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Multivision é a nova aposta de mídia indoor.

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A Inovação está disponível para ao mercado nacional através da parceria exclusiva entre H Mídia e a Lexsis Consultoria e Sistemas, que implanta moderna ferramenta de comunicação chamada Multivision. Trata-se de uma ferramenta de alta tecnologia para a comunicação “on line” entre empresas e seus clientes ou colaboradores.

A H Mídia Exterior, referência em front light nos principais pontos da região Metropolitana de Porto Alegre, investiu forte na nesta nova tecnologia que já está à disposição no RS, de acordo com o diretor da H Mídia, João Pedro Nunes. O equipamento é eficaz na transmissão de informações em tempo real conforme a necessidade do cliente. “Além disso, o monitor também garante requinte e sofisticação no ambiente em que é instalado”.

O Multivision é um software de gerenciamento multimídia desenvolvido especialmente para a H Mídia pela Lexsis, Dinâmico, que roda em displays de LCD de qualquer tamanho, de acordo com a necessidade do cliente. O equipamento é instalado dentro das empresas, em seu ambiente administrativo, área de produção ou até mesmo no ponto de venda. Nele a empresa pode interagir com seu público, seja ele interno ou externo, de maneira ágil e direta, através de mensagens institucionais, promoções, campanhas de endomarketing, entre outras.

Fonte: Revista Fator

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LG lança novos televisores LCD de alta velocidade.

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A LG anunciou o lançamento de uma nova linha de TVs LCD Scarlet no Brasil que traz como principal atrativo a alta velocidade de exibição de imagens - o dobro da existente nos atuais modelos do mercado segundo a própria empresa.

Batizada de LG70, a nova linha traz os modelos 52LG70YD, 47LG70YD e 42LG70YD, de 52, 47 e 42 polegadas, respectivamente.

Desenvolvidos para oferecer imagens mais nítidas e naturais, os modelos contam com a freqüência de 120 Hz para aumentar a taxa de quadros mostrados por segundo e um tempo de resposta de 2,7 milissegundos (quanto menor, melhor) para diminuir a sensação de atraso nas cenas.

Com o incremento na velocidade, os usuários poderão aproveitar melhor jogos de alta definição, transmissões esportivas como a de Fórmula 1 e também filmes de ação.

Para quem estiver pensando na TV digital, os aparelhos vêm com conversor digital integrado (os set-top box) e também oferecem resolução no padrão Full HD (1.920 por 1.080 pontos). Além disso, a taxa de contraste da linha LG70 chega a 50.000:1, o que torna os pretos mais escuros e os brancos mais claros.

Os preços médios sugeridos para os produtos são:

52LG70YD: R$ 8.999
47LG70YD: R$ 7.299
42LG70YD: R$ 5.399

Fonte: Terra

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BroadNeeds fecha parceria que levará Nucleo Media a países da América Latina.

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A BroadNeeds, empresa especializada em comunicação virtual corporativa, foi escolhida pelo Grupo 3D Impact Media como parceira em projeto de transmissão de vídeos em 3D. “Estamos criando uma nova perspectiva no mercado de mídia digital. Trata-se de uma rede de telas LCD conectadas a micro-computadores para exibição de vídeos de entretenimento, informativos e de anúncios publicitários”, diz Michael Kronenberg, CEO da 3D Impact Media.

A solução da BroadNeeds diferenciou-se de todas as pesquisadas pela 3D Impact Media por ser a única do mercado capaz de suportar os vídeos 3D sem modificações. “Para conseguir atender às necessidades do projeto, nosso concorrentes precisavam modificar seus software, o que prova que nossas soluções são diferenciadas e completas”, afirma Christian Pinheiro, sócio-diretor da BroadNeeds. Segundo Michael Kronenberg, a ferramenta da BroadNeeds diferencia-se não só pela qualidade como também pela flexibilidade e pela agilidade nos ajustes ao sistema.
A 3D Impact Media é a primeira companhia a operar na América Latina com mídia mista, 2D e 3D, na mesma rede de digital signage, combinando animação, conteúdos convencionais e desenvolvimentos tecnológicos. A ferramenta pode ser implantada em supermercados, aeroportos, academias, shoppings, lojas e empresas, com total interação. “A BroadNeeds foca no software de gerenciamento e distribuição, e a 3D Impact Media no hardware e na venda da tecnologia 3D para os clientes”, explica Pinheiro.

