Alexandre Pires utiliza o Digital Signage para divulgar seu trabalho.
Anunciantes Nenhum Comentario »Depois de uma longa turnê no exterior, o cantor Alexandre Pires desenvolveu um novo trabalho em CD/DVD entitulado “Em Casa”. Além dos shows e aparições nas diversas mídias impressas e eletrônicas, o cantor utilizará a inovadora mídia digital da POS Vision para divulgar o CD/DVD.
A POS Vision, empresa pioneira no Brasil em mídia digital de alta segmentação, já está presente em diversos PDVs como padarias, supermercados e lojas de conveniência. A empresa acaba de criar a sessão MaxxyMusic POS Vision em parceria com o Grupo Maxxy, voltada especificamente para a divulgação da música no Brasil.
“Eu acho maravilhoso qualquer tipo de nova mídia que chega para ficar e somar ao nosso trabalho. A tecnologia está muito presente na vida dos músicos. Nos shows, internet, na produção de um novo CD. Eu acredito muito na mídia digital por falar diretamente com o público sem dispersão”, disse o cantor Alexandre Pires em visita à sede da POS Vision.
Além do conteúdo geral da rede com veiculação de notícias, previsão do tempo, hora-certa, entretenimento, cotações e informações do setor, os estabelecimentos onde a POS Vision atua têm espaço para destacar suas promoções, ofertas e novidades. A qualidade do conteúdo é garantida através de parcerias com Grupo Maxxy, BandNews, BandSports, Climatempo, portais !ObaOba e Celebrities, entre outras. Por meio de monitores de plasma de 42” de alta definição e tecnologia 3D, a solução POS Vision garante atratividade e baixa dispersão para o sistema.
PERFIL POS VISION
Pioneira no Brasil em mídia digital de alta segmentação, a Point of Sale VISION foi criada em agosto de 2001 com a missão de oferecer recursos de comunicação de marketing de alta tecnologia para o ponto de vendas, utilizando as mais avançadas soluções em nível mundial. A sua criação foi resultado da identificação das demandas de mercado e estudos das necessidades de marketing de grandes, médios e pequenos anunciantes, com vistas ao desenvolvimento de soluções tecnológicas, de modo a viabilizar ações publicitárias e de promoção de vendas, direcionadas ao consumidor no momento da decisão de compra de produtos e serviços. A POS Vision é parte de um grupo de empresas ligadas à fabricação, importação e distribuição de equipamentos eletrônicos no Brasil, que conta com escritórios nos EUA, China e Europa.
Fonte: Trópico Comunicação
Redes Hoteleiras
Informando seus clientes sobre os eventos sediados em cada unidade (cursos, palestras, congressos). Veiculando informações variadas, como por exemplo, dados institucionais, pacotes promocionais, informações dos aeroportos, tarifas, avisos, ações de marketing entre outros.
Drogarias e Farmácias
Como se sabe, os laboratórios encontram entraves legais para atingir diretamente seu público final. A sinalização digital dentro de farmácias e drogarias é uma ferramenta eficiente de comunicação, que possibilita ao laboratório tanto informar sobre produtos de maneira geral, como anunciar lançamentos - remédios, novidades em medicina preventiva, divulgação de genéricos. É um canal que esclarece ao consumidor dúvidas comuns, muitas vezes, sobre produtos de difícil explicação por mídias convencionais de massa.
Supermercados
Útil para questões concernentes à organização dos produtos, como também para a implantação de programas de Gerenciamento de Categorias, uma vez que permite, como foi salientado anteriormente, o cruzamento de mensagens de produtos e categorias complementares. Além disso, a sinalização digital, é um poderoso amplificador das áreas de vendas dos varejos em geral, na medida que permite mostrar muito mais produtos do que aqueles dispostos em seus espaços nobres de prateleiras e gôndolas. Resolve também, problemas da árvore de decisão tão comuns em varejistas com muitas categorias de produtos.
Lojas de Departamento
Varejos que oferecem não apenas quantidades, como também excesso de variedade de produtos, muitas vezes não dão conta de treinar vendedores para dar explicação aos consumidores. O resultado disso é cliente insatisfeito, não pela qualidade do produto, mas pela dificuldade na hora da compra. A sinalização digital permite homogeneizar a informação e diminuir as lacunas de especialização dos vendedores.
