocada para lá com um cartão de memória no qual está salva a programação do dia seguinte”, esclarece Ednilton Rogério Munin, gerente de produção da BusTV. Desde março desse ano, a BusTV entrou em operação no Rio de Janeiro. Nos próximos meses, Brasília, Curitiba, Salvador e Recife receberão o serviço.

Com 20 horas diárias de programação, a TvTrem se tornou um foco de entretenimento nas esperas pelos trens, que podem chegar até 20 minutos nas Linha C das plataformas da CPTM, em São Paulo. As telas de LCD de 32 polegadas são divididas em três partes. No centro, as matérias, elaboradas pela Estação 8, produtora responsável pelo conteúdo e tecnologia da TvTrem, tratam de cidadania, curiosidades da cidade, histórias dos bairros pelos quais o trem passa. No rodapé, uma barra reproduz em tempo real notícias produzidas pelo Portal Terra. Uma guia do lado esquerdo da tela traz informações da própria CPTM e sobre o clima e o trânsito da cidade, resultado da parceria com o Climatempo e com a CET.

O modelo da mídia adotado nas plataformas dos trens tem origem coreana. A central de transmissão envia, através de banda larga, o conteúdo para um servidor localizado em cada estação de trem. De lá, um operador reenvia as informações para cada uma das quatro televisões instaladas nas plataformas. “Escolhemos estar fora do trem para atingir mais gente e produzir conteúdo com áudio”, diz Rosa Jonas, idealizadora da TvTrem.

Pensando nos executivos e empresários que se locomovem de táxi, a InTAXI lançou uma mídia digital out of home com alta tecnologia. Dotados de uma tela de nove polegadas, cem táxis recebem sinal wireless para atualização do seu conteúdo, fornecido pelo Portal UOL. A grande novidade desse sistema é a interatividade. O passageiro pode mandar uma mensagem SMS para o número que aparece no canto direito da tela optando pela editoria da qual ele quer receber as notícias. Em três segundos serão enviadas somente informações relacionadas ao tema escolhido. “Esse software é único no mundo, é patenteado por nós”, revela o sócio da InTAXI, Hélcio Vieira. Enquanto as televisões estão ligadas – isso só acontece quando tem passageiro no táxi – a central da InTAXI consegue visualizar todo o conteúdo transmitido por cada táxi. “Para os anunciantes isso é muito bom. Eles podem atingir exatamente quem eles querem”, afirma Vieira.

CHOPP E INFORMAÇÃO
Entre um chopp, uma beliscada e um batepapo, os freqüentadores de 85 bares paulistanos, localizados principalmente, na Vila Madalena, Vila Olímpia e Vila Mariana, podem conferir a programação criada pelo CineBoteco e transmitida por televisões geralmente de 42 polegadas.

O conteúdo inclui frases de boteco, notícias sobre cinema, matérias de moda fornecidas pela Érika Palomino e o material eletrônico da revista Rolling Stone. A programação fica no ar das 18h às 00h, durante os dias em que os bares ficam abertos, normalmente de 3ª a domingo. O consumidor dessa mídia, segundo Eduardo Rosemback, sócio do CineBoteco, tem entre 18 e 39 anos, com tíquete médio acima de R$ 40, ou seja, o valor gasto por cada pessoa numa noite. “É esse o perfil do bar que os anunciantes buscam. Eles querem criar uma rede com alto poder aquisitivo”. A partir desse ano, o CineBoteco começa a transmitir no Rio de Janeiro. Com essa expansão, cerca de 800 mil pessoas por mês acompanharão a programação transmitida via banda larga.

NAS ESQUINAS DE SÃO PAULO
Quando o governo municipal de São Paulo pôs em prática a Lei Cidade Limpa, em janeiro de 2007, a publicidade exterior sofreu um doloroso golpe e as companhias que atuavam no setor tiveram de procurar outros rumos. A Eletromidia, responsável pelos telões espalhados em 25 cruzamentos da cidade, teve que focar os negócios nos 15 telões instalados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Ribeirão Preto, Osasco e na região do ABC paulista.