A rede da 3D Impact Media é gerenciada e monitorada do escritório da empresa em São Paulo, por meio do Nucleo Media. Seus principais diferenciais são as telas em terceira dimensão (displays 3D), que trazem ao mercado um novo conceito em conteúdo e mídia indoor e uma experiência inovadora na forma de interagir com o público.

De acordo com pesquisa feita pelo Ibope, cerca de 20% das pessoas são expostas diariamente à tela 3D e este impacto é quatro vezes maior do que o de uma mídia convencional. Para Christian Pinheiro, a solução é um grande avanço tecnológico e tem um grande potencial de mercado. Até o fim de 2009, o projeto com a 3D Impact Media englobará uma rede com mais de 500 telas 3D. “Outro fato importante é que nossa companhia já gerou 30 novos empregos em 2008, número que deve aumentar consideravelmente no próximo ano”, diz Kronenberg.

Além do Brasil, o projeto está sendo implantado no Uruguai, Venezuela, México e Argentina. Desta forma, a BroadNeeds pretende agregar sua tecnologia a um novo conceito de entretenimento e informação, com conteúdos informativos, vídeos e interação por meio da instalação de telas e monitores LCD de até 57 polegadas.

Fonte: Reseller Web - Wagner Hiroi (wagner@planin.com)

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Samsung estuda novos usos para as telas de LCD.

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Em Tangjeong, cidade a cerca de 100 km de Seul, meia dúzia de mulheres têm aquilo que parece, à primeira vista, ser o emprego dos sonhos de muitos. Elas são pagas para passar o dia vendo televisão.

Mas o trabalho é árduo. A jornada de 8 horas de trabalho está dividida em 15 minutos de descanso para cada 45 minutos à frente da telinha, detectando os menores defeitos dos produtos que acabam de sair de uma das linhas de produção da maior fábrica de telas de cristal líquido (LCD) da Samsung. Só depois de passar pelos atentos olhos dessas jovens coreanas de 19 a 24 anos de idade treinadas por três meses é que as TVs de LCD estão prontas para ir às lojas.

O esmero tem contribuído para garantir à Samsung a liderança mundial na venda de LCDs. Uma em quatro televisões vendidas no mundo é feita pela fabricante sul-coreana. E um terço dos monitores de computadores em LCD também.

Em 2007, a Samsung abocanhou 23,1% das vendas globais, de US$ 89,8 bilhões, de telas de cristal líquido, de acordo com a consultoria DisplaySearch.

O segmento de LCD, responsável por 16% do faturamento da Samsung Electronics em 2007, é uma das grandes apostas da empresa para o futuro. “Dez anos atrás, quem imaginava que todo mundo teria um celular? E quem pensaria que ele seria capaz de tirar fotos e mostrar filmes? Por isso hoje nosso objetivo é trabalhar para ter LCD em todos os cantos”, diz Jun Suh, diretor-sênior da divisão de LCD.

Neste momento, o laboratório de invenções em telas de cristal líquido da Samsung trabalha, por exemplo, no desenvolvimento de um produto chamado e-paper. É uma pequena tela de LCD pela qual podem ser lidos os jornais diários.

Não se sabe se os leitores deixarão de lado tão facilmente o hábito de virar as páginas e ficar com os dedos sujos de tinta, mas Suh diz que a empresa já apresentou o produto às editoras e que está em conversações com algumas delas.

