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	<title>Digital Signage Brasil &#124; Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Novidades, Artigos e Eventos da indústria de Mídia Digital Indoor / Sinalização Digital / Out-of-Home</description>
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<title>Digital Signage Brasil | Blog sobre Sinalização Digital / Digital Signage / Out-of-Home</title>
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		<item>
		<title>Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 12:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Farineli]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[OrionPC]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Carlos Farineli (Cafari), agradeço primeiramente sua participação como nosso entrevistado. Inicie falando para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e ainda uma breve apresentação da Órion.
Carlos Farineli: Olá Otávio, agradeço também a oportunidade. Sou formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica pela Escola de Engenharia Mauá (1989); posteriormente finalizei meu MBA em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Carlos Farineli (Cafari), agradeço primeiramente sua participação como nosso entrevistado. Inicie falando para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e ainda uma breve apresentação da Órion.</strong><em><br />
<img class="size-full wp-image-3369 alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="entrevista_carlos-farineli-OrionPC" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2010/01/entrevista_carlos-farineli-OrionPC.jpg" alt="" width="300" height="350" />Carlos Farineli: </em>Olá Otávio, agradeço também a oportunidade. Sou formado em Engenharia Elétrica com ênfase em Eletrônica pela Escola de Engenharia Mauá (1989); posteriormente finalizei meu MBA em CTI (Conhecimento, Tecnologia e Inovação) pela FIA/USP. Participei de vários cursos no Brasil e no Exterior sempre voltado a área de Plataformas Computacionais &#8211; desenvolvimento de plataformas especialistas. Vou explicar melhor.</p>
<p>Sempre atuei em empresas que me permitiram ter acesso às novidades e lançamentos do mercado mundial de Computadores e afins. Isso despertou a paixão por produtos (PCs), principalmente soluções especialistas e customizadas para resolver problemas enfrentados no dia-a-dia de meu trabalho, e de nossos clientes. O Desafio era encontrar no mercado mundial produtos para resolver esses desafios. Produtos até então não encontrados no Brasil, como “Verificadores de preços baseados em PCs” para trabalhar em rede Ethernet, “Servidores para Estações Radio Base de Celulares” que suportasse as condições de temperatura e umidade Brasileiras, “PDVs” para Boates e Bares resistentes a líquidos e umidade, “Terminais Portáteis” com Modem e bateria, “Computadores Industriais” para suportar as intempéries do ambiente fabril, “Panel PCs em inox” para ambientes limpos como industria farmacêutica e de cosméticos, “Terminais de empilhadeira” extremamente robustos, “PCs embarcados” para carros de polícia e utilities (Energia, Água, Telefonia) etc. Em determinado momento, não conseguíamos encontrar soluções prontas para atender a demanda de custo/benefício que o Brasil exigia. Então comecei a desenvolver produtos utilizando a experiência adquirida nesse período. E foram vários.</p>
<p>Uma curiosidade. Em 1997, iniciamos o desenvolvimento de um produto para uso em Gôndolas de Supermercados, com impressora compacta, tela LCD de 10.4” com TouchScreen, leitor de código de barras e ligados em rede a uma empresa que seria a gestora de todos os terminais no pais. A idéia era compatibilizar os estabelecimentos com a nova lei que estava para ser aprovada, exigindo terminais de consulta de preços em cada corredor; e claro, a idéia era fornecer os equipamentos e em troca comercializar publicidade nesses terminais. Não me lembro de nada parecido e tão inovador na época. Infelizmente, na ocasião, a conta “não se fechou” e o projeto não saiu do papel. Não sei dizer onde estaria hoje caso esse projeto tivesse dado continuidade. A <strong><a href="http://www.orionpc.com.br/" target="_blank">ÓrionPC</a></strong> nasceu dessa paixão.</p>
<p>Aliamos o conhecimento em produtos e desenvolvimento ao conhecimento de mercado de nosso Sócio Edson C. de Conti (com experiência semelhante a minha porém na área Comercial) e ao background técnico da <strong><a href="http://www.orion.com.br/" target="_blank">Órion Automação</a></strong> (52 engenheiros e profissionais com 18 anos de experiência) para apresentarmos ao mercado uma empresa diferente, que nasce unindo competências complementares, para resolver problemas em comum, e gerar produtos inovadores. A <strong><a href="http://www.orionpc.com.br/" target="_blank">ÓrionPC</a></strong> tem sua sede em Campinas e filial em Alphaville.</p>
<p><strong>Podemos verificar uma 2ª onda do Digital Signage no Brasil, que se trata de projetos elaborados de forma mais consistente e na utilização de equipamentos mais adequados para essas aplicações. Como você analisa o crescimento na utilização de hardwares profissionais para mídia digital out of home?</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Acredito ser um caminho inevitável e muito compensador. O mercado do Digital Signage foi fortemente beneficiado com a lei “Cidade Limpa” de São Paulo, que da noite para o dia abriu um espaço pouco explorado até então que era a Midia Digital Indoor. Surgiram várias empresas, várias soluções de Hardware e Software, tentando conseguir seu espaço.</p>
<p>Vivenciamos o nascimento e a morte de muitas empresas nesse curto período. As que restaram, estão agora se consolidando e ampliando seu espaço no mercado. Varias “experiências” mal sucedidas aconteceram. Vimos microcomputadores tipo torre, “pedurados” em terminais de aeroportos (ainda vemos alguns hoje em dia); vimos “netbooks” chacoalhando e sofrendo com o calor, instalados em forrações de Ônibus, onde enfrentamos temperaturas de até 85oC; vimos Porta Retratos Digitais “amarrados” em encosto de cabeças sendo utilizados em Taxis; vimos monitores LCD em Ônibus onde só se consegue ver alguma informação quando os mesmos entram em túneis e o luminosidade do ambiente não atrapalha. Esses são só alguns de muitos exemplos que todos nós vimos e ainda vemos no dia-a-dia.</p>
<p>Agora é hora da profissionalização. É hora de se aplicar o produto certo no ambiente certo. Acredito que a fase dos “testes” está passando, e de agora em diante as empresas sérias que se consolidaram buscarão soluções adequadas a cada necessidade. Estudos de TCO e ROI estão sendo (finalmente) realizados. Afinal, quanto custa trocar um “Netbook” em Ônibus as 2:00 da manhã, 1 ou até 2 vezes ao mês? Quanto custa perder um anunciante que não está vendo resultado pois das 800 pessoas impactadas por dia somente 5% conseguiram “ler” o conteúdo?  Garanto que isso custa muito mais do que o investimento inicial em uma solução mais adequada.</p>
<p>Guardando-se as devidas proporções, vimos algo parecido acontecer na abertura do mercado em 1994; somente as empresas realmente preparadas sobreviveram, e cresceram.</p>
<p><strong>Muitas empresas consolidadas, ou que estão se consolidando no mercado nacional estão sempre em busca de novas aplicações como equipamentos mais robustos, menor consumo elétrico (low power), fanless, All-In-Ones, compactos e etc. É o padrão de qualidade e exigência, oriundos do chão de fábrica, agora aplicados nesse mercado, os chamados <em>“VIP” – “Vertical Industry Platforms”</em>. Comente essa tendência.</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em><strong>“VIP – Vertical Industry Platforms”</strong> é um conceito já muito utilizado no chão de fábrica, onde “computadores especialistas” são aplicados. Equipamentos adequados para cada situação e ambiente. Não existe uma solução única que atenda a 100% das necessidades.</p>
<p>Não adianta “pendurar” um notebook de uso pessoal em uma empilhadeira que anda metade do tempo no galpão e outra metade no pátio sujeito a chuva; não adianta instalar um PC tipo desktop no setor de vulcanização de uma indústria de pneus, onde atinge facilmente 60ºC ambiente.</p>
<p>Você gostaria de saber que o equipamento de respiração artificial que está cuidando de um amigo ou parente utiliza a mesma placa mãe de seu computador pessoal que já te deixou na mão uma ou duas vezes em 2 anos? Sendo que um equipamento médico desses pode ser utilizado 24hrs/dia por até 10 anos? Cada aplicação, cada ambiente possui seu nível de exigência de hardware e também de software. Isso vale na indústria, no hospital e também em aplicações de Digital Signage.</p>
<p>Hoje temos soluções compactas, de baixo consumo de energia (Green PCs) e geração de calor (muitas vezes fanless) que foram idealizadas ou customizadas para cada necessidade, levando-se em conta anos de experiência e testes. E o melhor: preços muito próximos aos de equipamentos convencionais.</p>
<p><strong>Observamos a utilização de aplicativos de geoposicionamento e georeferenciamento, através do uso de GPS ou Transponders. Quais são as vantagens da utilização dessas tecnologias para o operador de digital signage e para o anunciante que possibilita a comercialização de mídia referenciada.</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>O cliente anunciante em plataformas de Digital Signage busca impactar de forma eficiente o maior número de pessoas por dia, por hora, por minuto. Esse é nosso desafio. Tornar um impacto numa venda, numa formação de opinião, num “branding” eficiente. A tecnologia de Geoposicionamento / Georeferenciamento é uma forte aliada. A idéia permitir passar a informação na hora certa, e no local certo.</p>
<p>Tomemos com exemplo um sistema de Digital Signage em Ônibus. O que é mais eficiente, um anuncio de feijoada no meio da descida da Imigrantes (estrada que liga a cidade de São Paulo ao litoral, que praticamente não possui pontos de parada) as 3:00 da manhã, ou o mesmo anúncio passado ao 12:00 quando o Ônibus passar em frente ao restaurante do Bolinha (tradicional casa de feijoadas de SP)? Um  anúncio muito bem produzido mostrando uma xícara de café quentinho (com aquela fumaça branquinha saindo) junto com uma porção de mini-pães de queijo em uma cesta super arrumada por um preço imbatível, se for apresentado as 18:00 em pleno horário do rush, com todos voltando para casa loucos por um banho e por um jantar com a família? O melhor seria mostrar o mesmo anúncio em todos os pontos onde existisse a loja do anunciante por perto; talvez até somente nesses pontos.</p>
<p>Isso é possível com essa tecnologia. Não só escolher a hora mas também o local onde o anúncio será veiculado.</p>
<p><strong>Quais são as principais vantagens (para os provedores de digital signage) ao adotar projetos incorporando produtos da Órion – Plataformas Computacionais em suas aplicações?</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Experiência e opções de produtos. A ÓrionPC distribui hoje, alguns com exclusividade, produtos de 18 fornecedores dos mais diversos países. Procuramos montar uma cesta de produtos agregando o melhor de cada um em soluções adequadas a nossa realidade.</p>
<p>Não estamos amarrados a soluções de uma única marca. Podemos assim customizar as soluções para cada cliente e aplicação da melhor forma.</p>
<p><strong>Sistemas integrados de LCD e PCS (All-in-One) agregam robustês, desempenho e praticidade a sistemas de Digital Signage fixos e principalmente móveis (Ônibus, trens, taxis, etc). Cada vez mais esses produtos serão incorporados pelas empresas? Comente.</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Produtos integrados, o que chamamos de “All in One”, possuem várias vantagens principalmente em aplicações onde o baixo MTTR (tempo médio de reparo) e alto MTBF (tempo médio entre falhas) são decisivos.</p>
<p>Por estar tudo integrado, a manutenção desse tipo de solução ocorre de uma forma muito simples; troca-se todo o conjunto com rapidez e eficiência. Rapidamente o sistema está funcionando novamente. Uma vez em bancada, tem-se mais tempo para analisar a possível falha. O raciocínio é simples: um produto que não está funcionando, não está faturando. Quanto antes ele voltar a funcionar, melhor para todos.</p>
<p>Existem também características importantes com relação a robustês e qualidade em soluções tipo “All in One”. Desde o estudo do fluxo térmico do conjunto (ventilação do conjunto como um todo permitindo uma temperatura mais uniforme em toda solução), da fixação dos componentes corretos na proximidade necessária (saída de video da placa-mãe próxima ao LCD, ou fonte de alimentação longe dos componentes críticos), facilidade de manutenção, etc, etc. Resolve-se o “conjunto”, e não um componente isoladamente (Mini-PC e Monitor). Note que os termos “MTTR” e “MTBF” são oriundos e mais difundidos no chão-de-fábrica, mas são totalmente pertinentes a esse mercado.</p>
<p><strong>Percebemos uma dedicação da Órion em aplicações móveis de digital signage (Ônibus Urbanos), através de monitores LCD robustos, tecnologia Sun-Readable e Auto-Dimming (aumenta ou diminui o brilho conforme necessidade), alimentação high-range com filtros anti-ruído e ligamento/desligamento inteligente e transmissão de áudio e vídeo em alta definição por cabos Cat5 ou Wifi.</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Esse é nosso expertise. Carregamos em nossa linha uma grande lista de produtos originalmente desenvolvidos para aplicações móveis, como fontes automotivas inteligentes (evitam problemas com a alimentação o e são acionadas junto com o acionamento do veículo, de uma forma configurável), CPUs fan-less (baixo consumo de energia e dissipação de calor), chassis robustos (podem ser instalados no porta-malas, no forro do Ônibus, sob o banco do passageiro do taxi, etc) além de LCDs Sun-Readable e Auto-Dimming (aumentam ou diminuem o brilho automaticamente quando necessário, como por exemplo em um Ônibus virando uma esquina onde incide sol sobre o monitor da frente e não sob o de trás – o da frente aumenta o brilho independentemente), etc.</p>
<p>Desenvolvemos o primeiro computador para carro de polícia em 1996, o primeiro computador para locomotivas em 1999, o primeiro computador para empilhadeira 100% nacional, entre outros. Plataformas Computacionais embarcadas em veículos são nossa paixão e maior dedicação nos últimos anos.</p>
<p><strong>A Órion está introduzindo no mercado nacional uma ótima novidade, os monitores com tecnologia USB. Que permite acrescentar de uma forma “Plug-and-Play” um segundo monitor ao sistema, bastando conectá-lo a uma interface USB. Os modelos com TouchScreen possuem uma interface simples e amigável com o usuário. Qual é a sua expectativa quanto introdução dos monitores USB no Brasil?</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Essa solução nova, muito interessante e prática. Imagino aplicações em Check Outs onde o equipamento provavelmente possui poder de processamento além do utilizado; bastaria conectar o monitor USB em uma interface disponível, e ter um display de anúncios instantaneamente; sem complicações. Um único cabo e só. Não demanda alimentação, cabo de vídeo, só um cabo USB.</p>
<p>Como são monitores compactos (de 7”, 8” e 10”) vejo aplicações onde o contato com o cliente seja próximo; pode-se, por exemplo, até utilizar seu touchscreen para fazer uma pesquisa de opinião enquanto aguarda a aprovação do cartão de crédito. Vejo uma ampla aplicação para esse tipo de produto em padarias, farmácias, supermercados etc.</p>
<p><strong>Na sua visão, quais os segredos para o fornecimento de uma aplicação completa de Sinalização Digital para os pontos fixos e embarcados (Hardware, Software, Gerenciamento e Mídia).</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>É nesse momento que apresentamos nossa linha “VIP – Vertical Industry Platforms” para Digital Signage. Soluções “Bundled” de Hardware e em alguns casos também de Software, construídos de forma a suportar o ambiente e condições de uso. Em muitos casos, basta trocar o chassis do mini-pc para torná-lo aplicável em diferentes ambientes. Esse é nosso expertise. Conhecer o ambiente e os produtos.</p>