“Com a Lei Cidade Limpa tivemos um grande prejuízo. Como alternativa estamos investindo em novos projetos de comunicação indoor”, revela o diretor de TI, Rodrigo Pio Pedroso. Para Felipe Forjaz, da Elemídia, a Lei ajudou a acelerar os negócios de mídia indoor em São Paulo. “Anunciantes migraram para a Elemidia como complemento, já que as mídias externas deixaram de existir”.

Há divergências, contudo. Para o diretor executivo da Central do Outdoor, Cláudio Pereira, esse prejuízo não motivou o crescimento das mídias out of home. “O que ocorreu foi uma proliferação de outras mídias, mas não um crescimento”. Fábio Ribeiro, da TVO, concorda: “Não estamos disputando comercialmente com a verba do outdoor ou do busdoor que existia antes”.

Com ou sem favorecimento do projeto de reurbanização da cidade de São Paulo, o que a mídia digital out of home aponta é uma consolidação da convergência de mídias e uma mudança no perfil do consumidor e da publicidade. Por um lado, os anunciantes buscando potencializar suas vendas e, por outro, um público com escolhas cada vez mais segmentadas e que passa tempo demais em filas e no trânsito.

Por Karina Padial - Revista Imprensa - Abril/2008

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POPAI BRASIL mensura taxa de conversão com o uso da Sinalização Digital no Ponto-De-Venda.

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POPAI Pesquisa

O POPAI Brasil lançará em 2008 a pesquisa “DS: Incremento de vendas com a Sinalização Digital”,que apresentará números reais sobre a eficiência dessa tecnologia aplicada no ponto-de-venda. O estudo inédito no Brasil é liderado pelo Diretor do Sub-Comitê de Digital Signage do POPAI Brasil, Ronald Peach Jr., pelo diretor de Expansão do Sub-Comitê, Tom Shen, e por Avelino Querido (Bill), colaborador da mesma área da entidade.O objetivo da pesquisa é mensurar as taxas de conversão de vendas ao aplicar a tecnologia nos PDV’s. Segundo o diretor do sub-comitê, os varejistas estão muito preocupados com o retorno desse investimento. Diante dessa necessidade, o POPAI Brasil buscou o apoio da APAS – Associação Paulista de Supermercados –  que indicou a parceria com o Supermercado Sonda, para realizar a medição do estudo em três lojas de sua rede (Cidade Dutra, Jaçanã e Parque da Água Branca).

Os estabelecimentos foram selecionados por serem de grande porte, com alto fluxo de pessoas e corredores largos, critérios que possibilitam a apuração de dados quantitativos e relevantes para fazer a medição proposta. Esse estudo inovador oferecerá métricas precisas para os varejistas e fornecedores e mostrará o grau de impulsão de produtos e marcas sem o viés das datas comemorativas, ações concorrentes e falta de produtos nas gôndolas.

Para realizar esse estudo, foram instaladas, em cada loja, câmeras de vídeo que analisaram o fluxo de visitantes que trafegaram pelos corredores em um período de 30 dias. Feita essa avaliação, os coordenadores instalaram, por outros 30 dias, telas de LCD acopladas às gôndolas, na altura dos olhos dos clientes. As mensagens publicitárias que impactaram os consumidores tiveram duração de 15 segundos e continham dicas, receitas e serviços em categorias específicas como bomboniere, perfumaria, temperos, sucos e limpeza.

O estudo teve duas fases: a primeira, denominada “taxa de atratividade”, que determinou o número de consumidores que param naturalmente em um produto versus o total de consumidores que passaram por um corredor. Na segunda fase, será mensurada a “taxa de conversão”, ou seja, irá verificar qual o percentual de consumidores que compraram determinado produto e quantos comprarão, depois da colocação das telas nas categorias. Para essa medição, o supermercado fornecerá ao POPAI Brasil os tickets de venda das categorias nas duas fases do estudo.

