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JbTec

Acácia Auto Peças conta com comunicação interna do Grupo GM7.

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A intenção é comunicar-se com os clientes, além de aprimorar o endomarketing.

A GM7 inovou mais uma vez criando um canal corporativo para uma experiente empresa distribuidora e revendedora de peças automotivas. A Acácia Auto Peças agora conta com displays que levam mensagens aos clientes sobre produtos em promoção, eventos, além do conteúdo GM7 do Portal Terra e do Climatempo. Há uma tela (de 40 e 46 polegadas) em cada loja e elas podem ser uma saída para o cliente que aguarda na fila para ser atendido.

O Diretor Giovanni Maddaloni ressalta a importância da comunicação interna em uma empresa. “Para motivação dos funcionários, a comunicação interna pelo digital signage faz com que o funcionário veja que está sendo valorizado quando se vê na tela como funcionário destaque, por exemplo”. Para Maddaloni, o importante é atingir o público alvo com eficiência, agradando visualmente e entrando em perfeita sintonia com o ambiente. “Essa é a missão do Digital Signage: levar a marca ao target, informar e entreter com eficiência” diz Maddaloni.

A Acácia Auto Peças iniciou suas atividades em agosto de 1979 na cidade mineira de Andradas, atendendo a linha leve da época e os veículos fora de estrada usados para trabalhos do campo. De 1999 a 2008, a Acácia abriu mais três lojas, duas na cidade de Campinas e uma em Sumaré. Hoje a empresa possui um estoque amplo e variado, voltado para o atendimento das necessidades de reparação para veículos da linha leve, caminhonetes e de veículos Off – Road.

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Jornal Mural: Mais moderno do que nunca.

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Ferramenta de comunicação interna de uma empresa, o jornal mural surgiu antes mesmo de outros meios de comunicação serem utilizados pelas organizações. Talvez por ser um recurso eficiente, rápido e barato. Mas na época da web 2.0, a ferramenta não seria ultrapassada? Pelo contrário, hoje ainda é utilizada por muitas instituições, que buscam novas formas de inovar o material e o conteúdo informado.

Um dos empreendimentos que faz questão de modernizar o seu jornal mural é a Lanxess, renomada indústria química mundial que utiliza o recurso desde o início das suas atividades, em julho de 2004. Com a meta de servir de plataforma para informar sobre o dia-a-dia da organização para os colaboradores, a empresa criou projeto de TVs corporativas como meio de comunicação, ou seja, nas três sedes da empresa no país – duas no estado de São Paulo e outra no Rio Grande do Sul – foram instalados aparelhos de televisores LCD que transmitem notícias internas e externas da instituição.

Segundo Jeferson Fernandes, gerente de Comunicação Corporativa da Lanxess para América Latina, o recurso facilita o processo de disseminação da cultura da empresa, seus valores e objetivos em curto, médio e longo prazo. “Serve ainda como fonte de informação da empresa, suas diferentes áreas de atuação, produtos e serviços, permitindo que nossos colaboradores tenham uma visão ampla dos nossos negócios”, aponta Fernandes.

Durante o expediente, a indústria transmite pequenos programas da TV Lanxess, veículo interno que exibe as ações do empreendimento. A ferramenta ainda informa sobre notícias fora do ambiente da instituição com o objetivo de tornar o jornal mural ainda mais completo e atraente. Para inovar, a Lanxess fez parceria com a Elemídia, empresa de mídia digital out of home da América Latina. O projeto de jornal mural eletrônico converge mídias distintas, como vídeo, áudio, além de textos.

Fonte: Tatyanne de Morais – Conteúdo Criativo

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O sucesso da “TV corredor”.

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Na TV Corporativa do Ometz Group, do Paraná, tem noticiário, desenho animado e programa de estilo de vida – tudo feito dentro da própria empresa e protagonizado pelos funcionários.

Via de regra, qualquer cidade, por menor que seja, tem no mínimo um jornal local. Imagine, então, o que fazer em uma holding que abriga 12 empresas e mais de 5 mil funcionários, espalhados por todo o Brasil e até mesmo na Argentina. Buscando uma ferramenta eficiente de endomarketing, o Ometz Group criou em 2003 a Hunting Winners TV.

