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BusTV prepara implantação em Curitiba ainda neste ano.

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busTVA BusTV, empresa pioneira na produção de conteúdo, comercialização e instalação de monitores em ônibus urbanos, acaba de iniciar sua operação em Brasília. O serviço, que inicialmente estará disponível em 55 linhas das empresas Viação Planalto (Viplan) e Pioneira, foi oficialmente lançado na última sexta-feira (30/5), na Praça do Buriti, em frente ao Palácio do Buriti, com a presença do vice-governador Paulo Otávio e do secretário dos Transportes, Alberto Fraga. “A expectiva é expandir o serviço para 500 ônibus, até 2009, o que corresponde a uma cobertura de cerca de 25% da frota da cidade”, comenta João Coragem, diretor de comunicação e expansão da BusTV.

Nessa fase inicial, o novo serviço vai levar diariamente informação e entretenimento a cerca de 30 mil usuários das linhas Guará I e II, Setor de Indústrias - Sia, Cruzeiro, W3 Sul e Norte, Setor Policial, Eixo Sul, rodoviária do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Ceilândia, QNQ, QNR e Expansão. “O passageiro terá uma viagem mais confortável, que vai passar mais rápido durante os congestionamentos”, frisou Fraga durante o encontro. Para o vice-governador Paulo Otávio, “a população terá a chance de se informar com uma programação de qualidade”.

Com 19 polegadas, as telas de LCD vão transmitir um conteúdo nacional e diário voltado para entretenimento, utilidade pública, reportagens especiais sobre meio ambiente, ações sociais, cidadania, entre outros assuntos, em intervalos de 1h, período médio de uma viagem. Produzida pela BusTV/CasaBlanca, a programação contará também com uma programação local focada em Agenda Cultural, Em Cartaz (Cinema), BusTV Esporte, BusTV Saúde, Culinária, Moda, entre outros.

A programação tem cerca de 18 a 20 minutos dedicados à propaganda.
“Operamos como uma emissora de TV rodando pela cidade. Nossa programação combina informações de interesse público com oportunidades de negócios pertinentes para marcas dos mais variados segmentos da economia”, comenta João Coragem. O sucesso da mídia junto ao mercado publicitário já atraiu as marcas Nestlé, Tim, Unilever, Casas Bahia, Pernambucanas, McDonald´s e UniNove, em São Paulo, cidade que marcou a chegada da BusTV no Brasil. Lançada em março de 2007, a BusTV impactou cerca de 64,8 milhões de passageiros na capital paulista.

De São Paulo, a BusTV seguiu para o Rio de Janeiro. Chegou à capital fluminense no último mês de março e deve impactar mais de 60 milhões de passageiros por lá, ainda em 2008. A empresa acaba de iniciar sua operação em Brasília e em Salvador e já prepara sua expansão para Recife, Curitiba e Porto Alegre, também neste ano. “A mídia em ônibus é um poderoso instrumento de marketing para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão. A aceitação dos clientes e da agências têm sido excelente”, confirma João Coragem.

A aprovação ganha coro também junto aos usuários do transporte público. De acordo com pesquisa realizada no ano passado pelo Instituto Datafolha, aproximadamente 96% dos paulistanos elogiaram a iniciativa pela oportunidade de ter entretenimento e informação enquanto aguardam a chegada do seu destino final. Patenteado em 2003 em Portugal, o empreendimento reproduz no País a qualidade e a eficiência que já transformaram a mídia digital out-of-home numa estratégia consagrada na Europa e Estados Unidos.

Mídia digital out-of-home
Mídia digital out-of-home é um meio de comunicação que atinge os consumidores quando eles estão fora de suas casas. Tem como característica principal a utilização de monitores de alta tecnologia e a transmissão digital de diferentes tipos de conteúdo. A BusTV está inserida justamente nesse mercado, que cresce aceleradamente no Brasil. O impacto da tecnologia provocou mudanças no comportamento dos consumidores, instaurando uma “nova ordem mundial de mídia”, que começa a assumir contornos mais nítidos e aspectos cada dia mais sólidos no panorama da comunicação mundial. É crescente a preocupação entre anunciantes e profissionais de marketing e comunicação de todo o mundo, ao constatarem que as audiências vêm se tornando cada dia mais dispersas e que as mensagens vêm sendo recebidas pelos consumidores de forma cada vez mais fragmentada. Nesse contexto é que surge um novo meio de comunicação, a mídia digital out-of-home, que não é uma mídia alternativa. É um meio que ganha cada vez mais espaço no budget de marketing dos anunciantes, já reconhecida como uma solução para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão.
 