Os equipamentos utilizados na pesquisa: hardware, software, bem como a tecnologia aplicada durante a medição e a tabulação dos resultados foram fornecidos pelas empresas associadas à entidade, entre elas Aramax, Bicca, Droid/OM, Tigris e 3M.

CONHEÇAM OS ANUNCIANTES, MARCAS E PRODUTOS QUE PARTICIPAM DA PESQUISA

 

Categoria

Marcas/Produtos

Anunciantes

1.

Bomboniere

Lacta / Bombom Sonho de Valsa

Kraft

2.

Perfumaria

Seda/ Shampoo S. O S. Ceramidas

Unilever

3.

Temperos

Maggi / Tempero e Sabor

Nestlé

4.

Sucos

Maguary/Suco pronto Caju

Kraft

5.

Limpeza

Veja/ VLP-Veja Limpeza Pesada

Reckitt Benckiser

Fonte: POPAI Brasil

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Associação de Mídia Digital Out of Home surge com treze empresas fundadoras.

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Waltely Longo é o primeiro presidente da entidade.

ABDOH - Associação de Mídia Digital Out of Home

Em coletiva online realizada agora pela manhã, o publicitário Waltely Longo oficializou a criação da ABDOH (Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home), que nasce com 13 empresas fundadoras. 

Segundo a associação, a mídia digital out of home já é um mercado estimado em U$ 1,3 bilhão nos EUA. “A trajetória desse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso também no Brasil”, diz comunicado. O segmento envolve basicamente empresas que atuam em mídia exterior por meio de displays eletrônicos instalados em trens, ônibus, hospitais e consultórios médicos, bares e restaurantes, elevadores e shopping centers, por exemplo.

“O surgimento desses novos meios de comunicação que integram a categoria de mídia digital out of home é a resposta que o mercado esperava para reconquistar a atenção do consumidor, por meio da relevância que uma mensagem adquire ao ser transmitida em sincronia com o ambiente que ela se realiza”, diz Waltely Longo, primeiro presidente da ABDOH.

A entidade deverá incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, produzir e divulgar informações técnicas sobre o segmento, estabelecer normas e procedimentos éticos do setor, padronizar sistemas de controle e avaliação e ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio.

As empresas fundadoras:

• CerejaPRN (varejo)
• CineBoteco (bares e restaurantes)
• Elemídia (edifícios comerciais, hotéis, universidades, academias e lojas de conveniência)
• Elemidia Empresas (comunicação corporativa)
• Elemidia Mall (shopping centers)
• Indoormidia (aeroportos e Shopping Iguatemi, em SP)
• Speed Cast (varejo)
• Strat Digital Signage (varejo)
• Subway Link (supermercados e varejistas)
• TV Minuto (Metrô SP)
• TV Mulher & Mãe (consultórios e maternidades)
• TvTrem (trens metropolitanos – CPTM)
• TVO (ônibus)

O organograma:

• Presidente: Waltely Longo (TV Mulher & Mãe)
• VP Administrativo, Financeiro e Assuntos Jurídicos: Luiz Roberto Valente (TvTrem)
• VP Normas Éticas e Relações com Associados: Alfredo dos Santos (Subway Link)
• VP Marketing e Relações com o Mercado: Eduardo Aidar (TVO)
• VP Desenvolvimento e Inovações Tecnológicas: Eduardo Alvarenga (Elemidia Mall)
• VP Pesquisa e Sistemas de Controle: Flávio Polay (Elemidia)

Conselho de Administração
Ângelo de Sá Jr (Indoormedia)
Eduardo Rosemback (CineBoteco)
Felipe Forjaz (Elemidia Empresas)
Flávia Sampaio (CerejaPRN)

Conselho Fiscal
Daniel Simões (TV Minuto)
Pedro Gonzalez (Speed Cast)
Nelson Acar (Strat Digital Signage)

Núcleo Estratégico e Operacional
Ubiratan Macedo (Bira Business & Marketing)
Geraldo Leite (Singular Arquitetura de Mídia)

A sede fica na rua Professor Carlos de Carvalho, 164, cj 21, no Itaim Bibi, em São Paulo. Telefone (11) 5511-3078-8311. Ali também funciona a Singular Arquitetura de Mídia, de Geraldo Leite. O site da Associação é http://www.abdoh.com.br/index-4.html

Fonte: Cidade Biz

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Waltely Longo cria Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home.