Lojas de Moda
Lançamento de coleções, prévia de tendências, imagens de desfiles, dicas de profissionais da área. No mundo da moda, são irrestritos os usos e vantagens da sinalização digital, uma vez que a imagem informativa tem valor complementar aos produtos vendidos. Afinal, moda é imagem e glamour.
Livrarias e lojas de DVDs
Em estabelecimentos de consumo cultural, a mídia digital indoor pode ser utilizada para divulgação de eventos e dos inúmeros lançamentos semanais, além de facilitar a escolha do consumidor, lançamentos de livros, DVDs, instrumentos musicais, campanhas novas de revistas, entre outros. Essas mudanças geram aumento do ticket médio, uma vez que não há teto para consumo cultural.
É muito comum entrarmos em uma livraria para comprar um único livro e sairmos com uma pequena biblioteca sobre o tema ou obras adicionais do autor do livro originalmente desejado.
Teatros e salas de espetáculos
Nesses ambientes, a sinalização digital é de grande utilidade para a divulgação de eventos turísticos, convenções, atrações culturais locais, lançamentos de DVDs, novos livros e atividades universitárias.
Teatros e salas de espetáculos
Nesses ambientes, a sinalização digital é de grande utilidade para a divulgação de eventos turísticos, convenções, atrações culturais locais, lançamentos de DVDs, novos livros e atividades universitárias.
Lojas de ótica, cine e som
Varejos que oferecem grande quantidade e variedade de produtos com alto grau de inovação tecnológica nem sempre possuem vendedores aptos a dirimir dúvidas do consumidor, especialmente em tempos de convergência funcional entre os diversos tipos de produtos digitais (telefones celulares que também são câmeras digitais, reprodutores de MP3, notebooks, palmtops , memory sticks e até filmadoras). A falta de esclarecimentos sobre os produtos técnicos, dificulta a compra e intimida o cliente. A sinalização digital permite homogeneizar a informação e diminuir as lacunas de especialização dos vendedores, proporcionando facilidade nas vendas, diminuição de devolução de itens e conseqüente diminuição de conflitos com os fabricantes.
Lojas de eletrodomésticos
Além de facilitar a divulgação de promoções, a sinalização digital permite a diminuição do tempo
do primeiro atendimento, uma vez que abrange todo o leque de produtos, que vai do mais simples (e também mais acessível) ao produto elaborado, cheio de recursos e sofisticação.
Lojas e quiosques de cosméticos
Além de divulgar tendências e novidades na área de cosméticos, a sinalização digital nesse tipo de varejo serve para atrelar a idéia de glamour e sonho aos produtos oferecidos, fixação da marca de produtos, ensinar a maquiar, exibição de modelos de cortes de cabelos e etc. Imagens envolventes e oníricas idealizam os perfis psicográficos pretendidos pelos fabricantes, criando ilhas de beleza e sofisticação em lojas normais. Além disso, ajuda a criar o branding da loja.
Materiais de construção
Esses tipos de estabelecimentos, que oferecem uma grande variedade de produtos com funcionalidades e especificações tão diversas - muitas vezes dispostos de forma confusa necessitam de vendedores capacitados e treinados para facilitar o entendimento ao cliente. A sinalização digital facilita o processo de venda, já que uniformiza a informação e possibilita a especialização dos vendedores.
Lojas de decoração
A sinalização digital em lojas de decoração ajuda a materializar o pensamento do cliente. Os displays podem apresentar projetos de decoração, mostrar ambientações virtuais e passar a idéia de sonho e charme, inerentes a esses tipos de varejo.
Laboratórios de exames, sala de espera de consultórios
A mídia digital indoor em ambientes de espera diminui a sensação de demora e é um poderoso instrumento para a divulgação de campanhas de medicina preventiva e esclarecimentos, com textos redigidos e aprovados por médicos e especialistas. É também um meio eficaz para transmissão de conteúdos de entretenimento.
Lojas de fast food e restaurantes
Nesses estabelecimentos, a sinalização digital proporciona melhor apresentação dos produtos ainda em seus locais de atendimento, acelerar as escolhas nas filas de pedidos, aumentar a venda dos itens mais lucrativos (especialmente as sobremesas), e outros itens do cardápio que necessitam de maior “apelação “. A substituição dos tradicionais banners, posters em papel ou material fotográfico por materiais eletrônicos, permite ainda a comunicação seletiva de promoções conforme a saída dos pratos e/ou o horário da refeição e/ou o prato do dia, entre outros.
