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Após Cidade Limpa, publicidade em SP cresceu 40%.

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São Paulo venceu as placas publicitárias. Mesmo assim, o publicitário Cristiano Tassinari Alves tem motivos de sobra para comemorar. Ele preside o conselho da Associação Brasileira de Mídia Indoor (Abramid) e enche a boca para divulgar que, após a Lei Cidade Limpa, o setor cresceu 40% em um ano. Só em 2007, o segmento indoor abocanhou 4% dos R$ 26 bilhões do mercado publicitário nacional.

Na capital paulista estão instaladas mais de 100 empresas do ramo - 80% do total brasileiro. E, se depender das previsões, todas podem preparar o champanhe. “Até 2010, esperamos ficar com 10% do bolo publicitário do País”, diz Alves.De acordo com a Abramid, a rígida legislação provocou uma mudança no mercado. Metade das empresas de mídia exterior da cidade passou a desenvolver ações indoor. E o paulistano já percebeu - shoppings, aeroportos, bares, baladas, padarias e até farmácias foram tomadas por propagandas. “A principal diferença é que, enquanto o outdoor é muito massivo, o indoor é segmentado, seletivo”, diz a pesquisadora Ana Lucia Fugulin, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Quem não se adaptou fechou. “As empresas de outdoor que operavam somente na capital paulista deixaram de funcionar”, diz o presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior (Sepex), o publicitário Luiz Fernando Rodovalho. “Trinta pararam, incluindo a minha.” Mesmo que a Lei Cidade Limpa continue sendo seguida à risca após 1 ano e 8 meses de instalação, o dia-a-dia do paulistano continua sendo movido por marcas, mensagens e anúncios.

Fonte: Agência Estado

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Mídia indoor aponta crescimento do mercado.

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A lei Cidade Limpa completou um ano em São Paulo. Com o balanço, a administração municipal tenta facilitar a adaptação com alternativas que chegam até a zerar o IPTU do local enquadrado nas novas determinações. Comerciantes e publicitários tiveram que se adaptar a nova realidade e criar alternativas para divulgar seus produtos sem infligir à lei. A Mídia Indoor é a saída para muitos deles pelas facilidades e preços baixos.

O que você costuma fazer no banheiro? Não, a pergunta não é para assustar. O banheiro é o lugar que todo mundo vai. Ou, pelo menos, precisa ir. Mas o ambiente, além da utilidade funcional, pode ser um lugar para reflexão ou, quem sabe, adquirir novos conhecimentos.

Através de quadros colocados em locais estratégicos, em banheiros de bares e restaurantes, o público assimila as mensagens dos anunciantes.

De acordo com pesquisas do Ibope, uma pessoa disponibiliza até 4 segundos da atenção para ler um anúncio. Dentro de banheiros, esse tempo sobe para até 3 minutos. A Mix Indoor carrega a proposta de transformar objetos e lugares óbvios em pontos de atenção, e impacto: idéias que atraem na primeira olhada e fixam o conteúdo. O objetivo é que a propaganda chegue ao consumidor final em situações cotidianas e momentos de descontração. A divulgação do produto pode estar em um simples descanso de copos, no uniforme da brigada ou em quadros que podem ser fixados em áreas de grande concentração ou circulação de pessoas.

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Depois do Cidade Limpa, você assiste a volta do filme mudo na TV Indoor.

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22 de setembro foi o Dia Mundial sem Carro. A matéria da Folha de domingo diz que a manifestação, aqui em São Paulo, foi um fiasco e mostrou vários pontos de congestionamentos na cidade. Mas eu que sou um cara bem comportado aproveitei o protesto para conhecer as novas mídias de TV indoor.

Várias linhas de ônibus e algumas linhas do metrô já contam com monitores de vídeos para veicular publicidade. A TV Bus coloca dois monitores nos ônibus e a TV Minuto, 8 aparelhos nos vagões do metrô. A tecnologia utilizada conecta TVs de Plasma e LCD a um provedor, via internet. É um movimento que vinha crescendo lentamente, mas depois que os outdoors foram proibidos na cidade, parece que tomou um impulso maior. Achei que é uma mídia forte e que chama a atenção dos passageiros num momento em que estão sem ter o que fazer.

Mas, para funcionar, os filmes precisam ser realizados especificamente para estes meios. Em nenhum dos casos se ouve o áudio dos filmes. O barulho impede que se ouça qualquer coisa tanto nos ônibus como no metrô. Portanto, é preciso elaborar os filmes só com informações visuais. Todas as informações precisam estar nas imagens ou escritas na tela.