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Surge oficialmente nesta terça-feira (10/06), em coletiva online, a Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home (ABDOH), formada por empresas que atuam em um segmento específico de mídia exterior, como os monitores que se proliferam em elevadores, metrô, trens metropolitanos, ônibus, maternidades e outros locais.

A idéia é fazer um mapeamento sistemático das empresas que atuam na área, os resultados, faturamento, receitas etc.

A coletiva online, marcada para as 10h, será conduzida por Waltely Longo, presidente da associação. Ao menos inicialmente, a nova entidade ficará sediada na Singular.

Fonte: Zeca Castellar

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Tecnologia digital nos pontos-de-venda.

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Telas de plasma ou LCD e até mesmo algumas projeções holográficas para convencer o cliente. O que mais falta inventar para chamar a atenção do consumidor para um determinado produto? As empresas, além de campanhas e ações de marketing, apostam na promoção e dentro desse segmento está o ponto-de-venda. É lá que toda essa equação se resolve, no momento em que o consumidor escolhe este em detrimento daquele produto. “O que se percebe hoje no setor de marketing promocional é que as companhias estão cada vez mais investindo em ações no ponto-de-venda, além da busca pela interatividade com o consumidor”, afirma o presidente da Forma Editora, empresa que organiza e promove a Brazil Promotion, evento que reúne o setor do marketing promocional, Auli de Vitto.

O executivo faz a afirmação tendo como base uma pesquisa realizada pela Associação de Marketing Promocional (Ampro), em que 86% dos entrevistados, entre profissionais da área, apontam as ações no ponto-de-venda como as mais importantes e o marketing de incentivo, ou seja, estímulo direto à venda, como as principais tendências para os próximos anos.
“A interatividade com o consumidor pode ser conseguida com o uso de equipamentos eletrônicos, tendência já observada no exterior”, comenta De Vitto. O executivo conta sobre o uso de telas de plasma ou LCD em determinados locais do ponto-de-venda. “Com a leitura do código de barras de uma garrafa de um vinho, por exemplo, pode-se assistir a um vídeo que mostre opções de acompanhamento para aquele tipo de vinho, ou mesmo sua história, informações que enriquecem o conhecimento do consumidor sobre aquele produto”, diz De Vitto.

Esse tipo de ação pode ser utilizado para diferentes produtos, sendo uma ferramenta importante para convencer o consumidor. Por aqui, o que se viu de mais próximo disso foi a utilização de telas de plasma em algumas redes de supermercados. Nelas, o cliente assistia vídeos - desde filmes institucionais até os comerciais veiculados na TV - sobre determinado produto, exposto próximo dos aparelhos.

Uma outra inovação nas ações realizadas em pontos-de-venda é o uso de projeções holográficas. “Essa técnica em sido utilizada no exterior e permite ao consumidor visualizar o produto por inteiro, 360°”, comenta o executivo. Com o uso da holografia, é possível por exemplo, que o produto deixe a prateleira e ganhe espaço nos corredores dos locais de venda.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Os novos concorrentes da Globo.

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Os grandes varejistas criam suas próprias redes de TV para aumentar as vendas –  e ganhar com anúncios.