<ul>
<li>Soluções Bundled para Ônibus de Transporte Urbano;</li>
<li>Soluções Bundled para Ônibus de Transporte Rodoviário;</li>
<li>Soluções Bundled para Ônibus de Turismo;</li>
<li>Soluções Bundled para Taxis;</li>
<li>Soluções Bundled para Trens e Metrô;</li>
<li>Soluções Bundled para corredores de Shopping Centers;</li>
<li>Soluções Bundled para Elevadores;</li>
<li>Soluções Bundled para Restaurantes (menu digital na mesa);</li>
<li>Soluções Bundled para Lojas.</li>
</ul>
<p><strong>Falando sobre as principais características dos Mini-PCs como, encapsulamento resistente, alto poder de processamento, baixo consumo de energia, múltiplas opções de conectividade (USB, WiFi, Bluetooth, GPS, 3G), sistema de amortecimento de 2ª geração que permite o uso de HDs convencionais, além de fonte veicular inteligente programável pela BIOS que monitora o startup e o fechamento do sistema. Você acha que a partir de agora cada vez mais os Mini-PCs serão adotados dentro de aplicações profissionais de Digital Signage?</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em>Sim, com certeza. Hoje existem soluções para praticamente 100% das necessidades; soluções para ambientes onde o calor e o principal componente agressivo, ambientes de vibração, ambientes de umidade, aplicações 24&#215;7. Pra todo problema existe uma solução, e ela deve ser aplicada para evitar problemas futuros que possam vir a afetar a credibilidade de todo o sistema.</p>
<p>Minha mensagem é simples: Não arrisquem com soluções duvidosas e caseiras. Essa fase já passou e o conceito do Digital Signage veio para ficar. Agora é hora de inovar e agregar inteligência ao conceito, procurando novas aplicações, novas oportunidades. O Hardware já está resolvido.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o </strong><strong>digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><em><br />
Carlos Farineli: </em> Não tenho muito o que falar; só dar os parabéns. Vocês se tornaram referência no mercado devido ao excelente trabalho e profissionalismo. Continuem assim. O mercado do Digital Signage agradece!</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2010%2F01%2F27%2Fentrevista-carlos-farineli-orionpc%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Carlos%20Farineli%20%E2%80%93%20%C3%93rionPC" id="wpa2a_2"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/12/12/keith-kelsen-quinta-tela-precisara-de-redes-bem-organizadas-e-escala-para-ser-bem-sucedida/" title="Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida">Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/11/11/orionpc-seleciona-candidato-para-area-tecnica/" title="ÓrionPC seleciona candidato para área técnica.">ÓrionPC seleciona candidato para área técnica.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/10/26/orionpc-e-4yousee-disponibilizam-plataforma-ds-georreferenciada/" title="ÓrionPC e 4YouSee disponibilizam Plataforma DS Georreferenciada.">ÓrionPC e 4YouSee disponibilizam Plataforma DS Georreferenciada.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/08/03/bus-canal-oferece-comunicacao-embarcada-com-telas-de-lcd-em-onibus-no-interior-do-estado-de-sao-paulo/" title="Bus Canal oferece comunicação embarcada com telas de LCD em ônibus no Interior do Estado de São Paulo.">Bus Canal oferece comunicação embarcada com telas de LCD em ônibus no Interior do Estado de São Paulo.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/06/09/nova-tecnologia-permite-conexoes-instantaneas-em-3d/" title="Nova tecnologia permite conexões instantâneas em 3D.">Nova tecnologia permite conexões instantâneas em 3D.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/25/a-orionpc-oferece-ao-mercado-os-novos-monitores-usb/" title="A OrionPC oferece ao mercado os novos Monitores USB.">A OrionPC oferece ao mercado os novos Monitores USB.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/09/22/entrevista-alexandre-barreto-cortex-industrial-systems/" title="Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems">Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/08/26/entrevista-carlos-eduardo-ymidia/" title="Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia">Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/07/28/entrevista-yuri-berezovoy-broadsign/" title="Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign">Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/06/17/entrevista-dimas-alves-intaxi-wimidia/" title="Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia">Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Giovanni Maddaloni &#8211; GM7</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanni Maddaloni]]></category>
		<category><![CDATA[gm7]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Giovanni Maddaloni, inicialmente gostaria de agradecer a sua participação como nosso entrevistado. Fale um pouco para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e faça uma breve apresentação da GM7.
 Giovanni Maddaloni: Olá Otávio. Agradeço também a oportunidade. É um prazer poder compartilhar um pouco de minha experiência profissional e um pouco sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Giovanni Maddaloni, inicialmente gostaria de agradecer a sua participação como nosso entrevistado. Fale um pouco para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e faça uma breve apresentação da GM7.</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-2833" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="Giovanni Maddaloni - GM7" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/10/entrevista_giovanni_maddaloni-gm7.jpg" alt="entrevista_giovanni_maddaloni-gm7" width="300" height="350" /> <em>Giovanni Maddaloni:</em> Olá Otávio. Agradeço também a oportunidade. É um prazer poder compartilhar um pouco de minha experiência profissional e um pouco sobre a GM7. Há sete anos, eu trabalhava para uma empresa de consultoria em planejamento estratégico dentro dos EUA, e meu trabalho tinha a necessidade de viajar muito. Nas minhas viagens, me chamava muito atenção displays de plasmas em aeroportos, lojas de conveniência, em feiras e etc. Tudo isso me despertou muito atenção e interesse em criar um veiculo de comunicação novo no Brasil quando eu voltasse para cá. Após 12 meses de pesquisa e minha especialização em marketing nos EUA, planejei em voltar ao Brasil e criar a <strong><a href="http://www.gm7.com.br/" target="_blank">GM7</a></strong> com foco em venda de mídia na cidade de Campinas. Na época um plasma de 42” custava por volta de vinte mil reais, e essa iniciativa me consagrou como um dos inovadores. Tudo começou em 2002 com displays ligados via DVD. Naquela mesma época eu já conhecia uma ferramenta de software, mas não tinha estrutura para utilizá-la.</p>
<p>No início de 2003 instalei os pontos com CPUs ligados na internet por administração via software <em>Scala</em>, com a demanda, e crescimento da empresa enxerguei uma oportunidade de desenvolver um área de conteúdo e produção de vinhetas. Foi então lançada a divisão de criação Infinity, uma divisão focada em produções especiais de vinhetas em 3D e after effects, que hoje já se tornou independente e possui clientes no Brasil todo e no exterior. Hoje a Infinity produz além de vinhetas, personagens animados, efeitos especiais, apresentações corporativas, abertura para broadcast&#8230;..entre outras.</p>
<p>Já em 2006 começamos a desenvolver nossa própria tecnologia de gestão (software digital signage) para então poder dar crescimento a mais pontos de mídia e desenvolvimento de um novo produto, a solução de TV corporativa GM7 com seu próprio software. Hoje todos os pontos de mídia GM7 utilizam software próprio além de clientes corporativos. Possuímos escritório em Campinas onde fica a matriz, escritório em São Paulo e EUA.</p>
<p><strong>Verificamos uma preocupação do Grupo GM7 com todas as etapas do processo de implantação e gerenciamento de redes de mídia digital out of home, uma prova disso é a divisão da empresa em unidades como Infinity Design, Digital Signage e Mídia Digital. Você poderia discorrer sobre essa segmentação e ainda apresentar essas divisões?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Podemos dizer que o <strong><a href="http://www.gm7.com.br/" target="_blank">Grupo GM7</a></strong> oferece um apoio total ao cliente no que diz respeito à mídia digital out-of-home, percorrendo todo o caminho, desde a instalação dos aparelhos, até a veiculação da mídia nos pontos. A GM7 oferece desde a estrutura em hardware, com a instalação dos mesmos em nossos pontos de mídia, oferecemos a parte do software e tornamos possível a implantação das grades de programação nestes nossos pontos ou em qualquer lugar que a GM7 está presente por meio do software, e ainda criamos a mídia que veicula nos pontos, através da nossa produtora de animação gráfica do Grupo GM7.</p>
<p>Falando um pouco sobre as divisões da empresa, a <strong><a href="http://www.gm7digitalsignage.com.br/" target="_blank">GM7 Digital Signage</a></strong> é a divisão do Grupo GM7 que provém a ferramenta de comunicação digital, quanto à questão do hardware. A <strong><a href="http://www.gm7midiadigital.com.br/" target="_blank">GM7 Mídia Digital</a></strong> cuida das questões referentes aos nossos pontos de mídia, mas em relação às inserções das empresas em nossas grades – é aí que entra a questão do software. E a <strong><a href="http://www.infinitydtv.com/" target="_blank">Infinity Design</a></strong> é a produtora de animação gráfica do Grupo GM7, que dá vida a qualquer ideia, seja em 2D, em 3D, para qualquer tipo de mídia. Nós temos ainda nossa divisão de locações de equipamentos, que ainda está em fase de implantação.</p>
<p><strong>Você já implantou mídia digital out-of-home em vários ambientes (academias, aeroportos, docerias, salões de beleza, bares, restaurantes, elevadores e etc). Analisando esses diferentes cenários, quais seriam as principais vantagens e desvantagens deles?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Além de falar sobre vantagens ou desvantagens, é importante dizer que nestes pontos os clientes têm tempo de permanência diferentes nestes segmentos que você relatou. Isso faz com que a empresa tenha que conhecer a fundo o perfil dos <em>potencial viewers</em>. Mas é importante dizer que a GM7 está presente em pontos em que há a visualização das telas por pessoas de classe social AAA, AB e B, que têm grande potencial de consumo e são os chamados “formadores de opinião”. E, mais do que isso, estamos presente (na maioria dos nossos segmentos de atuação) em locais em que as pessoas em que neles se encontram estão em momento de compra. Isso faz com que as marcas que estiverem em nossas telas estejam em exposição no momento e lugar certos e para as pessoas certas.</p>
<p>Não vejo desvantagens quanto a esses pontos, até porque a GM7 escolheu justamente estas áreas de atuação, estes locais estratégicos do público de classes mais altas, para potencializar ainda mais o consumo.</p>
<p><strong>Hoje sua operação de mídia digital indoor é controlada integralmente com software desenvolvido internamente, quais são as principais vantagens da utilização dessa solução quando comparada com consagrados softwares internacionais?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Nós iniciamos nossos trabalhos com software internacional, mas hoje estamos em processo de migração para um software nosso, em todos os nossos pontos.</p>
<p>O software da GM7 tem praticamente as mesmas funções de softwares internacionais, mas a relação custo-benefício é consideravelmente melhor. Isso faz com que os softwares tenham apenas diferenças mínimas, a maior parte delas quanto ao layout, mas com semelhanças em relação à funções, com um preço muito mais em conta.</p>
<p><strong>Cada vez mais a busca por informações em tempo real e conteúdo de entretenimento torna-se indispensável para o usuário final. Qual a importância de alianças estratégicas com parceiros de conteúdo para esse segmento?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Desde o início da GM7, buscamos aliar o melhor em conteúdo para nossos clientes e para os <em>potencial viewers</em>, ou seja, os visualizadores em potencial das nossas telas. Assim, distribuímos nossa programação em uma média de 60% da grade para entretenimento e 40% para publicidade. Desta forma, a programação entretém, informa e transmite a marca dos nossos clientes com qualidade.</p>
<p>E quanto à qualidade do conteúdo, isso é realmente imprescindível. Por isso, temos parceiros de ponta para todas as finalidades – o Portal Terra para conteúdo, o Climatempo para informações do tempo, o Guia da Semana para agenda cultural e o Glamurama para entretenimento em geral.</p>
<p><strong>Como você avalia o atual estágio da indústria brasileira de digital signage e o que podemos esperar como tendências para um futuro próximo?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Pode-se dizer que o Brasil ainda está muito longe dos Estados Unidos e da Europa quando falamos em Digital Signage. Mas já vemos uma evolução se compararmos com os últimos anos.</p>
<p>Há alguns países na Europa, como a Inglaterra e a Alemanha, que são bem adiantados quanto à tecnologia e a operação do digital signage. E o Brasil se aproximou muito destes países nos últimos tempos. A GM7 acompanhou esta evolução, por sermos um dos pioneiros em digital signage no país.</p>
<p>Para o futuro, vemos um cenário muito positivo quando se fala em comunicação digital. Há a tendência de que, em poucos anos, toda (ou quase toda) a comunicação seja disposta de forma eletrônica, por todas as vantagens que o digital signage oferece.</p>
<p><strong>Podemos observar um grande avanço e profissionalização do setor com a busca de grandes players de digital signage na comprovação (checking) de campanhas veiculadas (relatórios de veiculações de mídia). Como você analisa esse cenário?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Com certeza, por termos iniciado como veiculo de mídia, essa é uma questão fundamental e necessária para clientes e agências. Nosso sistema de software gera para cada cliente uma senha e login e com estes dados o cliente consegue ver como andam as inserções em tempo real, ou então enviamos em PDF um relatório da campanha. É possível filtrar por ponto, como um todo ou por mídia. Essa preocupação gera credibilidade e confiança ao mercado. Nesse nicho de mercado, empresas que não possuem software e geração de checking é preciso tomar cuidado, por isso sempre quando clientes ou agências trabalharem com veículos como esse é necessário uma pesquisa sobre a empresa que está sendo contratada.</p>
<p><strong>A qualidade da mídia veiculada em monitores de mídia out of home é um ponto muito discutido pela nossa comunidade. Qual a preocupação da GM7 no que diz respeito ao desenvolvimento de qualidade total nos elementos gráficos veiculados na mídia?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>O grande desafio do digital signage é aliar a eficiência do conteúdo criado com uma simetria estética para atrair a atenção também pela beleza do conteúdo. Ou seja, de nada adianta eu criar um conteúdo para minhas telas que seja bonito, mas que não passe a mensagem com eficiência. E ao contrário também não atinge os objetivos por completo.</p>
<p>É isso que buscamos em nossa produtora de animação gráfica. A Infinity é responsável por aproximadamente 90% do conteúdo que passa em nossas telas e, com a responsabilidade de atingir estes dois objetivos, cresceu muito nestes últimos anos.</p>
<p><strong>Uma grande dificuldade para quem está iniciando nesse mercado de digital signage se diz respeito à análise e escolha de qual ambiente instalar monitores de mídia digital indoor. Como funciona essa análise na GM7?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Se você analisar o mercado (não só de mídia digital, mas o mercado em geral), vai perceber que quase toda empresa é focada em um determinado tipo de público. No mercado de digital signage não é diferente. Nós temos empresas focadas em uma determinada classe social (como é o caso do Grupo GM7), temos empresas especializadas em mídia out-of-home com pontos de mídia em lugares dos mais diversos segmentos, e cada uma destas segmentações tem suas vantagens. A escolha que fizemos foi através das pesquisas que estudei, as quais me mostraram o grande potencial que teria uma empresa de mídia voltada para este público. E até hoje vejo que esta escolha foi certeira.</p>