Lojas de material esportivo e/ou alimentícios específicos
Produtos que, por sua vez, tem essência as vendas vinculadas às estações do ano e precisam ter vazão mesmo fora de época. A sinalização digital, tem como aproveitar com eficiência as oportunidades de sazonalidade desses artigos e produtos.
Bancos, Lojas de Conveniência, Casas Lotéricas e Postos de Gasolina
Um Banco pode instalar em seus caixas monitores que informam sobre os seus serviços, dar dicas sobre cuidados com senhas de acesso, além de informar seu cliente, ainda torna o tempo de espera na fila mais agradável. Casas lotéricas, podem anunciar seus prêmios, diferentes tipos de jogos. Lojas de Conveniência e Postos de Gasolina, anunciar suas promoções e propagandas para firmarem suas marcas, entre outros.
TV Corporativa
Com a TV Corporativa sua empresa pode ter uma Rede de TV Privada para a realização de programas de treinamento empresarial e comunicação interna. Na prática, isso significa que a sua empresa, passa a ter uma rede exclusiva de TV, onde você pode disponibilizar vários serviços e treinamentos. Cada vez mais, as organizações estão utilizando esta ferramenta para se comunicar com seus funcionários, fornecedores e clientes. A transmissão eficaz de informações e a interatividade em tempo real proporcionam tomadas de decisões mais rápidas a todos os integrantes do processo além de auxiliar as empresas a obter melhores resultados.
Ônibus, Vans e Taxis
Mídia digital móvel, especialmente criada para o entretenimento dos usuários de transporte público ou privado. Transmite conteúdos voltados a cultura, informação, humor, cidadania e propagandas.
A 3D Impact Media chega ao Brasil e implanta tecnologia inovadora de conteúdo 3D para mercado publicitário.
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Acaba de chegar ao mercado brasileiro uma nova tecnologia em monitores de LCD que reproduzem propagandas em 3D com imagens que se projetam para fora da tela, sem a necessidade de uso de óculos especiais para visualizar o efeito. A pioneira nessa inovação é a 3D Impact Media – Advertising & Network, multinacional especializada em mídia e gestão de serviços de publicidade em tecnologia 3D - www.3dimpactmedia.com.br. A companhia é a primeira na América Latina a operar com mídia mista, 2D e 3D, na mesma rede de digital signage, combinando animação, conteúdos convencionais e desenvolvimentos tecnológicos. O investimento da empresa para iniciar suas operações no Brasil é superior a 5 milhões de dólares. Porém, é importante destacar que uma empresa européia, parceira tecnológica exclusiva da Impact Media na América Latina, investiu cerca de US$ 100 milhões em pesquisa e desenvolvimento de produto. Os primeiros contratos já estão sendo fechados, alguns exemplos são Centro de Eventos e Negócios de São Paulo – CENESP, academias Competition e Lojas Marisa.
“Um dos nossos objetivos é contribuir com novidades que agreguem valor aos produtos dos anunciantes e conseqüentemente melhore os resultados dos nossos clientes. Além disso, essa tecnologia representa inovação para o mercado de publicidade e comunicação não só do Brasil, mas da América Latina”, destaca o CEO da 3D Impact Media, Michael Kronenberg, acrescentando ainda que o projeto também está em fase de implantação no Uruguai, Venezuela, México e Argentina.
Segundo pesquisa exclusiva encomendada pela 3D Impact Media à Millward Brown, ligada ao grupo Ibope, o formato 3D tem grande potencial para atrair o público consumidor, sendo facilmente identificado, além de ter alta atratividade, ampla aceitação e tecnologia avançada. De acordo com o estudo realizado recentemente em ponto-de-venda, em média 20% das pessoas são expostas à tela 3D. Esse número é quatro vezes maior que o impacto causado pela mídia convencional.