TV CarrefourÉ difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

A TV do varejo já existe há pelo menos dez anos, mas seu crescimento efetivo como ferramenta de marketing aconteceu, de maneira mais intensa, nos últimos dois anos. O impulso ocorreu graças à popularização das telas de plasma e LCD, que tornou viável a implantação de redes de TV nas lojas — antes o custo era proibitivo e o formato dos televisores era pouco prático. Ao mesmo tempo, crescia o interesse pela chamada mídia alternativa, o que colocou a TV do varejo no mesmo patamar da publicidade online, de entretenimento e de guerrilha. Uma pesquisa da consultoria PQ Media aponta que entre 2002 e 2007 a mídia alternativa dobrou sua representação no bolo publicitário americano, passando de 8% do total dos investimentos para 16%. Nos Estados Unidos, a primeira grande rede a investir no potencial da TV de varejo foi o Wal-Mart. A maior rede de supermercados do mundo instalou 125 000 aparelhos de plasma e LCD em 4 000 lojas, que exibem programação contínua para um público estimado em 127 milhões de pessoas por semana — números que tornam a rede a quarta maior emissora do país, atrás de NBC, ABC e CBS. O canal do Wal-Mart conta com mais de 200 anunciantes. Estima-se que o canal exclusivo da empresa fundada por Sam Walton tenha faturado 100 milhões de dólares no ano passado.

A TV do varejo

A audiência nas principais redes de supermercados e fast food que transmitem programas de televisão dirigidos aos clientes brasileiros

(em milhões de espectadores por mês)

Carrefour

27

Wal-Mart

15

Habib’s

15

Ri Happy

1,5

Fran’s Café

1

Fonte: empresas

No Brasil, os números das TVs de ponto-de-venda são ainda modestos quando comparados com as estatísticas americanas. Juntos, Carrefour e Wal-Mart têm um público estimado em 42 milhões de espectadores por mês (veja quadro). A rede francesa reúne 112 lojas equipadas com o sistema, enquanto na subsidiária brasileira do Wal-Mart são 98 unidades. Os primeiros testes, segundo as redes de supermercados, são animadores. “Uma propaganda piloto de uma marca de adoçantes exibida nas lojas levou a um aumento de 70% nas vendas do produto e de 20% em toda a categoria”, diz Rodrigo Lacerda, diretor de marketing do Carrefour. “Esse tipo de publicidade não só ajuda a aumentar as vendas por impulso como também estimula o cliente a experimentar lançamentos.” No entanto, pesquisa encomendada ao instituto Ipsos pela Subway Link, a produtora de TV responsável pelos programas exibidos nas lojas brasileiras do Wal-Mart, mostra que os consumidores que se transformam em telespectadores ainda são minoria. Segundo o levantamento, 20% dos entrevistados se lembraram de imediato das telas instaladas nas lojas — quando estimulados pelo entrevistador, outros 69% afirmaram ter notado as TVs. Considerando ambos os grupos, 25% dos entrevistados disseram se lembrar de alguma propaganda exibida. “A publicidade nas TVs de varejo tem apresentado taxas muito altas de lembrança por parte dos consumidores. Mas é preciso aprofundar as metodologias de pesquisa nessa área”, diz Patrick Quinn, presidente da consultoria americana PQ Media.

As redes de TV de ponto-de-venda vêm crescendo nos Estados Unidos dentro de um contexto específico. As grandes emissoras de televisão aberta enfrentam cada vez mais dificuldades de manter a atenção do espectador durante os intervalos comerciais — que, graças a dispositivos eletrônicos como o TiVo, simplesmente pode eliminar a publicidade da programação. Com as TVs de varejo, os anunciantes ganharam mais uma maneira de atingir seu público sem correr esse risco. No Brasil, esse tipo de publicidade tem se revelado uma opção ao outdoor, depois que a prefeitura da cidade de São Paulo, maior mercado consumidor do país, proibiu propaganda em locais públicos — uma iniciativa que já começa a ser discutida em outras capitais brasileiras. Além do Carrefour e do Wal-Mart, já é possível encontrar TVs de ponto-de-venda na rede de lojas de brinquedos Ri Happy, na cadeia de fast food Habib’s e na cafeteria Fran’s Café. Recentemente, o grupo Pão de Açúcar anunciou que iniciará testes com um sistema semelhante ao do Carrefour em cinco lojas do hipermercado Extra. Em breve, a Lojas Americanas também implantará seu canal em 250 de suas 450 unidades. As cifras desses projetos ainda são diminutas, mas as emissoras de televisão, definitivamente, ganharam novos concorrentes.