<p><strong>Um ponto que deve ser muito bem analisado na implantação de redes digitais out of home diz respeito a conhecer o perfil, necessidades e anseios do usuário em cada tipo de ambiente. Tudo deve ser devidamente customizado para essa finalidade, da duração do loop ao conteúdo veiculado. Comente essa questão com os nossos leitores.</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>A mídia eficiente, ou seja, aquela que consegue atingir e agradar o consumidor, precisa ser preparada com muito estudo. Saber o que o consumidor pensa, o que ele deseja, o que ele gosta e o que não gosta ajuda e muito a atingir o target e aumentar o recall de marca, ou as vendas do produto divulgado. Essas informações só podem ser obtidas através de muito estudo, e de contato com o potencial viewer.</p>
<p><strong>Percebemos um envolvimento da GM7 na divulgação de sua atuação em várias ações (feiras, exposições, publicações especializadas, sites e etc). Como você avalia esse investimento e qual o retorno obtido?</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Apesar de a GM7 já ter quase 6 anos e de ser uma das empresas pioneiras neste mercado no Brasil, estes investimentos são imprescindíveis para obter reconhecimento e para nos tornarmos cada vez mais referência em mídia out-of-home. Afinal, é através desta exposição que recebemos o retorno de nossos clientes, é a partir desta forma de apresentação que surge o interesse em nossa empresa.</p>
<p>No início deste mês, por exemplo, participamos pela segunda vez do MaxiMídia, o evento anual de mídia que acontece em São Paulo. Uma exposição como esta necessita de um investimento, mas este investimento é recompensado com o trabalho e o empenho de uma equipe disposta a fazer a empresa crescer cada vez mais. E é isso que tive nos últimos anos na GM7.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><br />
<em>Giovanni Maddaloni: </em>Para um meio de comunicação dinâmico e sem fronteiras como o digital signage, nada melhor como um site moderno e atualizado como o <em>digitalsignagebrasil.com</em>. Você está de parabéns pelo trabalho, que é uma das melhores fontes que temos sobre este tema atualmente.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F10%2F28%2Fentrevista-giovanni-maddaloni-gm7%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Giovanni%20Maddaloni%20%26%238211%3B%20GM7" id="wpa2a_4"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/12/07/gm7-digital-signage-apresenta-inovacoes-para-o-setor-imobiliario-2/" title="GM7 Digital Signage apresenta inovações para o setor imobiliário.">GM7 Digital Signage apresenta inovações para o setor imobiliário.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/11/22/gm7-abusa-da-tecnologia-na-casa-cor-campinas/" title="GM7 abusa da tecnologia na Casa Cor Campinas.">GM7 abusa da tecnologia na Casa Cor Campinas.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/11/03/gm7-e-destaque-no-casa-cor-e-casa-hotel-campinas-2010/" title="GM7 é destaque no Casa Cor e Casa Hotel Campinas 2010.">GM7 é destaque no Casa Cor e Casa Hotel Campinas 2010.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/10/06/entre-os-melhores-da-publicidade-infinity-se-apresenta-no-maximidia/" title="Entre os melhores da publicidade, Infinity se apresenta no MaxiMídia.">Entre os melhores da publicidade, Infinity se apresenta no MaxiMídia.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/05/31/68-la-pizzeria-o-novo-ponto-de-midia-do-grupo-gm7/" title="68 La Pizzeria, o novo ponto de mídia do Grupo GM7.">68 La Pizzeria, o novo ponto de mídia do Grupo GM7.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/04/29/aniversario-do-grupo-gm7-6-anos-de-muita-historia/" title="Aniversário do Grupo GM7: 6 anos de muita história.">Aniversário do Grupo GM7: 6 anos de muita história.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/04/06/fuerza-chile-fazer-o-bem-com-arte-e-cultura-chilena-em-campinas/" title="Fuerza Chile! Fazer o bem, com arte e cultura chilena em Campinas.">Fuerza Chile! Fazer o bem, com arte e cultura chilena em Campinas.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/03/16/equipe-reforcada-grupo-gm7-contrata-nomes-fortes-para-areas-da-empresa/" title="Equipe reforçada: Grupo GM7 contrata nomes fortes para áreas da empresa.">Equipe reforçada: Grupo GM7 contrata nomes fortes para áreas da empresa.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/06/gm7-conta-com-mais-um-ponto-de-midia-big-jack/" title="GM7 conta com mais um ponto de mídia: Big Jack.">GM7 conta com mais um ponto de mídia: Big Jack.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/12/14/maximidia-2009-presenca-marcante-de-empresas-de-midia-digital-out-of-home/" title="MaxiMídia 2009: Presença marcante de empresas de mídia digital out of home.">MaxiMídia 2009: Presença marcante de empresas de mídia digital out of home.</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 10:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[Cortex Industrial Systems]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Alexandre Barreto, inicialmente gostaria de agradecer a sua participação como entrevistado do site. Fale um pouco para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e faça uma breve apresentação da Cortex Industrial Systems.
 Alexandre Barreto: Há 14 anos no Brasil, a Cortex Industrial Systems é uma empresa especialista no fornecimento de Plataformas Computacionais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Alexandre Barreto, inicialmente gostaria de agradecer a sua participação como entrevistado do site. Fale um pouco para os nossos leitores sobre sua experiência profissional e faça uma breve apresentação da Cortex Industrial Systems.</strong><br />
<img class="size-full wp-image-2607 alignleft" style="margin: 10px;" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/09/entrevista_alexandre-barreto_cortex.jpg" alt="Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems" width="300" height="350" /> <em>Alexandre Barreto:</em> Há 14 anos no Brasil, a <strong><a href="http://www.cortex.com.br" target="_blank">Cortex Industrial Systems</a></strong> é uma empresa especialista no fornecimento de <strong>Plataformas Computacionais</strong> para chão de fábrica (controle de processos), em todos os segmentos da Indústria Brasileira.</p>
<p>Atuando também com <strong>Automação Industrial Embedded</strong>, fomos indicados pelo mercado de <strong>Digital Signage</strong> a oferecer produtos de padrões industriais para atender as exigências de operação desse mercado, especialmente em projetos embarcados em ônibus, táxis e trens.</p>
<p>Atualmente exerço a função de Diretor Comercial da empresa, com formação em Administração de Empresas em TI e no mercado de Automação Industrial e Embedded há 11 anos.</p>
<p><strong> Qual é o posicionamento atual que a Cortex está tendo com relação a indústria mundial e nacional do segmento digital out of home?</strong></p>
<p><em>Alexandre Barreto: </em>Entendemos que o mercado de Digital Out Of Home  está em franco crescimento. E essa profissionalização passa também pelos equipamentos. Esse mercado deve ser abastecido com PCs de alta confiabilidade de operação e desempenho. Então, nos posicionamos como uma empresa que oferece soluções de hardware customizadas para Digital Out Of Home, de acordo com as necessidades de cada cliente.</p>
<p><strong>Como você avalia o atual estágio da indústria brasileira de digital signage e o que podemos esperar como tendências que rapidamente serão implantadas?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Hoje vemos criatividade e profissionalismo nesse mercado. Não há mais espaços para experiências. Empresas se posicionando em nichos de mercados e novos mercados sendo abertos constantemente. Dessa forma, estamos atentos e desenvolvendo constantemente nossos produtos com objetivo de atender todas as peculiaridades de cada projeto.Em projetos embarcados, tecnologias para interatividade com celulares ou mesmo uso de GPS para anunciantes locais de acordo com a localização do veículo já fazem parte dos projetos atuais de hardware e estão disponíveis para o mercado.</p>
<p><strong>Observamos vários projetos em desenvolvimento de digital signage trabalhando com soluções embarcadas em ônibus, metrôs, táxis e trens. Quais são as principais dificuldades dessas operação?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Esse mercado vem crescendo rapidamente. Havia falta de equipamentos adequados para operação embarcadas, ou seja, ambiente hostil. Equipamentos convencionais de mercado foram demasiadamente testados e os resultados sempre foram negativos. Um sistema de Digital Sigange Embarcado tem todos interpéres de um chão de fábrica industrial.</p>
<p>Os equipamentos devem estar prontos para suportarem altas temperaturas, vibrações constantes, interferência eletro magnética, entre outros. Por esses motivos chegamos nesse mercado, oferecendo soluções veiculares, com características necessárias e serviço de apoio técnico eficiente. Percebemos também da necessidade de acompanhamento na instalação, prestando a consultoria na construção de cabos utilizando conectores apropriados.</p>
<p><strong>O que devemos observar para identificar com segurança as necessidades cruciais para uma solução exigente e profissional de Digital Signage?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Temos a preocupação de oferecer o produto na medida para nossos clientes. Produtos que ofereçam grande confiabilidade, aliado a alto desempenho e principalmente a garantia de fabricação de 3~5 anos. Recentemente lançamos uma solução de hardware Fan Less, ou seja, sem a necessidade de uso de coolers para resfriamento do sistema. Um PC com essas características oferece economia no consumo de energia, além da confiabilidade de operação em temperaturas de até 60ºC e garantia de funcionamento de pelo menos 50.000Hrs.</p>
<p><strong>Percebemos muitas novidades no nosso segmento, integrando ações de móbile marketing até soluções interagindo com realidade virtual. Como você visualiza o futuro nas aplicações voltadas para digital signage?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Interatividade. O mercado de Digital Signage vem pedindo esse novo modelo de comunicação. Os consumidores estão cada vez mais entrosados com tecnologia e os celulares estão preparados para esse novo momento. Em soluções embarcadas, por exemplo, temos equipamentos prontos para enviar o áudio das programações através de celulares dos passageiros, ou mesmo sugerir uma campanha por SMS, aumentando assim à interação com marcas e produtos.</p>
<p><strong>Verificamos cada vez mais empresas atuando em todas as etapas do processo de uma solução para mídia digital indoor, passando por instalação, manutenção, gerenciamento, produção de conteúdo, administração e até a comercialização dos espaços publicitários. Na sua visão, quais os segredos para o fornecimento de uma aplicação completa de Sinalização Digital para os pontos fixos e embarcados (Hardware, Software, Gerenciamento e Mídia).</strong><em><br />
Alexandre Barreto: </em>Percebemos as dificuldades dos clientes em reunir todos os elementos necessários para uma solução eficiente. Muitas vezes a soluções que eles reúnem são baseada no melhor conjunto de preços, oferecendo uma experiência negativa e desistência precoce da solução. Outras vezes o cliente “patina” na escolha dos elementos e acaba desistindo, em função do pouco conhecimento dos benefícios de uma implantação bem executada. Desse modo, a Cortex está lançando uma solução completa de Digital Signage, modelo SaaS. Empacotaremos o Hardware, Software, Gerenciamento do Conteúdo, Conectividade e Instalação. E o produto será sob medida, de acordo com as necessidades e exigências do cliente. O Conteúdo, por exemplo, será a La Carte, ou seja, veicula informações escolhidas pelo cliente.</p>
<p>A atualização das telas poderá ser de forma instantânea, possibilitando um anúncio imediato de marcas/produtos ou mesmo do estoque atual, por exemplo.</p>
<p><strong>Amplia-se cada vez mais a procura por novas soluções e tecnologias no setor. Você saberia dizer o que os clientes de Mídia Digital Indoor mais esperam dos fornecedores de soluções?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Esperam por soluções completas SaaS (HW + SW), com total apoio técnico na operação. Como na indústria, que tem a preocupação de obter a melhor tecnologia para garantir a total fabricação dos seus produtos, o mercado de Digital Signage também tem os mesmos anseios, ou seja, garantir a funcionalidade total da solução, entregando toda a grade de veiculação planejada.  E estamos habituados com esse grau de exigência.</p>
<p><strong>Quais são as principais vantagens (para os provedores de digital signage) ao adotar projetos incorporando produtos da Cortex Industrial em suas aplicações?</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Nossos produtos além de terem características Industriais, também oferecem tamanhos compactos e discretos em diversos modelos, oferecendo uma economia de até 80% no consumo de energia elétrica. Vale ressaltar que todos nossos produtos tem MTBF de 50.000Hrs e garantia de fornecimento de 3~5 anos, o que possibilita homogeneidade do parque instalado, facilitando manutenção e expansão do parque.</p>
<p>Como especialistas em hardware de alta confiabilidade, estamos atentos nas evoluções tecnológicas dos equipamentos e sempre compartilhando dessas novidades com nossos clientes.</p>
<p><strong> Qual a sua opinião sobre o digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><br />
<em>Alexandre Barreto: </em>Agradeço o convite e parabenizo o blog pelo trabalho e consolidação de informações desse mercado,  contribuindo com a profissionalização e desenvolvimento do mercado. E acrescentando a Cortex Industrial Systems, como provedora de solução de hardware profissional.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-alexandre-barreto-cortex-industrial-systems%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Alexandre%20Barreto%20%E2%80%93%20Cortex%20Industrial%20Systems" id="wpa2a_6"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/12/12/keith-kelsen-quinta-tela-precisara-de-redes-bem-organizadas-e-escala-para-ser-bem-sucedida/" title="Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida">Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/27/entrevista-carlos-farineli-orionpc/" title="Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC">Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/08/26/entrevista-carlos-eduardo-ymidia/" title="Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia">Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/07/28/entrevista-yuri-berezovoy-broadsign/" title="Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign">Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/06/17/entrevista-dimas-alves-intaxi-wimidia/" title="Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia">Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/04/26/entrevista-bruno-gianzanti-scala-jbtec/" title="Entrevista: Bruno Gianzanti &#8211; Scala / JBTec">Entrevista: Bruno Gianzanti &#8211; Scala / JBTec</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/03/24/entrevista-ronald-peach-outform-droid/" title="Entrevista: Ronald Peach &#8211; Outform Droid">Entrevista: Ronald Peach &#8211; Outform Droid</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/02/18/entrevista-flavia-sampaio-cerejaprn/" title="Entrevista: Flávia Sampaio &#8211; CerejaPRN">Entrevista: Flávia Sampaio &#8211; CerejaPRN</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 00:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Carlos Eduardo (Kadu), parabenizo você e todos os profissionais envolvidos no sucesso da YMIDIA. Como introdução, gostaria de uma breve apresentação da sua experiência profissional e da YMIDIA.