A Samsung também prevê a aposentadoria dos manequins de vitrines feitos de plásticos. No lugar deles, existirão gigantes telas de LCD que mostrarão as roupas em todos os ângulos. Outdoors de papel também serão substituídos por imagens em cristal líquido, pelos sonhos da Samsung.

Na fábrica de Tangjeong, algumas das invenções já se tornaram realidade. Os quadros, por exemplo, já não guardam mais os traços das pinceladas de ilustres pintores. As imagens são projetadas em telas de LCD que toda hora exibem uma nova pintura em cores vivas.

Em uma casa do futuro montada pela Samsung em Seoul, na Raemain Gallery, os moradores controlam quase tudo pelos painéis em LCD. Da sala de TV é possível saber se é preciso abastecer o carro ou controlar a iluminação da casa. A partir do espelho do banheiro, checam-se os batimentos cardíacos, o peso e o percentual de gordura do corpo.

Em uma outra tela instalada na cozinha, dá para ler receitas, descobrir quais ingredientes há na geladeira e já encomendar os itens que faltam ao supermercado.

Fonte: Valor Econômico

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BusTV prepara implantação em Curitiba ainda neste ano.

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busTVA BusTV, empresa pioneira na produção de conteúdo, comercialização e instalação de monitores em ônibus urbanos, acaba de iniciar sua operação em Brasília. O serviço, que inicialmente estará disponível em 55 linhas das empresas Viação Planalto (Viplan) e Pioneira, foi oficialmente lançado na última sexta-feira (30/5), na Praça do Buriti, em frente ao Palácio do Buriti, com a presença do vice-governador Paulo Otávio e do secretário dos Transportes, Alberto Fraga. “A expectiva é expandir o serviço para 500 ônibus, até 2009, o que corresponde a uma cobertura de cerca de 25% da frota da cidade”, comenta João Coragem, diretor de comunicação e expansão da BusTV.

Nessa fase inicial, o novo serviço vai levar diariamente informação e entretenimento a cerca de 30 mil usuários das linhas Guará I e II, Setor de Indústrias - Sia, Cruzeiro, W3 Sul e Norte, Setor Policial, Eixo Sul, rodoviária do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Ceilândia, QNQ, QNR e Expansão. “O passageiro terá uma viagem mais confortável, que vai passar mais rápido durante os congestionamentos”, frisou Fraga durante o encontro. Para o vice-governador Paulo Otávio, “a população terá a chance de se informar com uma programação de qualidade”.

Com 19 polegadas, as telas de LCD vão transmitir um conteúdo nacional e diário voltado para entretenimento, utilidade pública, reportagens especiais sobre meio ambiente, ações sociais, cidadania, entre outros assuntos, em intervalos de 1h, período médio de uma viagem. Produzida pela BusTV/CasaBlanca, a programação contará também com uma programação local focada em Agenda Cultural, Em Cartaz (Cinema), BusTV Esporte, BusTV Saúde, Culinária, Moda, entre outros.

A programação tem cerca de 18 a 20 minutos dedicados à propaganda.
“Operamos como uma emissora de TV rodando pela cidade. Nossa programação combina informações de interesse público com oportunidades de negócios pertinentes para marcas dos mais variados segmentos da economia”, comenta João Coragem. O sucesso da mídia junto ao mercado publicitário já atraiu as marcas Nestlé, Tim, Unilever, Casas Bahia, Pernambucanas, McDonald´s e UniNove, em São Paulo, cidade que marcou a chegada da BusTV no Brasil. Lançada em março de 2007, a BusTV impactou cerca de 64,8 milhões de passageiros na capital paulista.

De São Paulo, a BusTV seguiu para o Rio de Janeiro. Chegou à capital fluminense no último mês de março e deve impactar mais de 60 milhões de passageiros por lá, ainda em 2008. A empresa acaba de iniciar sua operação em Brasília e em Salvador e já prepara sua expansão para Recife, Curitiba e Porto Alegre, também neste ano. “A mídia em ônibus é um poderoso instrumento de marketing para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão. A aceitação dos clientes e da agências têm sido excelente”, confirma João Coragem.