Fonte: Revista Exame (03.04.2008) | Por Eliane Sobral

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Ouf-of-home: um mercado de USS 2,6 bilhões.

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Digital Signage

A mídia digital indoor (out-of-home), chamada nos EUA como Digital Signage, é um mercado em franco crescimento. Com o barateamento de produtos eletrônicos, novos produtos chegam ao mercado a cada instante.

Apresentada na Consumer Electronics Show em janeiro deste ano, o ‘vídeo-camiseta’ é a nova aposta dos norte-americanos para a mídia em movimento. Com aproximadamente 15 polegadas, o vídeo inserido na camiseta é uma mídia ambulante. Grandes empresas como McDonald’s e Coca Cola já aderiram à campanhas publicitárias utilizando-se de pessoas vestidas com a novidade.

A cerveja japonesa Kirin elevou aos sentidos sua campanha em displays indoor: colocou a fragrância da cerveja em aparelho que tem a função de borrifar a essência da cerveja no ambiente.

Supermercados estão de olho na ultra-segmentação de anúncios em seus displays. Ao adentrar uma loja do Wal-Mart, por exemplo, uma câmera fotografa o público e classifica o perfil de cada consumidor.

Ao realizar compra na seção de cosmético, o ‘cinqüentão grisalho’ vai se deparar com anúncio na tela sobre o novo lançamento de xampu para a sua idade e tipo de cabelo.

A tecnologia disponível no momento prevê também que softwares classifiquem e analisem o público consumidor com o objetivo de que essa mídia indoor possa atrair a publicidade de grandes marcas, interessadas na segmentação de sua linha de produtos.

“O consumidor não pode ficar irritado com a mídia a que está assistindo. Ele não vai ter tempo de anotar uma receita de bolo que está sendo transmitida na tela se sua filha estiver chorando”, analisa Michael Hudes, executivo da Clear Channel Outodoor, empresa especializada na arquitetura de redes de displays. “A mídia indoor precisa ser relevante para o consumidor para que esta experiência não se transforme em algo desagradável”, finaliza.

Fonte: Meio & Mensagem

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Sinalização Digital tem vantagens em relação a outras mídias.

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BigBen

A Sinalização Digital fala aos consumidores diretamente no ponto de venda ou no ponto de decisão, enquanto a TV, rádio e impressos têm sempre um “gap” de tempo e distância entre o anúncio e o produto anunciado. Ela tem um poder de efetivação da captura do consumidor, pois se comunica com clientes que estão prontos para comprar.

A Mídia Digital Indoor pode ser adaptada de acordo com interesses na região ou do local, padrões demográficos ou de compra. As audiências estão “prontas para agir”, enquanto as audiências de todas as outras mídias são “consumidores potenciais” passivos. O índice de “recall” de informações por meio da Digital Signage é melhor do que mídias tradicionais (há inúmeros estudos publicados sobre isso).

O custo de anunciar via em uma mídia indoor é facilmente justificado, por ser fácil medir seus efeitos através do aumento de vendas. É possível divulgar exponencialmente mais spots ocupando o mesmo espaço. Além disso, permite conteúdo em movimento, com muito mais impacto visual.

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Porque investir em Mídia Indoor.

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Nos dias atuais, a concorrência pela atenção dos clientes está cada vez mais acirrada, por isso a mídia indoor é uma estratégia incomparável para atingir seu consumidor.Trata-se de acompanhar seu cliente nos locais onde ele gosta de freqüentar, através de uma comunicação direcionada ao seu perfil de público consumidor.