Desenvolvida inicialmente apenas como um instrumento motivacional, a HW TV acabou ganhando maior proporção e hoje é considerada essencial para o sucesso do grupo sediado em Curitiba e que tem sob seu guarda chuva a rede de escolas de inglês Wise Up e outras 11 empresas dos segmentos de comunicação e educação. “No começo, a HW TV era um plano de incentivo que tinha como objetivo melhorar a produtividade dos funcionários, mas tomou maior vulto”, explica o presidente do Ometz Group, Flavio Augusto, um carioca de 37 anos que em 1995 abriu sua primeira escola de inglês, no Rio de Janeiro. Hoje, elas somam mais de 260, entre franqueadas e próprias, e levam os nomes de Wise Up, Lexical e You Move. A You Move, aliás, direcionada a pessoas das classes C e D, inaugurou suas primeiras 32 escolas esta semana.

Com o conceito de Corporate Reality Show, a HW TV engloba em seu portal de internet notícias escritas, canal de televisão e emissora de rádio. Por dia, são feitos em média três novos programas de televisão. Entre eles, o telejornal HW News, com notícias sobre a empresa, o Follow the Leader, onde o CEO dá dicas de competição, e o HW Lifestyle, que apresenta curiosidades sobre a vida de quem se destaca no grupo. “Funciona como uma plataforma de gestão comercial e de recursos humanos onde todos os funcionários podem participar”, afirma Augusto. Não existe um programa do tipo Big Brother ou seus congêneres. Augusto diz que, na prática, pode-se dizer que todo este envolvimento é um reality show, já que são abordadas questões profissionais e particulares de funcionários. Ao se destacar em alguma função, o empregado pode ganhar espaço em uma reportagem de TV, em uma matéria escrita ou mesmo conceder uma entrevista à rádio. Tudo é feito pela produtora do grupo, a MindSet Films, que também trabalha para o mercado publicitário.

Direcionada especialmente para o público interno, com notícias do “universo Ometz Group”, a HW TV acaba indo além das fronteiras profissionais. “Temos 150 mil visitas em nosso site ao mês. Isso mostra que, além dos funcionários, familiares e amigos também acessam os conteúdos”, observa Augusto. Para ele, a TV corporativa está relacionada diretamente ao crescimento do grupo, que faturou R$ 55 milhões em 2008 e deve encerrar 2009 com receita de R$ 80 milhões: “Faz tempo que o HW TV deixou de ser mera campanha motivacional e passou a fazer parte do negócio. São gerações e gerações de profissionais formados.”

Por: Ricardo Lacerda / Redação de AMANHÃ

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Riachuelo cria TV nas lojas para os clientes.

Redes / Pontos de Sinalização, TV Corporativa 2 Comentarios »

tv-riachueloAcompanhando as principais inovações mundiais do varejo, depois do Carrefour e do WalMart criarem suas TVs dentro dos hipermercados no Brasil, a Riachuelo implementa o mesmo modelo em suas lojas que vendem roupa. A rede é a primeira no segmento moda a oferecer este serviço.

A TV Riachuelo tem como meta entreter e informar os clientes e estará disponível nas 99 lojas da rede espalhadas pelo País. Com programação própria exclusiva, haverá ainda ofertas dos catálogos, vídeos clipes, desfiles, consultoria de moda, conteúdo institucional, consultoria de moda, entre outros. O conjunto de programas contará com informações imprescindíveis para deixar o cliente atualizado com as últimas novidades do circuito fashion.

Essa inovação tem a finalidade de oferecer aos clientes – durante as compras – mais um serviço de entretenimento e informação sobre a vasta gama de produtos que a empresa disponibiliza em todos seus pontos-de-venda.

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UFMA implanta a sua TV Universitária

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Resultado de uma parceria com a empresa Midia Indoor, a Universidade Federal do Maranhão implantou a sua TV Corporativa denominada TVEx, ou TV de Extensão Universitária, como propósito de levar à comunidade acadêmica, assuntos de interesse científico e tecnológico, além de informações diversas de caráter administrativo e funcional da universidade.

Na fase inicial, o sistema conta com 03 (três) pontos de exibição no Campus Bacanga, posicionados em locais de grande fluxo como áreas de vivência e refeitório, porém a expansão para os principais departamentos e para as unidades no interior, será rápida, segundo os idelizadores do projeto.

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TV Cemar em funcionamento das agências de atendimento.

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A CEMAR implantou sua TV Corporativa nos locais de atentimento ao cliente, em parceria com a Midia Indoor.