Empresa - A 3D Impact Media é composta pelas marcas 3D Media – responsável por soluções integradas para a publicidade em tecnologia 3D e convencional, incluindo a concepção e gerenciamento da rede; Skycube - agência criativa de produção e de conteúdo 3D. O núcleo produz todo tipo de material, do mais simples desenho ao mais complexo vídeo em animação 3D; Network Channel - responsável pelos canais PREMIUM de conteúdo “out of home”, no qual cada canal terá a sua mídia caracterizada pelo segmento de interesse e presente em locais determinados; e Sofia - universidade virtual, criada no Brasil, para formar profissionais no mercado de animação 3D. “Essas empresas podem atuar de maneira integrada ou não, dependendo do projeto do cliente. O importante é que estamos aptos para, além da tecnologia, fazer também a produção de conteúdos para exibição nos monitores”, explica Michael, acrescentando que não é descartada a possibilidade de parcerias com sites jornalísticos e de entretenimento para fornecimento de conteúdo terceirizado. “Já estamos estudando propostas de algumas empresas e creio que isso só venha valorizar ainda mais nosso produto”.
Diferencial - As soluções de mídia representadas pela nova empresa adotam uma abordagem diferenciada para a exibição de Digital Signage no mercado. Ao contrário das já tradicionais redes, a 3D Impact Media proporciona uma mistura de entretenimento e publicidade, unindo os dois mundos através de uma solução completa em conteúdo 3D. O material apresentado em Digital Signage 3D cria um novo nível de interação do consumidor com o ponto-de-venda, gerando maior volume de vendas. Já os diplays 3D proporcionam um efeito envolvente, livre de oscilações e não é necessário o uso de óculos especiais.
“O Brasil possui um grande mercado publicitário, que continua crescendo em um ritmo próximo de 30% ao ano e o novo marketing através da tecnologia 3D é um meio para entregar a mensagem das empresas de forma marcante e inovadora”, completa a diretora de Marketing da empresa, Helga Ensina. A implementação da 3D Impact Media no Brasil já gerou 30 novos empregos em 2008, com previsão de aumento significativo para o ano de 2009. Em paralelo, a empresa está investindo na criação da Skycube (núcleo 3D) no Brasil e posteriormente em outros países da América Latina. Outro projeto em desenvolvimento é a universidade Sofia, que impulsionará a formação de jovens no segmento de animação e será lançada nas próximas semanas.
Pesquisa - Ainda sobre a pesquisa da Millward Brown, concluiu-se que o formato 3D gera ótimo retorno para as empresas em termos de visibilidade sem prejudicar a comunicação de seus produtos/serviços. Trata-se de uma nova mídia que registrou 90% de aprovação dos entrevistados.
Comparando conteúdos 3D e 2D, o estudo demonstra ainda que as imagens 3D são mais envolventes por serem consideradas mais interessantes e originais. Além disso, são vistas como inovadoras e têm potencial para gerar boca-a-boca. A consistência na criatividade é fator preponderante para manter nível de conexão com a marca. Já a sensação de algo “sair da tela” é positiva, pois contribui para chamar a atenção e envolver o consumidor, mas não se sobrepõe ao produto/serviço anunciado.
Fonte: Portal Fator Brasil
ImagineAgeTV produz conteúdo na cidade de Niterói.
Sinalização Digital / Out-of-Home Nenhum Comentario »A empresa de Digital Signage e TV Coorporativa, ImagineAge TV, é responsável pela produção de conteúdo e a operação do painel eletrônico e digital que foi inaugurado no dia 18 de agosto, na Av. Ernani do Amaral Peixoto, 1 , no centro da cidade de Niterói, Rio de Janeiro, para a distribuidora de energia elétrica carioca, Ampla.
O objetivo do painel é divulgar informações de utilidade pública relativos aos serviços da Ampla, como dicas de segurança, consumo consciente, direitos e deveres, além de programas socioambientais e institucionais da concessionária. Além disso, ainda vai fornecer conteúdo com notícias fornecidas pela Agência Globo.
O painel, que medirá 7,8m x 4,80m, funcionará à noite, das 18h às 22h, e está instalado a 30 metros de altura numa calçada de 10m de largura, na frente da estação das barcas, em Niterói, (RJ) - já que Ampla espera atingir o maior número de pessoas possíveis e grande parte da população chega à cidade pelo mar.
O projeto de iluminação do painel foi desenvolvido pela empresa Cam adotando a tecnologia de Leds que consomem menos energia. O funcionamento do painel é monitorado por computadores, via rede, permitindo atualizações constantes.