 Carlos Eduardo: A YMidia Digital Solution é uma empresa que oferece ao mercado diversas soluções em comunicação digital. Com um braço tecnológico muito competente, oferecemos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Carlos Eduardo (Kadu), parabenizo você e todos os profissionais envolvidos no sucesso da YMIDIA. Como introdução, gostaria de uma breve apresentação da sua experiência profissional e da YMIDIA.</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-2359" style="margin: 10px;" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/08/entrevista_carlos-eduardo_ymidia.jpg" alt="" width="300" height="350" /> <em>Carlos Eduardo: </em>A <strong><a href="http://www.ymidia.com.br" target="_blank">YMidia Digital Solution</a></strong> é uma empresa que oferece ao mercado diversas soluções em comunicação digital. Com um braço tecnológico muito competente, oferecemos a gestão e viabilização de TVs Corporativas, Painéis Digitais, Murais Eletrônicos, Peças customizadas para PDV, soluções mobile, etc.</p>
<p>A YMIDIA está dividida hoje em dois segmentos, o segmento de <strong>Prestação de Serviços</strong>, o qual podemos citar cases de muita relevância como a administração do <strong>Canal Natura, Clube Pinheiros, Grupo Fleury, Grupo Dasa</strong>, entre outros. O segundo segmento é o <strong>comercial</strong>, no qual comercializamos publicidade em pontos de mídia indoor e nesse caso podemos citar o <strong>Canal Look Channel</strong>, um canal direcionado a mulher moderna que é veiculado em mais de 100 salões de beleza, o <strong>Canal Fitness</strong> direcionado ao bem estar e saúde e é veiculado em academias, que hoje somam mais de 40. Podemos citar também o <strong>Canal São Paulo</strong>, que circula em 120 táxis na capital e presença em outros nichos de mercado como por exemplo <strong>farmácias, restaurantes, clubes</strong>, etc.</p>
<p>Sou advogado de formação, mas sempre trabalhei com Gestão de Recursos Humanos e Comunicação Interna nas empresas que trabalhei, tais como: Portal IG, Odebrecht e Tim Brasil S.A.</p>
<p><strong>Como você avalia o atual estágio de maturação do mercado nacional de mídia digital out of home? Quais são as perspectivas para um futuro próximo e as principais recomendações que você daria para contribuir ainda mais nessa indústria?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>Creio que o tempo das “experiências” acabou. Somente empresas sérias e com estrutura conseguirão atender as demandas do nosso mercado, vez que, hoje em dia todos conhecem Digital Signage.</p>
<p>O mercado de Digital SIgnage no Brasil está crescendo muito, muitas oportunidades estão surgindo e a maioria das empresas se encontram numa fase de identificação própria, ou melhor, estão definindo nichos, estratégias e caminhos a seguir, tendo em vista o cenário apresentado nos últimos 3, 4 anos. A comercialização e o sucesso de redes de mídia indoor tem se diferenciado uma de outras pela originalidade de cada ação.</p>
<p>A YMIDIA acredita e trabalha com planejamento de mídia indoor, ou melhor, não vendemos um nicho em específico e sim um combo de impactos, apresentando campanhas que com certeza impactam o target final em diversos momentos de seu dia, focando no retorno do investimento, até porque ainda temos que mostrar resultados positivos!</p>
<p>As principais recomendações que posso elencar é que ao iniciar algum projeto a empresa gestora deve buscar se estruturar e atender a demanda da melhor forma possível.  As empresas precisam lembrar e sempre ter em mente o poder da ferramenta de comunicação que administram. Informar pessoas é uma responsabilidade enorme e muito séria.</p>
<p>Minha recomendação é que todos trabalhem com criatividade e responsabilidade e desse modo teremos muito sucesso nesse mercado.</p>
<p><strong>Um tópico bastante discutido em eventos sobre o tema, diz respeito a criação e adaptação de conteúdo relevante ao público alvo. Qual sua avaliação sobre os projetos desenvolvidos atualmente aqui no Brasil, e quais são as principais preocupações da YMIDIA para adequar essas informações?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>O Brasil sempre teve a característica de inovar. O povo brasileiro é muito criativo e no nosso mercado isto faz uma boa diferença. O conteúdo ser de primeira qualidade é necessário para o sucesso do projeto. Mas, só isso não basta. O intelectual que está por trás do conteúdo faz toda a diferença.</p>
<p>E por isso que os projetos existentes no Brasil tem um grande retorno para os clientes, pois buscamos sermos criativos e eficazes no ato de comunicar.</p>
<p>A principal preocupação da YMIDIA é trabalhar a inteligência do que comunicar atrelada à qualidade e agilidade nas respostas. Isto é fundamental. Não basta trabalhar com uma boa plataforma tecnológica se o “back Office” não for de alto nível.</p>
<p><strong>Verificamos cada vez mais empresas atuando em todas as etapas do processo de uma solução para mídia digital indoor, passando por instalação, manutenção, gerenciamento, produção de conteúdo, administração e até a comercialização dos espaços publicitários. Quais são os tópicos mais importantes que devem ser observados dentro do aspecto global em um projeto profissional de Digital Signage?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>Todos estes aspectos são muito importantes. A empresa que se propõe construir um “case” de sucesso tem que ter em mente que a tarefa é árdua . Os pilares principais de uma boa operação devem ser compostos por profissionais competentes (<strong>pilar conteúdo</strong>), eficácia na transmissão de informação (<strong>pilar tecnologia</strong>) e agilidade de respostas dos problemas de campo (<strong>pilar manutenção</strong>).</p>
<p><strong>Muitas corporações estão voltando-se para a implantação de TVs Corporativas em suas unidades e filiais, como você avalia essa necessidade e que recomendações você faria para empresários que gostariam de implantar uma solução em sua empresa?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>Invistam. Vale a pena. Trabalhar comunicação corporativa é essencial no mundo moderno. Estes empresários estarão dando mais um passo para o crescimento das suas empresas. Você já viu algum crescimento duradouro sem sofrimento e dedicação dos envolvidos? Eu nunca vi. A empresa vai ter que se dedicar, o seu time de comunicação terá um respeitável trabalho inicial mas depois contará com uma ferramenta ágil, moderna, econômica, capilar e mais diversas funcionalidades e aplicabilidades que agregarão muito valor às suas empresas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2362 aligncenter" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/08/ymidia-fotos-rede.jpg" alt="" width="600" height="313" /></p>
<p><strong>Uma tendência clara no mercado daqui pra frente será a união de empresas de Digital Signage para obtenção de força comercial junto aos grandes anunciantes e campanhas nacionais, qual sua percepção sobre esse movimento e em que consiste o projeto “Aliança Nacional”?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>O projeto <strong>“Aliança Nacional”</strong> foi uma iniciativa da YMIDIA com algumas outras empresas do nosso segmento visando nos unirmos para um objetivo comum: VENDER AS NOSSAS CAMPANHAS !!!</p>
<p>Temos um veículo focado e segmentado. Se tivermos capilaridade e volume em âmbito nacional seremos juntos um GRANDE VEÍCULO muito interessante para os Anunciantes. Todas as empresas sérias estão convidadas a participar desta iniciativa. Basta nos procurar através do site <a href="http://www.ymidia.com.br" target="_blank">www.ymidia.com.br</a>. É a velha máxima da União faz a Força.</p>
<p><strong>Observamos no mercado brasileiro um verdadeiro boom de projetos de mídia digital out-of-home em todos os ambientes. Com toda sua experiência no assunto, quais seriam os principais desafios para gerenciar essa nova ferramenta de comunicação digital?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>O maior desafio, como citei anteriormente, é o de construir projetos vencedores, com dedicação, empenho e ciência de que um projeto vencedor envolve várias áreas distintas, profissionais multidisciplinares etc&#8230;</p>
<p>Nada se constrói facilmente. Uma tela de plasma com um conteúdo qualquer é uma paisagem, não é Digital Signage e muito menos uma ferramenta de comunicação.</p>
<p>Os recursos para o verdadeiro Digital Signage estão no mercado. Basta nos conscientizarmos de que devemos melhorar em todos os pilares apontados, pois estes projetos são complexos e devem ser operados com seriedade e competência, do início ao fim em todas as áreas.</p>
<p><strong>Fale um pouco sobre a sustentabilidade e sua estrita relação com projetos de Digital Signage.</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>A sustentabilidade está estritamente ligada aos projetos de Digital Signage. Nada melhor do que o nosso “case” da Natura para comprovar isso. Reduzimos muitos e muitos custos da empresa, mas o impacto ambiental foi reduzido em 92%. Isso é muita coisa !!!</p>
<p>Isso para uma empresa que tem a Certificação ISO 14000 e que se posiciona como uma empresa cidadã é fundamental e faz parte de sua missão.</p>
<p>Temos uma grande oportunidade pela frente. Tornar a comunicação interna de todas as empresas do Brasil sustentável. E temos ao nosso lado um fator muito positivo, qual seja, fazemos isso ECONOMIZANDO custos gastos por estas empresas.</p>
<p><strong>Um segmento bastante explorado internacionalmente é a aplicação da sinalização digital dentro do ponto-de-venda, inclusive temos alguns cases interessantes aqui no Brasil. Como você avalia essa ferramenta de venda e quais são os aspectos que devem ser observados para atender as necessidades do anunciante e do cliente consumidor?</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>No segmento varejista a YMIDIA oferece serviços customizados e diferenciados, sempre em busca do sell-out, aliás acreditamos que esse é o papel fundamental em qualquer estratégia desse setor.</p>
<p>A única maneira de alcançar o sucesso no varejo é contando com profissionais competentes, ações supervisionadas por profissionais de trade e customizar as ações para indústria ou para o próprio varejo, principalmente em países onde o Shopper (consumidos no momento da compra) é muito impulsivo, como no Brasil.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><br />
<em>Carlos Eduardo: </em>Parabenizo o <strong>digitalsignagebrasil.com</strong> pela iniciativa e pela importante função de compilar em um único local empresas do nosso mercado sérias e que se preocupam com o futuro de todos os envolvidos neste meio, por favor conte com mais este parceiro.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F08%2F26%2Fentrevista-carlos-eduardo-ymidia%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Carlos%20Eduardo%20%E2%80%93%20YMidia" id="wpa2a_8"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2012/02/04/ymidia-digital-solution-recebe-o-premio-top-of-quality-brazil-2011/" title="YMIDIA Digital Solution recebe o prêmio Top of Quality Brazil 2011.">YMIDIA Digital Solution recebe o prêmio Top of Quality Brazil 2011.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/07/14/painel-digital-da-ymidia-e-o-unico-na-avenida-paulista/" title="Painel Digital da YMIDIA é o único na Avenida Paulista.">Painel Digital da YMIDIA é o único na Avenida Paulista.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/05/12/ymidia-digital-solution-leva-novo-conceito-digital-para-lojas-tim/" title="Ymidia Digital Solution leva novo conceito digital para lojas TIM.">Ymidia Digital Solution leva novo conceito digital para lojas TIM.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/04/20/programa-avesso-firma-nova-parceria-no-segmento-de-out-of-home/" title="Programa Avesso firma nova parceria no segmento de Out Of Home.">Programa Avesso firma nova parceria no segmento de Out Of Home.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/12/12/keith-kelsen-quinta-tela-precisara-de-redes-bem-organizadas-e-escala-para-ser-bem-sucedida/" title="Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida">Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/11/02/ymidia-digital-solution-anuncia-tres-novas-contratacoes/" title="YMIDIA Digital Solution anuncia três novas contratações.">YMIDIA Digital Solution anuncia três novas contratações.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/10/27/informacao-em-todo-lugar/" title="Informação em todo lugar.">Informação em todo lugar.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/09/20/ymidia-e-drogaria-carrefour-inovando-no-pdv/" title="Ymidia e drogaria Carrefour inovando no PDV.">Ymidia e drogaria Carrefour inovando no PDV.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/27/entrevista-carlos-farineli-orionpc/" title="Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC">Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/09/22/entrevista-alexandre-barreto-cortex-industrial-systems/" title="Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems">Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 23:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[broadsign]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Yuri Berezovoy]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Yuri, inicialmente parabenizo seu ótimo trabalho a frente da área comercial da BroadSign International para a America Latina. Para iniciarmos, gostaria de uma breve apresentação da sua experiência profissional e também da BroadSign.