Fonte: ParanaShop - Redação

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Pesquisa defende o áudio nas TVs dos ônibus.

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De acordo com a enquete realizada pelo site Adnews, a maioria dos internautas afirmam preferir que as TVs nos ônibus tenham áudio.

Segue abaixo o resultado:

  • 70,2% desejam que as TVs tenham som
  • 24,1% não gostariam
  • 4,1% são indiferentes
  • 1,7% não sabem

Esse tipo de mídia é um assunto que gera controvérsias entre motoristas, cobradores, usuários e as empresas que detém o serviço.

A SPTrans libera o som nesse tipo de publicidade,desde que respeite o nível de tolerância de decibéis. O ouvido humano tolera bem 50 decibéis, o equivalente ao som produzido em um dia de trabalho em um escritório, onde as pessoas conversam em voz baixa. O ideal, é que o som das TVs fique em torno dos 30 decibéis, para não causar poluição sonora. Em uma pesquisa feita pela Datafolha para a Bus TV no primeiro semestre de 2007, foi verificado que os usuários acham interessante o som nas telas de LCD, sem que esse atrapalhe a leitura, descanso ou mesmo uma conversa.

Já outra pesquisa realizada em abril de 2008 pelo Ibope para a TVO, outra empresa que opera o serviço de TVs em São Paulo, os trabalhadores e usuários dos coletivos preferem que essa mídia seja apenas visual, para que não atrapalhe os passageiros.

Fonte: AdNews

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BusTV / Casablanca lança primeira franquia de mídia digital em ônibus.

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A BusTV / Casablanca, empresa de produção de conteúdo, comercialização e instalação de monitores em ônibus urbanos, espera fechar 2008 com um total de 20 cidades franqueadas no Brasil. Trata-se do primeiro sistema de franquias para televisão em ônibus no País. Salvador foi a pioneira, seguida por Brasília e Recife. Cidades como Porto Alegre e Curitiba já estudam a implantação da mídia.

A televisão em ônibus teve início no Brasil em 2007, no sistema de transporte público da cidade de São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro. “Neste momento, estão em análise mais de 15 novas praças que pretendem obter a franquia BusTV / Casablanca, num total de 20 franqueados projetados até final de 2008”, revela João Coragem, diretor de comunicação e expansão da BusTV / Casablanca.

A franquia funciona da seguinte forma: a BusTV cede todos os direitos de uso de marca, logomarca e know-how tecnológico e comercial, além de instalar o sistema em cada praça, orientando o franqueado nas negociações com autoridades políticas e empresários de ônibus, com vista a obter uma perfeita funcionalidade e operacionalidade do sistema e do negócio.

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TV nos ônibus: uma forma de driblar o trânsito.

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Considerada como um meio alternativo de transmitir as notícias, a TV no ônibus, está em São Paulo desde fevereiro de 2007. Por meio de monitores de LCD de 17” instalados nos veículos, os passageiros têm acesso a conteúdos relacionados à ecologia, roteiro cultural, dicas de saúde, educação e informática, variedades e notícias.

Mais de 500 ônibus na capital paulista possuem o serviço, onde funciona basicamente sob a coordenação de duas empresas, a TVO e a Bus TV. A TVO atualmente conta com 465 ônibus com o serviço e a Bus TV até o momento conta com 250 ônibus com TVs instaladas.  Além de São Paulo a Bus TV atua no Rio de Janeiro, Brasília e Salvador.  No total a Bus TV conta com 620 ônibus em todo o Brasil.

Com ou sem som?

Em uma pesquisa realizada pelo Ibope para a TVO em abril, motoristas, cobradores e usuários disseram que preferem que as TVs em ônibus não possuam som. Um dos motivos para isso é o fato de o som atrapalhar os passageiros que lêem ou descansam durante o trajeto, além de, segundo os entrevistados, causar um alto nível de ruído dentro do veículo, impedindo a comunicação.