A aprovação ganha coro também junto aos usuários do transporte público. De acordo com pesquisa realizada no ano passado pelo Instituto Datafolha, aproximadamente 96% dos paulistanos elogiaram a iniciativa pela oportunidade de ter entretenimento e informação enquanto aguardam a chegada do seu destino final. Patenteado em 2003 em Portugal, o empreendimento reproduz no País a qualidade e a eficiência que já transformaram a mídia digital out-of-home numa estratégia consagrada na Europa e Estados Unidos.

Mídia digital out-of-home
Mídia digital out-of-home é um meio de comunicação que atinge os consumidores quando eles estão fora de suas casas. Tem como característica principal a utilização de monitores de alta tecnologia e a transmissão digital de diferentes tipos de conteúdo. A BusTV está inserida justamente nesse mercado, que cresce aceleradamente no Brasil. O impacto da tecnologia provocou mudanças no comportamento dos consumidores, instaurando uma “nova ordem mundial de mídia”, que começa a assumir contornos mais nítidos e aspectos cada dia mais sólidos no panorama da comunicação mundial. É crescente a preocupação entre anunciantes e profissionais de marketing e comunicação de todo o mundo, ao constatarem que as audiências vêm se tornando cada dia mais dispersas e que as mensagens vêm sendo recebidas pelos consumidores de forma cada vez mais fragmentada. Nesse contexto é que surge um novo meio de comunicação, a mídia digital out-of-home, que não é uma mídia alternativa. É um meio que ganha cada vez mais espaço no budget de marketing dos anunciantes, já reconhecida como uma solução para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão.
 
Fonte: ParanaShop - Redação

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Fiat aposta em mídia indoor para alavancar vendas.

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A Fiat Nordeste, através da Ampla Comunicação de Recife, escolheu uma maneira inovadora de anunciar seus serviços de revisão: dentro dos hipermercados Bompreço. A campanha contará com filmes exibidos na TV Bompreço, produzida pela SubWay Link, principal empresa de TV corporativa do país. Esta será a primeira vez que a o canal da loja irá veicular a comunicação de uma empresa que não é fornecedora do hipermercado em seus monitores.

A exibição das peças, cuja assinatura destaca ‘Você pode até não conhecer o Fiat Autocentro, mas o Fiat Autocentro conhece muito bem seu Fiat’ teve alguns testes em setembro, muito bem avaliados, por isso seguirá em outubro, agora com locução. Os comerciais serão exibidos nas capitais e principais cidades do Nordeste do país.

Para o Bompreço, receber anúncio de uma empresa que não está oferecendo seus produtos e serviços dentro da loja é um sinal do potencial de consumo da rede, pois mostra que o espaço é aberto e democrático, além de diferenciar ainda mais a programação.

Julio César Ferreira, diretor comercial da SubWay Link, afirma que existe a possibilidade de muitas outras empresas anunciarem. “Este é um espaço cujo público é muito focado, o que possibilita uma comunicação segmentada, que atenda às necessidades estratégicas dos anunciantes”.

“Escolhemos essa mídia por ser um investimento cujo custo-benefício é muito bom, por ser um espaço de alto valor agregado”, afirma Paulo Jolkesky, do regional da Fiat, em Recife.

Os consumidores verão os anúncios em cerca de 35 telas de LCD 19” nos caixas, mais 12 telões de LCD 42”, por loja, estrategicamente posicionados para transmitir a TV Bompreço.

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Elemidia expande atuação em lojas de conveniência.

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Elemidia PDVUm total de 73 lojas de conveniência AM/PM da rede de Postos Ipiranga já conta com os monitores de LCD da Elemidia em plena operação, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Até setembro, a empresa instalará suas telas em mais 127 lojas da rede Ipiranga, além de expandir esta atuação setorial para o Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.