Yuri Berezovoy: Trabalho com tecnologia e inovação há 12 anos, com foco nas áreas de audiovisual e gerenciamento de redes. Formei-me engenheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Yuri, inicialmente parabenizo seu ótimo trabalho a frente da área comercial da BroadSign International para a America Latina. Para iniciarmos, gostaria de uma breve apresentação da sua experiência profissional e também da BroadSign.<br />
</strong><em><img class="size-full wp-image-2159 alignleft" style="margin: 5px;" title="entrevista_yuri-berezovoy" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/07/entrevista_yuri-berezovoy.jpg" alt="entrevista_yuri-berezovoy" width="300" height="240" />Yuri Berezovoy:</em> Trabalho com tecnologia e inovação há 12 anos, com foco nas áreas de audiovisual e gerenciamento de redes. Formei-me engenheiro de computação pela PUC-RJ. Trabalhei na representação da <a href="http://www.imax.com" target="_blank">IMAX</a> e posteriormente em parceria com a <a href="http://www.jvcdig.com" target="_blank">JVC</a> com uma linha para cinema digital. Atuei na área de serviços gerenciados para operações de TV a cabo e tive também a oportunidade de trabalhar com inovações e logística para o maravilhoso projeto do casal Moss, o <a href="http://www.brasildasaguas.com.br" target="_blank">Brasil das Águas</a>.</p>
<p>Há 6 anos iniciei minha atuação específica no mercado de mídia digital out-of-home (DOOH) e em 2005 fundei com sócios a <a href="http://www.yamogu.com.br" target="_blank">Ya Mogu</a>, me desliguei em 2008. A Ya Mogu mantém seus objetivos como empresa prestadora de serviços técnicos e de inovações.  Ano passado aceitei o convite para ocupar o cargo de Diretor Comercial para a América Latina da <a href="http://www.broadsign.com.br">BroadSign International</a>.</p>
<p>O principal produto da BroadSign é o <a href="http://http://www.broadsign.com/digital-signage/products.html" target="_blank">BroadSign Suite™</a>, uma plataforma Software como Serviço (SaaS) para atender às demandas de projetos de DOOH com flexibilidade para crescer de maneira ilimitada,  permitindo a comercialização de espaços na grade de programação de maneira segmentada. Atualmente são 25 mil localidades conectadas a nossa infra-estrutura, o que nos torna líderes isolados no fornecimento de SaaS para o mercado internacional.</p>
<p><strong>Quais são as principais vantagens e benefícios do software BroadSign Suite?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>A BroadSign traz em seu DNA a comercialização de mídia, as principais vantagens são oriundas desse posicionamento e o expertise que obtemos com nossos clientes:</p>
<ul>
<li>A BroadSign foi a primeira empresa a comercializar o modelo SaaS. Oferecemos a infra-estrutura mais confiável e comprovada do mercado. O suíço <a href="http://www.neomediagroup.com" target="_blank">Neo Media Group</a>, por exemplo, tem 150 mil telas operadas com nossa plataforma.</li>
<li>Criamos o conceito de “loops” e elaboramos um sistema baseado em regras em que o PC player gera as playlists automaticamente. As regras de loop reduzem significativamente a necessidade com pessoal e viabilizam a segmentação em grandes redes.</li>
<li>A operação do BroadSign segue o fluxo de trabalho das empresas de mídia. Por exemplo, agendar um conteúdo é um processo de reserva de campanha. Escolhe-se o público-alvo (segmentação demográfica ou geográfica), o período de veiculação, preço e o BroadSign lhe retorna com um <strong>PI (Pedido de Inserção)</strong> para ser entregue ao cliente. No final do mês geram-se os relatórios de comprovação.</li>
<li>Nossos relatórios seguem padrões definidos pela <a href="http://www.ovab.org" target="_blank">OVAB</a> e foram auditados pela Arbitron e Nielsen, atestando que são 100% precisos.</li>
<li>O BroadSign pode ser instalado em Linux ou Windows e pode se conectar a internet usando qualquer tipo de conexão: banda-larga convencional, dial-up, satélite, celular ou wi-fi.</li>
<li>A mais recente inovação foi o lançamento do <a href="http://www.broadsign.com/digital-signage/products-open.html" target="_blank">BroadSign Open</a>. O Open foi o motivador de todo o trabalho destacado acima. Agora é possível unificar todas as redes que utilizam BroadSign como se fossem uma única operação de mídia, padronizada e com massa crítica regional ou internacional. Dessa forma vamos oferecer mais do que a melhor plataforma do mercado, mas também ajudar a monetizar as operações de nossos clientes.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2164 aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="mininetwork_400px" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/07/mininetwork_400px.gif" alt="mininetwork_400px" width="400" height="234" /></p>
<p><strong>Observamos o surgimento de várias empresas nacionais de Digital Signage, e com elas, muitos softwares “made in brazil” estão sendo produzidos e comercializados. Qual a sua análise quanto a comparação com softwares internacionais?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>Acredito que os melhores softwares nacionais são os softwares proprietários desenvolvidos por operadores de rede como a Elemidia ou a GM7. No entanto, a luz do que ocorre no exterior, a tendência é uma conversão para plataformas como a BroadSign. A <a href="http://www.accenthealth.com" target="_blank">Accent Health</a>, por exemplo, instalou 12 mil salas de espera em clínicas com um sistema proprietário. Eles vêm convertendo em média 400 clínicas por mês para a BroadSign e hoje há cerca de 9.000 salas de espera já operando com nosso sistema (em Linux). A Accent Health tornou-se mais dinâmica, desenvolvendo ferramentas e inovações para seus clientes sobre a plataforma BroadSign, ao invés de re-inventar o que nós já fizemos.</p>
<p>Para as empresas que pretendem desenvolver e comercializar seu software, esse mercado é bastante concorrido no mundo todo e é um bom negócio para pouquíssimas empresas. Em 2009 alguns concorrentes de renome como a Telentice fecharam as portas (fornecedor da CBS Outdoor na Inglaterra). A BroadSign tem 15 anos de P&amp;D e cerca de $20 milhões investidos em desenvolvimento (fora marketing etc, etc..) e mesmo sendo o maior fornecedor mundial de SaaS para o segmento, somente atingimos um cash flow positivo quando superamos a marca das 10 mil localidades. Em resumo, até é possível sobreviver no médio prazo à custa de um ou outro grande projeto, mas será necessário bem mais do que isso para acompanhar as demandas do mercado internacional.</p>
<p>Um ponto fraco em algumas empresas nacionais é a falta de compreensão da complexidade de gerenciamento de infra-estrutura de servidores. A disponibilidade medida de nossos serviços desde 2004 foi superior a 99,999% (em torno de 8 minutos fora do ar por ano). Nossa infra-estrutura está dimensionada para receber 150 mil localidades conectadas sem a necessidade de investimentos adicionais.</p>
<p>Ainda que a tendência dos grandes projetos seja utilizar plataformas mais consolidadas, acredito que há boas oportunidades em aplicações de nicho e pequenos projetos para os “made-in-Brazil”, assim como em desenvolver aplicações para funcionar complementando o BroadSign Suite.</p>
<p><strong>Você poderia explicar para os leitores do Digital Signage Brasil as principais diferenças entre o modelo on-site VS SaaS? Quais são as principais vantagens do modelo SaaS para operações de mídia?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>O modelo SaaS tende a oferecer duas principais vantagens para operações de mídia: foco nos objetivos comerciais e redução de custos operacionais.</p>
<p>Empresas de mídia devem focar em comercializar sua grade e expandir sua rede. O modelo SaaS assegura que os principais recursos estão alocados para os objetivos do negócio e não no gerenciamento e manutenção de infra-estrutura. Há dois mitos sobre essa discussão que geram muitas dúvidas:</p>
<ol>
<li>“No modelo on-site, invisto uma única vez e depois não tenho mais custos”. Na prática, toda plataforma tem custos recorrentes de suporte e upgrades. Hospedando seu próprio servidor você também deve acrescentar os custos de equipamentos, datacenter e pessoal.</li>
<li>“O software on-site é mais seguro”: Segurança se resume em pessoal e tecnologia. Devido a escala de nossa operação, mantemos pessoal monitorando 24/7 nossos servidores, realizando auditorias de segurança freqüentes e se atualizando sobre o tema. Os equipamentos estão localizados em datacenters que mais parecem uma caixa forte, com policiamento armado e acesso físico altamente restrito. Poucas são as empresas com hospedagem própria que teriam esse nível de preocupação e investimento.</li>
</ol>
<p><strong>Você sempre acompanha o mercado mundial de Digital Signage, inclusive seu blog (www.mundooh.com) divulga muito bem essas informações. Qual é a percepção que a indústria internacional possui do mercado brasileiro de mídia digital indoor?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>O blog <a href="http://www.mundooh.com" target="_blank">mundooh</a> tem o objetivo de aproximar o empreendedor brasileiro com a experiência internacional. Podemos capitalizar nos erros e acertos das redes no exterior e tornar nosso processo de amadurecimento um pouco menos árduo e custoso.</p>
<p>O mercado brasileiro ainda é considerado pequeno quando comparado ao Norte Americano ou Europeu e isso gera certo desconhecimento do enorme potencial. Vejo regularmente empresas internacionais priorizando a China ou Índia antes de se voltarem para a América Latina. Ao olharem para cá, até recentemente, o México ainda tomava precedência ao Brasil.  Eventos como o organizado pela ABDOH e o número crescente de brasileiros nas feiras internacionais impulsionam o conhecimento de nosso mercado.</p>
<p>Acredito que para entrarmos totalmente no mapa precisamos fazer no Brasil o que ainda não foi feito no exterior: a consolidação das operações de mídia, unificando as redes e aderindo a padrões. Temos a chance de realizar isso a um custo acessível, pois ainda estamos em um estágio inicial no desenvolvimento de nossas redes de mídia.  A consolidação nos tornaria um dos mercados mais atrativos do mundo.</p>
<p><strong>Para quem hoje está iniciando uma rede de Sinalização Digital ou está com planos de crescimento de rede, quais são as dicas fundamentais que você daria no aspecto tecnológico?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>O mercado de DOOH exige conhecimentos em diversas áreas técnicas distintas. Se o foco da operação for mídia, recomendo não perder esse foco e terceirizar os aspectos tecnológicos e mesmo os operacionais para empresas com experiência comprovada no segmento.</p>
<p>Para atingir massa crítica na comercialização de mídia, buscaria me aliar com outras empresas que utilizam a mesma tecnologia visando a unificação das operações de um ponto de vista técnico (caso a tecnologia permita isso).</p>
<p><strong>Uma tendência que estamos acompanhando nesse setor é o surgimento portais agregadores de mídia (como o rVue BookingDooh SeeSaw), buscando impulsionar a criação e execução de campanhas globais de publicidade. Como você avalia essas iniciativas e quais são as perspectivas futuras para as redes de comercialização de mídia?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>Os portais agregadores oferecem uma excelente oportunidade de receita para operadores de redes de mídia digital. Menos de 0,05% das redes no mundo conseguem preencher 90% ou mais de sua grade, dessa forma não há motivos para não disponibilizar parte desse espaço ocioso para agregadores e monetizar.</p>
<p>O objetivo dos portais é, sobretudo, facilitar o processo de compra oferecendo massa crítica e um ponto único de contato para o comprador, com padronização do processo e relatórios. O conceito não é novo, todas as mídias do rádio a internet já passaram por uma fase semelhante.</p>
<p>Recentemente a OVAB promoveu a <a href="http://www.mundooh.com/2009/06/como-conseguiremos-atingir-massa.html" target="_blank">maior campanha unificada de DOOH já realizada</a>, envolvendo 22 redes distintas e 137 mil telas. Os resultados para o anunciante foram fantásticos, mas a execução beirou o impossível. Como cada rede utiliza uma tecnologia diferente, cada uma teve que adequar o conteúdo, agendar em sua grade e depois emitir relatórios que foram unificados pela OVAB. Concluiu-se que para repetir a experiência com uma rede maior ou mesmo com mais anunciantes, a única forma de fazê-lo é se houver uma infra-estrutura tecnológica compartilhada, onde as etapas acima são automatizadas. Ou seja, quando uma reserva de mídia é realizada no portal, aquela campanha é automaticamente distribuída para as telas de maneira transparente tanto para o comprador de mídia quanto para o operador de rede.</p>
<p>A rVue foi o primeiro portal no mundo a automatizar esses processo, utilizando a infra-estrutura compartilhada da BroadSign para unificar as redes. Acredito que em breve no Brasil teremos algo semelhante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2162 aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="yuri_foto-01" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/07/yuri_foto-01.jpg" alt="yuri_foto-01" width="600" height="200" /></p>
<p><strong>Na sua opinião quais são as principais dificuldades e barreiras para a adoção da mídia digital out-of-home? Quais seriam os principais pontos para impulsionar esse segmento?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>A mídia DOOH precisa aparecer no planejamento dos principais compradores de mídia do país. Atualmente a grande maioria das redes vive de compras “oportunistas” e ocasionais. Para entrar no planejamento temos que oferecer massa crítica e padronização, a começar pela definição mais simples: audiência. Para atingir massa crítica é indispensável que operadores de rede, grandes ou pequenos, utilizem uma infra-estrutura tecnológica compartilhada, pois é a única maneira de automatizar a execução de campanhas entre redes distintas.</p>
<p><strong>Gostaria que você comentasse um pouco com os nossos leitores algumas questões relacionadas a padronização internacional do termo “audiência” e ainda um pouco sobre pesquisas, métricas e comprovação de campanhas digitais out-of-home.</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>Os principais meios de comunicação como rádio, TV, outdoor e internet utilizam o termo audiência. A definição de público atual no segmento de DOOH é uma grande salada, mas, sobretudo orientada a tráfego. Para nos consolidarmos como um meio, e não ser eternamente classificados como “mídia alternativa”, necessitamos utilizar essa unidade básica da mídia tradicional para podermos ser comparáveis.</p>
<p>A OVAB desenvolveu ao longo de 1 ano, conjuntamente com institutos de pesquisa, operadores de rede e agências, uma definição de audiência para o meio envolvendo 3 elementos básicos: tráfego, visibilidade da tela e oportunidade de ver o conteúdo. É muito importante tomarmos conhecimento dessa metodologia e nos preparar para utilizá-la como padrão. Em um futuro próximo algumas empresas de pesquisa poderão “certificar” essa audiência e trazer credibilidade para o processo e ao operador de rede. O processo de certificação por entidade independente é indispensável e essa é a etapa em discussão no momento.</p>
<p>O futuro da comprovação de veiculação segue os passos do Google onde um relatório é emitido a partir de uma infra-estrutura compartilhada e confiável (auditada). Podemos ficar tranquilos, o photo-checking não faz parte de nosso futuro..rs</p>
<p><strong>O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>Mantenho-me próximo dessas duas entidades e recomendo a todos participarem ativamente. O <a href="http://www.popaibrasil.com.br" target="_blank">POPAI</a> vem servindo, sobretudo, para educar empreendedores iniciando no segmento, com discussões no comitê de DS, palestras e eventos. A <a href="http://www.abdoh.com.br" target="_blank">ABDOH</a> realizou recentemente um evento marco na história de nosso mercado e se aproximam cada vez mais das entidades internacionais.</p>
<p>A ABDOH está posicionada para ser o principal articulador da consolidação das operações de mídia em nosso mercado. Por envolver as maiores operações nacionais e detendo a maior fatia do bolo publicitário da mídia DOOH, são os principais interessados em alavancar o meio.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><br />
<em>Yuri Berezovoy: </em>O digitalsignagebrasil.com é minha principal fonte de informações no mercado nacional, leio diariamente. Parabenizo pelo excelente trabalho, constantemente acrescentando novidades, como as entrevistas mensais e o <a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/guia" target="_self">Guia Online</a>.</p>
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		<title>Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 14:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Wimidia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Dimas, primeiramente gostaria de parabenizar o seu trabalho a frente da Wimidia, e para iniciarmos, gostaria de uma breve apresentação sua e da sua empresa.