Abaixo algumas vantagens da mídia indoor:

1º - O cliente não desperdiça verba com o consumidor que não lhe interessa. A mídia indoor possibilita uma segmentação de publico e o anunciante atinge o seu publico alvo através da localização dentro de estabelecimentos favoráveis ao nosso anunciante.

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2º - O tempo de exposição perante o anuncio varia de 1 a 4 minutos dependendo da permanência do consumidor no estabelecimento e perante o anuncio;

3º - Em horários de lazer as pessoas estão mais sensíveis às informações que recebem, e o nível de ruído e dispersão é praticamente zero;

4º - A localização dos anúncios estão nos melhores e mais bem freqüentada local da cidade o qual valoriza a sua marca e empresa;

5º - Todos nossos Boards estão localizados em ambientes de altíssimo padrão de acabamento e higiene, o que valoriza o seu anuncio;

6º - Diferenciado do Jornal, Rádio e TV, pouquíssimos anunciantes dividem o mesmo espaço, e nenhum deles jamais será seu concorrente.

7º - Possibilidade de segmentação de publico, homem e mulher disponibilizando criar anúncios específicos para cada sexo e publico em questão.

Fonte: ZEUS mídia

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Cuidados ao implantar uma rede Digital Signage.

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1) Conteúdo, a chave do sucesso!
Se o conteúdo não for relevante ou apropriado para o público, sua rede falhará, não importando quão boa seja a tecnologia empregada. Faça-o vibrante e será praticamente impossível o seu espectador não olhar para ele.

2) Funcionário.
Embora não seja o seu público-alvo, os funcionários das lojas são a sua audiência permanente, então, se eles não gostarem de seu canal de comunicação, seus dias podem estar contados. O áudio repetitivo é geralmente o maior culpado.

3) Localização.
Se as telas estiverem em um local onde as pessoas não as notem, fato - seu projeto falhou.

4) Sua rede permitirá facilmente realizar pequenas atualizações?
Outro fator determinante é a habilidade de facilmente enviar a informação certa para o público certo na hora certa. Se você só consegue atualizações mensais (DVDs), você está realmente deixando o barco passar… Se você não pode facilmente trocar o preço de um produto através da sua rede em 15 minutos ou menos, reflita… Por que isso demora tanto? - quanto isso custaria para você?

5) Tarifação
Se você não puder provar que os seus anúncios estão sendo exibidos, você não estará pronto para ganhar dinheiro com publicidade em sua rede.

6) Não confie em distribuição manual de material.
Humanos são humanos, comentem erros fora do planejado. Use sua rede para remotamente atualizar suas lojas, e não faça simplesmente uma distribuição do conteúdo dos DVDs ou terá sérios problemas com o seu departamento de TI.

7) Conteúdo orientado para os funcionários é uma poderosa ferramenta de vendas.
Enquanto muitas pessoas focam primeiramente no que as telas exibirão para os clientes, usar sua rede para comunicação e treinamento de seus funcionários criará um forte entendimento de sua marca e de como as vendas devem ser realizadas.

8) Publicidade segmentada, uma grande oportunidade.
Mais e mais os comerciais de TV são “zapeados” todos os dias. As agências e os anunciantes estão desesperados por encontrar um novo local para promover produtos e serviços. Você tem as marcas nas lojas da sua rede. “Alavanque isso”, traga-os para patrocinarem ou veicularem promoções especiais direcionadas para um público certo em sua rede.

9) Não reme contra a Indústria de PCs.
Use equipamentos padrões de mercado. Tocadores proprietários de MPEG não possuem a mesma relação custo/performance que a média dos PCs de baixo custo.

10)  Sua rede permite expansão?
Qualquer um pode implantar um piloto. Força bruta e ignorância podem facilmente fazer isso. Você sentirá vontade de dizer “sim”, mas diga “não” para estas soluções! Escolha uma arquitetura que seja suficientemente flexível para crescer conforme suas necessidades, sem que para isso você tenha que substituir todo o hardware implantando.

Fonte: Grupo Strat Jbtec

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