A Companhia Energética do Maranhão – CEMAR, implantou a sua TV Corporativa nas Agências de atendimento ao cliente.

O projeto foi realizado através de uma parceria com a Midia Indoor Tecnologia e Marketing Ltda, configurando-se como um canal de comunicação dinâmico e eficaz, através do qual serão levadas aos clientes, informações de natureza institucional, informativa e promocional.

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Nova solução tecnológica para hospitais, display eletrônico deixa pacientes mais informados.

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A Scan Tecnologia acaba de entregar uma solução de mídia digital indoor para o ambiente hospitalar. O projeto piloto foi instalado no Hospital Regional de Divinolândia, na região de São João de Boa Vista, em São Paulo, e tem como objetivo ser um canal de comunicação interno. Os planos são de instalar um canal para toda a região, levando aos funcionários e pacientes informações sobre o hospital, seus serviços, dicas de saúde, higiene e entretenimento.

Para quem estranha que uma nova tecnologia tenha sido instalada em um hospital do interior, o diretor de Novos Negócios do Grupo Scan, Reynaldo Pedro Vidotti Filho, explica: “o mercado não está pronto para esse conceito de Digital Signane. E encontramos no ambiente hospitalar um público ideal para testar a tecnologia”. A razão é simples: as filas de espera para atendimento. “A ideia é oferecer um conteúdo que deixe os pacientes e acompanhantes mais tranquilos e com informações de saúde e sobre o funcionamento do hospital”.

O maior desafio dessa tecnologia é a geração de conteúdo ideal para o público, que será informado só por imagens. A solução veio com a Produtora Casa das Máquinas, que desenvolveu o conteúdo. Para montar o projeto piloto foram necessários aparelhos de televisão, microcomputador com conexão a internet e um software  que controla a grade de programação, que ainda pode ser administrada com diferentes perfis de acordo com o setor do hospital. “O futuro aponta para a união das informações com a telecomunicação. É bom estarmos preparados porque isso irá acontecer num curto espaço de tempo”, prevê o diretor de Novos Negócios do Grupo Scan.

Fonte: SaudeBusiness – por Renata Faggion

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Investimento em TV Corporativa no Brasil.

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O mercado varejista tem investido cada vez mais em canais próprios de mídia instalando assim TVs de plasma e LCD em locais estratégicos de longa espera e até em corredores por onde consumidores precisam passar para encontrar o que precisam, o publico circula nas lojas e a audiência para mensagens publicitárias é a nova receita para anunciantes, empresas como Carrefour, Wal-Mart, Pão de Açúcar e agora também a Fnac tem investido em redes internas de TV.

O Carrefour instalou e sintonizou em todas as suas 112 lojas a programação da TV Carrefour, fora todos os televisores á venda na seção de eletrodomésticos que também exibem o conteúdo próprio, cerca de 27 milhões de consumidores são impactados pelas mensagens veiculadas pela mídia interna da TV Carrefour. O Diretor de Marketing da empresa acredita que em breve a TV Carrefour terá condições para brigar pelo segundo lugar de audiência no mercado televisivo junta a rede Record e a SBT.

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O Wal-Mart já investe na sua própria rede de TV ‘a dez anos nos EUA, o mercado de mídia indoor no exterior tem forte crescimento e o Brasil vem acompanhando esse avanço da tecnologia digital e também o uso das telas de LCD, nos EUA a TV Wal-Mart já é responsável por atingir mensalmente quase 80 milhões de consumidores em suas lojas, tendo a quarta maior audiência entre os americanos e a terceira maior em redes comerciais, a PQmedia estima que houve uma movimentação de US$ 330 milhões ano passado no segmento mídia indoor dentro de supermercados, o que representa 43% a mais do que no ano anterior.

O Brasil vem caminhando rumo a essa nova mídia e tem grande potencial reconhece o diretor geral da rede Globo, Octávio Florisbal. A mídia no ponto-de-venda passa ser a mais uma plataforma na disputa de verbas publicitária dos anunciantes, a Globosat que cuida dos interesses da comercialização dos canais pagos deve explorar melhor esse fenômeno, apesar de já fornecer conteúdos para a parceira CerejaPRN, provedora dos serviços de transmissão e comercialização de anúncios para a TV Carrefour e também o Grupo Pão de Açúcar no Brasil.