Dimas Alves: Olá. Primeiro gostaria de agradecer pelo convite. Seu site é uma ótima fonte de informação para todos que participam deste meio. Meu nome é Dimas Alves, engenheiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Dimas, primeiramente gostaria de parabenizar o seu trabalho a frente da Wimidia, e para iniciarmos, gostaria de uma breve apresentação sua e da sua empresa.</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-1804" title="entrevista_dimas-alves" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/06/entrevista_dimas-alves.jpg" alt="entrevista_dimas-alves" /></p>
<p><em>Dimas Alves:</em> Olá. Primeiro gostaria de agradecer pelo convite. Seu site é uma ótima fonte de informação para todos que participam deste meio. Meu nome é Dimas Alves, engenheiro de sistemas, e junto com Rafael Araujo – também engenheiro -, desenvolvemos uma solução de Digital Signage adaptada às necessidades e recursos do nosso mercado. A partir da entrada do Hélcio Vieira, publicitário com longa experiência no mercado tanto em TVs como em revistas, criamos o <a href="http://www.intaxi.com.br" target="_blank"><strong>Intaxi</strong></a>. Hoje esta solução esta patenteada e é comercializada por nós em São Paulo, pela <a href="http://www.voltmidia.com.br/" target="_blank"><strong>Volt Mídia</strong></a> em Curitiba e <a href="http://www.vistaindoor.com.br/" target="_blank"><strong>Vista Indoor</strong></a> em Cuiabá. Outras praças estão sob consulta. O nosso software de digital signage também é utilizado para soluções em ponto fixo (como shopping, elevador, aeroporto), além do Intaxi.</p>
<p><strong>Verifica-se que você foi um dos pioneiros a trabalhar a mídia digital out-of-home dentro do ambiente de táxis, como foi essa evolução desde o seu início até os dias atuais?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>O projeto do Intaxi teve início, aproximadamente, em maio/2006, quando começamos a estudar o mercado (nós não tínhamos nenhuma experiência em mídia), montar o projeto e  patenteá-lo. No início de 2007, começou a vigorar a lei Cidade Limpa em São Paulo, o que nos motivou a acelerar este projeto. Com ele mais completo, aproximadamente em 08/2007 fomos atrás de um investidor e alguém com experiência comercial nesta área; foi quando encontramos o Hélcio, que além da HV2 (Empresa especializada em comercialização de mídia) e da TV Salvador, se tornou sócio da Wimidia.</p>
<p>No fim de 2007, foi feito o investimento em 100 táxis em São Paulo, e hoje a Wimidia, além de possuir o sistema de Digital Signage, também possui o Intaxi. Hoje, nos táxis, existem 2 modalidades principais de mídia digital: com cartão de memória e o nosso, que é conectado à internet e oferece a interatividade. A modalidade com cartão de memória, tem a vantagem de ter um custo bem inferior ao nosso (o equipamento deles chega a ser 10 vezes mais barato que o nosso), enquanto que o nosso, apesar de mais caro, possui mais recursos e permite termos notícias atualizadas diretamente do UOL, interatividade via touch screen e SMS, além de recursos de checking, visualização remota e troca de conteúdos sem interferência manual nos equipamentos. Atualmente o Intaxi está em 3 praças, com 180 táxis, gerando ~100.000 impactos mês. No começo do Intaxi, comercializávamos apenas vídeo; hoje, além dos <a href="http://www.intaxi.com.br/wfrPublicidade_Formatos.aspx" target="_blank">formatos disponíveis</a>, a Volt Mídia de Curitiba comercializa canais de serviço, onde através de um toque na tela, o usuário do taxi pode acessar diversos restaurantes, bares e agenda de filmes.</p>
<p><strong>Como é a aceitação da mídia digital indoor dentro do seu ambiente pelas agências de publicidade, anunciantes e usuários na sua região? Quais são os principais obstáculos enfrentados para se acelerar o processo de desenvolvimento nesse segmento de mídia?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>Nós visitamos constantemente as agencias apresentando nossos formatos, e sempre ouvimos muitos elogios – principalmente pela quantidade de recursos do sistema e ferramentas que fornecemos aos anunciantes. Como o nosso publico é predominantemente A, nem todos os produtos se encaixam nesta linha de comunicação, mas clientes como Audi (que está veiculando este mês uma campanha linda conosco), Claro, Mackenzie (pós-graduação) &#8211; entre outros &#8211; que tem produtos de maior valor agregado, trabalham ou já trabalharam conosco.</p>
<p>Acredito que a crise americana que se alastrou pelo mundo tirou bastante dinheiro do mercado publicitário, e isso impediu que as empresas que estão interessadas, mas ainda sem segurança na mídia OOH, pudessem experimentar este ano.</p>
<p>Como a mídia OOH ainda é bastante nova, faltam métricas e pesquisas abertas – diferentemente de outros meios que já possuem maior quantidade de estudos especializados. Inclui-se também como problema – na minha visão – a quantidade de veículos que uma agencia precisa consultar e negociar para cobrir uma grande região geográfica ou um grande nicho de mercado com mídia OOH. As empresas desse ramo normalmente são locais, muito jovens – o que nem sempre passa a segurança necessária ao anunciante – e com sistemas de verificação muito diferentes. Hoje é muito mais difícil veicular em OOH do que em TV, jornal, revista, rádio, internet.</p>
<div style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1806" title="intaxi_foto-01" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/06/intaxi_foto-01.jpg" alt="intaxi_foto-01" width="600" height="200" /></div>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o conteúdo de entretenimento que hoje é veiculado nos mais diversos meios digitais (ônibus, metros, taxis, PDV, elevadores, aeroportos, farmácias e etc), ele realmente está sendo bem aplicado e é relevante para o usuário?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>Conteúdo é um “calcanhar de Aquiles” na mídia OOH. Já vi conteúdo GLOBOSAT (principalmente nas redes operadas dentro de supermercados) incompletos, onde você não consegue assistir um programa inteiro, seja pelo tempo do conteudo X versão de visualização, seja por falta de áudio. Como o conteudo feito para TV tem áudio e áudio no OOH é um paradigma, o conteúdo fica ruim para OOH. O conteúdo de ônibus/metro é melhor, é um conteudo fácil de assistir, com boa produção e boa intenção (humorísticos, educativos e algum jornalismo).</p>
<p>As mídias que utilizam conexão a internet, utilizam conteúdo de portais de internet (Elemidia utiliza Terra, e nós UOL). Atualmente estamos alimentando os nossos equipamentos com gols da rodada o que vem sendo bastante elogiado pelos passageiros. Além destes meios, muitas destas mídias veiculam campanha de entidades como WWF e UNICEF. Há uma preocupação muito grande dos veículos de OOH em ter um bom conteúdo, mas sem investir muito dinheiro.</p>
<p><strong>Muito se discute hoje no meio out-of-home a questão de conteúdo adequado para o usuário (público alvo). Quais são as preocupações da Wimidia nesse sentido de adaptar a maior relevância possível no conteúdo para o usuário?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>A interatividade em nossos equipamentos permite que um passageiro escolha que tipo de notícia ele deseja visualizar. Através de um SMS ou um toque na tela, ele pode escolher entre 8 tipos de noticias (esporte, economia, política etc), além de vídeos com gols da rodada.</p>
<p><strong>Você desenvolveu uma ação inédita que foi o Seminário de Mídia Indoor Digital em Salvador e ainda constata-se o surgimento de vários cursos, feiras, eventos e palestras direcionados a digital signage, qual sua sugestão para integrar e divulgar ainda mais essa mídia?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>Acho que as pessoas ainda carecem muito de informação sobre o meio e todas as maneiras de disseminação são válidas. Acho que é tanto conhecimento difundido em várias cabeças e empresas que é difícil juntar tanta gente! As entidades de classe (como a Abramid, POPAI entre outras) estão tentando documentar este conhecimento. Nós, da nossa parte, disponibilizamos os materiais apresentados nas palestras, gratuitamente, no <a href="http://www.wimidia.com.br/seminario/" target="_blank">site do evento</a>, bem como atendemos várias consultas de todo Brasil de pessoas interessadas.</p>
<p><strong>Qual foi a sua análise sobre o evento de mídia digital indoor em Salvador e quais foram as principais discussões debatidas entre os participantes do evento?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>O evento foi um sucesso. Já nas primeiras palestras conseguimos tirar a impressão de alguns participantes que acreditavam que faríamos apenas propaganda de nossos produtos, o que já foi uma grande conquista.</p>
<p>Tivemos uma grande quantidade de empresários e empreendedores que buscavam mais informações para montarem sua própria rede de Digital Signage. Esse fato levantou questões sobre como montar este tipo de negócio (mercado, investimento, percepção dos anunciantes), como funcionam as pesquisas (todos querem pesquisa sobre este mercado), métricas e conteúdos de baixo custo.</p>
<p>Falou-se bastante também sobre as questões da saturação do mercado, sobre os cuidados que devem ser tomados para não tornarmos essa, uma mídia invasiva.</p>
<p><strong>Como você avalia as ações de interatividade atreladas à mídia digital out-of-home desenvolvidas atualmente no Brasil? Quais são os projetos da Wimidia para esse novo cenário ainda pouco explorado?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>As ações de interatividade – que são baseadas principalmente em tecnologia – ainda são muito fracas. As boas ferramentas que existem hoje no mercado para implantação de uma rede de DS – como Scala &#8211; não tornam esta atividade fácil. Como hoje o padrão de mercado é exibição de vídeo, poucos se preocupam com o que foge deste recurso. Interatividade é algo muito particular, é resultado de uma idéia exclusiva, é quase impossível fazer sem que o seu parceiro de software esteja por perto. Nós, da Wimidia, acreditamos muito que a interatividade é que faz realmente a diferença e possibilita ter um valor diferenciado dos concorrentes.</p>
<p>Hoje, no nosso sistema, é possível interagir com o equipamento para seleção de noticias e canais de conteudo (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ciOqT3WvN9M" target="_blank">veja a reportagem</a>) via touch screen e SMS, mensurar os  resultados da ação (saber quantas vezes houve a interatividade e em quais pontos), além de continuar uma conversa após o opt-in do usuário entre outros recursos. Imagine uma situação que uma montadora de veículos deseje mandar um SMS para um cliente com valor de parcela em diversas formas de pagamento, incluindo ainda a concessionária mais próxima? Sem um parceiro de software que esteja pronto para atender esta necessidade específica, você terá muita dificuldade em oferecer um projeto como este para os anunciantes.</p>
<p><strong>Percebemos muitas empresas utilizando softwares próprios para gerenciamento de programação de digital signage. Qual a sua opinião sobre isso e cite algumas vantagens e desvantagens quanto à utilização de soluções já amplamente utilizadas no mercado internacional.</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>Não vejo com maus olhos quem usa este tipo de solução, só me preocupa se ele realmente entrega o que lhe foi solicitado pelo cliente (soluções caseiras podem ser manipuladas mais facilmente que uma solução de mercado), pois o anunciante vincula a atitude ao meio, não ao fornecedor (como já ouvi falar muitas vezes do mercado outdoor, e não do fornecedor do outdoor).</p>
<p>As soluções próprias têm a vantagem de serem mais customizados (recursos que não serão usados, não existirão no sistema) e independência do fornecedor. Fazer um sistema de gestão próprio apenas para cortar custos é muito perigoso. A grosso modo, muitas vezes é possível montar uma rede sem ter um sistema gerenciador: o administrador pode acessar a máquina remotamente e colar os arquivos, mesmo apesar dessa prática causar diversos problemas como a perda de log de exibição e as pessoas verem você acessar seus equipamentos.</p>
<p>Se você tem um sistema de gestão de conteúdo, diversas funcionalidades que devem fazer parte do seu dia a dia já estão embutidas: localização de equipamentos, status de distribuição de conteúdo remota, programação de conteúdo (com agendamento prévio), status de tempo ligado, mídias exibidas entre outras funções.</p>
<p><strong>O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>Tem uma participação importante no mercado, apesar de restrita. O POPAI tem uma característica institucional de difundir mais o conhecimento que as outras entidades (pode-se ver no seu portal quantos cursos e livros eles disponibilizam/vendem), as demais, ABDOH e Abramid, vejo ainda restritas; mesmo fazendo um trabalho de difundir para todo o mercado como funciona o DS, OOH e Indoor, quais são as boas práticas e quem faz parte do mercado, ainda não atingem os pequenos veículos – que são muitos – e por isso podem estar se distanciando de quem está fazendo o mercado em regiões mais distante dos centros. Acho que ainda não são o que o mercado precisa – mas serão em algum tempo.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira de digital out-of-home.</strong><br />
<em>Dimas Alves: </em>O digitalsignagebrasil.com é uma referencia para todos do mercado. Está sempre atualizado e por dentro do que está acontecendo. Quase sempre que vou a algum de nossos parceiros e franquias, vejo-os acessando o site e comentado as matérias. Mais uma vez, muito obrigado pelo convite. Espero ter contribuído.</p>
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		<title>Entrevista: Bruno Gianzanti &#8211; Scala / JBTec</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 00:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[bruno gianzanti]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[jbtec]]></category>
		<category><![CDATA[scala]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Bruno, fico extremamente feliz por você ter aceitado o convite do Digital Signage Brasil, e para iniciar, gostaria de uma breve apresentação sua e da JBTec.