De acordo com o diretor da Bus TV, João Pedro Neto, há outro ponto de vista sobre o ter ou não áudio nos veículos. Segundo pesquisas realizadas pela Bus TV os consumidores querem sim que haja áudio. “Ter som é um direito do consumidor, pois há as minorias que não sabem ler e por isso não conseguem acompanhar as imagens e as legendas” afirma Neto.

O diretor da Bus TV ressalta a importância do respeito ao ouvido dos usuários de ônibus: “É claro que o som deve ser controlado, em torno de 30 decibéis para não interferir na conversa ou leitura de quem viaja. Deve ser tipo música ambiente, como nos restaurantes”, completa.

Outra defensora do áudio é a Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Laramara). Em carta a Laramara reforça os seguintes aspectos sobre a necessidade do som nas programações transmitidas nos coletivos:

“- As pessoas com deficiência visual: cegos e com baixa visão e os analfabetos, poderão em muito se beneficiar das informações auditivas, desde as próprias propagandas comerciais como os informes de utilidade pública (campanhas de vacinação, utilização de serviços públicos, promoção de eventos de lazer, cultura e esportes, editais de concursos entre outros).

- Deve ser agregado a esses informes, o anúncio do próximo ponto de parada, favorecendo o exercício da autonomia e independência das pessoas. Essa ação também desonera o motorista ou o cobrador de uma “responsabilidade” que não é deles (lembrar de avisar ao passageiro sobre seu ponto de desembarque).

- Ainda sobre informes, sugere-se que periodicamente ocorram informações visuais na tela (mapa do itinerário) acompanhadas pelas informações auditivas. Atende perfeitamente ao conceito da acessibilidade universal: é útil pra todos. ”

A SPTrans libera o som nas TVs dos ônibus. De acordo com a Portaria 79/07, é possível sim que as programações dos ônibus tenham áudio, sem é claro incomodar os passageiros. Na portaria são estabelecidas condições para que esse tipo de mídia seja utilizado, como tamanho, formatos de programação, dentre outros.

E por ser uma forma diferente de mídia, convidamos os leitores a responderem à nossa enquete: “Você acha que as TVs nos ônibus devem ter áudio?”

Fonte: Silvana Chaves - AdNews

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Ônibus do Grande Recife serão equipados com aparelhos de TV.

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Os usuários de transporte coletivo vão poder assistir TV dentro dos ônibus no Grande Recife. O BusTV/Casablanca - um sistema de TV fechada, com veiculação de programação direcionada ao usuário do sistema público de transporte anuncia a chegada em coletiva de imprensa nesta quarta (20).

A proposta é trazer conforto, lazer e informação para mais de 1,8 milhão de passageiros que circulam diariamente nos coletivos da RMR, a exemplo do que acontece em várias cidades da Europa e do Brasil.

O Bus TV/Casablanca é uma das principais mídias digitais out-of-home vistas pela população fora de suas casas nas cidades onde há o serviço.

Participam da entrevista coletiva o secretário das Cidades, Humberto Costa, o representantes da EMTU e o presidente nacional da BusTV/Casablanca, João Coragem.

Fonte: Blog de Jamildo

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Transporte público de Brasília e Salvador ganha BusTV.

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BusTV Brasília e SalvadorA BusTV acaba de iniciar sua operação em Brasília e Salvador.“A  expectiva  é  expandir  o  serviço  para  500 ônibus, até 2009, em Brasília,  o  que  corresponde  a uma cobertura de cerca de 25% da frota da cidade”,  comenta João Coragem, diretor de comunicação e expansão da BusTV.

A  previsão  para  Salvador é que o serviço esteja disponível em 200 ônibus até  o  fim  desse  ano  e  em cerca de 500 em 2009, o que equivalerá a uma cobertura de aproximadamente 30% da frota da capital baiana.

Em  Brasília, a BusTV circulará inicialmente em 55 linhas das empresas Viação  Planalto  (Viplan) e Pioneira, abrangendo os seguintes itinerários: Guará  I  e  II, Setor de Indústrias – Sia, Cruzeiro, W3 Sul e Norte, Setor Policial,  Eixo  Sul,  rodoviária  do  Plano  Piloto,  Núcleo  Bandeirante, Taguatinga,  Ceilândia,  QNQ, QNR e Expansão. “O passageiro terá uma viagem mais confortável, que vai passar mais rápido durante os congestionamentos”, frisou  Fraga durante a cerimônia em Brasília. Para o vice-governador Paulo Otávio,  “a  população  terá a chance de se informar com uma programação de qualidade”.