Antes de lançar a operação comercial nas lojas de conveniência, a Elemidia encomendou teste ao Datafolha, realizado em lojas da Ipiranga, na capital paulista, cujos resultados foram considerados acima da média. Segundo o Datafolha, 87% dos consumidores da rede AM/PM pertencem à classe AB; 67% recebem mais de dez salários mínimos; 94% trabalham; 70% apresentam formação superior; e 52% disseram que dá vontade de comprar os produtos ao assistirem as propagandas nos monitores. Na avaliação espontânea das propagandas veiculadas durante o teste, o índice de recall superou os comerciais veiculados na TV aberta.

Fonte: AdNews

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PDV 100% automatizado e com Digital Signage.

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pdvautomatizado-macys.jpgSe você entrar numa loja sabendo o que quer e determinado a não falar com nenhum vendedor, a Macy’s tem a solução. São estações de venda totalmente automatizadas e independentes, ou seja, você toca na tela, escolhe o produto, passa o cartão e recolhe ali mesmo. E ainda se você tiver dúvida sobre o produto é só prestar atenção na Sinalização Digital explicativa da tela de LCD logo acima das máquinas fazendo a Sinalização Digital dos produtos comercializados. Os produtos vão deste iPods, fones de ouvido, máquinas fotográficas até produtos de beleza.

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ENOX em ação para a Johnson e Johnson.

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A ENOX Indoor Experience utiliza seu Canal Farma para a veiculação de mídia indoor de medicamentos contra sintomas da gripe da Johnson & Johnson. Cerca de 120 unidades da Drogasil em São Paulo, Campinas, Indaiatuba, Jundiaí, Piracicaba, São José dos Campos e Sorocaba, por onde circulam 1,4 milhão de pessoas mensalmente, exibem peças diferenciadas para atrair a atenção dos clientes. Ao final da ação, em meados de setembro, mais de 5,6 milhões de consumidores terão passado pelas lojas. 

Além das vinhetas veiculadas nas 600 telas de LCD da Enox instaladas nestas drogarias, são usadas peças como wobblers, faixas de gôndolas, clips de gôndolas, cubos sobre os balcões, displays de balcão com take one, displays de chão, adesivos de chão, entre outros formatos de mídia. “Cuidar no inverno. Neste inverno, cuide da saúde”, é o mote da ação.

“Ao adentrarem as farmácias, os consumidores atestam que vale se prevenir antes que a saúde fique comprometida devido ao inverno. Isso estimula a venda dos produtos necessários nesta época antes mesmo que a os sintomas apareçam”, explica Rafael Cordeiro, um dos diretores da ENOX.

Fonte: AdNews

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Mídia out-of-home: Aqui, ali, em todo lugar.

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A evolução tecnológica alcançou o público onde quer que ele esteja.
Resultado: nas ruas, meios de transporte e estabelecimentos comerciais de São Paulo, TVs de LCD pipocam notícias e publicidade 24 horas por dia.
É a chamada mídia out of home.

“A convergência de mídias se tornou realidade com o desenvolvimento de novas tecnologias e o avanço da Internet”. A frase ao lado possui 112 caracteres. Esse é o limite de toques para as notícias que pipocam em telas de LCD instaladas em estabelecimentos comerciais, transportes públicos, táxis e elevadores.

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A mídia digital out of home, termo inglês que foi adotado para essa nova modalidade de comunicação que inclui conteúdo jornalístico, de entretenimento e publicidade, está em plena ascensão no país. No primeiro semestre de 2007, essas mídias registraram crescimento de 44% em relação ao mesmo período de 2006.

Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias, trazidas dos Estados Unidos e da Europa, onde a mídia digital out of home já fatura cerca de US$ 1 bilhão em publicidade ao ano.

A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.

Dessa forma, a eficiência da mídia out of home pode ser entendida pela segmentação do público e baixa dispersão, como explica o diretor da YMidia Digital Soluntion, Daniel Farhat. Além disso, a mensagem transmitida não sofre efeito zapping (mudança de canal). “O nível de ruído e dispersão é praticamente zero”, pontua.