Bruno Gianzanti: A JBTec (www.jbtec.com.br) é uma empresa especializada em Digital Signage com 9 anos de experiência. Representamos o software Scala no país e fomos o primeiro provedor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Olá Bruno, fico extremamente feliz por você ter aceitado o convite do Digital Signage Brasil, e para iniciar, gostaria de uma breve apresentação sua e da JBTec.</strong><br />
<em><img class="size-full wp-image-1440 alignleft" style="margin: 5px;" title="bruno_scala-jbtec" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/04/bruno_scala-jbtec.jpg" alt="bruno_scala-jbtec" width="250" height="188" />Bruno Gianzanti: </em>A JBTec (<a href="http://www.jbtec.com.br">www.jbtec.com.br</a>) é uma empresa especializada em Digital Signage com 9 anos de experiência. Representamos o software Scala no país e fomos o primeiro provedor de soluções para este mercado no modelo “SaaS”, software como serviço, possibilitando ao cliente manter o foco em seus objetivos de comunicação enquanto oferecemos nossos serviços e produtos para todas as etapas do processo. O grande diferencial da JBtec é o seu trabalho de integração, com experiência comprovada no desenvolvimento de sistemas de apoio, integração com dispositivos e sistemas de terceiros e soluções interativas. Sou sócio fundador da empresa e hoje atuo como CEO da JBtec, sou bacharel em Ciências da Computação e tenho 20 anos de experiência na área de tecnologia..</p>
<p><strong>Hoje você representa uma das maiores desenvolvedoras de software para Digital Signage no mundo, o Scala, como você avalia a utilização desse software no mercado brasileiro comparado com os outros países?<br />
</strong><em>Bruno Gianzanti: </em>Sem dúvida alguma o software Scala é líder mundial. Atualmente possui mais de 80.000 players instalados em mais de 100 países. O Brasil fechou o ano de 2008 em 3º lugar nas vendas da América Latina e em 14º lugar na vendas em todo mundo. Tivemos um crescimento de 132% em relação a 2007. Este sucesso se deu devido à criação do modelo SaaS, “Software as a Service”, fomos pioneiros neste modelo. Com ele o cliente tem muitos benefícios alem do uso da melhor ferramenta do mercado: não precisa investir na compra de hardware, software, links, etc para o servidor, não precisa contratar especialistas para gerenciarem sua rede de DS e o inicio da operação é imediato, permitindo nossos clientes focarem 100% suas atividades no seu negócio principal. Nós cuidamos de todo trabalho de retaguarda, configuração, monitoramento, up-dates, backups, manutenção do servidor e recuperação de falhas. Devido ao sucesso desta solução, outros países também estão adotando esta iniciativa.</p>
<p><strong>Como você avalia o atual estágio de profissionalismo da indústria brasileira de mídia digital out-of-home?<br />
</strong><em>Bruno Gianzanti: </em>Nosso mercado está em franco crescimento e profissionalização, a cada dia vemos um novo fornecedor se especializando em determinado ramo: telas de LCD profissionais e com recursos específicos para DS, várias empresas representando soluções para distribuição de áudio e vídeo, fornecedores de set top Box, mini PCs e car PCs preparados para DS e etc. Antigamente tínhamos que buscar estas soluções fora do país. Iniciativas como a academia de áudio visual e os treinamentos da InfoComm International certificam a cada dia mais profissionais no mercado DS. A JBTec já certificou mais de 200 profissionais na criação de um conteúdo eficiente para DS porém acredito que este ainda seja o “Calcanhar de Aquiles” deste mercado, pois ainda temos muito a evoluir neste setor.</p>
<p><strong>Observamos o surgimento de várias empresas nacionais de digital signage, e com elas, muitos softwares “made in brazil” estão sendo produzidos e comercializados. Qual a sua análise?</strong><br />
<em>Bruno Gianzanti: </em>Todos os anos, dezenas de pequenas empresas tentam criar softwares para digital signage. O grande problema aqui não é o fato de o software ser nacional, e sim porque infelizmente são empresas que estão trabalhando para replicar algo que o Scala levou mais de 20 anos para aperfeiçoar, com apenas um ou dois anos de experiência. Estas empresas são geralmente instáveis financeiramente e muitas vezes não sobrevivem porque dependem de um único cliente.<br />
Atualmente cerca de 20% dos novos clientes da JBTec são redes que iniciaram com o uso de um software muito jovem e que por falta de recursos ou algumas vezes por não funcionarem, e principalmente, por não permitirem a expansão foram obrigados a migrar para outra solução.</p>
<p><strong>A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido à implantação da Lei Cidade Limpa?</strong><br />
<em>Bruno Gianzanti: </em>Acredito que o principal agente deste crescimento é a necessidade de uma nova forma de comunicação, devido à falência dos modelos atuais, tanto no setor corporativo quanto no publicitário. Este crescimento acontece em todo Brasil, porém São Paulo foi de certa forma beneficiado por esta lei, pois muitas das empresas que exploravam mídia outdoor migraram para o modelo indoor, principalmente no formato digital.</p>
<p><strong>De fato, o mercado de software para mídia digital indoor vem crescendo bastante mundialmente, qual a sua opinião sobre a questão de software como serviço (SaaS)? Essa será uma tendência para os próximos anos? Em se tratando de software, quais serão as próximas funcionalidades interessantes para os usuários e administradores de redes de digital signage?</strong><br />
<em>Bruno Gianzanti: </em>O modelo SaaS é sem dúvida nenhuma, uma tendência mundial, toda a indústria desenvolvedora de software (Microsoft, IBM, etc) já esta se adaptando para esta nova realidade.<br />
A próxima grande mudança é a implementação do modelo SaaS em arquiteturas no formato “cloud”, ou seja, o fracionamento de um conjunto de recursos disponível em dezenas de servidores e storages, permitindo escalabilidade, garantia de performance e disponibilidade do ambiente. A principal diferença é que os recursos do cliente não ficam presos a uma única máquina física. Esta tecnologia permite que seus recursos trafeguem entre diferentes máquinas físicas de forma transparente, de forma que uma máquina física com defeito não acarrete na indisponibilidade dos recursos do cliente. Os clientes JBTec já contam com estes recursos.<br />
Ainda este ano teremos muitas inovações no Scala com o objetivo de aumentar o seu alcance global reduzindo o custo de propriedade para novos clientes que desejam implantar digital signage em redes sem funcionalidades sofisticadas. Disponibilizaremos o software para uso em PCs de baixíssimo custo (ULCPC) e dispositivos photo frame e tocadores de MPEG. Em paralelo a Scala tem trabalhado com empresas como LG e Samsung na entrega do software Scala pré-instalado em suas Telas com PC incorporado. Esta nova geração “All-In-One Device”, Tela + PC + Scala” pode significar uma grande redução de custo em relação à compra de um PC e uma tela comum.</p>
<p><strong>Verificamos uma carência muito grande na área de criação de conteúdos e informações voltadas/adaptadas para sinalização digital? Qual sua análise sobre essa situação?</strong><br />
<em>Bruno Gianzanti: </em>Por mais similar que possa parecer, uma rede de Digital Signage não é uma rede de televisão, mas sim um canal de comunicação com uma programação específica e variável. O conteúdo é fundamental para o sucesso. Ele deve ser interessante para o espectador e adequado ao meio. Premissas básicas como vivacidade, relevância e atratividade devem ser os primeiros pontos a serem considerados. As aplicações de TV Corporativa fazem um uso mais eficiente desta ferramenta, pois já possuem muito conteúdo, bastando apenas sua adaptação para este novo meio de comunicação, já as aplicações no varejo ainda pecam muito, pois a maioria das redes que iniciam seus trabalhos estão ainda focadas nos processos de instalação e na expansão de seus pontos, deixando o conteúdo para um segundo momento. Porém hoje já vemos excelentes aplicações, a tendência é que o conteúdo também se profissionalize, novas empresas focadas neste segmento estão surgindo todos os dias.</p>
<p><strong>Quais são as principais vantagens e benefícios do software Scala quando comparado com as soluções existentes no mercado mundial?<br />
</strong><em>Bruno Gianzanti: </em>As pesquisas mais recentes indicam que hoje temos mais de 50 competidores no mercado mundial, porém continuamos com cerca de 40% deste mercado utilizando Scala o que já é um grande diferencial de nossa solução.<br />
A maioria de nossos competidores são apenas exibidores de vídeos (MPEG) e alguns poucos também exibem Flash, porém não possuem conteúdo dinâmico, templates, ferramenta de autoria, etc. Muitos utilizam hardwares proprietários para os players (set top box) enquanto utilizamos plataforma PC obtendo maior flexibilidade para as mudanças de necessidades das redes.<br />
Ainda podemos destacar nosso player que exibe 2 canais simultâneos e distintos ao mesmo tempo, temos total integração com banco de dados e sistemas de ponto de venda, nosso canais podem ser criados com a quantidade de frames desejada cada qual com seu playlist independente, aceitamos praticamente todas os formatos de mídia do mercado, possuímos integração com captura de TV aberta e Fechada, temos distribuição do conteúdo também por satélite quando necessário, e muito mais.</p>
<p><strong>Para quem hoje está iniciando uma rede de digital signage ou está com planos de crescimento de rede, quais são as dicas fundamentais que você daria no aspecto tecnológico? </strong><br />
<em>Bruno Gianzanti: </em>Tenho uma dica simples, mas essencial, escolha sempre uma solução que permita crescimento e que comprovadamente funcione, verifique os cases em funcionamento, faça “test drives” e planeje muito bem o crescimento de sua rede. O menor preço, na maioria das vezes, é de fato muito mais caro&#8230;..</p>
<p><strong>O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?<br />
</strong><em>Bruno Gianzanti: </em>Acredito que entidades como estas ajudam muito na organização, normatização e disseminação do mercado. Porém ainda somos carentes de entidades com foco em tecnologia para Digital Signage.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira out-of-home.<br />
</strong><em>Bruno Gianzanti: </em>Uma ótima ferramenta para aprendizado e troca de informações entre os profissionais de Digital Signage do Brasil, com informações sérias, confiáveis e atualizadas de todos os setores.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F04%2F26%2Fentrevista-bruno-gianzanti-scala-jbtec%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Bruno%20Gianzanti%20%26%238211%3B%20Scala%20%2F%20JBTec" id="wpa2a_14"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/09/21/jbtec-e-reconhecida-no-scala-award-pelo-crescimento-em-2011/" title="JBTEC é reconhecida no Scala Award pelo crescimento em 2011.">JBTEC é reconhecida no Scala Award pelo crescimento em 2011.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/07/27/jbtec-anuncia-novo-cliente/" title=" JBTEC anuncia novo cliente: Ligamídia."> JBTEC anuncia novo cliente: Ligamídia.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/07/04/scala-apresenta-novas-possibilidades-em-digital-signage-para-o-mercado/" title="Scala apresenta novas possibilidades em Digital Signage para o mercado.">Scala apresenta novas possibilidades em Digital Signage para o mercado.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/09/02/scala-nomeia-vice-presidente-para-operacoes-na-america/" title="Scala nomeia vice-presidente para operações na América.">Scala nomeia vice-presidente para operações na América.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/02/18/scala-e-jbtec-na-dse-2010-digital-signage-expo/" title="Scala e JBTec na DSE 2010 &#8211; Digital Signage Expo">Scala e JBTec na DSE 2010 &#8211; Digital Signage Expo</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/09/11/a-jbtec-lanca-no-brasil-a-nova-versao-r5-da-plataforma-scala/" title="Scala lança no Brasil sua nova versão R5.">Scala lança no Brasil sua nova versão R5.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/07/01/digital-menu-boards-para-a-risotto-mix-by-scala/" title="Digital Menu Boards para a Risotto Mix by Scala.">Digital Menu Boards para a Risotto Mix by Scala.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/08/12/jbtec-marca-presenca-no-conarh-2011/" title="JBTec marca presença no CONARH 2011.">JBTec marca presença no CONARH 2011.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/08/08/jbtec-lanca-nova-marca/" title="JBTEC lança nova marca.">JBTEC lança nova marca.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/06/18/jbtec-marcou-presenca-pela-segunda-vez-consecutiva-no-ciab-febraban-junto-com-a-itautec/" title="JBTec marcou presença pela segunda vez consecutiva no CIAB FEBRABAN junto com a Itautec.">JBTec marcou presença pela segunda vez consecutiva no CIAB FEBRABAN junto com a Itautec.</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Ronald Peach &#8211; Outform Droid</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Droidigital Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Outform]]></category>
		<category><![CDATA[Ronald Peach]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Ronald, é um prazer entrevistar você aqui no Digital Signage Brasil, inicie com uma breve apresentação do seu ramo de atuação e de suas empresas para os nossos leitores.
