A 3D Impact Media chega ao Brasil e implanta tecnologia inovadora de conteúdo 3D para mercado publicitário.
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Acaba de chegar ao mercado brasileiro uma nova tecnologia em monitores de LCD que reproduzem propagandas em 3D com imagens que se projetam para fora da tela, sem a necessidade de uso de óculos especiais para visualizar o efeito. A pioneira nessa inovação é a 3D Impact Media – Advertising & Network, multinacional especializada em mídia e gestão de serviços de publicidade em tecnologia 3D - www.3dimpactmedia.com.br. A companhia é a primeira na América Latina a operar com mídia mista, 2D e 3D, na mesma rede de digital signage, combinando animação, conteúdos convencionais e desenvolvimentos tecnológicos. O investimento da empresa para iniciar suas operações no Brasil é superior a 5 milhões de dólares. Porém, é importante destacar que uma empresa européia, parceira tecnológica exclusiva da Impact Media na América Latina, investiu cerca de US$ 100 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produto. Os primeiros contratos já estão sendo fechados, alguns exemplos são Centro de Eventos e Negócios de São Paulo – CENESP, academias Competition e Lojas Marisa.
“Um dos nossos objetivos é contribuir com novidades que agreguem valor aos produtos dos anunciantes e conseqüentemente melhore os resultados dos nossos clientes. Além disso, essa tecnologia representa inovação para o mercado de publicidade e comunicação não só do Brasil, mas da América Latina”, destaca o CEO da 3D Impact Media, Michael Kronenberg, acrescentando ainda que o projeto também está em fase de implantação no Uruguai, Venezuela, México e Argentina.
Segundo pesquisa exclusiva encomendada pela 3D Impact Media à Millward Brown, ligada ao grupo Ibope, o formato 3D tem grande potencial para atrair o público consumidor, sendo facilmente identificado, além de ter alta atratividade, ampla aceitação e tecnologia avançada. De acordo com o estudo realizado recentemente em ponto-de-venda, em média 20% das pessoas são expostas à tela 3D. Esse número é quatro vezes maior que o impacto causado pela mídia convencional.
Empresa - A 3D Impact Media é composta pelas marcas 3D Media – responsável por soluções integradas para a publicidade em tecnologia 3D e convencional, incluindo a concepção e gerenciamento da rede; Skycube - agência criativa de produção e de conteúdo 3D. O núcleo produz todo tipo de material, do mais simples desenho ao mais complexo vídeo em animação 3D; Network Channel - responsável pelos canais PREMIUM de conteúdo “out of home”, no qual cada canal terá a sua mídia caracterizada pelo segmento de interesse e presente em locais determinados; e Sofia - universidade virtual, criada no Brasil, para formar profissionais no mercado de animação 3D. “Essas empresas podem atuar de maneira integrada ou não, dependendo do projeto do cliente. O importante é que estamos aptos para, além da tecnologia, fazer também a produção de conteúdos para exibição nos monitores”, explica Michael, acrescentando que não é descartada a possibilidade de parcerias com sites jornalísticos e de entretenimento para fornecimento de conteúdo terceirizado. “Já estamos estudando propostas de algumas empresas e creio que isso só venha valorizar ainda mais nosso produto”.
Diferencial - As soluções de mídia representadas pela nova empresa adotam uma abordagem diferenciada para a exibição de Digital Signage no mercado. Ao contrário das já tradicionais redes, a 3D Impact Media proporciona uma mistura de entretenimento e publicidade, unindo os dois mundos através de uma solução completa em conteúdo 3D. O material apresentado em Digital Signage 3D cria um novo nível de interação do consumidor com o ponto-de-venda, gerando maior volume de vendas. Já os diplays 3D proporcionam um efeito envolvente, livre de oscilações e não é necessário o uso de óculos especiais.
“O Brasil possui um grande mercado publicitário, que continua crescendo em um ritmo próximo de 30% ao ano e o novo marketing através da tecnologia 3D é um meio para entregar a mensagem das empresas de forma marcante e inovadora”, completa a diretora de Marketing da empresa, Helga Ensina. A implementação da 3D Impact Media no Brasil já gerou 30 novos empregos em 2008, com previsão de aumento significativo para o ano de 2009. Em paralelo, a empresa está investindo na criação da Skycube (núcleo 3D) no Brasil e posteriormente em outros países da América Latina. Outro projeto em desenvolvimento é a universidade Sofia, que impulsionará a formação de jovens no segmento de animação e será lançada nas próximas semanas.
Pesquisa - Ainda sobre a pesquisa da Millward Brown, concluiu-se que o formato 3D gera ótimo retorno para as empresas em termos de visibilidade sem prejudicar a comunicação de seus produtos/serviços. Trata-se de uma nova mídia que registrou 90% de aprovação dos entrevistados.
Comparando conteúdos 3D e 2D, o estudo demonstra ainda que as imagens 3D são mais envolventes por serem consideradas mais interessantes e originais. Além disso, são vistas como inovadoras e têm potencial para gerar boca-a-boca. A consistência na criatividade é fator preponderante para manter nível de conexão com a marca. Já a sensação de algo “sair da tela” é positiva, pois contribui para chamar a atenção e envolver o consumidor, mas não se sobrepõe ao produto/serviço anunciado.
Fonte: Portal Fator Brasil
É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária — valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.

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