“A instalação desse painel, com comunicação da distribuidora para a comunidade, reforçará ainda mais a marca e a imagem institucional da Ampla na região”, complementa Fernando Coelho, diretor geral da ImagineAgeTV.
O DMA está lançando mão do UNIVERGE360, modelo de comunicação empresarial desenvolvido pela NEC, apresentado no início de 2008, para posicionar funcionários e visitantes no centro de sua estratégia de comunicação.
A solução projetada pela NEC para o DMA oferece infra-estrutura de LAN (WLAN) sem-fio, cobrindo 85% do espaço destinado ao público e ao funcionamento interno do museu. Sinalização digital também foi implantada, para orientação e localização do público, bem como tecnologia UNIVERGE NEAX 2000 IPS para VoIP. A rede WLAN é formada por 148 pontos de acesso com controle centralizado, estrutura muito utilizada por grupos de estudantes vindos de escolas do Texas e estados vizinhos.
Para proporcionar ao visitante uma experiência inovadora, a NEC distribuiu informações para terminais de TV espalhados pelo Museu, através de sua solução de Digital Signage. Essa sinalização é uma maneira de apresentar destaques das exposições e fornecer orientações para a localização do público no museu. Cerca de 150 funcionários do museu têm acesso ao serviço de VoIP através do servidor de comunicação UNIVERGE NEAX 2000 IPS.
O protocolo de voz sobre IP e a comunicação de dados são elementos fundamentais no caso da utilização de novas tecnologias, como a convergência de telefonia fixa-móvel. A Rede de Artes oferece uma experiência em artes digitais, que inclui acesso público para fins educacionais com tecnologia sem-fio. O museu poderá acomodar exibições de grande porte, como a de “Tutankamon e a Era de Ouro dos Faraós”, do governo egípcio, marcada para outubro, com a ajuda da infra-estrutura montada para a Rede das Artes.
Don Fiorentino, vice-presidente regional de vendas da NEC Unified para a região oeste americana afirmou que “a visão tecnológica da Rede das Artes do DMA está perfeitamente alinhada à abordagem do UNIVERGE360 de posicionar as pessoas e seus respectivos papéis no centro das comunicações. A NEC espera ansiosamente poder solidificar e estender o relacionamento com o museu, a medida que nossas soluções permitem aos visitantes e ao público em geral o acesso a grandes obras de arte de maneira moderna e inovadora.”
Fonte: Revista Fator
Se você entrar numa loja sabendo o que quer e determinado a não falar com nenhum vendedor, a Macy’s tem a solução. São estações de venda totalmente automatizadas e independentes, ou seja, você toca na tela, escolhe o produto, passa o cartão e recolhe ali mesmo. E ainda se você tiver dúvida sobre o produto é só prestar atenção na Sinalização Digital explicativa da tela de LCD logo acima das máquinas fazendo a Sinalização Digital dos produtos comercializados. Os produtos vão deste iPods, fones de ouvido, máquinas fotográficas até produtos de beleza.DEJITARUSAINE-JI
(do inglês: DIGITAL SIGNAGE)
INFORMATIVO DIGITAL
Esta é uma palavra novíssima e que está sendo usado na mídia principalmente entre publicitários e propagandistas para agrupar todos os meios de informativo visual via telas digitais. Desde o placar e painel eletrônico, a placa de sinalização eletrônica, no Japão encontramos agora, além dos telões gigantes, os pôsteres digitais, quadros digitais, informativos digitais, out-doors digitais, painéis digitais. Enfim, tudo isto no jargão publicitário, trata-se do informativo digital ou sinalização digital.
Fonte: Darcy Suzuki
Isso, porém, vai acontecer lentamente. Os bancos retiraram um volume considerável de pessoas de suas agências com a oferta de serviços pelo internet banking. Mas o fluxo ainda está bem longe do desejado porque muitos não-clientes ainda freqüentam o ambiente para a realização de tarefas simples como pagar contas. Nem mesmo a segmentação mais adequada possível a partir da criação do modelo private isso foi possível. Ao menos é nisso que acredita a IBM.
A tendência é que o padrão de agências se aproxime do praticado no varejo tradicional. Os 20 minutos de espera em uma fila de banco parecem 40 e o varejo sabe fazer relacionamento e entreter os clientes melhor que as instituições financeiras. No banco o consumidor fica contando o tempo, enquanto em uma loja ele mexe em produtos, verifica preços, consegue se distrair de alguma forma.