No ônibus, vi dois filmes de varejo - um das Casas Bahia, o outro do concorrente, as Casas Pernambucanas. O filme das Casas Bahia tem uma locução muito rápida e os letterings não esclarecem sobre que produto se está falando. As principais informações estão no texto do narrador e se perdem. No filme das Casas Pernambucanas estava muito bem explicado, em fotos e letterings, que a geladeira é Eletrolux e que eu poderia pagar em 24 de R$ 99.

Nos filmes que vi no vagão do Metrô me pareceu que este problema já foi superado, pois não dava pra ouvir nada, mas eu li que o Telecine vai apresentar O Diabo Veste Prada e que o Subway tem uma promoção em que eu posso ganhar um monte de sanduíches. Agora, sinceramente, é impressionante como se consegue uma melhor memorização com os letterings. Fica fácil de guardar.

As duas operadoras prometem colocar conteúdo jornalístico na programação, mas o que eu vi é muito chato, com um bom mocismo desnecessário. Pode vir a ser um bom espaço, quem sabe?

Aqui em São Paulo também tem estas mídias novas em algumas lojas do Frans Café, já vi monitores em elevadores de edifícios comerciais e uma produtora já conectou 20 bares na Vila Madalena. Eu acho que são novos caminhos, tudo bem, mas, por enquanto, só para filmes de varejo.

Autor: Julio Moreira

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Mídia Digital Indoor - Lei “Cidade Limpa”.

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Veja uma reportagem interessante do Programa Reclame exibindo várias aplicações da Mídia Out-of-Home. 

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Mídia indoor aponta crescimento do mercado.

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A lei Cidade Limpa completou um ano em São Paulo. Com o balanço, a administração municipal tenta facilitar a adaptação com alternativas que chegam até a zerar o IPTU do local enquadrado nas novas determinações. Comerciantes e publicitários tiveram que se adaptar a nova realidade e criar alternativas para divulgar seus produtos sem infligir à lei. A Mídia Indoor é a saída para muitos deles pelas facilidades e preços baixos.

O que você costuma fazer no banheiro? Não, a pergunta não é para assustar. O banheiro é o lugar que todo mundo vai. Ou, pelo menos, precisa ir. Mas o ambiente, além da utilidade funcional, pode ser um lugar para reflexão ou, quem sabe, adquirir novos conhecimentos.

Através de quadros colocados em locais estratégicos, em banheiros de bares e restaurantes, o público assimila as mensagens dos anunciantes.

De acordo com pesquisas do Ibope, uma pessoa disponibiliza até 4 segundos da atenção para ler um anúncio. Dentro de banheiros, esse tempo sobe para até 3 minutos. A Mix Indoor carrega a proposta de transformar objetos e lugares óbvios em pontos de atenção, e impacto: idéias que atraem na primeira olhada e fixam o conteúdo. O objetivo é que a propaganda chegue ao consumidor final em situações cotidianas e momentos de descontração. A divulgação do produto pode estar em um simples descanso de copos, no uniforme da brigada ou em quadros que podem ser fixados em áreas de grande concentração ou circulação de pessoas.

Ações de sampling ativo e receptivo, toalhas americanas, estamparia adesiva de chão, balcão, mesa ou espelho, fizeram da Mix Indoor, uma inovadora empresa deste promissor mercado.

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Cidade Limpa criou onda de novas mídias ‘indoor’ em SP.

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A Lei Cidade Limpa sacudiu o mercado publicitário na capital paulista. Desde então, as agências de publicidade mudaram o foco de suas ações para novas mídias, as empresas investiram em vitrines e a propaganda em ambientes fechados e a internet ganharam um novo impulso. Ontem, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, desembargador Celso Limongi, decidiu suspender a última liminar em vigor contra a lei.

A segmentação do público que as novas regras ocasionaram exigiu mais criatividade e planejamento dos profissionais de propaganda e marketing. Essa é a opinião de especialistas e profissionais do ramo, que apontam ainda a elevação dos preços das ações de publicidade como outra conseqüência.

A lei entrou em vigor no primeiro dia de janeiro e impôs regras para “eliminar a poluição visual” de São Paulo, como proibição de outdoors e limite de tamanho para placas dos estabelecimentos comerciais. Segundo a professora de Mídia e TV Digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Ana Lúcia Fugulin, o mercado publicitário teve de criar alternativas para atingir o consumidor de outro modo, já que a lei fragmentou o público, tornando-o mais específico.