Em  Salvador,  os monitores da BusTV estarão inicialmente num total de 10  linhas:  Pituba / Estação da Lapa, Pituba - R1, Vale dos Rios - R3, Pau da  Lima  /  Nordeste  de Amaralina, Mussurunga / Estação da Lapa, Portão / Estação  da  Lapa, Itinga / Estação da Lapa, Boca do Rio / Calçada, Boca do Rio  /  Ribeira  e  Mussurunga  /  Brotas. “A expectativa é que o número de passageiros  impactados,  em Salvador, salte de 20 milhões em 2008 para 136 milhões de usuários em 2009”, prevê o executivo da BusTV, que investiu R$ 5 milhões para lançar o serviço na capital baiana.

Fonte: AdNews

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Mídia out-of-home: Aqui, ali, em todo lugar.

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A evolução tecnológica alcançou o público onde quer que ele esteja.
Resultado: nas ruas, meios de transporte e estabelecimentos comerciais de São Paulo, TVs de LCD pipocam notícias e publicidade 24 horas por dia.
É a chamada mídia out of home.

“A convergência de mídias se tornou realidade com o desenvolvimento de novas tecnologias e o avanço da Internet”. A frase ao lado possui 112 caracteres. Esse é o limite de toques para as notícias que pipocam em telas de LCD instaladas em estabelecimentos comerciais, transportes públicos, táxis e elevadores.

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A mídia digital out of home, termo inglês que foi adotado para essa nova modalidade de comunicação que inclui conteúdo jornalístico, de entretenimento e publicidade, está em plena ascensão no país. No primeiro semestre de 2007, essas mídias registraram crescimento de 44% em relação ao mesmo período de 2006.

Impulsionada pelo mercado publicitário, que sofria com a queda de investimentos em mídias tradicionais, a proliferação dessa mídia só foi possível com a popularização da banda larga e com o uso de novas tecnologias, trazidas dos Estados Unidos e da Europa, onde a mídia digital out of home já fatura cerca de US$ 1 bilhão em publicidade ao ano.

A principal característica dessa comunicação é que ela atinge pessoas que estão em espera forçada, como acontece nos elevadores, nas filas dos aeroportos, nas viagens de ônibus, metrô e trem. A vantagem é que essa espera torna-se um momento propício para chamar a atenção do público que está totalmente aberto a receber conteúdo.

Dessa forma, a eficiência da mídia out of home pode ser entendida pela segmentação do público e baixa dispersão, como explica o diretor da YMidia Digital Soluntion, Daniel Farhat. Além disso, a mensagem transmitida não sofre efeito zapping (mudança de canal). “O nível de ruído e dispersão é praticamente zero”, pontua.

O publicitário Walter Longo, vice-presidente de estratégia e inovação da Y&R, declarou no “Proxxima 2008 – Encontro Internacional de Comunicação Digital”, realizado em São Paulo, nos dias 11 e 12 de março, que “as mídias digitais estão quebrando paradigmas. É uma evolução que está gerando revolução”. Estudo realizado em janeiro desse ano, pela consultoria OgilvyOne, nos Estados Unidos, confirma esse impacto e prevê que até 2020, 80% das mídias serão digitais.

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(embarque / desembarque: nos aeroportos e nas plataformas de trem, as televisões entretém quem está esperando.)

A HORA É AGORA
Essa migração, no entanto, já está em curso. No último semestre de 2007, a Inbox Mídia atingiu um índice de crescimento de 100% entre os anunciantes, num mercado distante do eixo Rio–São Paulo. Localizada na capital do Pará, a Inbox já possui 190 monitores instalados em postos como o Terminal Rodoviário de Belém, os aeroportos internacionais de Belém e Manaus e em shoppings.

“Estamos em pé de igualdade com grandes empresas do cenário nacional de mídia digital”, comemora Otávio Lima, sócio-diretor da Inbox e criador do primeiro blog sobre digital signage – um outro nome da out of home, bem como outernet
– do Brasil.