“Alguns estudos realizados apontam que cerca de 70% das pessoas que vão ou estão em uma agência para pagar contas e a maior parte nem correntista é”, informa o executivo de desenvolvimento de negócios da IBM, Alonso Santos. “A agência vai se transformar em um verdadeiro fórum de relacionamento”, completa.
Futurologia à parte, o conceito já vem sendo praticado pelo Deutsche Bank, na Alemanha (veja foto). A instituição criou uma “loja” experimental em uma das ruas mais movimentadas de Berlim e conseguiu criar impactos bastante positivos para os clientes. O banco selou parcerias com instituições não financeiras, alterou completamente a apresentação e consegue, inclusive, levar clientes para a agência e fechar negócios aos sábados.
E isso só foi possível porque havia usuários no final de semana tomando café, crianças brincando com jogos eletrônicos e, em meio a esse ambiente, um serviço oferecido por um gerente caia bem para a situação e momento. O Deutsche Bank também dividiu as salas por temas atrelados ao cotidiano das pessoas, deixando o local muito parecido com uma sala de estar e não com uma agência bancária.
“O mix entre banco e varejo é um cenário cada vez mais possível para o futuro. As instituições financeiras precisam transformar suas pessoas de relacionamento em transacionadores e para isso é preciso equilibrar métricas, cultura e tecnologia”, diz Rafael Dan Schur, gerente do Centro de Soluções para a Indústria Financeira da América Latina da IBM.

Entre alguns dos recursos apresentados pela Big Blue ao setor financeiro estão ações com digital signage - um monitor fino, um computador cliente que recebe e publica material promocional e conteúdo remoto – permissão para que o cliente escolha, no auto-atendimento, o canal de retorno para uma solicitação, interação com a vitrine de uma agência, e diversos outros modelos de contato, mais leves. “Os bancos têm de encontrar os clientes, mas não vão conseguir fazer isso quando se apresentam como uma instituição financeira pura”, diz.
O desafio a ser ultrapassado já não pode ser sustentado. Poucos acreditavam que a segmentação no atendimento físico seria possível no mercado financeiro. Mas havia uma demanda e o sucesso do setor private comprova isso. Aqui no Brasil também vêm crescendo a estrutura de lojas financeiras, em que os clientes saem do local com um produto nas mãos – cartão e financiamento na hora. “A agência bancária tradicional está deslocada nesse momento. Se consigo fazer tudo fora dela – nos Correios, nas casas lotéricas, etc – para que ela existe. O ponto físico vai permanecer porque mostra solidez no mercado, mas terá de ser reinventado”, finaliza.
Fonte: Eduardo Vasques
Desde novas empresas start-ups até os tradicionais fornecedores de displays de ponto de venda, todos estão procurando a próxima invenção que vai aumentar as receitas e aumentar a satisfação dos clientes. Se o Digital Signage vai ser o último estágio desta procura, não está ainda definido pois ainda persistem alguns obstáculos para que esta mídia seja amplamente igualmente aceita por varejistas e pelos homens de marketing. Destes, o mais importante (e talvez o mais trabalhoso) é a determinação do retorno sobre o investimento (ROI) de uma rede de Digital Signage. Sem uma forma rápida e fácil de calcular o ROI, não importa a quantidade de pirotecnias que saiam de seus anúncios, seus amados plasmas e telas e não serão salvos do sucateamento.
Porque existem tantos modelos diferentes de negócios que uma rede de digital signage pode adotar, é impossível neste artigo, cobrir todas as diferentes maneiras de calcular o ROI. Assim sendo vamos nos concentrar em cobrir a forma mais comum de rede: aquelas sustentadas por anúncios. Vamos também deixar de lado os quiosques interativos e sinalização interativa. Este é o primeiro de uma série de artigos abordando os fundamentos das métricas dos retornos sobre os investimentos no qual estaremos introduzindo uma alguns conceitos para levá-lo ao modelo mental correto para determinar o ROI de sua rede de digital signage.
Conheça a métrica
Você conhece o que você está querendo obter e mensurar ? Ok, é claro que o que mais queremos saber é quanto incrementamos as vendas , mas dependendo do foco do seu projeto, quando deste incremento é intimamente ligado com outros aspectos do “retail branding”, você poderá estar querendo medir uma série de outras coisas.