Ronald Peach: O grupo Outform Droid tem 20 anos de mercado e é fabricante de displays para ponto-de-venda. Possui departamento de criação, modelação e prototipagem, bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong><img class="size-full wp-image-1262 alignleft" style="margin: 10px;" title="foto_ronald-peach" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/03/foto_ronald-peach.gif" alt="Ronald Peach - Outform Droid" width="181" height="233" />Olá Ronald, é um prazer entrevistar você aqui no Digital Signage Brasil, inicie com uma breve apresentação do seu ramo de atuação e de suas empresas para os nossos leitores.</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> O grupo Outform Droid tem 20 anos de mercado e é fabricante de displays para ponto-de-venda. Possui departamento de criação, modelação e prototipagem, bem como uma indústria com foco em madeira, plástico e fibra de vidro. Desenvolve e integra soluções para Digital Signage como players por cartão, com ou sem alimentação pela internet, CPUs, telas, pedestais, videowall e projetores. Presta também serviços de criação, gerenciamento e distribuição em conjunto com sua coligada Droidigital Midia, que opera uma rede de monitores indoor nas padarias de São Paulo.</p>
<p><strong>Nos projetos desenvolvidos por você, percebemos que a mídia digital indoor está totalmente atrelada a elementos merchandising no ponto-de-venda, como displays interativos, adesivagem, games e etc. Qual o retorno que você tem obtido com esse trabalho?<br />
</strong><em>Ronald Peach:</em> São trabalhos em estágios diferentes de evolução. O digital signage aplicado a displays é uma atividade de trade marketing em pleno vigor, pois as telas funcionam como elementos de comunicação altamente eficientes e dirigidos, com alto poder de comunicação. A utilização de conteúdo aplicado cirurgicamente no ponto-de-venda, próximo ao produto, aumenta as vendas, encanta anunciantes e orienta consumidores. Seu foco é fortemente promocional e ligado a um produto ou marca, o objetivo é vender mais.</p>
<p>Já a mídia indoor, que possui uma grade de programação, mesmo sendo com certeza a mais eficiente das mídias por estar próxima do tripé consumidor, produto e dinheiro ainda é uma ferramenta em construção que carece de maior envolvimento do mercado. Ainda existe falta de hábito e conhecimento dos mídias de agências para planejar inserções nestes veículos. Há também uma rede pequena de telas se considerarmos as dimensões brasileiras. A mídia indoor será com certeza a melhor e mais eficiente ferramenta de comunicação por entregar comunicação dirigida, segmentada e a custo baixo. Os anunciantes estão apenas aguardando métricas melhores e pesquisas de mercado para investir nestes  novos veículos que vem surgindo nos mais diversos tipos de varejo.</p>
<p><strong>Na sua análise, quais são as principais vantagens para o anunciante ao veicular mídia digital dentro do PDV?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> A capacidade de vender mais, provocando impulso; A possibilidade de orientar adequadamente o consumidor quanto ao correto uso de produtos; O treinamento da força de vendas; Estar no target, falando do produto certo na hora certa, sem dispersão de comunicação.</p>
<p><strong>A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido à implantação da Lei Cidade Limpa?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> Com certeza. O mercado está crescendo em passos largos. Diversos grupos investidores vem fazendo acordos com varejos dos mais diversos formatos, de conveniência a construção, para instalar redes de mídia digital indoor. O motivo é que a segmentação de comunicação no varejo é algo muito bom para o anunciante, que pode atingir o consumidor certo, na hora certa, a custo baixo. É uma mídia cirúrgica e eficiente. A Lei Cidade Limpa colaborou indiretamente por restringir o uso outdoor, porém não acredito que tenha sido a molda principal em São Paulo, até porque atingem o consumidor em momentos e situações totalmente diferentes.</p>
<p><strong>Como você avalia as ações de interatividade, monitores 3D, video-walls, gôndolas interativas que estão em desenvolvimento no mercado?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> Avalio como excepcionais. A interatividade é uma ferramenta importante pois permite que o consumidor interaja com marcas, produtos, consulte catálogos, navegue em portais e se comunique com a empresa. É o futuro. Monitores 3D por sua vez, provocam uma experiência diferente e instigante, chamando a atenção do consumidor com objetos que saltam da tela. Para as lojas temáticas, o videowall tem sido muito requisitado por permitir a facilidade de promover produtos a um custo muito interessante. Todas as tecnologias tem tido redução de custo e se tornam cada dia mais viáveis.</p>
<p><strong>Você acredita que os anunciantes e acima de tudo os usuários assimilaram bem o conceito da mídia digital indoor?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> É um processo evolutivo. Os consumidores se ajustam rapidamente a essas mídias e passam a incorporá-las em seu dia-a-dia. Os anunciantes já entendem bem o conceito, apreciam a idéia, mas ainda estão longe de serem pró-ativos nisso. Há uma certa inércia em aderir a uma mídia tão espetacular e eficiente, com certeza muito mais do que outras que se encontram muito longe do ato de consumo. Sendo uma mídia muito recente, acredito que uma mudança radical surgirá rapidamente. Importante frisar que quanto maior o parque instalado, maior será a tendência dos anunciantes a aderirem à mídia digital indoor.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o conteúdo de entretenimento que hoje é veiculado nos mais diversos meios digitais (ônibus, metros, taxis, PDV, elevadores, aeroportos, farmácias e etc), ele realmente está sendo bem aplicado e é relevante para o usuário?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> O conteúdo é a base para os meios digitais. O segredo não está nas telas, e sim no que elas veiculam. Cada veículo deve pesquisar atentamente o hábito do consumidor naquele varejo ou local, para que sua grade tenha sentido, seja no entretenimento, seja no impulsionamento de vendas. Há diversos casos de mídias muito bem elaboradas e apropriadas ao meio em que se encontram. Logicamente, também há casos aonde o conteúdo poderia ser mais apropriado.</p>
<p><strong>Em outros países a mídia out-of-home já atingiu um ótimo grau de aceitação e profissionalismo. Como você avalia o surgimento/amadurecimento das empresas nacionais de sinalização digital e qual sua análise para um futuro próximo? </strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> O Brasil é sempre um celeiro de idéias e profissionais criativos. Estamos indo muito bem, com diversos varejos de grande e médio porte aderindo ao digital signage. Os formatos ainda estão em ajuste, alguns usando para si, outros como ferramenta de mídia. Temos menos capital do que nossos pares europeus e americanos, porém tiramos vantagem disso. O brasileiro já nasceu globalizado, seja na comida, na religião ou nos costumes. Acredito que teremos muitos veículos em muitos tipos de varejo e atacado, substituindo suas comunicações estáticas, banners e luminosos pela sinalização digital.</p>
<p><strong>Quais são os principais obstáculos enfrentados para se acelerar o processo de desenvolvimento nesse segmento de mídia?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> O capital investidor e a compreensão de que mais do que um veículo de comunicação, hoje a sinalização digital é um produto promocional. O entendimento de que mídia segmentada tem mais valor do que mídia de massa.</p>
<p><strong>O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado nacional de digital signage?</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> Fundamentais, para que o mercado nasça de maneira organizada e dentro de padrões éticos praticados por todos. Não há prosperidade sem organização. Nascer certo é o melhor caminho, e as entidades tem forte papel nisso.</p>
<p><strong>Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a indústria brasileira out-of-home.</strong><br />
<em>Ronald Peach:</em> O blog se destaca pela sua qualidade, trazendo os melhores cases e profissionais do mercado. É conduzido por gente antenada e séria. Fico contente por poder participar deste seleto grupo, é uma honra para mim e para a Outform Droid.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F03%2F24%2Fentrevista-ronald-peach-outform-droid%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Ronald%20Peach%20%26%238211%3B%20Outform%20Droid" id="wpa2a_16"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2011/09/02/monitores-sao-instalados-em-restaurantes-e-casas-noturnas-de-sp-parceiros-da-diageo/" title="Monitores são instalados em restaurantes e casas noturnas parceiros da Diageo.">Monitores são instalados em restaurantes e casas noturnas parceiros da Diageo.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/12/12/keith-kelsen-quinta-tela-precisara-de-redes-bem-organizadas-e-escala-para-ser-bem-sucedida/" title="Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida">Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/11/16/totem-carrefour-solucoes-financeiras-by-droidigital-midia/" title="Totem Carrefour Soluções Financeiras by Droidigital Mídia">Totem Carrefour Soluções Financeiras by Droidigital Mídia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/10/01/aes-eletropaulo-implanta-solucao-de-digital-signage/" title="AES Eletropaulo implanta solução de Digital Signage.">AES Eletropaulo implanta solução de Digital Signage.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/07/21/banco-do-brasil-no-pdv-digital-padarias/" title="Banco do Brasil no PDV Digital Padarias.">Banco do Brasil no PDV Digital Padarias.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/06/07/jogo-da-memoria-interativo-samsung/" title="Jogo da Memória Interativo Samsung.">Jogo da Memória Interativo Samsung.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/27/entrevista-carlos-farineli-orionpc/" title="Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC">Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/10/19/porsche-panamera/" title="Porsche Panamera.">Porsche Panamera.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/09/22/entrevista-alexandre-barreto-cortex-industrial-systems/" title="Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems">Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/08/26/entrevista-carlos-eduardo-ymidia/" title="Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia">Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Flávia Sampaio &#8211; CerejaPRN</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 12:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otávio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[CerejaPRN]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Flávia Sampaio]]></category>

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		<description><![CDATA[DigitalSignageBrasil.com: Olá Flávia, primeiramente gostaria que você se apresentasse para todos os usuários do Blog, além de explicar brevemente sobre a CerejaPRN.
 Flávia Sampaio: A CerejaPRN é uma joint venture entre a PRN, que atua no OOH nos Estados Unidos e a Cereja, um grupo de investidores brasileiros. Focada em mídia OOH em ponto-de-venda, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Olá Flávia, primeiramente gostaria que você se apresentasse para todos os usuários do Blog, além de explicar brevemente sobre a CerejaPRN.</strong></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-1155 alignleft" style="margin: 5px;" title="Flávia Sampaio - CerejaPRN" src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/uploads/2009/02/entrevista_flavia-sampaio.jpg" alt="entrevista_flavia-sampaio" width="254" height="194" /></strong> <em>Flávia Sampaio: </em>A CerejaPRN é uma joint venture entre a PRN, que atua no OOH nos Estados Unidos e a Cereja, um grupo de investidores brasileiros. Focada em mídia OOH em ponto-de-venda, é responsável pelas TV Extra e TV Carrefour, com telas instaladas em quase 200 hipermercados em todo Brasil. Eu sou a diretora executiva da empresa e atuo no segmento de OOH desde julho de 2005, quando lancei a TV Livraria Cultura. Sou jornalista e atuo em mídia há mais de 20 anos principalmente na área de novas mídias.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: A busca por esse tipo de mídia digital indoor tem aumentado cada vez mais no Brasil? Por quê? Você acredita que um fator crucial para o crescimento acelerado da digital signage em São Paulo ocorreu devido a implantação da Lei Cidade Limpa?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Creio que o primeiro fator decorre da própria digitalização do cartaz viabilizada pela queda dos preços de telas e painéis. Afinal, a comunicação nos painéis e telas digitais oferecem uma comunicação mais dinâmica de fácil atualização e mesmo de trazer aspectos positivos de ambientação. Em segundo lugar, o aspecto mais técnico, da mídia OOH significar algo que atende estar em contato com o consumidor em trânsito, cada vez mais freqüente. A mídia que pode acompanhar o consumidor em diversos momentos e que não exige a exclusividade de atenção como as mídias tradicionais&#8230; TV, Revista e Jornais, por exemplo. A Lei Cidade Limpa pode contribuir mas não define a tendência. Apenas a título de contribuição, a mídia OOH cresceu nos EUA nos últimos 5 anos de algo em torno de U$ 600 milhões para quase U$2 bilhões.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Quais são as vantagens da mídia digital out-of-home aplicada dentro do ponto de venda?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Comunicar-se com o consumidor no momento de decisão de compra. Além da pesquisa feita pelo POPAI já bastante divulgada que 85% das decisões são tomadas no ponto-de-venda, há outras que apontam que o consumidor procura informações sobre o produto também no ponto-de-venda. Há também o conceito de “recency”, última milha, o ultimo momento para comunicar-se com o consumidor.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Como você avalia as ações de interatividade atreladas à digital signage dentro do ambiente de compra do consumidor?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Creio que será uma tendência, como em todas as outras mídias. O importante é não atropelarmos o processo. O consumidor precisa primeiro entender este novo canal para introduzirmos novas funcionalidades. A evolução tecnológica é importante, mas às vezes atropela e retarda o processo de assimilação de uma nova mídia. Mas que ela virá e em breve, virá.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Você acredita que os anunciantes e acima de tudo os usuários assimilaram bem o conceito da mídia digital indoor?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Estão assimilando. O processo de assimilação não pode ser confundido com o primeiro processo de percepção. O consumidor percebe a existência do digital signange, mas está descobrindo o que pode encontrar para que este canal se torne relevante.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Em 2008 houve uma explosão de novas empresas do segmento no Brasil, mas principalmente em São Paulo. Qual o status (estágio) atual do mercado de mídia digital indoor no estado de São Paulo?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Diria que estamos entre a explosão e uma breve consolidação. Há empresas mais maduras, como a In door que atua nos aeroportos desde 2001, e outras iniciativas mais recentes.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Como você avalia as questões técnicas das empresas e profissionais brasileiros no que diz respeito a implantação, gerenciamento e suporte de redes?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Creio que o brasileiro tem demonstrado muito interesse às novas tecnologias, tanto no aspecto profissional como empresarial, tem desempenhado bem estes aspectos.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Qual a sua opinião sobre o conteúdo de entretenimento que hoje é veiculado nos mais diversos meios digitais (ônibus, metros, taxis, PDV, elevadores, aeroportos, farmácias e etc), ele realmente está sendo bem aplicado e é relevante para o usuário?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Posso parecer repetitiva, mas creio que minha avaliação está alinhada com o estágio do digital signage no Brasil. É uma mídia nova e precisa do feed back de sua audiência. Em alguns casos está bem aplicado, outros nem tanto, mas é um processo de aprendizado e maturação. E constante, pois o público evolui e as demandas se atualizam.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Em outros países a mídia out-of-home já atingiu um ótimo grau de aceitação e profissionalismo, você acredita que brevemente o mercado brasileiro chegará nesse estágio?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Em primeiro lugar acho que em algumas empresas já temos este cenário de aceitação e profissionalismo. E exceto nos EUA, que me parece mais maduro no processo, as iniciativas são jovens e nem por isso menos profissionais.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: O que você tem achado do papel de entidades como a ABDOH e o POPAI para o mercado de digital signage?</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Parecem interessantes, pois auxiliam no processo de disseminação da nova mídia além do alinhamento das empresa para se continua um segmento forte, com normas e objetivos comuns.</p>
<p><strong>DigitalSignageBrasil.com: Qual a sua opinião sobre o blog digitalsignagebrasil.com para a industria brasileira out-of-home.</strong><br />
<em>Flávia Sampaio: </em>Uma ferramenta essencial, dinâmica e atual no sentido de construir uma comunidade profissional, perfeita para o compartilhamento de experiências, fantástico para a consolidação do segmento.</p>
</div><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.digitalsignagebrasil.com%2F2009%2F02%2F18%2Fentrevista-flavia-sampaio-cerejaprn%2F&amp;title=Entrevista%3A%20Fl%C3%A1via%20Sampaio%20%26%238211%3B%20CerejaPRN" id="wpa2a_18"><img src="http://www.digitalsignagebrasil.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.gif" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p><h3  class="related_post_title">Posts Relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/09/27/flavia-sampaio-monta-empresa-de-digital-signage/" title="Flávia Sampaio monta empresa de Digital Signage.">Flávia Sampaio monta empresa de Digital Signage.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/12/12/keith-kelsen-quinta-tela-precisara-de-redes-bem-organizadas-e-escala-para-ser-bem-sucedida/" title="Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida">Keith Kelsen: quinta tela precisará de redes bem organizadas e escala para ser bem sucedida</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2010/01/27/entrevista-carlos-farineli-orionpc/" title="Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC">Entrevista: Carlos Farineli – ÓrionPC</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/12/14/maximidia-2009-presenca-marcante-de-empresas-de-midia-digital-out-of-home/" title="MaxiMídia 2009: Presença marcante de empresas de mídia digital out of home.">MaxiMídia 2009: Presença marcante de empresas de mídia digital out of home.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/09/22/entrevista-alexandre-barreto-cortex-industrial-systems/" title="Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems">Entrevista: Alexandre Barreto – Cortex Industrial Systems</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/08/26/entrevista-carlos-eduardo-ymidia/" title="Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia">Entrevista: Carlos Eduardo – YMidia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/07/28/entrevista-yuri-berezovoy-broadsign/" title="Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign">Entrevista: Yuri Berezovoy &#8211; BroadSign</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/07/08/cerejaprn-e-tv-extra-lancam-campanha-institucional/" title="CerejaPRN e TV Extra lançam campanha institucional.">CerejaPRN e TV Extra lançam campanha institucional.</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/06/17/entrevista-dimas-alves-intaxi-wimidia/" title="Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia">Entrevista: Dimas Alves – Intaxi / Wimidia</a></li><li><a href="http://www.digitalsignagebrasil.com/2009/04/26/entrevista-bruno-gianzanti-scala-jbtec/" title="Entrevista: Bruno Gianzanti &#8211; Scala / JBTec">Entrevista: Bruno Gianzanti &#8211; Scala / JBTec</a></li></ul>]]></content:encoded>
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