O publicitário Walter Longo, vice-presidente de estratégia e inovação da Y&R, declarou no “Proxxima 2008 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”, realizado em São Paulo, nos dias 11 e 12 de março, que “as mídias digitais estão quebrando paradigmas. É uma evolução que está gerando revolução”. Estudo realizado em janeiro desse ano, pela consultoria OgilvyOne, nos Estados Unidos, confirma esse impacto e prevê que até 2020, 80% das mídias serão digitais.

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(embarque / desembarque: nos aeroportos e nas plataformas de trem, as televisões entretém quem está esperando.)

A HORA É AGORA
Essa migração, no entanto, já está em curso. No último semestre de 2007, a Inbox Mídia atingiu um índice de crescimento de 100% entre os anunciantes, num mercado distante do eixo Rio–São Paulo. Localizada na capital do Pará, a Inbox já possui 190 monitores instalados em postos como o Terminal Rodoviário de Belém, os aeroportos internacionais de Belém e Manaus e em shoppings.

“Estamos em pé de igualdade com grandes empresas do cenário nacional de mídia digital”, comemora Otávio Lima, sócio-diretor da Inbox e criador do primeiro blog sobre digital signage – um outro nome da out of home, bem como outernet
– do Brasil.

Estabelecimentos como farmácias, academias, restaurantes, hospitais e hotéis também aderiram a esta forma de comunicação indoor. “Adaptamos o conteúdo dependendo do lugar onde estivermos. Nos shoppings, a programação vai ser mais fotográfica, com menos notícia sobre política e economia e mais sobre entretenimento e moda”, revela Felipe Forjaz, presidente da Elemidia, empresa que tem como braço a Elemidia Mall, que atua especificamente em shoppings.

Por essa razão, não só de notícias jornalísticas e publicidade é formada a grade de programação dessas televisões. “Customizamos a programação para o cliente, incluímos conteúdo institucional e de responsabilidade social, por exemplo. Além disso, mantemos uma equipe própria com jornalistas para filtrarem as matérias de acordo com o interesse do cliente”, diz Daniel Farhat, da YMidia, que administra mais de 400 telas.

Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.

A Elemidia começou a atuar em 2004, num ambiente inusitado até então, o elevador. Atualmente já são 2056 monitores de LCD instalados em 497 edifícios. Da região de Alphaville onde começou, chegou até Buenos Aires, passando pelas principais capitais brasileiras. Para chegar ao público, o conteúdo jornalístico do portal Terra sai de um transmissor, via banda larga, para o servidor central instalado em cada edifício, que redistribui as informações para os elevadores por cabos óticos.

Para o mercado publicitário, os números de eficiência dessa mídia são animadores. Dados registrados pelo Datafolha apontam um recall estimulado de 94%, ou seja, quando os usuários perguntados se lembram de alguma marca específica respondem positivamente. Numa análise de recorte espontâneo – sem que a marca seja citada na pesquisa – 67% registraram o anúncio.

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(mobilidade digital: tvs no ônibus, no táxi, no elevador e no metrô. Diferentes tecnologias permitem que a informação chegue aos veículos em movimento.)

DENTRO DO TÚNEL
Outro setor que agregou as vantagens da mídia digital out of home foi o de transportes públicos. Metrô, ônibus e trens adaptaram a tecnologia para transformá-la em móvel e, portanto, acessível até durante o percurso dos veículos.

Pelos 10,5km de extensão da Linha Verde do Metrô de São Paulo correm, paralelos aos trilhos, cabos de fibra ótica. São eles os responsáveis por abastecer de conteúdo os 528 televisores localizados nos 11 trens que compõem essa linha. Ao chegarem nas estações, esses cabos se conectam a um computador central que transmite via wireless o conteúdo para um receptor que está instalado nas cabines de cada composição.