Conhecimento é simplesmente o efeito de saber que a marca ou produto existe. Este estágio é o alvo de marketing mais amplo, composto do maior número de pessoas e simplesmente objetiva “deixar registrado o nome da marca no maior número de pessoas não importando quem são ou aonde estejam.
Reconhecimento é o estágio aonde o consumidor pode mentalmente ligar a marca a um produto ou a um “tag line”.
Lembrança testa o oposto do reconhecimento: dado uma categoria de produtos quantos consumidores imediatamente lembram da imagem da marca e dos benefícios de seus atributos.
Percepção é o estágio de como a marca é percebida “gestalticamente” ou seja no seu todo com seus benefícios e suas relações com a imagem geral e o seu preço. A noção de imagem positiva ou negativa ou forte “brand equity” vem dos esforços deste estágio.
Preferência é o estágio onde o marketing começa a ter uma uma sólida influência das crenças dos consumidores. Neste nível de marketing são promovidas características e benefícios específicos da marca e/ou do produto (frequentemente às custas das fraquezas destes itens dos concorrentes) objetivando-se ser a incluída no “consideration set” das candidatas à marca escolhida.
Identificação neste caso é literalmente o ponto no qual o consumidor visualiza-se a si próprio como usuário daquela marca ou produto. O marketing neste estágio vai frequentemente mostrar o produto sendo usado por um segmento particular de indivíduos que (esperamos) o nosso alvo se identifica e com ele se relaciona, criando um estreito relacionamento entre consumidor e produto. É um estágio intensamente emocional e altamente motivador das vendas.
E finalmente o estágio da venda em si mesma. Passados os outros estágios é neste ponto que as únicas barreiras à venda estão correlacionadas ao preço, crédito, meios de pagamento, entrega a domicilio etc. Teoricamente, somente marcas com problemas nestes itens deveriam usar promoções de preço e liquidações com freqüência.
O diagrama do funil é usado por uma série de razões. Inicialmente ele mostra como você pode injetar uma tonelada de recursos em campanhas de lembrança de marca mas só vê mínimos aumentos de vendas. Mostra também como você frequentemente tem que dirigir um comprador através dos estágios do funil antes que ele se converta em um comprador. Entretanto, se nós olharmos o diagrama como uma pirâmide ao invés de um funil ela sugere que aumento de vendas somente pode ser construído no topo de fundamentos que inclui, lembrança de marca, reconhecimento , e assim por diante.
É desnecessário dizer que cada tática de propaganda necessita focar em cada estágio do funil. E de fato, o oposto é verdadeiro, desde que uma campanha que queira fazer tudo provavelmente não vai fazer nada particularmente bem feito. Vamos pensar sobre uma rede de digital signage nesse contexto: ela vai ser mais eficiente entre os estágios de conhecimento e percepção, embora existam certos casos aonde poderia influenciar percepção e preferência também.
Na medida que um consumidor se move num corredor dentro dos eixos de uma mercearia, ele já é pressionado a fazer compras. Um corredor de mercearia padrão pode conter até 1,000 diferentes produtos, e ao menos que o seu produto seja o único que o consumidor tenha vindo comprar ele não estará recebendo muita atenção dele.
Entretanto se o consumidor passa em frente a um display com uma vinheta de seu produto enquanto caminha pela loja, ele é pressionado mentalmente com a imagem de seu produto e ele tem muito mais probabilidade de notá-lo durante sua caminhada de volta pelo corredor.
De fato, de acordo com um estudo rcente feito pela Arbitron (e patrocinado por um provedor de sistemas de digital signage (CoolSign), ter uma rede de Digital Signage num shopping parece ter aumentado o recall médio de um, anunciante de 18 pontos.
Quando você está decidindo em qual estágio do funil quer incrementar com seus esforços de digital signage, imagine o objetivo imediato do sistema. Por exemplo, você quer:
- Drenar mais tráfego para a sua loja do exterior para seu interior;
- Drenar mais trafego para locais específicos dentro de sua loja;
- Induzir “upgrades”encorajando as vendas de produtos com maior margem de lucro. Encorajar as vendas cruzadas entre produtos complementares;
- Aumentar o conhecimento de uma marca específica, oferta de serviço ou linha de produtos.
Por Bill Gerba - adaptado por Nelson Acar



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