Estabelecimentos como farmácias, academias, restaurantes, hospitais e hotéis também aderiram a esta forma de comunicação indoor. “Adaptamos o conteúdo dependendo do lugar onde estivermos. Nos shoppings, a programação vai ser mais fotográfica, com menos notícia sobre política e economia e mais sobre entretenimento e moda”, revela Felipe Forjaz, presidente da Elemidia, empresa que tem como braço a Elemidia Mall, que atua especificamente em shoppings.

Por essa razão, não só de notícias jornalísticas e publicidade é formada a grade de programação dessas televisões. “Customizamos a programação para o cliente, incluímos conteúdo institucional e de responsabilidade social, por exemplo. Além disso, mantemos uma equipe própria com jornalistas para filtrarem as matérias de acordo com o interesse do cliente”, diz Daniel Farhat, da YMidia, que administra mais de 400 telas.

Para levar a programação até as televisões, a tecnologia adotada, na maioria dos casos, é online, através de banda larga. Essa tecnologia dispensa a presença de um programador e permite uma atualização em tempo real.

A Elemidia começou a atuar em 2004, num ambiente inusitado até então, o elevador. Atualmente já são 2056 monitores de LCD instalados em 497 edifícios. Da região de Alphaville onde começou, chegou até Buenos Aires, passando pelas principais capitais brasileiras. Para chegar ao público, o conteúdo jornalístico do portal Terra sai de um transmissor, via banda larga, para o servidor central instalado em cada edifício, que redistribui as informações para os elevadores por cabos óticos.

Para o mercado publicitário, os números de eficiência dessa mídia são animadores. Dados registrados pelo Datafolha apontam um recall estimulado de 94%, ou seja, quando os usuários perguntados se lembram de alguma marca específica respondem positivamente. Numa análise de recorte espontâneo – sem que a marca seja citada na pesquisa – 67% registraram o anúncio.

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(mobilidade digital: tvs no ônibus, no táxi, no elevador e no metrô. Diferentes tecnologias permitem que a informação chegue aos veículos em movimento.)

DENTRO DO TÚNEL
Outro setor que agregou as vantagens da mídia digital out of home foi o de transportes públicos. Metrô, ônibus e trens adaptaram a tecnologia para transformá-la em móvel e, portanto, acessível até durante o percurso dos veículos.

Pelos 10,5km de extensão da Linha Verde do Metrô de São Paulo correm, paralelos aos trilhos, cabos de fibra ótica. São eles os responsáveis por abastecer de conteúdo os 528 televisores localizados nos 11 trens que compõem essa linha. Ao chegarem nas estações, esses cabos se conectam a um computador central que transmite via wireless o conteúdo para um receptor que está instalado nas cabines de cada composição.

A Tv Minuto, que começou a operar em maio de 2007, é a empresa responsável tanto por essa tecnologia quanto pela programação. “O conteúdo é atualizado todo dia, em tempo real, e fica no ar das 04h às 00h, o mesmo período de funcionamento do metrô”, explica Dario Gohda, diretor comercial da Tv Minuto. A partir deste mês, nas telas de LCD de 17 polegadas, além da programação normal, que inclui dicas culturais e matérias sobre cidadania, serão transmitidas notícias online, fornecidas por um provedor de Internet.

“Quando completarmos a implantação, as três linhas somarão 5280 televisores que atingirão 3 milhões de usuários por dia e um investimento inicial de R$ 18 milhões”, conta Gohda. Com toda essa oferta, os anunciantes não demoraram a chegar. Desde de maio, cerca de 40 marcas já foram veiculadas pela Tv Minuto.

NO TRÂNSITO
Segundos dados da TVO, que começou a operar em outubro de 2007 em 400 ônibus de São Paulo, um passageiro fica em média 2 horas por dia dentro desse veículo. Aproveitando o tempo disponível, a TVO, assim como as outras mídias digitais out of home, leva ao usuário conteúdo informativo, entretenimento e publicidade.

Responsável pela produção da programação da TVO, a Mixer renova o conteúdo diariamente. A grade é dividida em pequenos blocos de até 1m30s, formando uma hora de programação que se repete entre 5h e 23h. O conteúdo da TVO não possui áudio, já que, segundo Fábio Ribeiro, diretor executivo da TVO, “é impossível ter um som de qualidade num ônibus urbano”.