A Tv Minuto, que começou a operar em maio de 2007, é a empresa responsável tanto por essa tecnologia quanto pela programação. “O conteúdo é atualizado todo dia, em tempo real, e fica no ar das 04h às 00h, o mesmo período de funcionamento do metrô”, explica Dario Gohda, diretor comercial da Tv Minuto. A partir deste mês, nas telas de LCD de 17 polegadas, além da programação normal, que inclui dicas culturais e matérias sobre cidadania, serão transmitidas notícias online, fornecidas por um provedor de Internet.

“Quando completarmos a implantação, as três linhas somarão 5280 televisores que atingirão 3 milhões de usuários por dia e um investimento inicial de R$ 18 milhões”, conta Gohda. Com toda essa oferta, os anunciantes não demoraram a chegar. Desde de maio, cerca de 40 marcas já foram veiculadas pela Tv Minuto.

NO TRÂNSITO
Segundos dados da TVO, que começou a operar em outubro de 2007 em 400 ônibus de São Paulo, um passageiro fica em média 2 horas por dia dentro desse veículo. Aproveitando o tempo disponível, a TVO, assim como as outras mídias digitais out of home, leva ao usuário conteúdo informativo, entretenimento e publicidade.

Responsável pela produção da programação da TVO, a Mixer renova o conteúdo diariamente. A grade é dividida em pequenos blocos de até 1m30s, formando uma hora de programação que se repete entre 5h e 23h. O conteúdo da TVO não possui áudio, já que, segundo Fábio Ribeiro, diretor executivo da TVO, “é impossível ter um som de qualidade num ônibus urbano”.

Para chegar até as telas de 17 polegadas, a grade é enviada online para um servidor localizado nas garagens dos veículos. Quando os ônibus chegam para serem lavados e abastecidos, o servidor reconhece aqueles que possuem o equipamento e envia, via wireless, o conteúdo do dia seguinte.

“A TVO atinge cerca de 300 mil usuários por dia e o anunciante entendeu que é uma mídia nova, muita específica”, declara Ribeiro. A carteira de clientes já conta com Pernambucanas, Nestlé, Unilever, entre outras. O investimento inicial da empresa foi de R$ 3 milhões.

A BusTV é outra empresa que opera nos ônibus da capital paulista, desde de fevereiro de 2007. Atingindo uma frota de 250 ônibus, a tecnologia utilizada para a transmissão de conteúdo é portuguesa. “Todo o dia, quando os ônibus estacionam em suas garagens, uma equipe é deslocada para lá com um cartão de memória no qual está salva a programação do dia seguinte”, esclarece Ednilton Rogério Munin, gerente de produção da BusTV. Desde março desse ano, a BusTV entrou em operação no Rio de Janeiro. Nos próximos meses, Brasília, Curitiba, Salvador e Recife receberão o serviço.

Com 20 horas diárias de programação, a TvTrem se tornou um foco de entretenimento nas esperas pelos trens, que podem chegar até 20 minutos nas Linha C das plataformas da CPTM, em São Paulo. As telas de LCD de 32 polegadas são divididas em três partes. No centro, as matérias, elaboradas pela Estação 8, produtora responsável pelo conteúdo e tecnologia da TvTrem, tratam de cidadania, curiosidades da cidade, histórias dos bairros pelos quais o trem passa. No rodapé, uma barra reproduz em tempo real notícias produzidas pelo Portal Terra. Uma guia do lado esquerdo da tela traz informações da própria CPTM e sobre o clima e o trânsito da cidade, resultado da parceria com o Climatempo e com a CET.

O modelo da mídia adotado nas plataformas dos trens tem origem coreana. A central de transmissão envia, através de banda larga, o conteúdo para um servidor localizado em cada estação de trem. De lá, um operador reenvia as informações para cada uma das quatro televisões instaladas nas plataformas. “Escolhemos estar fora do trem para atingir mais gente e produzir conteúdo com áudio”, diz Rosa Jonas, idealizadora da TvTrem.