“Há anos se falava nessa fragmentação, mas ela não acontecia porque tinha muita mídia de massa. A (Lei) Cidade Limpa, aliada a novas tecnologias, acabou ajudando nesse processo”, afirma. Ela destaca que as agências e profissionais do ramo estão prestando mais atenção na mídia tipo indoor - dentro de estabelecimentos comerciais.

É o que o Metrô da capital paulista vem verificando neste ano. “Registramos um aumento de 15% na procura por publicidade nas estações”, diz a gerente de Novos Negócios do Metrô, Renata Lucena. Segundo a executiva, a taxa de ocupação das mídias tradicionais - que incluem painéis nas estações, adesivos gigantes nos trens, entre outros - chega a 85%. “Atribuímos esses números à Lei Cidade Limpa e à consolidação do Metrô como mídia.” Hoje, nas estações há até propagandas de chocolate nas roletas das catracas.

A professora Ana Lúcia cita outros casos de mídia indoor, como a campanha de uma emissora de TV a cabo especializada em transmissões esportivas, que colou adesivos da marca dentro de piscinas de academias em São Paulo. “Quantas pessoas ações como essa as empresas não poderiam atingir?”

Tendência

Os desafios de fazer publicidade em ambientes fechados desafiou a criatividade de alguns profissionais da publicidade. Uma das últimas investidas da Enox Indoor Experience, uma das grandes empresas brasileiras com esse direcionamento interno de mídia, é fazer propaganda em roupas. Trinta mil peças da TNG, vendidas nas lojas da marca do Rio e de São Paulo, receberam etiquetas especiais de divulgação do Bradesco. “Nossa estratégia é diversificar canais. Vendemos soluções criativas para os 2,6 mil ambientes fechados que administramos”, explica o diretor da empresa, Ernesto Villela.

Segundo Villela, é tendência mundial - e não apenas paulistana - o crescimento mais intenso da publicidade indoor em detrimento da externa. “Nossa empresa tem quatro anos e, nesse período, nosso faturamento vem triplicando a cada ano”, afirma, sendo que a Enox chegou a São Paulo há apenas um ano e meio. Ele diz que o impacto da lei será sentido de fato pelas empresas do setor a partir de 2008 e 2009, já que grandes anunciantes costumam fazer seus planejamentos de mídia com pelo menos um ano de antecedência. “O tempo de manobra é longo.”

Para a professora da ESPM, o impacto de campanhas do tipo é positivo para o consumidor. “É preciso ousar. Consumidor adora novidade”, afirma. Ela alerta, porém, para a possibilidade de a publicidade ser intrusiva e ganhar a antipatia do cliente. “Não sei se eu ia gostar de entrar na piscina para relaxar e dar de cara com a propaganda.” Segundo a professora, “o tempo vai mostrar o que é e o que não é eficiente”.

Interferência

A mesma opinião tem a executiva de contas da agência Biruta Mídias Mirabolantes, Solange da Costa. Responsável pelo relacionamento com os clientes da empresa, ela disse que o desafio é fazer propaganda “na rua, mostrando a marca, sem interferir na paisagem urbana”.

Como exemplo, Solange cita uma ação para a Petrobras feita este ano. De dentro de um automóvel, uma imagem de um carro da equipe Williams, da Fórmula 1, era projetada nos prédios das calçadas, como se fizesse parte do trânsito da cidade. Quando o carro da Biruta parava em um sinal ou em um cruzamento, a imagem simulava o carro de corrida entrando nos boxes, para abastecer com combustível da Petrobras.

“De acordo com a lei, eu não posso instalar equipamentos na rua para fazer propaganda. Nesse tipo de ação, não estamos instalando nada. Não há nenhuma intenção de mudar o espaço público”, afirma. Mas Regina Monteiro, vice-presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana da Prefeitura, responsável por resolver os casos omissos na Lei Cidade Limpa, questiona a ação.

“Fazer publicidade de qualquer forma, inclusive com projeções, é proibido. Publicidade só pode ser feita a partir de concessão da prefeitura para o espaço público”, diz. Ela ressalta que os criadores de novas tecnologias para propaganda precisam sempre procurar o poder público para verificar a possibilidade de colocá-las em funcionamento.

Fonte: Agencia Estado - Mariana Segala e Wladimir D’Andrade

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