Para chegar até as telas de 17 polegadas, a grade é enviada online para um servidor localizado nas garagens dos veículos. Quando os ônibus chegam para serem lavados e abastecidos, o servidor reconhece aqueles que possuem o equipamento e envia, via wireless, o conteúdo do dia seguinte.

“A TVO atinge cerca de 300 mil usuários por dia e o anunciante entendeu que é uma mídia nova, muita específica”, declara Ribeiro. A carteira de clientes já conta com Pernambucanas, Nestlé, Unilever, entre outras. O investimento inicial da empresa foi de R$ 3 milhões.

A BusTV é outra empresa que opera nos ônibus da capital paulista, desde de fevereiro de 2007. Atingindo uma frota de 250 ônibus, a tecnologia utilizada para a transmissão de conteúdo é portuguesa. “Todo o dia, quando os ônibus estacionam em suas garagens, uma equipe é deslocada para lá com um cartão de memória no qual está salva a programação do dia seguinte”, esclarece Ednilton Rogério Munin, gerente de produção da BusTV. Desde março desse ano, a BusTV entrou em operação no Rio de Janeiro. Nos próximos meses, Brasília, Curitiba, Salvador e Recife receberão o serviço.

Com 20 horas diárias de programação, a TvTrem se tornou um foco de entretenimento nas esperas pelos trens, que podem chegar até 20 minutos nas Linha C das plataformas da CPTM, em São Paulo. As telas de LCD de 32 polegadas são divididas em três partes. No centro, as matérias, elaboradas pela Estação 8, produtora responsável pelo conteúdo e tecnologia da TvTrem, tratam de cidadania, curiosidades da cidade, histórias dos bairros pelos quais o trem passa. No rodapé, uma barra reproduz em tempo real notícias produzidas pelo Portal Terra. Uma guia do lado esquerdo da tela traz informações da própria CPTM e sobre o clima e o trânsito da cidade, resultado da parceria com o Climatempo e com a CET.

O modelo da mídia adotado nas plataformas dos trens tem origem coreana. A central de transmissão envia, através de banda larga, o conteúdo para um servidor localizado em cada estação de trem. De lá, um operador reenvia as informações para cada uma das quatro televisões instaladas nas plataformas. “Escolhemos estar fora do trem para atingir mais gente e produzir conteúdo com áudio”, diz Rosa Jonas, idealizadora da TvTrem.

Pensando nos executivos e empresários que se locomovem de táxi, a InTAXI lançou uma mídia digital out of home com alta tecnologia. Dotados de uma tela de nove polegadas, cem táxis recebem sinal wireless para atualização do seu conteúdo, fornecido pelo Portal UOL. A grande novidade desse sistema é a interatividade. O passageiro pode mandar uma mensagem SMS para o número que aparece no canto direito da tela optando pela editoria da qual ele quer receber as notícias. Em três segundos serão enviadas somente informações relacionadas ao tema escolhido. “Esse software é único no mundo, é patenteado por nós”, revela o sócio da InTAXI, Hélcio Vieira. Enquanto as televisões estão ligadas – isso só acontece quando tem passageiro no táxi – a central da InTAXI consegue visualizar todo o conteúdo transmitido por cada táxi. “Para os anunciantes isso é muito bom. Eles podem atingir exatamente quem eles querem”, afirma Vieira.

CHOPP E INFORMAÇÃO
Entre um chopp, uma beliscada e um batepapo, os freqüentadores de 85 bares paulistanos, localizados principalmente, na Vila Madalena, Vila Olímpia e Vila Mariana, podem conferir a programação criada pelo CineBoteco e transmitida por televisões geralmente de 42 polegadas.

O conteúdo inclui frases de boteco, notícias sobre cinema, matérias de moda fornecidas pela Érika Palomino e o material eletrônico da revista Rolling Stone. A programação fica no ar das 18h às 00h, durante os dias em que os bares ficam abertos, normalmente de 3ª a domingo. O consumidor dessa mídia, segundo Eduardo Rosemback, sócio do CineBoteco, tem entre 18 e 39 anos, com tíquete médio acima de R$ 40, ou seja, o valor gasto por cada pessoa numa noite. “É esse o perfil do bar que os anunciantes buscam. Eles querem criar uma rede com alto poder aquisitivo”. A partir desse ano, o CineBoteco começa a transmitir no Rio de Janeiro. Com essa expansão, cerca de 800 mil pessoas por mês acompanharão a programação transmitida via banda larga.