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A rede de lojas Fnac presente em 5 capitais no país com 8 lojas espalhadas por Porto alegre, Curitiba, Campinas, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, lançou esse mês a Fnactv, espaço publicitário para anunciantes e também rede própria de Tv da loja, foram colocados telas de LCD de 42 polegadas em vários pontos de espera obrigatória das lojas, em corredores e entradas para assim chamar atenção dos consumidores, em breve o paredão formado por televisores de plasma e LCD também exibirão a Fnac tv em suas telas o que impactará ainda mais os freqüentadores das lojas Fnac.

O anuncio de rede interna pode ser até mais eficiente em matéria de publicidade do que o espaço ocupado pelos produtos expostos nas gôndolas estimulando o consumidor na hora da compra, Arnold Correia, diretor da SubWay Link explica que novos formatos de comerciais mais curtos com sete a quinze segundos e filmes de 30 segundos dominarão a televisão no Brasil e são outros facilitadores em termos de custos para anunciantes, para o consumidor a vantagem é o entretenimento, dicas e serviços durante a espera na fila do caixa ou nas compras.

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Rede Ri Happy terá programação do Cartoon.

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A TV Ri Happy, TV comercial indoor presente nas 92 lojas da rede de brinquedos Ri Happy, estreou na semana passada (maio 2009) sua nova programação, agora assinada pelo canal Cartoon Network, da Turner Broadcasting System. São 40 horas semanais de conteúdo exclusivo fornecido pelo parceiro por meio de acordo assinado entre SubWay Link, responsável pelo gerenciamento da TV Ri Happy, a e programadora de TV por assinatura.

Além de fornecer a programação, o Cartoon será responsável pela comercialização do espaço publicitário, que poderá ser comprado separadamente ou em pacotes com o canal fechado e o site. “Eles tem experiência nesse segmento nos Estados Unidos, onde o mercado está maduro. A criança que vê a programação na TV e brinca no site agora também poderá fechar o ciclo”, aponta Arnold Eugênio Correia, fundador da SubWay Link.

subway-link_arnoldO canal, implementado pela empresa em 2006, permite ainda que sejam feitas transmissões ao vivo de eventos, como sorteio de promoções, e pode contribuir para melhorar o discurso do time de vendas das lojas por meio de programas que forneçam informações sobre os produtos. O tráfego mensal de clientes nas lojas é de 2,5 milhoes de pessoas. As TVs de LCD de 32 polegadas estão instaladas no cantinho da criança, e o áudio fica ligado no sistema de som para que todos ouçam.

A SubWay Link iniciou suas operações há 20 anos e atualmente oferece solução audiovisual paa eventos, produção de vídeos de comunicação interna, implantação e operação de TVs corporativas e produção e comercialização de TVs comerciais em lojas. A empresa comercializa espaço em mais de 12,8 mil TVs espalhadas em pontos-de-venda como Wall Mart Supercenter, Hiper Bompreço, Big, Sam’s Club e Magazine Luiza. Além disso, cuida da programação nas TVs das salas vips Centurion, da Amex, em vários aeroportos do país.

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Empresas investem em TV corporativa.

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O circuito interno de televisão é a nova arma para grandes varejistas alavancarem suas vendas. No Grande ABC, a Padaria Brasileira instalou, no fim de dezembro, cinco aparelhos de TV em uma de suas unidades na região para chamar a atenção para os produtos à disposição das dezenas de consumidores que passam pelo local diariamente.

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Foram investidos R$ 30 mil nos aparelhos e na programação. “O objetivo é divulgar os produtos da rede, principalmente aqueles voltados para festas, como bolos e tortas”, destacou Rosana Souza, gerente de marketing da Padaria Brasileira.

Entretanto, a gerente afirmou que ainda não foi possível detectar retorno da estratégia e, a título de experiência, as televisões permanecerão na unidade por mais três meses. “Ainda estamos compondo as imagens e testando de que maneira elas chamam mais atenção”, explicou. Dando certo, a estratégia será ampliada às outras três unidades da empresa.

O aposentado Pedro Reketis estava na loja quando a imagem de uma torta de maracujá chamou sua atenção. Embora não tenha comprado já que pretendia apenas buscar pães, ele sentiu vontade de comer o doce que passava na TV.