Pensando nos executivos e empresários que se locomovem de táxi, a InTAXI lançou uma mídia digital out of home com alta tecnologia. Dotados de uma tela de nove polegadas, cem táxis recebem sinal wireless para atualização do seu conteúdo, fornecido pelo Portal UOL. A grande novidade desse sistema é a interatividade. O passageiro pode mandar uma mensagem SMS para o número que aparece no canto direito da tela optando pela editoria da qual ele quer receber as notícias. Em três segundos serão enviadas somente informações relacionadas ao tema escolhido. “Esse software é único no mundo, é patenteado por nós”, revela o sócio da InTAXI, Hélcio Vieira. Enquanto as televisões estão ligadas – isso só acontece quando tem passageiro no táxi – a central da InTAXI consegue visualizar todo o conteúdo transmitido por cada táxi. “Para os anunciantes isso é muito bom. Eles podem atingir exatamente quem eles querem”, afirma Vieira.

CHOPP E INFORMAÇÃO
Entre um chopp, uma beliscada e um batepapo, os freqüentadores de 85 bares paulistanos, localizados principalmente, na Vila Madalena, Vila Olímpia e Vila Mariana, podem conferir a programação criada pelo CineBoteco e transmitida por televisões geralmente de 42 polegadas.

O conteúdo inclui frases de boteco, notícias sobre cinema, matérias de moda fornecidas pela Érika Palomino e o material eletrônico da revista Rolling Stone. A programação fica no ar das 18h às 00h, durante os dias em que os bares ficam abertos, normalmente de 3ª a domingo. O consumidor dessa mídia, segundo Eduardo Rosemback, sócio do CineBoteco, tem entre 18 e 39 anos, com tíquete médio acima de R$ 40, ou seja, o valor gasto por cada pessoa numa noite. “É esse o perfil do bar que os anunciantes buscam. Eles querem criar uma rede com alto poder aquisitivo”. A partir desse ano, o CineBoteco começa a transmitir no Rio de Janeiro. Com essa expansão, cerca de 800 mil pessoas por mês acompanharão a programação transmitida via banda larga.

NAS ESQUINAS DE SÃO PAULO
Quando o governo municipal de São Paulo pôs em prática a Lei Cidade Limpa, em janeiro de 2007, a publicidade exterior sofreu um doloroso golpe e as companhias que atuavam no setor tiveram de procurar outros rumos. A Eletromidia, responsável pelos telões espalhados em 25 cruzamentos da cidade, teve que focar os negócios nos 15 telões instalados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Ribeirão Preto, Osasco e na região do ABC paulista.

“Com a Lei Cidade Limpa tivemos um grande prejuízo. Como alternativa estamos investindo em novos projetos de comunicação indoor”, revela o diretor de TI, Rodrigo Pio Pedroso. Para Felipe Forjaz, da Elemídia, a Lei ajudou a acelerar os negócios de mídia indoor em São Paulo. “Anunciantes migraram para a Elemidia como complemento, já que as mídias externas deixaram de existir”.

Há divergências, contudo. Para o diretor executivo da Central do Outdoor, Cláudio Pereira, esse prejuízo não motivou o crescimento das mídias out of home. “O que ocorreu foi uma proliferação de outras mídias, mas não um crescimento”. Fábio Ribeiro, da TVO, concorda: “Não estamos disputando comercialmente com a verba do outdoor ou do busdoor que existia antes”.

Com ou sem favorecimento do projeto de reurbanização da cidade de São Paulo, o que a mídia digital out of home aponta é uma consolidação da convergência de mídias e uma mudança no perfil do consumidor e da publicidade. Por um lado, os anunciantes buscando potencializar suas vendas e, por outro, um público com escolhas cada vez mais segmentadas e que passa tempo demais em filas e no trânsito.

Por Karina Padial - Revista Imprensa - Abril/2008

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