NAS ESQUINAS DE SÃO PAULO
Quando o governo municipal de São Paulo pôs em prática a Lei Cidade Limpa, em janeiro de 2007, a publicidade exterior sofreu um doloroso golpe e as companhias que atuavam no setor tiveram de procurar outros rumos. A Eletromidia, responsável pelos telões espalhados em 25 cruzamentos da cidade, teve que focar os negócios nos 15 telões instalados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Ribeirão Preto, Osasco e na região do ABC paulista.

“Com a Lei Cidade Limpa tivemos um grande prejuízo. Como alternativa estamos investindo em novos projetos de comunicação indoor”, revela o diretor de TI, Rodrigo Pio Pedroso. Para Felipe Forjaz, da Elemídia, a Lei ajudou a acelerar os negócios de mídia indoor em São Paulo. “Anunciantes migraram para a Elemidia como complemento, já que as mídias externas deixaram de existir”.

Há divergências, contudo. Para o diretor executivo da Central do Outdoor, Cláudio Pereira, esse prejuízo não motivou o crescimento das mídias out of home. “O que ocorreu foi uma proliferação de outras mídias, mas não um crescimento”. Fábio Ribeiro, da TVO, concorda: “Não estamos disputando comercialmente com a verba do outdoor ou do busdoor que existia antes”.

Com ou sem favorecimento do projeto de reurbanização da cidade de São Paulo, o que a mídia digital out of home aponta é uma consolidação da convergência de mídias e uma mudança no perfil do consumidor e da publicidade. Por um lado, os anunciantes buscando potencializar suas vendas e, por outro, um público com escolhas cada vez mais segmentadas e que passa tempo demais em filas e no trânsito.

Por Karina Padial - Revista Imprensa - Abril/2008

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Rio de Janeiro ganha 150 ônibus com monitores da BusTV.

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BusTVOs usuários de transporte público do Rio de Janeiro são impactados desde 31/03 por uma mídia nada alternativa. É a BusTV - empresa que atua na produção de conteúdo, comercialização e instalação de monitores em ônibus urbanos - que chega à cidade carioca com a expectativa de impactar mais de 60 milhões de passageiros, repetindo o sucesso do primeiro ano de operação da empresa em São Paulo. “A presença de anunciantes do porte de Casas Bahia, Nestlé e McDonald´s e a aprovação de 96% dos nossos telespectadores mostra que a BusTV é uma mídia que já tem lugar certo no budget das marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão”, frisa o publicitário Fábio Simões, que acaba de assumir a direção comercial da BusTV.

A programação da BusTV poderá ser vista inicialmente em 112 ônibus do Rio de Janeiro e, até o fim do mês de maio, num total de 150 coletivos. A cidade do Rio de Janeiro marca a expansão da BusTV nacionalmente. Lançada em São Paulo em março de 2007, a empresa deve chegar também a Brasília, Salvador, Recife, Curitiba e Porto Alegre ainda este ano. “A BusTV é uma emissora de tevê urbana voltada para as necessidades dos passageiros.

Nossa programação combina informações de interesse público com oportunidades de negócios pertinentes para marcas dos mais variados segmentos”, frisa o novo sócio-diretor comercial da BusTV, que prepara a empresa para uma atuação nacional.

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BusTV anuncia novo diretor comercial e chega ao RJ.

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BusTVA área comercial da BusTV, especializada na produção de conteúdo, comercialização e instalação de monitores em ônibus urbanos, está sob nova direção.

Quem assume é o publicitário Fábio Simões,  novo sócio-diretor comercial da empresa, que já prepara sua expansão para outras capitais.

A primeira é a cidade do Rio de Janeiro, que a partir do dia 15 de março, terá cerca de 150 ônibus equipados com monitores da BusTV.