Para o militar Diogo José da Silva, a estratégia de marketing é interessante, pois chama a atenção de quem está na fila aguardando para ser atendido. Já para Giselen Araújo, também militar, “imagens impressas me chamam mais a atenção, honestamente, eu nem me atento ao que está passando na televisão”, confessou o militar.

REDUÇÃO DE CUSTOS
Também em Santo André, a Léo Madeiras aposta na mesma ferramenta de marketing. “Mais do que o aumento das vendas, o mais importante é poder unificar a linguagem da empresa em todo o País, podendo realizar treinamentos à distância e transmitindo as mesmas informações a todos, ao mesmo tempo”, defendeu Fernanda Canal, gerente de marketing da empresa.

Desde 2005, a companhia investe na linguagem audiovisual. “Acreditamos que ele seja mais eficiente”, pontuou Fernanda. “Como nosso segmento é muito específico, destinado a um público de marcenaria, essa ferramenta surte mais efeito do que o material escrito”.

A Léo Madeiras começou com um programa de televisão de 30 minutos, transmitido pela Rede TV! e, posteriormente, pela Rede Vida. Porém, resolveu que o investimento de R$ 1,5 milhão despendido na produção da ferramenta de marketing seria mais interessante direcionado ao conteúdo corporativo transmitido nas lojas.

Das 8h às 18h é passado o chamado conteúdo de finalização com ofertas, promoções, dicas e informações. “Praticamente não tem som. É como um banner eletrônico”. Durante os testes, definiu Fernanda, colocaram em evidência uma serra, cuja venda de uma semana para outra triplicou.

Como o projeto-piloto iniciou em 2008, com oito lojas, as demais 37 espalhadas pelo País começaram a usufruir da ferramenta apenas em fevereiro deste ano. O orçamento de 2009 é de R$ 1,6 milhão, pois inclui o investimento físico das televisões, cabos e instalação. Para 2010, esse valor cai para R$ 1,4 milhão.

Na região existem três lojas, e o investimento mínimo por unidade é de R$ 3.000 – contando apenas o custo dos equipamentos. “Com a ferramenta, deixamos de ter material de divulgação. Com isso, para o ano que vem é possível estimar uma economia entre R$ 200 mil e R$ 300 mil”, finalizou Fernanda.
Ferramenta de marketing pode fomentar compras em até 15%

Prover canais de televisão para clientes pulverizados geograficamente é a principal função da ImagineAge TV, produtora de conteúdo para transmissão em lojas e empresas. Segundo o diretor Fernando Coelho, existem duas finalidades: televisão corporativa, cujo conteúdo é destinado aos colaboradores e finalização digital, ferramenta utilizada para se comunicar com clientes.

“Esse mecanismo dota a empresa de motivação e informação. Cresce a eficiência e diminuem-se os custos”, afirmou Coelho. Além disso, prosseguiu, diminui-se o retrabalho. Referências setoriais de varejo e de recursos humanos, conhecidas como benchmarking, afirmam que o uso da televisão para alavancagem das vendas resulta em crescimento entre 5% e 15% do comércio.

A ImagineAge TV produz o conteúdo transmitido pela Léo Madeiras. “No caso da Léo, certa vez anunciamos por meio da ferramenta uma caixa de pregos por R$ 1,99. O produto custa, normalmente, R$ 5. Obtivemos um aumento de 400% na venda do produto. Sempre há um resultado positivo”, defendeu o executivo.

Coelho explicou que existem dois tipos de clientes dentro do varejo: o curto, de alta velocidade, destinado a locais onde o cliente entra, rapidamente compra o que procura. É o caso de lojas de conveniência. “A mensagem, neste caso, é gráfica. Ela tem de ser mais curta e mais agressiva, pois o tempo de permanência das pessoas no local é menor”.

Já no varejo longo, caso da Léo, em que, segundo o executivo um cliente não permanece por menos de 30 minutos no estabelecimento, a mensagem é menos agressiva e mais focada. “A ideia é passar uma informação competitiva. Uma furadeira, por exemplo, você vai deixar mais tempo no ar”.

No caso do benchmarking do pessoal ocupado, a economia gerada por conta da adoção do mecanismo é de 5% da folha de pagamento da empresa. “É o que geralmente é destinado a treinamentos físicos. Esse custo passa a não mais existir”, explicou Coelho.

Fonte: Diário do Grande ABC – Soraia Abreu Pedrozo

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