Com 19 polegadas, os monitores de LCD vão transmitir uma programação diária  voltada  para  entretenimento, utilidade pública, reportagens especiais sobre meio ambiente, ações sociais, cidadania, entre outros  assuntos,  em  intervalos  de  1h,  período  médio de uma viagem na capital fluminense.

A  programação terá cerca de 18 a 20 minutos dedicados à propaganda.

Em  São  Paulo,  a  BusTV  já  tem  Nestlé,  Tim,  Unilever,  Casas  Bahia, Pernambucanas,  McDonald´s  e UniNove na sua carteira de clientes.

‘A BusTV opera  como uma  emissora  de  TV  rodando  pela cidade. Nossa programação combina  informações  de  interesse  público  com oportunidades de negócios pertinentes  para  marcas dos mais variados segmentos da economia’, comenta Fábio Simões.

Formado  em  Communication Business na Bond University Gold Cost, na Austrália,  Simões  retornou  ao  Brasil em 2004 e passou a ter um trabalho focado  em  conceitos de mídia “out of home”.

Simões chega com o desafio de preparar a empresa, lançada em São  Paulo,  em  março  de  2007,  para uma atuação nacional.

Fonte: Revista Publicidad

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Mídia Móvel em Ônibus de São Paulo.

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TVOA TVO, nova mídia digital móvel de veiculação de conteúdo e publicidade nos ônibus de São Paulo, criada pela holding Mixer Participações, já está em fase de testes. A TVO, nova mídia digital móvel de veiculação de conteúdo e publicidade nos ônibus de São Paulo, criada pela holding Mixer Participações, já está em fase de testes. O investimento inicial declarado é de R$ 3 milhões. Em outubro estarão instalado cerca de 1500 monitores em 500 ônibus da cidade de São Paulo. No início de 2008, serão cerca de 1200 ônibus, promete a Mixer.

O acordo fechado entre a TVO e as empresas de ônibus, ainda segundo a Mixer, cobre mais de 80% do total de ônibus circulantes na cidade de São Paulo.  O que permitirá a instalação da TVO em 6,5 mil veículos do total de 8 mil. Nessa primeira fase, os comerciais entrarão em rede, em todo o circuito. A partir do ano que vem, será possível contratar mídia segmentada. “Não existe zapping nesta mídia, ou seja, temos toda a atenção do espectador”, diz João Daniel Tikhomiroff, presidente da Mixer.

TVOO conteúdo oferecido será um mix de humor, informação, cultura, esporte e lazer, viabilizado por anunciantes. Não haverá áudio nos programas exibidos. A interferência de barulhos externos e a liberdade dos usuários que querem conversar entre si foram levados em conta nessa decisão. As informações da TV terão duração curta, para não criar frustração no público que está subindo e descendo dos ônibus. Os breakes comerciais também serão curtos, com até 90 segundos.

A base do sistema é a transmissão de conteúdo em vídeo digitalizado a partir de uma central de operações que armazena estes arquivos em um data center. Diariamente, os arquivos programados para exibição no dia seguinte são organizados em uma play list e enviados para servidores locais, nas garagens das empresas de transporte urbano, via conexões de dados IP ou dedicadas. Ao final do expediente, na medida em que os ônibus equipados com o sistema se aproximam da área de abastecimento e lavagem, são detectados por um sistema wireless, que automaticamente atualiza os arquivos na memória. Na manhã seguinte, ao se iniciar o serviço, o sistema faz o looping do conteúdo e publicidade ininterruptamente em monitores de LCD instalados no veiculo, até que o serviço seja encerrado.

“Está surgindo uma nova categoria de mídia eletrônica no mercado brasileiro que já é sucesso na Europa e nos EUA”, explica Eduardo Aidar, diretor associado da TVO, já trabalhou no Estado de São Paulo, Editora Globo e foi sócio do grupo Meio & Mensagem e da Mediavision. “Este novo mercado surge e cresce graças às novas tecnologias que permitem a exibição de conteúdos com qualidade técnica e editorial. Será uma mídia de massa, com altos números de audiência e baixo valor absoluto. Acredito que Varejo, Telefonia, Sistema Financeiro, Beleza e Higiene, Serviços e Mercado Imobiliário serão algumas das principais categorias anunciantes”.

Para acessar o novi site da TVO, acesse www.tvosp.com.br .

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